Sobre o autor deste site, Luiz Antonio Berto,
idealizador do Projeto Vivência em Cura.
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Saber quem é determinada pessoa é algo realmente interessante,
envolve várias perspectivas e nuances. O primeiro conteúdo dentre os aqui
veiculados que surgiu ao autor deste site, foi justamente o de nome “Quem é
você”. Seria razoável, então, esperar uma resposta coerente e satisfatória de
quem apresenta tantos conteúdos profundos envolvendo autoconhecimento ao
dizer quem ele próprio é. Seria... Mas isso envolve aspectos capciosos, e são
necessárias considerações prévias... (risos) A primeira dessas considerações é a de que não existe nenhuma
resposta definitiva para a pergunta “Quem sou eu?”. Provavelmente, as mais
próximas do mais completo possível sejam apenas “Eu sou o que sou” ou
simplesmente “Eu sou”. Como dito no conteúdo “Quem é você”, são três as perspectivas de
respostas para esse tipo de pergunta:
Para realmente sabermos quem é alguém, em toda a profundidade,
primeiramente é imprescindível sabermos quem nós próprios somos. Caso
contrário, toda e qualquer resposta terá uma distorção proporcional ao nosso
desconhecimento de nós próprios. Há
um ditado que diz “para conhecermos alguém é
preciso comer um
pacote de sal com essa pessoa”. Essa sabedoria popular demonstra
que para
conhecermos alguém é necessário conviver com essa
pessoa por um longo período, afinal de contas, um pacote de sal
não se come em pouco tempo... Para conhecer uma pessoa, é
necessário, vê-la agir e reagir
em situações favoráveis e também em
situações desfavoráveis. Entretanto,
claro que para propósitos e situações
específicas, ou
circunstanciadas, podemos saber de quem se trata determinada pessoa
tendo-se em
conta critérios e objetivos específicos, sem que seja
necessário chegar à total
profundidade - que pode ser até mesmo inatingível na
maioria das situações... - de uma resposta mais
“certeira”, na falta até de um termo melhor. Para os propósitos de quem entra neste site e neste conteúdo
especificamente, há três hipóteses que vejo até o momento para se
interessar em saber quem é o seu autor, quem faz, produz e canaliza os conteúdos e
serviços oferecidos:
Bem, atendendo a esses parâmetros e essas questões todas
pré-estabelecidas, passo a relatar um pouco sobre mim próprio:
Tendo sofrido de muito terror noturno durante a infância, mantive-me
muito afastado de tudo o que envolvesse percepções e assuntos paranormais ou
místicos, em decorrência de muitas experiências e sonhos com os quais não conseguia
lidar na infância. A
partir de 1995, superei uma fase inicial desse medo e comecei a
ler sobre assuntos espíritas e esotéricos, chegando
também à cura holística. Consegui inclusive ir
à Comunhão Espírita, uma casa renomada em
Brasília da linha
kardecista. Detalhe: até o começo da juventude, se eu
visse um livro
psicografado numa estante, não queria passar nem perto.
Não conseguia dormir
sozinho num quarto ou ficar no escuro até por volta dos treze
anos de idade. Dos sete aos 14 anos pensava muito em ser médico, mas me doía muito
pensar em uma aula de anatomia. Nunca tive problema em ver sangue ou ossos, mas
defunto ou “alma penada”, isso me custava muito... Desisti do direcionamento para
o estudo da medicina por esses dois fatores básicos (mortos e almas) e também
por decidir, aos 15 anos, que preferia cursar o 2° Grau sem estudar tanto para
um vestibular como é necessário para passar para um curso de medicina. Eu
tirava notas boas apenas prestando atenção nas aulas, gostava de estudar, mas
não necessariamente as matérias obrigatórias... Hoje percebo que a minha vocação e direcionamento para a medicina
naquela época eram decorrentes tão somente de ser o único canal até então pelo
qual conhecia o que entendemos por cura. Naquela época, inclusive, minha única
concepção de cura era essa do tipo de abordagem da medicina ortodoxa, não tinha
sequer noção da cura nesse sentido com qual é empregada a palavra “healing” em
inglês (e não “cure”), essa cura do ser, de seus aspectos holísticos e de sua
integração com Tudo o que Há, e não apenas dessa, pra facilitar a expressão,
“cura da doença e não cura da pessoa”... Comecei a trabalhar aos 15 anos de idade no Banco do Brasil, de
onde pedi demissão, já concursado, aos 25, para atender as minhas aspirações
empresariais e de negócios. Na carreira de executivo tive um crescimento
acelerado, quintupliquei meu salário em apenas um ano. Como empreendedor,
conheci o fracasso pela primeira vez aos 28 anos com uma empresa de espetáculos
pirotécnicos. Em julho de 2000 comecei a viver uma série muito profunda e
marcante de Vivências Místicas. Ao tomar contato pela primeira vez com o tipo
de cura com o qual trabalho hoje, tive imediatamente a certeza de ser a coisa
mais preciosa com a qual já tivera tido contato. Entreguei-me profunda e
completamente a isso. Soube holograficamente que a maneira mais eficiente de melhorar este mundo era o
maior número possível de pessoas ter acesso a isso. Fiz cursos técnicos de massagem terapêutica, quiropraxia e
bioenergética emocional. No começo de 2001 já havia largado as atividades da
área de Marketing e me dediquei profissionalmente, desde então, exclusivamente à
Terapia Holística. Entre 2000 e 2003 passei por mais de 600 Vivências Místicas,
as quais continuam a acontecer em menor quantidade, mas que nunca mais deixaram
de estar presentes em minhas atividades. Já no começo dessas vivências, passei por processos profundos e
espontâneos de regressão. Presenciei muitos "milagres" comigo próprio e também com
muitas pessoas. Como resultado disso tudo, passei a enxergar a minha
própria vida como um processo de autodesenvolvimento do meu próprio espírito.
Entendo as situações como bênçãos ou oportunidades. De 2001 a 2005, os negócios foram crescendo lentamente, com uma
certa dificuldade, a qual eu superava em decorrência da fé e da crença
inabalável que havia adquirido com as minhas próprias vivências e também das
pessoas que me procuravam, das quais eu podia observar em muitos casos mudanças
profundas e gratificantes. Nesse mesmo período, comecei a elaborar os conteúdos que hoje estão
veiculados na página da Vivência em Cura, em ordem de aparição de acordo com as
necessidades e conhecimentos que iam chegando, tanto de desenvolver a mim
próprio quanto para orientar as pessoas que me procuravam, como também para
divulgar ao maior número possível de interessados. Um dos dois conhecimentos mais profundos com os quais já tomei contato até hoje foi a teoria das “Estruturas de Defesa de Personalidade”(*). E dentro dessa ótica, consegui acordar para minha própria carência, sendo que, como fruto dessa própria característica, passei por um processo depressivo profundo entre 2006 e 2009, atraído por minhas próprias autolimitações. Foi bastante difícil manter-me na Terapia Holística. A carência energética e afetiva manifestou-se também muito profundamente como carência financeira. A fé antes inabalável fraquejou após tantos anos de dificuldades práticas no dia-a-dia. E isso foi difícil. (*) o outro é o Tzolkin. Por vários momentos pensei em desistir de trabalhar a dissolução de
minha defesa carente. Só não o fiz por já ter tido sucesso significativo na
dissolução das outras quatro defesas e também por uma questão premente:
esse era um caminho sem retorno. Ao mesmo tempo que não conseguia muitos
avanços, também não conseguia retomar nenhuma outra forma de vida ou profissão
anterior. Até que tentei, mas nada “vingava”... Com
o primeiro fracasso ao qual me referi com a experiência
empresarial, hoje sei que aprendi a ser humilde e a não julgar
as pessoas. A ouvir sempre os outros, idependentemente do sucesso ou do
fracasso das ações, quer seja da minha parte ou da parte
do outro. Com
a depressão aprendi muita coisa, inclusive o que é uma
depressão, da qual
consegui sair apenas com os métodos divulgados na página
da Vivência em Cura.
Acredito que muitas pessoas não
têm ideia do que se trata um processo depressivo. Olhando
de fora, muitas pessoas tendem a julgar esse tipo de
situação como uma espécie de fraqueza do
depressivo. Confesso que eu próprio pensava assim antes de
acessar a cura como a conheço hoje e, principalmente, de sentir
a depressão em mim mesmo... Com perseverança, a partir de 2009, comecei a observar sinais do
esmorecimento das minhas carências internas. Isso foi mais um marco na Jornada. Clareando diretamente para os interessados em avaliar meu “status”
dentro da Jornada de Encontro Pessoal, certamente ainda não sou uma pessoa
iluminada. Mas considero que já tive as “amostras grátis” suficientes para
saber o que é esse estado. Já lembrei de muita coisa. Já passei pelas “visões
do paraíso”. O trabalho agora é centrar e desenvolver ao ponto em que esteja
senhor de manifestar e manter esses estados, essa forma de ser e,
principalmente, as respostas adequadas às situações e às pessoas de forma
constante e permanente. Essa condição de não iluminado, mas com algum conhecimento desse
estado, pode ser muito útil para outros que estão buscando referências. Pois
muitas vezes é difícil seguirmos os Mestres e os Guias. Eles estão tão longe...
Em nossos momentos de maior transtorno chegamos a achar que eles nem se lembram
mais de como é lidar com as dificuldades pelas quais estamos passando... Ver
como alguém “como nós” lida com a adversidade pode gerar um campo de empatia
com boas chances de nos sensibilizar e startar
as mudanças. Certamente, nessa estrada aprendi a lidar com os invernos
emocionais e as limitações. É provável que consiga em muitos casos transmitir
um pouco disso a quem precisa, evitando, assim, muitos descaminhos
desnecessários... Autodidata, nessa trajetória toda desenvolvi estudos e passei por práticas de diversas linhas e orientações, codificando todo esse conhecimento no site do Projeto Vivência em Cura. Em meu próprio trabalho de autocura, e também com as pessoas, passei a conhecer muitos assuntos com os quais hoje acredito ter relação de desenvoltura muito satisfatória para meu aproveitamento pessoal e profissional, dentre eles destaco os seguintes:
Ser o idealizador e mantenedor da Vivência em Cura é algo que
cumpre meu dharma e me gratifica. Agradeço
profundamente a oportunidade de ser quem eu sou e uma parte muito importante do
que somos é justamente o que somos para os outros. Se você leu isto tudo até
aqui, dentre outras coisas, passo a ser, neste exato momento, aquele que existe
por que você me referenda ao ler este relato. Grato por isso. Por fim, Agradecimentos específicos, uma vez que nada somos uns sem os outros:
Outros agradecimentos virão em novas oportunidades por motivos diversos,
pois eles são muitos. O Amor é a única coisa que existe.. Vamos em frente. Momentos...
Arquivo atualizado
em 29/06/2011
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