Os grupos e as
sociedades refletem o
que são a predominância das crenças e
manifestação de seus integrantes,
estendo-se isso desde pequenos grupos até países
inteiros e ainda mesmo toda a
humanidade.
A ligação da cura com as
relações sociais faz sentido a partir da
percepção de que pessoas saudáveis
formam uma sociedade saudável, pessoas desequilibradas ou
doentes, formam uma
sociedade desequilibrada ou doente.
Temos que fazer um caminho
de mão dupla: curar cada um de nós, contando
aí com ferramentas poderosas
como a expansão
de consciência, e também
curar a sociedade como um todo, uma vez que um meio
desarmônico desestabiliza e
exaure as energias individuais, criando uma “bola
neve”: pessoas doentes e
infelizes perpetuando uma sociedade auto-destrutiva e insana.
A rota de
colisão é o trilho
dentro do qual a humanidade se colocou e que está apontando
para a
destruição
do planeta Terra em decorrência da
falência dos recursos naturais devido a
hábitos
não sustentáveis e a uma atitude interna
autodestrutiva em nível individual
que se reflete na esfera coletiva.
Perto da virada do
ano 2.000 d.C, a
humanidade atingiu uma população em torno de 6
bilhões de indivíduos.
Considerando nossos
hábitos de consumo e
interação com o meio ambiente e a
velocidade da reprodução humana, todas as
análises e projeções apontam
claramente para um total
desequilíbrio com a sustentabilidade do
Planeta.
Previsões
mais otimistas teorizam
que a Terra não terá mais
condições de abrigar a vida em torno de 500 anos,
caso essa rota não seja corrigida. Os mais pessimistas,
muitas vezes apoiados
em profecias míticas, apontam a data de 2012 como sendo um
divisor de águas
dessa questão, descrevendo a possibilidade de uma
catástrofe coletiva de
proporções globais (o próprio
apocalipse), com risco de destruição da vida
humana no Planeta, ou, “na melhor das
hipóteses” a chegada da abençoada e
mítica era do ouro, com a iluminação
da humanidade, após um grande desastre
coletivo, com a morte de milhões e até mesmo
bilhões de pessoas em curto espaço
de tempo.
O filme Matrix
(veja a análise
completa do filme) traz uma análise extremamente
inteligente e propícia a
esse respeito, quando o agente Smith faz um paralelo entre os
mamíferos (que se
reproduzem em seu meio até um ponto de
equilíbrio) e os vírus (que se
reproduzem indiscriminadamente até matar o organismo do qual
dependem para
viver), comparando os
seres humanos aos vírus.
Outro paralelo que
podemos fazer é entre o câncer e o atual sistema de cidades predominante na
Terra, especialmente as cidades grandes, as metrópoles e megalópoles.
O câncer
caracteriza-se por um tumor, que começa com uma célula que passar a agir
metabolicamente de acordo com suas próprias diretrizes e não mais pelos padrões
e necessidades de todo o organismo. Essa célula começa a se multiplicar dentro
desse novo padrão anômalo e forma um tumor. O tumor começa a crescer
desordenadamente por si só, de acordo com suas próprias necessidades, em
desarmonia com o restante do corpo, gerando problemas de todas as ordens para o
organismo como um todo, inclusive a própria falência do ser, matando tanto o
indivíduo quanto o tumor que desse mesmo indivíduo dependia para sobreviver.
Sob a ótica causal,
o câncer ocorrer em decorrência da crença na separatividade. Ele é um reflexo
disso. A crença é tão forte na separatividade (e não na unidade de tudo o que
existe) que o corpo reflete isso através de um tumor, uma manifestação que
passa a agir independentemente por “acreditar” que não pertence ao todo e não
perceber que ao entrar em desarmonia irá levar a risco tanto o todo quanto a si
mesma.
Exatamente assim
são nossas cidades: manifestações que crescem de dentro pra fora,
desordenadamente em desalinho e desequilíbrio com o restante do Planeta. Cada
megalópole é um tumor incrustado na face da Terra...
Bem, as cidades são
formadas por nós, as pessoas, os seres humanos racionais e civilizados...
A atitude das
pessoas, no plano social, que ainda acreditam que seus problemas e estados emocionais
não afetam e não são afetados pelas outras pessoas é a base para essa ocorrência
das cidades-tumores.
As células de um
corpo são todas equivalentes, nenhuma está ou é mais evoluída do que as outras,
entretanto, elas possuem funções e especializações diferentes, assim como o
somos cada um de nós enquanto seres sociais e universais.
A evolução de uma
pessoa só é possível confluindo com a evolução de todos os outros seres. Essa
percepção conflui com a lembrança da memória ancestral de que SOMOS TODOS UM. Isso também devendo
ser estendido ao entendimento e política externa de todos os países
(enquanto estes ainda existem..., ver tópico
específico abaixo), devendo-se mundialmente adotar a postura internacional
de que não adianta apenas uns poucos paísesse beneficiarem do desencadeamento histórico
esdrúxulo pelo qual passou a humanidade até aqui, usufruindo
da riqueza material às custas da pobreza
de todos os demais países e larga maioria da população humana. Enquanto isso ocorrer, haverá guerras,
terrorismo e pressão até o ajustamento social global.
Estamos na era da
informação. Chega de os dirigentes ainda com poder evitarem essa verdade, sob a
penalidade de virem a sofrer todas as conseqüências pesadas de seus atos em
prol de manter o atual ultrajante quadro de poder do status quo estabelecido
até o momento.
Poder em torno do dinheiro
(tendência da mudança para a
informação);
Milhões, talvez bilhões, de
pessoas tentando ser o que não são, desconectadas de sua
essência, especialmente trabalhando com o que não gostam
Poder
em torno do dinheiro
O dinheiro é uma
criação
maravilhosa da humanidade, realmente algo abençoado.
Através de sua manifestação,
podemos tornar muito ágeis e com grande liquidez as
relações de troca,
abrindo possibilidades infinitas. Entretanto, o enfoque da
retenção econômica
como sendo o ditame de quem e onde está o poder é
chaga social e que está com
seus dias contados.
Há uma tendência
inevitável
da mudança
de mãos de
quem detém o poder estar associada a
quem atualmente
possui a detenção do capital econômico
(dinheiro e títulos, principalmente)
para as mãos de quem detiver a
informação. Existe uma
teoria da Comunicação
Social denominada “Os 15 Minutos de Sucesso”, que
está intimamente ligada a
isso.
Em outras épocas
históricas,
a detenção do poder já esteve
associada a quem detinha a intuição e o bom
senso (época das sociedades matriarcais), posteriormente
migrou para quem
detinha a força, posteriormente para quem detinha a posse da
terra (período
feudal) até começar o desenvolvimento do modelo
atual em torno da retenção
econômica, nascido na era da formação
dos estados nacionais, período
colonial, revolução industrial, guerras mundiais,
determinação de hegemonia
bélica das culturas ocidentais industrializadas...
Há cerca de vinte anos, o
Japão, numa reunião do ainda denominado G7,
profetizou essa tendência da
mudança do poder das mãos de quem detivesse o
capital para quem detivesse a
informação, não tendo recebido a
devida atenção das outras 6 então
potências
formadores daquele seleto grupo com pretensões de dominar
política, bélica e
socialmente o mundo.
Veja no item abaixo Distribuição
da Riqueza idéias práticas que
levarão a isso, especialmente a questão
da definição
por parte do próprio cidadão a quem se
destinará o imposto dele recolhido...
Milhões, provavelmente bilhões,
de pessoas tentando ser o que não são, desconectadas de
sua essência,
especialmente trabalhando com o que não gostam
Para sanarmos isso é
necessário que cada vez mais pessoas se reconectem com sua
essência e seu
self, resgatando a memória de ligação
com a fonte, com o real propósito de
sua vida na Terra, seu dharma
e a realidade
de sua vida espiritual.
Temos
na procura e acesso às vivências
místicas
um forte instrumento e poderoso aliado para alcançarmos
essas metas, de modo
que cada um de nós saiba
quem é e o que
veio fazer no planeta, conhecendo e manifestando seus dons naturais e
concretizando suas aspirações mais profundas.
·O medo e os desvios de
conduta - medo de ficar pobre e as relações de
ganância;
·O medo e os sistemas de
dominação;
·Medo e planos de saúde e
seguros;
·Medo e segurança pública;
·A utilização do medo
dentro do contexto das sociedades dominadoras propagado
através dos aparelhos
ideológicos de estado, especialmente a família,
escola, religião e mídia;
Para conseguirmos contornar a rota de colisão, devemos agir em duas frentes distintas:
Nas possibilidades e trabalhos individuais;
Nas possibilidades e trabalhos coletivos e reformulações sociais.
Estamos numa situação tão limítrofe que apenas
cada um de nós sendo o melhor de nossos potenciais, teremos
chances de contornar a rota de colisão. Apenas com uma massa
dominante de pessoas tendo atingido o estado de
iluminação conseguiremos o que, em decorrência do
quadro atingido, será uma proesa.
Para ser o melhor potencial de cada um de nós, para atingirmos a
marca de milhões de seres iluminados na Terra, os caminhos
individuais mínimos a serem percorridos apontam para que
cada um de nós:
Procure
conhecer e aplicar em si o conceito de encontro pessoal (o que antes se denominava como
busca pessoal), sabendo responder pra si mesma quem ela é
e quais são suas crenças metafísicas e
sociais, além de conhecer e viver seu dharma, seu caminho natural;
Conheça o processo de cura, de modo que possa se tornar
uma pessoa saudável e somar positivamente com toda a
humanidade;
·expressividade
– represar os instintos e a expressividade é armar
uma bomba dentro de si. O
que nos cabe é aprender a lidar de novas
formas com sentimentos difíceis de serem liberados
sem ferir a nós mesmos
e aos outros, aprendendo a integrar contradições
e procurar ambientes e situações
adequadas para darmos vazão a expressões mais
contundentes e/ou menos harmoniosas
que ainda temos dentro de nós;
·busca
de
individuação;
·vida
múltipla e rica
em aspectos e abordagens;
·realização
pessoal
em todas as áreas da vida
(quando a
realização é impossível em
determinada
área, que se torne uma questão de
reorientação
de propósito/objetivo e/ou adaptabilidade...);
·aceitação
(sem aspectos de conformismo... Uma inquietação
natural em relação a tudo o
que pode, e deve, ser melhorado e perseguido funciona como uma
ótima mola motivadora.
Cabe aquela máxima: resignação para
aceitar o que não pode ser mudado;
disposição
e clareza para mudar o que deve ser mudado; e sabedoria para distinguir
entre as
duas coisas);
·equilíbrio;
·espiritualidade
(sem que seja confundida com submissão /
limitação religiosa a doutrinas, seitas,
igrejas etc);
·capacidade
de
transitar harmonicamente entre os estados de interiorização
e inteiração com o meio externo;
·manifestação
artística,
lembrando que, em um sentido mais amplo, estar presente em harmonia com
o ambiente
é uma forma sublime de arte. Caso não consiga se
expressar por intermédio de
nenhum tipo de arte, a pessoa deve direcionar-se para
começar por apreciar as artes
que mais lhe interessarem...;
O atual sistema
científico
predominante no Planeta Terra, com foco em uma física
mecanicista tem como seu
maior corolário o avanço tecnológico.
Entretanto, este sistema tem se
mostrado absolutamente burro e incoerente, uma vez que gerou uma
tecnologia de
reflexos destrutivos e auto insustentáveis em seu
prosseguimento, consumindo os
recursos naturais de forma desproporcional.
José
Argueles, em O Fator Maia,
apresenta o sistema de conhecimento adotado pelo povo maia, baseado em
uma
matriz matemática de
freqüência 13 X 20,
o Tizoldin, como uma possibilidade de tecnologia
harmônica em escala universal, podendo ser facilmente adotado
na Terra,
trazendo transcendência de paradigmas e conceitos, dentre
eles os seguintes:
·Adoção
de um novo
calendário, seguindo o
ciclo de trezes luas anuais, com meses de iguais tamanho
e começando sempre no mesmo dia da semana;
·Aqui
é o melhor lugar,
agora é o melhor momento;
·Tempo
é
arte;
·Integração do
entendimento e aplicabilidade de se estar integrado e
harmônico com um
sistema
tecnológico multidimensional, e
não apenas tridimensional como adotamos
atualmente...
·despertar dos poderes
paranormais (telepatia,
bi-locação (presença
simultânea em dois lugares, assunto já
provado cientificamente em experiências de física
quântica); tele-transporte,
vidência e tantos outros) imortalidade;
As possibilidades coletivas
passam necessariamente pela somatória das possibilidades
individuais,
somando-se em progressão geométrica entre si com
os benefícios de uma e
outra.O
Mito
do 100º Macaco está intimamente ligado a
este ponto.
Veja no conteúdo sobre as Estruturas de Defesa de Personalidade como esse conceito é estruturado e o que você pode fazer individualmente para trabalhar por isso.
Motor Magnético (arquivo
de vídeo de 1,5M. Dê preferência para baixar para
sua máquina e assistir local: click com o botão da
direita e selecione "Salvar Destino Como...")
Carro Movido a Ar (arquivo
de vídeo de 6M. Dê preferência para baixar para
sua máquina e assistir local: click com o botão da
direita e selecione "Salvar Destino Como...")
Reestruturação
social na Terra
A reestruturação social
apresenta-se como o único caminho viável e
possível para sairmos da rota de colisão. Todas
as demais alternativas são
paliativos fadados ao insucesso.
Muitas
pessoas
ligadas aos movimentos de encontro pessoal e expansão da
consciência já
resgataram a lembrança que só é
possível concretizar realizações
individuais e coletivas harmônicas quando estão de
bem consigo mesmas.
Conceitos como a prática da meditação,
da interiorização, da paz interior e
ecologia pessoal são prioridade para qualquer tipo de vida
equilibrada, feliz e
prazerosa.
A
vida na Terra já
foi tão densa que para atingir estados elevados de
consciência e paz era
necessário um total, longo e profundo isolamento por parte
de quem aspirasse a
tal ideal.
Evitar
a rota de
colisão exige uma reconstrução social
total completa. Milhões de praticantes
do encontro pessoal já constataram que, embora ajude muito,
é impossível se
manter bem, viver um estilo de vida prazeroso, saudável e
sustentável, por
mais meditação e práticas de
desenvolvimento que se realize, dentro do atual
modelo de convivência urbana predominante em todo o mundo.
A
retomada do sistema
coletivo de convivência em estruturas de vilas, comunas e
aldeias,
concomitantemente com a desurbanização
e
reflorestamento dos atuais centros urbanos,
especialmente das metrópoles
é uma condição inevitável
para atingirmos
uma condição de existência
saudável,
auto-sustentável, coerente, feliz e de paz no planeta Terra.
Todas as outras
alternativas e possibilidades em relação aos
centros
urbanos são apenas
paliativos mixurucas e até mesmo vazios, levando mais cedo
ou
mais tarde para a
insustentabilidade da vida humana por aqui.
No
livro
“Conversando com Deus – vol. III”
há uma exposição muito interessante,
até mesmo poética, descrevendo as
civilizações avançadas vivendo desta
forma “mais tribal”.
Há
um documentário
muito bem feito sobre a cidade de São Paulo exibido pela TV
estatal brasileira
em 2005 mostrando a cidade sobre diversos aspectos. Na parte reservada
aos
ambientalistas, é muito interessante perceber o quanto mesmo
eles estão tão
envoltos pelo “surto matrix”
que falam apenas que para o crescimento da cidade é
necessário que até
determinados prazos sejam criados bolsões pluviais e
cinturões verdes.
A
real situação
é a seguinte: se hoje um centro urbano tem 10
milhões de habitantes, pensá-lo
daqui a 50 anos com 20 milhões é uma insanidade.
Devemos projetá-lo para 15
milhões de habitantes em 40 anos, 12 milhões em
55, 10 em 60, 8 em 70, 7 em
80, 5 milhões de habitantes em 100 anos. Isso é
uma questão de sobrevivência
da espécie, da vida e até mesmo do planeta.
Os
números e os cálculos
podem variar, mas a tônica desse exemplo aí
é clara e para a qual não há
alternativa: manter a vida na Terra depende, dentre outras coisas, de
desconstruirmos as cidades, derrubar
prédios e plantar
árvores em seus lugares; destruir
pistas nos centros urbanos,
retirar concreto, diminuir ao mínimo a
circulação de veículos; pulverizar
a densidade populacional; resgatar os cursos dos
rios para seio das
comunidades.
Há um mito hopi Citado por
José Argüelles em "O Fator Maia" que diz
o seguinte:
"...mito hopi referente a
Palat-Kwapi, a Misteriosa Cidade Vermelha do Sul. A história
conta as migrações
para as terras quentes do sul e a construção da
cidade-templo de Palat-Kwapi,
com seus quatro planos. Porém, o objetivo da
construção é apenas o de obter
e consolidar um sistema de conhecimento. A ordem é de os
construtores
abandonarem a cidade, deixando-a como um memorial desse conhecimento,
depois de
terminada a obra. Esquecendo a ordem, os habitantes começam
a entrar em decadência,
mas uma rivalidade entre clãs faz com que despertem.
Recordando-se de sua missão,
as pessoas finalmente abandonam Palat-Kwapi, a Misteriosa Cidade
Vermelha do
Sul."
Esse mito
está intimamente associado a um outro mito
universal, que esteve de uma forma ou de outra presente em todas as
civilizações,
o mito da existência e manifestação de
uma dita “Idade do Ouro”. Esse é
um tempo dentro do qual reinam a abundância, a sabedoria, a
paz e a harmonia
entre os seres humanos e o meio. É especificado como
“eterno retorno” por
sustentar que esse tempo sempre volta à humanidade e
sustenta por um
determinado período (em muitas referências, por
500 anos), voltando
posteriormente para uma polarização de uma fase
de expiação coletiva.
A
ligação entre esses dois mitos se faz entender
pelo
pressuposto que apenas uma civilização que se
encontra dentro da idade do ouro
pode se dar à tarefa de partir para uma obra do porte de
erguer toda uma cidade
planejada ou qualquer outra grande obra ligada a aspectos
místicos e/ou de
mapeamento e registro do tempo e coordenadas galácticas do
planeta Terra (como
as pirâmides, Stonehenge e tantas outras), uma vez que suas
energias não estão
desviadas para necessidades básicas anteriores como por
exemplo manutenção da
vida e da espécie, adequação e abrigo
em relação ao meio ambiente, convívio
humano pacífico e gratificante, dentre outras necessidades
básicas. Construir
uma obra como as citadas é uma necessidade ligada a anseios
espirituais
profundos, envolvendo a busca, consolidação e
codificação de conhecimento, a
qual só pode ser satisfeita em meio a abundância,
paz e harmonia energética,
material e espiritual.
Esse mito
hopi está intimamente associado ao ciclo de
deslocamento da história das pirâmides dentro do
planeta Terra, seguindo uma
rota pela África, rumo à Europa e tendo suas
manifestações mais recentes nas
Américas, especialmente central. A história de
Brasília está intimamente
ligada a esse tipo de questão (há muitos livros
sobre os aspectos místicos de
Brasília, no texto “Lembranças
de Atlântida” há uma breve
referência a isso, citando o sonho de Dom
Bosco ligando Brasília à idade do ouro. A forma
de vida na capital brasileira
traz em si claramente essa questão de busca e
aquisição de um conhecimento,
servido de exemplo como modelo de convívio urbano em uma
área onde podem ser
otimizados aspectos como segurança pública,
densidade adequada de habitantes
em relação à qualidade de vida e ainda
tantos outros aspectos).
Entretanto,
para construir uma cidade do porte de Brasília
ou uma obra do porte de uma grande pirâmide é
necessária a confluência não
apenas de algumas pessoas, mas de toda uma
civilização, incluindo aí ciclos e
ciclos de gerações. Esse tipo de
exigência denota a aceitação e o
entendimento de uma inteligência astral superior, da qual
todos somos
participantes, definindo ciclos de gerações de
pessoas nascendo em determinado
local, numa determinada época e com determinados
propósitos ligados a conclusão
dessas obras.
Esse tipo
de exigência sempre passa por pontos muito
delicados. A saber:
1)o
nascimento de seres humanos demanda um processo total de esquecimento
das ligações
do astral e do carma. Esta condição faz com que
durante a jornada as pessoas
duvidem e questionem em relação ao
propósito das obras que elas próprias
estão
realizando (fato este bem demonstrado no mito hopi citado,
desdobrando-se na
descrença daqueles que permanecem em Palat-Kwapi
por cobiça pelo poder
e domínio sobre a monumental cidade erguida durante a idade
do ouro e se vêem,
então, brigando pelo poder, quando acordam de seu transe e
resolvem seguir os
que já partiram para um novo degrau dentro da linha de
evolução cósmica –
o texto Lembranças
de Atlântida descreve uma
situação muito semelhante a essa...);
2)a definição prévia de um
povo para uma manifestação de uma obra
desse porte pode gerar desconfiança, desentendimento,
dúvidas e descrenças em
outros povos, alimentando dissonância e até mesmo
rivalidades;
3)
o propósito desse tipo de obra é um assunto
intimamente ligado a uma outra
questão que atualmente vem ganhando peso dentro dos
círculos esotéricos e
espirituais: a transição planetária,
um conceito segundo o qual os planetas,
enquanto seres cósmicos, também passam por
processos de expansão e evolução
que vão além do que hoje a astronomia aceita, os
identificando como antigas
estrelas que tinham seus próprios sistemas de
influência e foram esfriando até
perderem magnetismo, entraram em colapso, navegaram pelo
espaço até orbitar
estrelas ainda ativas. No conceito de transição
planetária, esses astros são
passíveis de abrigar seres mais ou menos densos em seus
processos de encarnação
e evolução, atraindo magneticamente apenas
aqueles que têm uma freqüência
ressonante com as suas. Isso implica que os corpos astrais
representados pelos
planetas passam por evolução de
consciência e de freqüência, o que se
desdobra na possibilidade de grandes direcionamentos de encarne e
desencarne
coletivos de diversas espécies diferentes, além
de influenciar sobremaneira a
saga dos espíritos humanos pelo cosmos de uma forma em geral
e ainda
internamente dentro de cada planeta onde há vida humana.
Veja no texto sobre os Festivais Trance
a análise das cidades montadas para aqueles eventos como
modelos globais para a construção de novos
projetos de convivência em sociedade.
Item ainda a ser desdodrado neste
tópico:
Análise de Brasília como
modelo inicial deste tipo de concepção, tendo
sido posteriormente desvirtuado em decorrência de uma atitude
política local com interesse pessoal posto ante ao interesse
público criando um curral eleitoral e sabotando o
crescimento populacional adequado para o plano inicialmente
estabelecido;
Adoção
do esquema de
teletrabalho como
alternativa inteligente e natural como
contribuição na resolução
dos atuais
problemas ligados aos transportes coletivos e urbanos de uma forma em
geral,
desdobrando-se, atualmente, em violências de
trânsito, estresse, poluição
(do ar, sonora e visual), aumento da temperatura planetária
e tantos outros;
Existem
dois tipos de conhecimento:
um é saber uma determinada coisa;
o outro é saber
onde procurar determinado conhecimento,
resposta, tecnologia, solução...
incluindo a
questão do software livre – intimamente associada
à quebra das
patentes de uma forma em geral.
A
informática com seu desenvolvimento atual já
permite
que possamos implementar a estrutura para as
inovações como o teletrabalho, a
determinação por parte do próprio
cidadão da destinação do imposto dele
recolhido e a fiscalização por parte do
cidadão de como andam as interações
sociais, o deslocamento de verbas e atuação de
diversos organismos,
especialmente aqueles de esfera de atuação
pública.
A
inclusão digital traz em seu seio as bases para a
implementação de uma democracia de fato, e
não apenas mais uma democracia
representativa como temos hoje, a qual poderá evoluir muito,
deixando de
concentrar no pequeno colegiado (congresso) um grande centro de poder
gigante
nas mãos de umas poucas pessoas.
O
berço da democracia foi Atenas, onde todos os
cidadãos
deliberavam diretamente em praça pública.
Dentro do
esquema de estados nacionais (países) isso
passou a ser impossível, uma vez que fisicamente se tornava
impossível reunir
todos os cidadãos para deliberarem conjuntamente, em
decorrência do grande número
de indivíduos da população.
Vale
lembrar que em Atenas os considerados cidadãos eram
apenas alguns homens privilegiados, num contingente bastante reduzido,
pois a
maioria da população não era
constituída de cidadãos e sim de pessoas
excluídas
desse rótulo, como escravos, mulheres, crianças e
ainda outras distinções.
Com a
inclusão digital e a definição pelo
próprio cidadão
da destinação dos impostos por ele recolhido
(sendo todos meritórios
considerados cidadãos, ou seja, maiores de idade sem
restrições e
impedimentos legais) todos poderemos exercer a cidadania diretamente e
não mais
representativamente.
A
democracia assim fica mais real como governo do povo, de
todos, pois fica mais direta e dissolve muitas possibilidades de luta
por cenários
políticos e de poder facilmente passíveis de
corrosão pela corrupção e
legislação em benefícios de interesses
pessoais em detrimento direto dos
benefícios e bens comuns.
----
x ------ x ------
Há ainda uma
íntima relação de possibilidades
ligadas entre computadores e a cura de uma
forma em geral. Veja o arquivo sobre computadores
e cura para saber mais a esse respeito.
Novo modelo educacional - Inclusão
nos currículos escolares de espaço para
matérias de aplicação social
prática, com direcionamentos para maturidade emocional,
respiração consciente, relacionamentos
saudáveis, visão holística do mundo,
meditação, cura e aspectos naturais para
atingimento da saúde, empreendorismo, estruturas sociais
inteligentes e harmônicas, dentre tantas outras...
Neste particular, o desafio
óbvio é vencer o interesse enconômico
de uma das indústrias mais ricas e poderosas do mundo, que
fabrica as drogas líticas: a indústria
farmacêutica.
Adoção
de princípios e modelos inteligentes, como:
-
humanização do parto;
- acesso
aos meios de suspensão menstrual;
-
priorização de métodos preventivos em
detrimento de procedimentos remediadores e de
intervenção, como, por exemplo, o modelo
brasileiro de prevenção à AIDS, que
realiza testes e distribuição de preservativos
gratuitamente, num custo muito mais baixo do que o tratamentos de
pessoas já infectadas, funcionando como modelo para o resto
do mundo;
-
disseminação dos mais diversos tipos de terapias,
agregando-as ao sistema público de saúde.
Todos nós estamos somente movimentando a energia de Deus, passando-a de mão em mão. Ram Dass
Nascemos
de mãos vazias e morremos da mesma forma. A questão das
energias que se movimentam por nosso intermédio, quer seja a
posse material, um dom de cura, a beleza física ou qualquer
outra, são apenas configurações do nosso carma e
do cumprimento das necessidades da força universal que se
manifesta através de nós. Esse entendimento é a
base para tratarmos dentro da nova perspectiva da
transição planetária a
questão
da propriedade privada e a possibilidade de sua evolução
para o direito de prioridade de uso.
Distribuição
da riqueza
limites de
proporcionalidade para acúmulo de bens e capitais;
limites para transmissão
de bens por herança;
fim da
instituição do aluguel;
indicação do
cidadão da destinação do impostodele
recolhido para os CNPJ de sua própria
indicação. Inicialmente podem ser estabelecidas
boas idéias facilmente aplicáveis para a
transição do atual modelo para este. Inicialmente
pode ser de apenas parte do imposto, até a
acomodação social já permita que seja
100% do imposto recolhido. Assim como essas regras de
transição e posteriormente mais
estáveis possam determinar para quais CNPJ determinados
percentuais poderão ser definidos pelo próprio
cidadão. Num começo poderão ser CNPJ
de instituições públicas, em maior
porcentagem, até que já seja possível
irem se incluindo CNPJ de instituições diversas
sem fins lucrativos, como organizações
não governamentais e beneficentes, até que se
chegue ao ponto do sistema incorporar inclusive a
definição de CNPJ de empresas particulares
(revolucionário e simples isso, dependendo apenas de uma Arquitetura
Tributária bem montada...).;
fim da bolsa de valores especulativa
- investimento apenas com envolvimento adminstrativo e empreendedor e
por períodos mínimos proporcionais ao capital
investido, sendo o prazo mínimo para saída de um
investimento após a entrada nele de 5 anos e com
antecedência mínima de aviso público de
6 meses;
Abertura
da discussão sobre quem deve a quem dentro do
atual contexto político internacional configurado como os
atuais países
conhecidos.
A
esse respeito, veja o discurso
do embaixador Guaicaípuro Cuatemoc, de
descendência indígena, advogando o
pagamento da dívida externa do seu país, o
México, na conferência dos chefes
de Estado da União Européia, Mercosul e Caribe,
em maio de 2002.
·Tendência da queda
das leis de registro de patentes com
manutenção apenas dos
registros de marcas - Análise
do exemplo da vitória do Brasil na
Organização Mundial da Saúde sobre a
quebra do poder de patentes dos remédios contra a AIDS em
favor da vida humana;
(Questão
a ser desdobrada, abaixo apenas desenvolvimento inicial da
idéia)
Há
idiomas nos quais se fala algo do tipo “me ocorreu uma
idéia” ao invés de “tive uma
idéia”. Essa forma do “tive”
uma idéia gera um entendimento falso de que a pessoa gerou a
idéia, a criou, e, principalmente, o conceito subliminar de
que ela é a “dona” da idéia.
A forma
“ocorreu”
uma idéia é muito mais precisa em
relação
à percepção de uma
consciência mais
expandida, holográfica, holística. As
idéias
já existem por si só, por sua própria
força
no universo. Tudo o que existiu, existe e existirá nada mais
é do que o desdobramento do ato primário da
criação divina.
O que
acontece mais precisamente é que freqüenciamos
idéias que já existem. Nada é
descoberto, é apenas relembrado, resgatado de nossa
memória ancestral. Muitos inventos e descobertas aconteceram
simultaneamente em lugares distintos dentro do planeta. Foi assim com a
fotografia, o cinema, a aviação, o DNA e tantas
outras coisas.
Qualquer
grande invenção ou descoberta faz parte de um
processo gigantesco da criação, não
nada mais do que uma determinada parte em determinado momento. Qualquer
grande inventor ou gênio (fora os do começo da
humanidade, mas naqueles tempos também não havia
registro de patentes...) passou por um sistema de ensino estruturado,
aprendeu inicialmente um determinado idioma, beneficiou-se de
conhecimentos e legados já adquiridos por toda a humanidade.
A eletricidade, o telefone, a energia nuclear ou qualquer outro invento
não saiu do nada, da cabeça brilhante de seus
“donos”. São parte de um processo
gigantesco.
Claro que
pesquisas e tempo humano demandam recursos e merecem ser remunerados e
saudados em seus custos e riscos. Mas isso vale para todos
nós, para todas as profissões e
funções sociais. A quebra total de patentes para
se tornar uma conquista social deve passar por um processo gradual e
estar associada à distribuição da
riqueza para que possa se efetivar.
Nós
enquanto humanidade e, conseqüentemente, individualmente
estamos perdendo demais por estarmos sujeitos a uma
configuração tão contra a
inteligência, o amor e a abundância quanto o
registro de patentes, a restrição de acesso e
utilização do conhecimento. O conhecimento humano
dobrava de “tamanho” a cada 10.000 anos;
posteriormente isso passou a ser a cada 5.000 anos. Essa
proporção foi gradativamente diminuindo.
Descartes foi considerado a última pessoa a dominar todo o
conhecimento humano sistematizado de sua época, dentro das
sociedades “civilizadas”.
De
lá pra cá o conhecimento começou a
dobrar em escala geométrica, tornando-se
impossível uma só pessoa dominar todo ele.
Estima-se que atualmente o conhecimento humano sistematizado dobra de
cada 7 a 10 anos.
A
invenção do computador e posteriormente o
aparecimento e crescimento da rede mundial fez essa perspectiva
explodir e tornar-se imprevisível. O trabalho em rede, a
colaboração, compartilhamento da
informação e recursos é uma
bênção para a humanidade.
·A
tendência da dissolução dos
estados nacionais (países) e
evolução para a cidadania
planetária, com o
conseqüente direito internacional de usufruto de todas as
coisas existentes no
Planeta, incluindo o livre acesso e as responsabilidades e
obrigações daí
decorrentes;
·Caminhos
práticos para o
atingimento desse ideal
-papel dos
organismos internacionais, como a ONU e
a Unesco,
nesse contexto durante e após a
transição; fortalecimento
dos tribunais internacionais e de uma força
militar e policial mundial única e
genuinamente representante do
interesse do conjunto de todos os cidadãos do planeta, agindo
única e exclusivamente sob a
determinação de
uma administração mundial centralizada,
o que será a evolução do
que hoje é a ONU...
·Manifestação
do idioma
como novo conceito de pátria
- dentro do contexto da inclusão digital, onde cada um
publica o que deseja para o todo o mundo, à medida
em que o indíduo é lido e acessado pelas
demais pessoas, a língua com a qual ele se expressa
denota melhor sua posição de
"cidadão daquela língua" do qualquer outro tipo de
cidadania limitada apenas por fronteiras
geográficas de países.
Aumento do poder da sociedade auto-organizada,
com a evolução do que se conhece hoje como as
organizações não governamentais, tendo
como base factível para isso a
implementação da metodologia de definição por
parte do próprio cidadão para quem irá
o imposto dele recolhido. Essa
destinação tira o poder dos estados nacionais
(atualmente em torno de cerca
de 200 países) e o distribui para
potencialmente todas, veja isso: PARA
POTENCIALMENTE TODAS as associações
formadas por duas ou mais pessoas, um
fortalecimento do direito da livre associação. Chegar a esse ponto
traz em si um grande desafio, que é
aprovação de leis simples que irão
tirar o poder exatamente de quem as aprovar, que são as
casas legislativas, as quais atualmente detém praticamente
sozinhas, por intermédio de um número
reduzidíssimo de membros, o poder de definir a
destinação de TODO o orçamento
nacional...;
·comunicação oficial (idiomas e leis)
– o que tem a cura a ver com isso (as abordagens envolvendo
os padrões
de defesas de personalidade ligados à energia da
essência partem do
pressuposto da íntima necessidade de
comunicação entre os seres humanos, da
evitação do isolamento e da busca de
confirmação e comunhão da vida e da
consciência individual, cósmica e divina);
·conhecimento codificado e
cura coletiva – construção de obras
coletivas como aquisição e
codificação
de conhecimento compartilhado dentro da espécie;
·sistemas políticos e de
gestão – como são beneficiados em
decorrência de serem formados por pessoas
sadias;
·codificação da coisa
comum, dos bens e patrimônios comuns – correta
codificação da leis, seus
envolvimentos com moralidade, ética, espiritualidade e
conseqüentemente cura e
desequilíbrios psíquicos e emocionais;
·Análise da defesa
controladora com a manutenção da
violência;
·Distinção entre o crime
organizado e enquanto profissão e os crimes causados por
desvios de conduta nos
considerados cidadãos comuns e que poderiam ser largamente
atenuados por
processos de cura em larga escala, especialmente por tratamentos de
liberação
emocional e de ajuste e adequação em objetivos e
buscas pessoais e conseqüentemente
sociais;
·Perpetuação de crimes
por simples inadequação do estabelecimento das
leis – aspecto intimamente
ligado aos medos coletivos, à falta de auto-conhecimento e
aproveitamento das
classes dominantes para insuflarem culpa e
condenação nos comportamentos
individuais, especialmente os ligados à sexualidade,
desenvolvimento da
espiritualidade e expansão de consciência.
Exemplos das leis ligadas a
entorpecentes, manifestação religiosa e
sexualidade (só o fato de ficar
publicamente nu, condição dentro da qual todos
nascemos, ser uma transgressão
penal é algo a se pensar muito...);
·publicidade de
todos os
atos públicos: abertura de
visibilidade via rede de todo o que se faz nos
escritórios e órgãos
públicos (e-mail, telefones, câmeras web etc);
·dissolução
do poder dos
governos,
descentralização desse poder, distribuindo-o pelo
povo, tornando a
ocupação de cargos públicos menos
interessante por parte daqueles que só tem
interesse e vício pelo exercício do poder;
Implementação prática desse
conceito com idéias como cada indivíduo poder
destinar diretamente para um número
de CNPJ de pessoa jurídica de direito público
previamente cadastrada
diretamente;
·fim
do sigilo bancário
e
de todas as demais formas de esconder o que realmente cada um tem;
Publicação
via rede diretamente do patrimônio, riqueza, contas e
movimentações financeiras
de todas as pessoas físicas e jurídicas;
Suponha um mundo,
um planeta, que
assim como o nosso, seja dividido em países. Suponha ainda
que um determinado
país possua a hegemonia da força, do poder
bélico, das armas. Se esse mesmo
país sucumbir à tentação de
também ser o juiz da aplicação dessa
força,
o caos e a rota de colisão estarão
traçados e em andamento.
O poder de
raciocínio, de deliberação,
para haver o equilíbrio yn/yang deverá estar em
outras mãos: na mão da
intuição.
Assim como
precisamos da beleza e
poder da atração feminina encantado o mundo,
precisamos também da força
masculina.
Entretanto, se os
homens fortes se
julgam também no direito de aplicar a sua força a
partir da decisão de suas
próprias mentes, haverá o
desequilíbrio e o caos: a definição da
propriedade, inclusive sobre o outro ser humano (e não
apenas a escravidão,
mas também a subserviência afetiva, emocional e
sexual); o estabelecimento de
reserva acumulada e estagnada de riqueza; a desigualdade de
distribuição; e
ainda tantos outros males.
Precisamos que
todos os homens sejam
fortes e que todas as mulheres sejam bonitas, mas que a
intuição feminina
esteja à frente das decisões dos rumos sociais e
políticos e a força
masculina na execução dessas diretrizes
traçadas. Assim haverá equilíbrio,
pois as decisões terão que se adequar
à capacidade de execução.
Que todos os homens
sejam fortes,
mas de uma força integral e não apenas de uma
força que tem sido predominante
hoje, estabelecida sobre o medo e a fraqueza interna e profunda.
Precisamos de
homens integralmente fortes, na base e nas alturas. Que tenham
proporção em
seus corpos e não apenas montanhas sobre pernas finas. Que
sejam fortes também
quando sozinhos, que não precisem se apoiar em fachadas
sociais ou máscaras de
personalidade.
Que todas as mulheres sejam lindas,
não apenas
em curvas de quadris irresistíveis, mas também em
seus propósitos e em sua
dignidade em utilizar seu poder interno de
sedução. Que sejam todas
equilibradas a ponto de não precisarem lançar
mão da sedução para cobrir
complexos de rejeição, inferioridade ou qualquer
outro medo. Que possamos
construir um mundo onde todas elas possam se mostrar totalmente nuas,
sem
armaduras e ainda assim estejam seguras para se apresentarem
ingênuas, pois não
haverá nenhuma necessidade de que seja de outra forma.
Zeitgeist-
O termo Zeitegeist está ligado ao espírito do momento,
servido para designar um sentimento comum a uma época, algo como
o consciente coletivo de determinado momento. A primeira parte é muito interessante, na qual há um comparativo da
história de Jesus Cristo com outros avatares e também uma interpretação de
ser uma simbologia astrológica ligada à adoração do
sol; A segunda parte levanta a hipótese de o atentado terrorista de 11
de setembro às Torres Gêmeas ter sido provocado pelo próprio governo americano
com o propósito oculto de ter um motivo e um mito suficientemente fortes para
posteriormente tomar decisões como a invasão do
Iraque; A terceira trata do sistema financeiro apoiado na estruturação dos
bancos centrais, tendo o estado como único emissor de dinheiro
autorizado.
Embora o vídeo tenha uma linguagem do tipo "guerreiro", utilizando-se de uma comunicação provocativa e irônica, as informações que é um
padrão que sempre procuro dissolver, é interessante. Caso se sinta tocado com os
tons irônicos ou agressivos contra Cristo, como quando diz que sua estória é
apenas um plágio, releve isso e capte os conhecimentos lógicos transmitidos, é
só uma questão de linguagem guerreira escolhida pelos produtores, algo com um
tom tipo "a estória de Cristo é mais uma vez a confirmação dessas verdades
percebidas pela observação astrológica" também poderia ter sido
adotado...
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