Computadores & Cura



Computadores e CuraA relação criativa com os diversos aspectos da vida é uma das coisas mais prazerosas que podemos ter. Assim como um matemático pode enxergar a vida sob a forma das relações numéricas em tudo contidas, um músico sentir a vibração da sonoridade nas coisas mais inusitadas, um arquiteto ver as linha e estruturas de tudo (muitas vezes, chama-se Deus de O Grande Arquiteto…), um artista ver a beleza e poesia de todas as coisas e por aí vai…, uma pessoa que busca a cura e a expansão de consciência pode estar atenta para encontrar essas possibilidades nas mais diversas manifestações.

Considerando nosso relacionamento com os computadores, cada vez mais intensamente presentes em nossa rotina das formas mais diversas e inusitadas, podemos fazer inferências e divagações em relação a como podemos utilizá-los dentro de contextos envolvendo processos terapêuticos.

Eles são ferramentas de produtividade, servindo para amplificar o que já fazemos e não necessariamente para melhorar. Por exemplo, um bom escritor que produzia seus textos com papel e caneta e depois datilografava seus manuscritos em uma máquina de escrever, com certeza, produzirá muito mais bons textos com os recursos dos processadores de texto, corretores automáticos, backups, compartilhamentos de arquivos, impressões lasers etc. Entretanto, isso não implica que um escritor ruim irá produzir bons textos com esses mesmos recursos. O que acontece é que o computador e a tecnologia vão facilitar apenas sua produtividade, ou seja, ele irá produzir um número muito maior de porcarias ou peças de baixa qualidade… :-p

Entendendo esse viés do aumento da produtividade, deduzimos que a conectividade proporcionada pela tecnologia amplifica em muito os aspectos do que, dentro do caminho do autoconhecimento, chamamos de espelho, o outro reflete nossa realidade e vemos fora aquilo que já vibramos interiormente.

Já vi alguém dizer que a internet era um penico, só tinha merda. Na realidade, ela tem de tudo, claro. É apenas um reflexo do que já somos, interiormente, enquanto humanidade. Se você vai vivenciar nela um penico ou um mar de crescimento, depende muito do que você mesmo(a) sintoniza, dá atenção e investe seu tempo.

Podemos fazer um paralelo com o dinheiro: é uma energia potencializadora e neutra. Por si só, não é construtivo ou destrutivo, apenas aumenta nossa capacidade de manifestação e amplifica nosso potencial realizador, quer para construir ou destruir.

Então, podemos ver em nossa relação com o computador e a tecnologia, de uma forma em geral, a quantas anda nosso potencial de amadurecimento emocional, carência ou satisfação afetiva, nível de irritabilidade ou paciência e por aí vai. No computador, na interação que podemos fazer com o mundo, temos a possibilidade de escolher nos sentir mais vivos ou, vacilar, e nos tornarmos mais alienados.

Como é sua caixa postal? A da maioria das pessoas tem centenas de mensagens não lidas, muita propaganda, lixo, spam etc, refletido o grande volume indistinto e não processado de todo o tipo de informação que recebemos diariamente.

Assim como tropeçamos em um móvel, tropeçamos em um pensamento. Aliás, tudo o que acontece no manifesto vem do não manifesto. Chegamos a tropeçar nos móveis e nas coisas em decorrência de já estarmos vindo tropeçando em pensamentos e “coisas” dentro de nós mesmos…

Como são seus arquivos? Difíceis de achar, todos misturados? O mais provável é que reflitam seu padrão de pensamentos, classificação e organização das coisas dentro de si mesmo(a). Não que a organização 100% seja a meta para todos. Cada um opera em um tipo de padrão. Estamos apenas falando que olhando para as coisas em seu próprio computador conseguimos saber muito de como você funciona.

Existem quatro coisas que absorvem / refletem muito fielmente nossa energia: cachorro, carro, computador e celular. Já reparou como os cachorros têm o temperamento muito refletido de seus próprios donos? Se não, repare…

É interessante ver que, quando um casal divide o mesmo carro, o veículo, por exemplo, só pega com um deles de uma determinada forma e com outro de outra. Já vi pessoas falando “Esse carro só pega se der uma pisadinha do acelerador antes” e o parceiro dizer “Nada a ver, tem que ficar segurando na chave por mais tempo, sem acelerar antes”. E o mais engraçado é que quando um faz do jeito do outro não funciona para ele, só do seu próprio jeito…

Seu carro, celular, computador quebram facilmente? Te passam muita raiva? Você os trata com respeito e carinho, cuida daquilo que lhe presta serviços com a devida proporcionalidade ou os vive xingando e dizendo que não prestam? Interessante ver como os equipamentos que funcionam pior, dão mais defeitos e bugs, pertencem às pessoas que são mais estressadas e nervosas e mais xingam as coisas que as servem.

Particularmente, lembro de como eu me estressava com as máquinas e como elas funcionavam mal comigo. Quando eu era garoto era do tipo que gostava de desmontar as coisas para ver como elas funcionavam por dentro. Certa vez, minha mãe ficou preocupada quando viu a raiva que eu estava batendo em um carrinho com o martelo para abri-lo, pois não o havia conseguido fazer de uma forma mais fácil anteriormente.

Também passei na infância por uma “ondinha” errada de irritabilidade com os seres inanimados. Se tropeçasse no pé de uma mesa, por exemplo, minha reação imediata e instintiva era de chutar o pé da mesa “de volta”… Risos.

Posteriormente, essa expectativa e comportamento foram transferidos para os computadores. Estava lá eu tentando fazer alguma coisa que começa a não funcionar. Então, partia para a irritabilidade até chegar ao ponto da “agressão”… Era teimoso, ficava ali tentando resolver coisas que simplesmente não davam certo, nem se quer acompanhavam a lógica, bugs por assim dizer, falhas na programação dos softwares ou mesmo defeitos de hardware. Ficava de cabeça quente, xingava e as coisas iam piorando gradativamente.

Após minhas experiências místicas e com a cura holística, mudei totalmente o comportamento: quando sentia que alguma coisa não estava indo pra frente, especialmente por conta desse tipo de “falhas misteriosas”, deixava aquilo de lado, entendia que não era para sair do outro lado naquele momento e ia arranjar outra coisa pra fazer. Depois, em outro momento, até mesmo no outro dia, quando voltava a pegar aquela coisa para fazer, ela fluía tranquilamente. Parecia ser uma mágica. E era, a mágica da sincronicidade, saber respeitar as pulsações de todas as coisas, tanto as minhas quanto as das coisas nas quais estava envolvido.


Inclusão Digital como Fator de Inclusão Social

Outro aspecto bem importante é o da utilização da Inclusão Digital como instrumento de manifestação pessoal, expressão artística, ideológica, emocional, espiritual e ativamente participativa dentro da sociedade humana universal. O conteúdo da Vivência em Cura sobre os Aspectos Sociais da Cura dá um enquadramento mais profundo para esta referência aqui.

Entretanto, mesmo rapidamente, podemos claramente perceber o quão importante os computadores e a rede são para nos incluir socialmente e amplificar nossa possibilidade de manifestação.

Uma tribo no meio da selva amazônica não se beneficia da rede tão somente por saber o que está no mundo a sua volta, mas provável e principalmente, por também mostrar a que veio, o que tem, se integrar e inserir, dar sua opinião, mostrar sua cultura e produtos, direcionar sua energia e atenção ao que lhe interessa, votar de diversas formas. Esse é o aspecto mais importante desse novo tipo de comunicação em relação a quebrar o que ficou conhecido como o quarto poder, a mídia, a qual tinha apenas uma mão única e um caráter massivo e, frequentemente, monopolizado.

É impressionante como, de uma forma em geral, investimos energia justamente no que não queremos ao invés de no que queremos. Como damos atenção a nossos medos e problemas. O quanto ficamos pensando justamente no que não queremos que aconteça. Isso se reflete na rede claramente.

Sou otimista. Acredito que a evolução é um processo inevitável. Vejo-a inclusive ocorrer ao longo de nossa dolorosa história patriarcal conhecida, de guerras e dominações. Creio profundamente que um novo paradigma de consciência está se instalando e consolidando a transferência do poder de quem detém os bens de capital para quem detém a informação. Entretanto, em nossa atual era em transformação ebuliente, a detenção da informação cada vez menos será privilégio de poucos. Estamos adentrando numa fase de construção coletiva do conhecimento.

Até aqui, valia muito o conhecimento de saber a resposta. Atualmente já está se equiparando e, provavelmente, logo se tornará mais importante, se já não o for, o conhecimento de saber onde procurar a resposta e isso não se restringe ao Google ou qualquer outro mecanismo de busca. A questão, como dito no conteúdo das defesas de personalidade, na ótica dos controladores, guerreiros e psicóticos, que sempre haverá o bem e o mal e a luta entre eles, está caindo também. É ilusão acreditar que um pouco de gente controla todas as massas. Há, muito antes, um quantum coletivo no inconsciente de todos nós acoplado às forças que movem o mundo manifesto.

A atenção concentra energia e a intenção a transmuta. O que será dos políticos quando ninguém mais quiser saber deles e das besteiras todas que se passam nas câmaras? Seremos dominados como um curral cego? Improvável. Eles só têm poder porque, enquanto coletivo, transferimos nosso poder, individualmente, um a um, a poucas pessoas, dando atenção a elas, direcionando a energia de nossos pensamentos e força vital a elas.

Também é chegado o fim do tempo da democracia representativa. Esse sistema, por si só, não possibilita uma condução social harmônica e justa, independentemente dos representantes que lá se encontram. Já temos tecnologia suficiente para implementar a democracia direta, mais um novo avanço. Você mesmo se representa. Chega de deputados e senadores.

Outra realidade: atualmente, o número de corporações com economias maiores do que a de países já passou 51%. Ou seja, os países já são menos poderosos que as corporações.

A detenção do poder dentro da história oficialmente conhecida, que se confunde com o patriarcado, dependendo da análise, algo em torno de 6.000 a 10.000 anos, pode ser lida assim:

  1. Inicialmente, detinha o poder quem detinha a força bruta;
  2. O poder migrou de quem detinha a força bruta para quem detinha a posse da terra. Algo consolidado com a idade média. Lembrando que a Igreja Católica foi a maior latifundiário da história, detendo ainda grande somatória de bens imóveis pelo mundo à fora. Mas olha que interessante: atualmente, o maior proprietário individual de bens imóveis do mundo não é mais a Igreja Católica e sim o Mc Donalds, com propriedades nas esquinas mais caras do planeta, aliás, como do desconhecimento público, seu negócio principal, imóveis, e não hambúrgueres…;
  3. Com a revolução industrial, a detenção do poder migrou de quem possuía a posse da terra para quem detinha o bem de capital. Daí toda a influência do poder econômico na decisão das nações até chegar ao ponto já citado acima de as próprias corporações se tornarem mais poderosas que os países;
  4. Estamos em pleno meio da mudança da migração da detenção do poder de quem tem os bens de capital para quem detém a informação.

Felizmente, como dito, a informação não é exclusividade de alguns poucos. É, muito antes, um bem universal contida em todos os lugares. Tudo é energia e informação. Ponto.


Relação dos Computadores com as Estruturas de Defesa de Personalidade:

Estudando as defesas há muitos anos, rapidamente consigo detectar em uma simples mensagem curta de SMS, até mesmo em um único emotion, o que uma pessoa está manifestando em nível de defesa.

Na realidade, todos nós já temos algum tipo de percepção desenvolvida nesse sentido. É comum, por exemplo, entre casais um deles saber o que está acontecendo com outro, ou ao menos supor…, baseado até mesmo numa pequena demora em se receber uma resposta.

Muitas das vezes acontece muita projeção e expectativas frustradas e distorcidas justamente porque as pessoas não conhecem sobre os aspectos energéticos das trocas entre as pessoas, embora vivenciem isso o tempo todo, e acabam, por assim dizer, metendo os pés pelas mãos.

Nas redes sociais e nos envios de e-mail é flagrante o quanto a carência, o controle e a desconexão estão presentes. O quanto cada um “precisssssaaaaa” da atenção toda só para si. Os falsetes nas relações e trocas, o quanto, por exemplo, uma pessoa parece estar oferecendo uma coisa, mas na realidade quer algo, normalmente atenção e reconhecimento. O quanto as pessoas investem tempo e energia justamente no que não querem, o quanto replicam coisas que fizeram mal a elas, então, não conseguindo processar, limpar ou filtrar a questão, elas replicam aqueles conteúdos para frente como quem diz “segura essa merda aí que não estou dando conta”…

Podemos utilizar nossa relação com os computadores para perceber a quantas andam nossas defesas de personalidade e procurarmos as respostas de cura disponíveis. Uma vez que você já tenha feito o levantamento de qual das suas defesas anda mais ativa no momento, você pode tomar os seguintes direcionamentos de cura para cada uma delas:

  • Desconectado – procurar e se associar a pessoas que tenham os mesmos interesses, encontrando uma nova forma de se sentir aceito dentro de comunidades afins com suas crenças. Não surtar na utilização do computador, procurando equilibrar seu contato e uso com ele com as coisas externas e não virtuais;
  • Carente – aumentar as possibilidades de contato com o mundo externo, especialmente com outras pessoas. Aproveitar essa nova de forma de relacionamento para dissolver padrões antigos ligados à carência nas relações, dar espaço aos outros sem mais ficar cobrando as coisas indefinidamente, achando que todos lhe devem. Ancorar satisfação e saciedade. A possibilidade de expressar meus próprios pensamentos na rede contribuiu muito para a dissolução de minha carência, uma vez que não precisa mais expor a cada orelha que encontrava por aí, tudo o que acreditava, mudar o mundo a cada esquina. As coisas já estavam lá acessíveis em alcance mundial. Isso me trouxe um sucesso interno muito grande, me aliviou da carência de achar que não teria tempo para expor ou mostrar tudo o que queria. Meu nível de chatura diminuiu bem depois que coloquei meus primeiros textos on-line. Risos;
  • Controlador – perceber que as ferramentas de produtividade podem permitir o trabalho colaborativo. Evitar as disputas e intrigas nas trocas de mensagens e comunicação. É muito comum em grupos virtuais as pessoas dizerem o que querem com menos filtros e as brigas aumentarem em muito. Na hora em que se deparam pessoalmente com as pessoas, ficam muito sem graça, não sabem o que fazer. Respire fundo antes de ser reativo(a) e mandar uma resposta torta de qualquer jeito. Processe e dissolva as brigas e intrigas dentro de si mesmo(a), focalize “nenhuma disputa” e, só então, retome as interações;
  • Invadido – expressar quem é e no que acredita, especialmente montando uma página pessoal. Os perfis em redes sociais ajudam, mas não tem um foco tão poderoso quanto montar sua página com seus conteúdos e pensamentos. Pessoalmente, os computadores me ajudaram profundamente a dissolver meu lado invadido, contribuindo para eu conseguir organizar a massa gigante de pensamentos e conceitos que estavam dentro de mim. Os conteúdos da Vivência em Cura são a prova disso, são fruto de algumas coisas, dentre elas, a necessidade interna de entender e sistematizar uma compreensão da existência de uma forma bem pessoal;
  • Rígido – exercitar a flexibilidade através do treino da necessidade constante de adaptabilidade às constantes inovações tecnológicas. Utilizar a rede para perceber a essência e as necessidades dos outros, bem como o desencadeamento das relações de poder e em como está colaborando positivamente para o desenvolvimento de outras pessoas.

Coloque Seu Site .COM ou .COM.BR no Ar

Como já dito anteriormente, para alguns pode ser providencial colocar seu próprio site no ar. É fator de inclusão social, pode dissolver carência, contribuir para a organização de seu mundo interno e ainda lhe ajudar de diversas formas promovendo seus projetos pessoais e/ou de empreendedorismo, criatividade, arte e tantas outras coisas.

Há um conteúdo da Vivência em Cura chamado “Palavras não Ditas”. É muito interessante. Se o nome lhe chamou a atenção, vá conferir. Pode lhe ajudar bastante. A força da nossa expressão no mundo contribui profundamente para o nosso equilíbrio como um todo. A rede nos permite uma forma de expressão bem interessante. Usufrua dela.

Sempre gostei de computadores. Tive o meu primeiro, um TK85, na “pré-história” da computação, aos 15 anos de idade. O manual dele tinha o marketing de começar apresentando-o não como um computador, mas como uma calculadora. Algo do tipo “além de fazer cálculos matemáticos, ele também faz outras coisas, quer ver?…”.

Cheguei a prestar vestibular para computação. Não lembro mais se na época ainda era Análise de Sistemas, acho que era isso. Depois, veio Ciências da Computação e outros tantos nomes e especialidades distintas dentro da área de tecnologia, informação etc.

Experimento bastante satisfação por saber atualizar e inserir conteúdos na rede a hora que quiser com boa facilidade.

Para fazer esse serviço, reuni três habilidades para ajudar as pessoas a colocarem seus sites no ar:

  1. As tecnológicas;
  2. A de lidar com pessoas desenvolvida no trabalho terapêutico, entendendo suas necessidades e sabendo levantar seus recursos disponíveis;
  3. A de minha formação em Publicidade e Propaganda.

Já gostava de fazer isso, mas me segurava, por conta de ainda não ter tido tempo para me dedicar mais à parte de desenvolvimento de design desses projetos. Então, era capaz de colocar sites funcionais no ar, até com uma qualidade visual mediana, mas ainda fora do que gostaria de poder oferecer.

Entretanto, com o avanço todo da tecnologia, descobri uma ferramenta que resolveu essa questão e passei, oficial, aberta e comercialmente, a oferecer às pessoas o serviço de ajudá-las a colocarem seus próprios sites no ar, dentro de um modelo que elas, assim como eu, serão capazes de criar, atualizar, mudar, tirar e transformar seus próprios conteúdos.

Coloque seu site .COM ou .COM.BR com minha ajuda de forma simples, rápida e descomplicada:
  • R$ 290,00 reunião inicial de 1,5 hora de duração onde o site já estará funcional e no ar, versão básica, e você em condições de continuar completando os conteúdos e as informações posteriormente sozinho(a). Este primeiro encontro tanto pode ser presencial (Brasília) quanto on-line;
  • R$ 180,00 – cada 2 Reuniões extras on-line (via Skype) de 30 minutos cada para eu te auxiliar nas atualizações ou te treinar melhor na ferramenta que administra a página, caso você sinta essa necessidade. Preço válido até 2 meses após a reunião inicial;

Custos próprios da página:

  • Acesso à ferramenta de construção, atualização e hospedagem do site: R$ 50,00 no primeiro ano, já incluindo aí o registro do domínio .COM no primeiro ano;
  • Caso opte por domínio .COM.BR, além dos R$ 50,00 acima, + R$ 30,00 anuais do registro. Nesta opção, ainda haverá mais R$ 12,00 mensais se quiser operacionalizar um e-mail do seu próprio domínio.

Barato, simples e rapidíssimo. Aproveite. Preço promocional de lançamento deste serviço válido somente até SET / 2016  😆

Sites no ar já com essa estrutura e formato – acesse tanto de celular quanto de computador para ver como são personalizados para cada tipo de acesso:


Sim, quero fazer:

R$ 290,00 – Reunião de 1,5 hora para colocar o site no ar com a primeira versão básica funcional (mais os custos próprios relatados acima):








Coloque seu site no ar com o Luiz, Idealizador da Vivência em Cura:

 

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Conteúdo atualizado em 30/09/2016     |     Versão 2.1 – 1ª Versão: Julho/2003

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