A Mente que Cura – Programação Mental


Este conteúdo encontra-se aqui em Versão Demonstrativa. Com ele é possível acessar bastante de sua íntegra e ter vários benefícios.

Entretanto, apenas em sua VERSÃO COMPLETA (disponível em E-Book PDF ou impressa) é que se terá acesso a toda a profundidade e recursos disponibilizados em favor da expansão de consciência, autoconhecimento e poder transformador tratados aqui.


Pensar causa. Pense bem.

A programação mental aqui referida trata da utilização e condução do próprio arcabouço mental no sentido de ser o melhor daquilo que podemos ser a partir do entendimento do que é a mente, o que são os pensamentos e crenças e como é nossa interação com esse universo. Essa é a Mente que Cura.

A mente foi amplamente focada pelas civilizações dentro da história humana levando a progressos realmente incríveis. No limiar do que se entende hoje como Nova Era, difundiu-se um entendimento da mente sendo um obstáculo no caminho para a iluminação e uma grande vilã, configurando assim a outra polaridade da questão. A mente não é uma vilã, é muito mais adequado compará-la a um adolescente rebelde cheio de energia, vitalidade e vontade para mudar todas as coisas de modo a se encaixarem às suas vontades e caprichos. Sobra energia, falta maturidade. A mente precisa apenas adquirir essa maturidade para não querer ser o senhor da morada sagrada que somos cada um de nós, mas muito antes um servo que, como todas as demais coisas, tem sua importância certa, única e valiosa dentro do que lhe cabe. Se o servo quer se tornar o senhor, grandes transtornos podem estar pela frente. É a nossa tão famosa mente incessante e dominadora se manifestando.

Cabe ao guarda da fronteira verificar e dar prosseguimentos aos encaminhamentos devidos para aqueles que podem e não podem entrar no país. Se o guarda começa a dizer quem pode e quem não pode entrar, sai da função de guarda e passa a querer ser o “presidente”…


I – Força sem Limites

Tudo aquilo em que acreditamos, por si só, já é uma parte da realidade.

Realidade, o que é isso?…

Há uma certa controvérsia a esse respeito em decorrência da complexidade do tema de o que é a realidade. Algumas linhas de pensamento apontam para a realidade ser aquilo sobre o que duas ou mais pessoas concordam, formando, então, a realidade para elas. Essa linha é uma das boas a respeito do tema, começando a fluir para uma direção coerente sobre isso, entretanto, ainda é falha quando perguntamos: o que é, então, algo que uma pessoa pensa por si só, sem a confluência de nenhuma outra? O que uma pessoa pensa por si só é irreal? Claro que não.

Para seguir no conteúdo deste texto, adota-se o seguinte conceito:

REALIDADE é a SOMA DE TODAS AS EXPERIÊNCIAS.

Item disponível em sua íntegra apenas na Versão Completa.


Natureza da Consciência

Precisamos entender, então, é em que momento as “mentes individuais” entram no processo de criação da realidade. Qual parte do pensamento individual dessa personalidade que cada um de nós percebe como sendo si mesmo, exerce nesse processo da criação coletiva da realidade compartilhada por todos os seres.

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 II – Entendimento da força das crenças e seu impacto sobre a realidade e nossas vidas


Antes de abordarmos diretamente o impacto das crenças sobre a nossa realidade, é necessário:

  • Fazermos uma diferenciação entre crenças, pensamentos e percepções momentâneas, bem como uma distinção entre conhecimento e crença;
  • Saber como as crenças se estruturam;
  • Abordar outros aspectos laterais das crenças que influem no impacto de nossas realidades.

Diferença entre crenças, pensamentos e percepções momentâneas

Adotam-se aqui as seguintes definições e parâmetros:

  • Percepções estão ligadas ao conjunto sensitivo e psíquico de como captamos e interpretamos a realidade (a soma de todas as coisas), especialmente daquilo tangível e acessível para nossos sentidos momentaneamente. As percepções são, então, constituídas de emoções, sentimentos e conjuntos de estruturas psíquicas, quer sejam pensamentos conscientes, inconscientes ou mesmo apenas as matrizes que servem de bases para esses pensamentos, as frequências mentais. Mesmo contendo pensamentos, não se constituem em cadeias de pensamentos concatenados entre si;

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Distinção entre Conhecimento e Crenças

Cabe ainda uma distinção entre nosso conhecimento e nossas crenças. Podemos ter conhecimento de algo, mas não crer naquilo. Por exemplo: muitas pessoas dentro da senda da jornada espiritual já têm o conhecimento de que são Deus, de que são perfeitas exatamente como são neste exato momento, entretanto, algo internamente ainda as impede de crer nisso, de tomar isso como verdade…

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 Versão Demonstrativa para a Internet    |    Livro Completo atualizado em 15/01/2017     |    1ª Versão: Julho/2005

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