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Aspectos Sociais da Cura

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A rota de colisão

O que está muito errado

A utilização do medo dentro do contexto das sociedades dominadoras

2

Alternativas para a rota de colisão

Reformulação do atual sistema científico predominante na Terra

Adoção de um novo calendário

Manifestação da Iluminação Coletiva

Despertar dos poderes paranormais

Adoção de uma cultura de paz (começando pela dissolução da competitividade)

Opção por fontes limpas de energia

3

Reestruturação social na Terra,


Retomada do sistema coletivo de convivência em estruturas de vilas, comunas e aldeias

Cidades míticas de aquisição e condificação de conhecimento

Adoção do esquema de teletrabalho

Inclusão digital como fator de inclusão social

Propriedade privada e Distribuição da riqueza

Auditoria e Revisão do que se estabeleceu como “dívida dos países pobres para com os ricos”

 

Universalidade do conhecimento

Tendência da queda das leis de registro de patentes

Dissolução dos estados nacionais

Manifestação do idioma como novo conceito de pátria

Administração pública e cura

Novos modelos políticos - a meritocracia

Segurança pública e cura

Novos princípios públicos para manifestação de uma sociedade (bem) melhor do que a autal

publicidade de todos os atos públicos

dissolução do poder dos governos

fim do sigilo bancário


Negados à Beleza, Expostos à Força

Os grupos e as sociedades refletem o que são a predominância das crenças e manifestação de seus integrantes, estendo-se isso desde pequenos grupos até países inteiros e ainda mesmo toda a humanidade.  

A ligação da cura com as relações sociais faz sentido a partir da percepção de que pessoas saudáveis formam uma sociedade saudável, pessoas desequilibradas ou doentes, formam uma sociedade desequilibrada ou doente.

Temos que fazer um caminho de mão dupla: curar cada um de nós, contando aí com ferramentas poderosas como a expansão de consciência, e também curar a sociedade como um todo, uma vez que um meio desarmônico desestabiliza e exaure as energias individuais, criando uma “bola neve”: pessoas doentes e infelizes perpetuando uma sociedade auto-destrutiva e insana.

A rota de colisão

A rota de colisão é o trilho dentro do qual a humanidade se colocou e que está apontando para a destruição do planeta Terra em decorrência da falência dos recursos naturais devido a hábitos não sustentáveis e a uma atitude interna autodestrutiva em nível individual que se reflete na esfera coletiva.

Perto da virada do ano 2.000 d.C, a humanidade atingiu uma população em torno de 6 bilhões de indivíduos. Considerando nossos hábitos de consumo e interação com o meio ambiente e a velocidade da reprodução humana, todas as análises e projeções apontam claramente para um total desequilíbrio com a sustentabilidade do Planeta.

Previsões mais otimistas teorizam que a Terra não terá mais condições de abrigar a vida em torno de 500 anos, caso essa rota não seja corrigida. Os mais pessimistas, muitas vezes apoiados em profecias míticas, apontam a data de 2012 como sendo um divisor de águas dessa questão, descrevendo a possibilidade de uma catástrofe coletiva de proporções globais (o próprio apocalipse), com risco de destruição da vida humana no Planeta, ou, “na melhor das hipóteses” a chegada da abençoada e mítica era do ouro, com a iluminação da humanidade, após um grande desastre coletivo, com a morte de milhões e até mesmo bilhões de pessoas em curto espaço de tempo.

O filme Matrix (veja a análise completa do filme) traz uma análise extremamente inteligente e propícia a esse respeito, quando o agente Smith faz um paralelo entre os mamíferos (que se reproduzem em seu meio até um ponto de equilíbrio) e os vírus (que se reproduzem indiscriminadamente até matar o organismo do qual dependem para viver), comparando os seres humanos aos vírus.

Outro paralelo que podemos fazer é entre o câncer e o atual sistema de cidades predominante na Terra, especialmente as cidades grandes, as metrópoles e megalópoles.

O câncer caracteriza-se por um tumor, que começa com uma célula que passar a agir metabolicamente de acordo com suas próprias diretrizes e não mais pelos padrões e necessidades de todo o organismo. Essa célula começa a se multiplicar dentro desse novo padrão anômalo e forma um tumor. O tumor começa a crescer desordenadamente por si só, de acordo com suas próprias necessidades, em desarmonia com o restante do corpo, gerando problemas de todas as ordens para o organismo como um todo, inclusive a própria falência do ser, matando tanto o indivíduo quanto o tumor que desse mesmo indivíduo dependia para sobreviver.

Sob a ótica causal, o câncer ocorrer em decorrência da crença na separatividade. Ele é um reflexo disso. A crença é tão forte na separatividade (e não na unidade de tudo o que existe) que o corpo reflete isso através de um tumor, uma manifestação que passa a agir independentemente por “acreditar” que não pertence ao todo e não perceber que ao entrar em desarmonia irá levar a risco tanto o todo quanto a si mesma.

Exatamente assim são nossas cidades: manifestações que crescem de dentro pra fora, desordenadamente em desalinho e desequilíbrio com o restante do Planeta. Cada megalópole é um tumor incrustado na face da Terra...

Bem, as cidades são formadas por nós, as pessoas, os seres humanos racionais e civilizados...

A atitude das pessoas, no plano social, que ainda acreditam que seus problemas e estados emocionais não afetam e não são afetados pelas outras pessoas é a base para essa ocorrência das cidades-tumores.

As células de um corpo são todas equivalentes, nenhuma está ou é mais evoluída do que as outras, entretanto, elas possuem funções e especializações diferentes, assim como o somos cada um de nós enquanto seres sociais e universais.

A evolução de uma pessoa só é possível confluindo com a evolução de todos os outros seres. Essa percepção conflui com a lembrança da memória ancestral de que SOMOS TODOS UM. Isso também devendo ser estendido  ao entendimento e política externa de todos os países (enquanto estes ainda existem..., ver tópico específico abaixo), devendo-se mundialmente adotar a postura internacional de que não adianta apenas uns poucos países se beneficiarem do desencadeamento histórico esdrúxulo pelo qual passou a humanidade até aqui, usufruindo da riqueza material às custas da pobreza de todos os demais países e larga maioria da população humana. Enquanto isso ocorrer, haverá guerras, terrorismo e pressão até o ajustamento social global.

Estamos na era da informação. Chega de os dirigentes ainda com poder evitarem essa verdade, sob a penalidade de virem a sofrer todas as conseqüências pesadas de seus atos em prol de manter o atual ultrajante quadro de poder do status quo estabelecido até o momento.

 

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O que está muito errado

  • Poder em torno do dinheiro (tendência da mudança para a informação);
  • Milhões, talvez bilhões, de pessoas tentando ser o que não são, desconectadas de sua essência, especialmente trabalhando com o que não gostam

Poder em torno do dinheiro

O dinheiro é uma criação maravilhosa da humanidade, realmente algo abençoado. Através de sua manifestação, podemos tornar muito ágeis e com grande liquidez as relações de troca, abrindo possibilidades infinitas. Entretanto, o enfoque da retenção econômica como sendo o ditame de quem e onde está o poder é chaga social e que está com seus dias contados.

Há uma tendência inevitável da mudança de mãos de quem detém o poder estar associada a quem atualmente possui a detenção do capital econômico (dinheiro e títulos, principalmente) para as mãos de quem detiver a informação. Existe uma teoria da Comunicação Social denominada “Os 15 Minutos de Sucesso”, que está intimamente ligada a isso.

Em outras épocas históricas, a detenção do poder já esteve associada a quem detinha a intuição e o bom senso (época das sociedades matriarcais), posteriormente migrou para quem detinha a força, posteriormente para quem detinha a posse da terra (período feudal) até começar o desenvolvimento do modelo atual em torno da retenção econômica, nascido na era da formação dos estados nacionais, período colonial, revolução industrial, guerras mundiais, determinação de hegemonia bélica das culturas ocidentais industrializadas...

Há cerca de vinte anos, o Japão, numa reunião do ainda denominado G7, profetizou essa tendência da mudança do poder das mãos de quem detivesse o capital para quem detivesse a informação, não tendo recebido a devida atenção das outras 6 então potências formadores daquele seleto grupo com pretensões de dominar política, bélica e socialmente o mundo.

Veja no item abaixo Distribuição da Riqueza idéias práticas que levarão a isso, especialmente a questão da definição por parte do próprio cidadão a quem se destinará o imposto dele recolhido...

 

Milhões, provavelmente bilhões, de pessoas tentando ser o que não são, desconectadas de sua essência, especialmente trabalhando com o que não gostam

Para sanarmos isso é necessário que cada vez mais pessoas se reconectem com sua essência e seu self, resgatando a memória de ligação com a fonte, com o real propósito de sua vida na Terra, seu dharma e a realidade de sua vida espiritual.

Temos na procura e acesso às vivências místicas um forte instrumento e poderoso aliado para alcançarmos essas metas, de modo que cada um de nós saiba quem é e o que veio fazer no planeta, conhecendo e manifestando seus dons naturais e concretizando suas aspirações mais profundas.

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A utilização do medo dentro do contexto das sociedades dominadoras

·         O medo e os desvios de conduta - medo de ficar pobre e as relações de ganância;

·         O medo e os sistemas de dominação;

·         Medo e planos de saúde e seguros;

·         Medo e segurança pública;

·         A utilização do medo dentro do contexto das sociedades dominadoras propagado através dos aparelhos ideológicos de estado, especialmente a família, escola, religião e mídia;

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Alternativas para a rota de colisão

Possibilidades Individuais

Para conseguirmos contornar a rota de colisão, devemos agir em duas frentes distintas:

  • Nas possibilidades e trabalhos individuais;
  • Nas possibilidades e trabalhos coletivos e reformulações sociais.
Estamos numa situação tão limítrofe que apenas cada um de nós sendo o melhor de nossos potenciais, teremos chances de contornar a rota de colisão. Apenas com uma massa dominante de pessoas tendo atingido o estado de iluminação conseguiremos o que, em decorrência do quadro atingido, será uma proesa.
Para ser o melhor potencial de cada um de nós, para atingirmos a marca de milhões de seres iluminados na Terra, os caminhos individuais mínimos a serem percorridos apontam para que cada um de nós:
  • Procure conhecer e aplicar em si o conceito de encontro pessoal (o que antes se denominava como busca pessoal), sabendo responder pra si mesma quem ela é e quais são suas crenças metafísicas e sociais, além de conhecer e viver seu dharma, seu caminho natural;
  • Conheça o processo de cura, de modo que possa se tornar uma pessoa saudável e somar positivamente com toda a humanidade;
  • Conheça o conceito de estruturas de defesa de personalidade e aplique as respostas de cura em seus relacionamentos;
  • Usufrua os benefícios da meditação freqüentemente;
  • Procure conhecer e aplicar os conceitos de neutralidade e impecabilidade conforme propagados por Leslei Temple Thurston.
  • Envolva-se efetivamente em serviços voluntários;
  • Conheça o conceito de responsabilidade pessoal, sabendo, racional e emocionalmente, que é responsável por tudo o que acontece em sua própria vida;
  • Expanda sua consciência;
  • Implemente um estilo de vida prazeroso, contemplando:

·                    atividade física regular, prazerosa, não competitiva e sem a geração de lesões

·                    contato de qualidade e freqüente com a natureza;

·                    expressividade – represar os instintos e a expressividade é armar uma bomba dentro de si. O que nos cabe é aprender a lidar de novas formas com sentimentos difíceis de serem liberados sem ferir a nós mesmos e aos outros, aprendendo a integrar contradições e procurar ambientes e situações adequadas para darmos vazão a expressões mais contundentes e/ou menos harmoniosas que ainda temos dentro de nós;

·                    busca de individuação;

·                    vida múltipla e rica em aspectos e abordagens;

·                    realização pessoal em todas as áreas da vida (quando a realização é impossível em determinada área, que se torne uma questão de reorientação de propósito/objetivo e/ou adaptabilidade...);

·                    amizades e relacionamentos prazerosos;

·                    manifestação consciente de todos os sentimentos (alegria, tristeza, medo, confiança, raiva, amor etc etc etc);

·                    espontaneidade;

·                    suporte e conforto físico/material;

·                    clareza de percepção, visão e propósito;

·                    aceitação (sem aspectos de conformismo... Uma inquietação natural em relação a tudo o que pode, e deve, ser melhorado e perseguido funciona como uma ótima mola motivadora. Cabe aquela máxima: resignação para aceitar o que não pode ser mudado; disposição e clareza para mudar o que deve ser mudado; e sabedoria para distinguir entre as duas coisas);

·                    equilíbrio;

·                    espiritualidade (sem que seja confundida com submissão / limitação religiosa a doutrinas, seitas, igrejas etc);

·                    capacidade de transitar harmonicamente entre os estados de interiorização e inteiração com o meio externo;

·                    manifestação artística, lembrando que, em um sentido mais amplo, estar presente em harmonia com o ambiente é uma forma sublime de arte. Caso não consiga se expressar por intermédio de nenhum tipo de arte, a pessoa deve direcionar-se para começar por apreciar as artes que mais lhe interessarem...;

·                    entrega;

·                    realidade.


Reformulação do atual sistema científico predominante na Terra

O atual sistema científico predominante no Planeta Terra, com foco em uma física mecanicista tem como seu maior corolário o avanço tecnológico. Entretanto, este sistema tem se mostrado absolutamente burro e incoerente, uma vez que gerou uma tecnologia de reflexos destrutivos e auto insustentáveis em seu prosseguimento, consumindo os recursos naturais de forma desproporcional.

José Argueles, em O Fator Maia, apresenta o sistema de conhecimento adotado pelo povo maia, baseado em uma matriz matemática de freqüência 13 X 20, o Tizoldin, como uma possibilidade de tecnologia harmônica em escala universal, podendo ser facilmente adotado na Terra, trazendo transcendência de paradigmas e conceitos, dentre eles os seguintes:

         ·         Adoção de um novo calendário, seguindo o ciclo de trezes luas anuais, com meses de iguais tamanho e começando sempre no mesmo dia da semana;

·         Aqui é o melhor lugar, agora é o melhor momento;

·         Tempo é arte;

·      Integração do entendimento e aplicabilidade de se estar integrado e harmônico com um sistema tecnológico multidimensional, e não apenas tridimensional como adotamos atualmente...

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Possibilidades coletivas

·         manifestação da iluminação coletiva (Veja o site do Oneness University a esse respeito...);

·         despertar dos poderes paranormais (telepatia, bi-locação (presença simultânea em dois lugares, assunto já provado cientificamente em experiências de física quântica); tele-transporte, vidência e tantos outros) imortalidade;

As possibilidades coletivas passam necessariamente pela somatória das possibilidades individuais, somando-se em progressão geométrica entre si com os benefícios de uma e outra. O Mito do 100º Macaco está intimamente ligado a este ponto.

Adoção de uma cultura de paz - começando pela dissolução da competitividade

Veja no conteúdo sobre as Estruturas de Defesa de Personalidade como esse conceito é estruturado e o que você pode fazer individualmente para trabalhar por isso.


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Opção por fontes limpas de energia

  • Motor Magnético (arquivo de vídeo de 1,5M. Dê preferência para baixar para sua máquina e assistir local: click com o botão da direita e selecione "Salvar Destino Como...")
  • Energia Ponto Zero
  • Carro Movido a Ar (arquivo de vídeo de 6M. Dê preferência para baixar para sua máquina e assistir local: click com o botão da direita e selecione "Salvar Destino Como...")

Reestruturação social na Terra

A reestruturação social apresenta-se como o único caminho viável e possível para sairmos da rota de colisão. Todas as demais alternativas são paliativos fadados ao insucesso.

Reestruturação social na Terra
- caminhos, motivações, benefícios, desafios

Caminhos

Retomada do sistema coletivo de convivência em estruturas de vilas, comunas e aldeias

Muitas pessoas ligadas aos movimentos de encontro pessoal e expansão da consciência já resgataram a lembrança que só é possível concretizar realizações individuais e coletivas harmônicas quando estão de bem consigo mesmas. Conceitos como a prática da meditação, da interiorização, da paz interior e ecologia pessoal são prioridade para qualquer tipo de vida equilibrada, feliz e prazerosa.

A vida na Terra já foi tão densa que para atingir estados elevados de consciência e paz era necessário um total, longo e profundo isolamento por parte de quem aspirasse a tal ideal.

Evitar a rota de colisão exige uma reconstrução social total completa. Milhões de praticantes do encontro pessoal já constataram que, embora ajude muito, é impossível se manter bem, viver um estilo de vida prazeroso, saudável e sustentável, por mais meditação e práticas de desenvolvimento que se realize, dentro do atual modelo de convivência urbana predominante em todo o mundo.

A retomada do sistema coletivo de convivência em estruturas de vilas, comunas e aldeias, concomitantemente com a desurbanização e reflorestamento dos atuais centros urbanos, especialmente das metrópoles é uma condição inevitável para atingirmos uma condição de existência saudável, auto-sustentável, coerente, feliz e de paz no planeta Terra. Todas as outras alternativas e possibilidades em relação aos centros urbanos são apenas paliativos mixurucas e até mesmo vazios, levando mais cedo ou mais tarde para a insustentabilidade da vida humana por aqui.

No livro “Conversando com Deus – vol. III” há uma exposição muito interessante, até mesmo poética, descrevendo as civilizações avançadas vivendo desta forma “mais tribal”.

Há um documentário muito bem feito sobre a cidade de São Paulo exibido pela TV estatal brasileira em 2005 mostrando a cidade sobre diversos aspectos. Na parte reservada aos ambientalistas, é muito interessante perceber o quanto mesmo eles estão tão envoltos pelo “surto matrix” que falam apenas que para o crescimento da cidade é necessário que até determinados prazos sejam criados bolsões pluviais e cinturões verdes.

A real situação é a seguinte: se hoje um centro urbano tem 10 milhões de habitantes, pensá-lo daqui a 50 anos com 20 milhões é uma insanidade. Devemos projetá-lo para 15 milhões de habitantes em 40 anos, 12 milhões em 55, 10 em 60, 8 em 70, 7 em 80, 5 milhões de habitantes em 100 anos. Isso é uma questão de sobrevivência da espécie, da vida e até mesmo do planeta.

Os números e os cálculos podem variar, mas a tônica desse exemplo aí é clara e para a qual não há alternativa: manter a vida na Terra depende, dentre outras coisas, de desconstruirmos as cidades, derrubar prédios e plantar árvores em seus lugares; destruir pistas nos centros urbanos, retirar concreto, diminuir ao mínimo a circulação de veículos; pulverizar a densidade populacional; resgatar os cursos dos rios para seio das comunidades.

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Cidades míticas de aquisição e codificação de conhecimento

Há um mito hopi Citado por José Argüelles em "O Fator Maia" que diz o seguinte:

"...mito hopi referente a Palat-Kwapi, a Misteriosa Cidade Vermelha do Sul. A história conta as migrações para as terras quentes do sul e a construção da cidade-templo de Palat-Kwapi, com seus quatro planos. Porém, o objetivo da construção é apenas o de obter e consolidar um sistema de conhecimento. A ordem é de os construtores abandonarem a cidade, deixando-a como um memorial desse conhecimento, depois de terminada a obra. Esquecendo a ordem, os habitantes começam a entrar em decadência, mas uma rivalidade entre clãs faz com que despertem. Recordando-se de sua missão, as pessoas finalmente abandonam Palat-Kwapi, a Misteriosa Cidade Vermelha do Sul."

Para saber mais sobre o conhecimento maia, comece pesquisando por http://www.calendariodapaz.com.br.

Esse mito está intimamente associado a um outro mito universal, que esteve de uma forma ou de outra presente em todas as civilizações, o mito da existência e manifestação de uma dita “Idade do Ouro”. Esse é um tempo dentro do qual reinam a abundância, a sabedoria, a paz e a harmonia entre os seres humanos e o meio. É especificado como “eterno retorno” por sustentar que esse tempo sempre volta à humanidade e sustenta por um determinado período (em muitas referências, por 500 anos), voltando posteriormente para uma polarização de uma fase de expiação coletiva.

A ligação entre esses dois mitos se faz entender pelo pressuposto que apenas uma civilização que se encontra dentro da idade do ouro pode se dar à tarefa de partir para uma obra do porte de erguer toda uma cidade planejada ou qualquer outra grande obra ligada a aspectos místicos e/ou de mapeamento e registro do tempo e coordenadas galácticas do planeta Terra (como as pirâmides, Stonehenge e tantas outras), uma vez que suas energias não estão desviadas para necessidades básicas anteriores como por exemplo manutenção da vida e da espécie, adequação e abrigo em relação ao meio ambiente, convívio humano pacífico e gratificante, dentre outras necessidades básicas. Construir uma obra como as citadas é uma necessidade ligada a anseios espirituais profundos, envolvendo a busca, consolidação e codificação de conhecimento, a qual só pode ser satisfeita em meio a abundância, paz e harmonia energética, material e espiritual.

Esse mito hopi está intimamente associado ao ciclo de deslocamento da história das pirâmides dentro do planeta Terra, seguindo uma rota pela África, rumo à Europa e tendo suas manifestações mais recentes nas Américas, especialmente central. A história de Brasília está intimamente ligada a esse tipo de questão (há muitos livros sobre os aspectos místicos de Brasília, no texto “Lembranças de Atlântida” há uma breve referência a isso, citando o sonho de Dom Bosco ligando Brasília à idade do ouro. A forma de vida na capital brasileira traz em si claramente essa questão de busca e aquisição de um conhecimento, servido de exemplo como modelo de convívio urbano em uma área onde podem ser otimizados aspectos como segurança pública, densidade adequada de habitantes em relação à qualidade de vida e ainda tantos outros aspectos).

Entretanto, para construir uma cidade do porte de Brasília ou uma obra do porte de uma grande pirâmide é necessária a confluência não apenas de algumas pessoas, mas de toda uma civilização, incluindo aí ciclos e ciclos de gerações. Esse tipo de exigência denota a aceitação e o entendimento de uma inteligência astral superior, da qual todos somos participantes, definindo ciclos de gerações de pessoas nascendo em determinado local, numa determinada época e com determinados propósitos ligados a conclusão dessas obras.

Esse tipo de exigência sempre passa por pontos muito delicados. A saber:

1)    o nascimento de seres humanos demanda um processo total de esquecimento das ligações do astral e do carma. Esta condição faz com que durante a jornada as pessoas duvidem e questionem em relação ao propósito das obras que elas próprias estão realizando (fato este bem demonstrado no mito hopi citado, desdobrando-se na descrença daqueles que permanecem em Palat-Kwapi por cobiça pelo poder e domínio sobre a monumental cidade erguida durante a idade do ouro e se vêem, então, brigando pelo poder, quando acordam de seu transe e resolvem seguir os que já partiram para um novo degrau dentro da linha de evolução cósmica – o texto Lembranças de Atlântida descreve uma situação muito semelhante a essa...);

2)    a definição prévia de um povo para uma manifestação de uma obra desse porte pode gerar desconfiança, desentendimento, dúvidas e descrenças em outros povos, alimentando dissonância e até mesmo rivalidades;

3)  o propósito desse tipo de obra é um assunto intimamente ligado a uma outra questão que atualmente vem ganhando peso dentro dos círculos esotéricos e espirituais: a transição planetária, um conceito segundo o qual os planetas, enquanto seres cósmicos, também passam por processos de expansão e evolução que vão além do que hoje a astronomia aceita, os identificando como antigas estrelas que tinham seus próprios sistemas de influência e foram esfriando até perderem magnetismo, entraram em colapso, navegaram pelo espaço até orbitar estrelas ainda ativas. No conceito de transição planetária, esses astros são passíveis de abrigar seres mais ou menos densos em seus processos de encarnação e evolução, atraindo magneticamente apenas aqueles que têm uma freqüência ressonante com as suas. Isso implica que os corpos astrais representados pelos planetas passam por evolução de consciência e de freqüência, o que se desdobra na possibilidade de grandes direcionamentos de encarne e desencarne coletivos de diversas espécies diferentes, além de influenciar sobremaneira a saga dos espíritos humanos pelo cosmos de uma forma em geral e ainda internamente dentro de cada planeta onde há vida humana.

Veja no texto sobre os Festivais Trance a análise das cidades montadas para aqueles eventos como modelos globais para a construção de novos projetos de convivência em sociedade.

Item ainda a ser desdodrado neste tópico:

  • Análise de Brasília como modelo inicial deste tipo de concepção, tendo sido posteriormente desvirtuado em decorrência de uma atitude política local com interesse pessoal posto ante ao interesse público criando um curral eleitoral e sabotando o crescimento populacional adequado para o plano inicialmente estabelecido;
     

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    Adoção do esquema de teletrabalho

    Adoção do esquema de teletrabalho como alternativa inteligente e natural como contribuição na resolução dos atuais problemas ligados aos transportes coletivos e urbanos de uma forma em geral, desdobrando-se, atualmente, em violências de trânsito, estresse, poluição (do ar, sonora e visual), aumento da temperatura planetária e tantos outros;

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    Inclusão digital como fator de inclusão social

    Existem dois tipos de conhecimento:
    um é saber uma determinada coisa;
    o outro é saber onde procurar determinado conhecimento,
    resposta, tecnologia, solução...

    • incluindo a questão do software livre – intimamente associada à quebra das patentes de uma forma em geral.

    A informática com seu desenvolvimento atual já permite que possamos implementar a estrutura para as inovações como o teletrabalho, a determinação por parte do próprio cidadão da destinação do imposto dele recolhido e a fiscalização por parte do cidadão de como andam as interações sociais, o deslocamento de verbas e atuação de diversos organismos, especialmente aqueles de esfera de atuação pública.

    A inclusão digital traz em seu seio as bases para a implementação de uma democracia de fato, e não apenas mais uma democracia representativa como temos hoje, a qual poderá evoluir muito, deixando de concentrar no pequeno colegiado (congresso) um grande centro de poder gigante nas mãos de umas poucas pessoas.

    O berço da democracia foi Atenas, onde todos os cidadãos deliberavam diretamente em praça pública.

    Dentro do esquema de estados nacionais (países) isso passou a ser impossível, uma vez que fisicamente se tornava impossível reunir todos os cidadãos para deliberarem conjuntamente, em decorrência do grande número de indivíduos da população.

    Vale lembrar que em Atenas os considerados cidadãos eram apenas alguns homens privilegiados, num contingente bastante reduzido, pois a maioria da população não era constituída de cidadãos e sim de pessoas excluídas desse rótulo, como escravos, mulheres, crianças e ainda outras distinções.

    Com a inclusão digital e a definição pelo próprio cidadão da destinação dos impostos por ele recolhido (sendo todos meritórios considerados cidadãos, ou seja, maiores de idade sem restrições e impedimentos legais) todos poderemos exercer a cidadania diretamente e não mais representativamente.

    A democracia assim fica mais real como governo do povo, de todos, pois fica mais direta e dissolve muitas possibilidades de luta por cenários políticos e de poder facilmente passíveis de corrosão pela corrupção e legislação em benefícios de interesses pessoais em detrimento direto dos benefícios e bens comuns.

     

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    Há ainda uma íntima relação de possibilidades ligadas entre computadores e a cura de uma forma em geral. Veja o arquivo sobre computadores e cura para saber mais a esse respeito.

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    Novos conceitos e direcionamentos

    • Agrofloresta (a este respeito, veja também http://www.agrofloresta.net/)
    • Nutrição para a cura e a vida
    • Novo modelo educacional - Inclusão nos currículos escolares de espaço para matérias de aplicação social prática, com direcionamentos para maturidade emocional, respiração consciente, relacionamentos saudáveis, visão holística do mundo, meditação, cura e aspectos naturais para atingimento da saúde, empreendorismo, estruturas sociais inteligentes e harmônicas, dentre tantas outras...
    • Novo modelo de saúde pública - incorporando os métodos naturais de tratamento e os de baixo custo e fácil acesso, como respiração consciente, meditação, alimentação adequada, auto-hemoterapia, urinoterapia, acupuntura, expansão de consciência, dentre tantos outros.
      Neste particular, o desafio óbvio é vencer o interesse enconômico de uma das indústrias mais ricas e poderosas do mundo, que fabrica as drogas líticas: a indústria farmacêutica.

      Adoção de princípios e modelos inteligentes, como:

      - humanização do parto;
      - acesso aos meios de suspensão menstrual;
      - priorização de métodos preventivos em detrimento de procedimentos remediadores e de intervenção, como, por exemplo, o modelo brasileiro de prevenção à AIDS, que realiza testes e distribuição de preservativos gratuitamente, num custo muito mais baixo do que o tratamentos de pessoas já infectadas, funcionando como modelo para o resto do mundo;
      - disseminação dos mais diversos tipos de terapias, agregando-as ao sistema público de saúde.

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    Propriedade privada e Distribuição da riqueza

    Todos nós estamos somente movimentando a energia de Deus,
    passando-a de mão em mão.
    Ram Dass

    Nascemos de mãos vazias e morremos da mesma forma. A questão das energias que se movimentam por nosso intermédio, quer seja a posse material, um dom de cura, a beleza física ou qualquer outra, são apenas configurações do nosso carma e do cumprimento das necessidades da força universal que se manifesta através de nós. Esse entendimento é a base para tratarmos dentro da nova perspectiva da transição planetária a questão da propriedade privada e a possibilidade de sua evolução para o direito de prioridade de uso.

    Distribuição da riqueza

    • limites de proporcionalidade para acúmulo de bens e capitais;

    • limites para transmissão de bens por herança;

    • fim da instituição do aluguel;

    • indicação do cidadão da destinação do imposto dele recolhido para os CNPJ de sua própria indicação. Inicialmente podem ser estabelecidas boas idéias facilmente aplicáveis para a transição do atual modelo para este. Inicialmente pode ser de apenas parte do imposto, até a acomodação social já permita que seja 100% do imposto recolhido. Assim como essas regras de transição e posteriormente mais estáveis possam determinar para quais CNPJ determinados percentuais poderão ser definidos pelo próprio cidadão. Num começo poderão ser CNPJ de instituições públicas, em maior porcentagem, até que já seja possível irem se incluindo CNPJ de instituições diversas sem fins lucrativos, como organizações não governamentais e beneficentes, até que se chegue ao ponto do sistema incorporar inclusive a definição de CNPJ de empresas particulares (revolucionário e simples isso, dependendo apenas de uma Arquitetura Tributária bem montada...).;

    • fim da bolsa de valores especulativa - investimento apenas com envolvimento adminstrativo e empreendedor e por períodos mínimos proporcionais ao capital investido, sendo o prazo mínimo para saída de um investimento após a entrada nele de 5 anos e com antecedência mínima de aviso público de 6 meses;

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    Auditoria e Revisão do que se estabeleceu como “dívida dos países pobres para com os ricos”

    Abertura da discussão sobre quem deve a quem dentro do atual contexto político internacional configurado como os atuais países conhecidos.

    A esse respeito, veja o discurso do embaixador Guaicaípuro Cuatemoc, de descendência indígena, advogando o pagamento da dívida externa do seu país, o México, na conferência dos chefes de Estado da União Européia, Mercosul e Caribe, em maio de 2002.

     

    Universalidade do conhecimento

    ·         construção coletiva do conhecimento - O Mito do 100º Macaco;

    ·         enciclopédias abertas (ver Wikipedia);

    ·         Tendência da queda das leis de registro de patentes com manutenção apenas dos registros de marcas - Análise do exemplo da vitória do Brasil na Organização Mundial da Saúde sobre a quebra do poder de patentes dos remédios contra a AIDS em favor da vida humana;  

    (Questão a ser desdobrada, abaixo apenas desenvolvimento inicial da idéia)

    Há idiomas nos quais se fala algo do tipo “me ocorreu uma idéia” ao invés de “tive uma idéia”. Essa forma do “tive” uma idéia gera um entendimento falso de que a pessoa gerou a idéia, a criou, e, principalmente, o conceito subliminar de que ela é a “dona” da idéia.

    A forma “ocorreu” uma idéia é muito mais precisa em relação à percepção de uma consciência mais expandida, holográfica, holística. As idéias já existem por si só, por sua própria força no universo. Tudo o que existiu, existe e existirá nada mais é do que o desdobramento do ato primário da criação divina.

    O que acontece mais precisamente é que freqüenciamos idéias que já existem. Nada é descoberto, é apenas relembrado, resgatado de nossa memória ancestral. Muitos inventos e descobertas aconteceram simultaneamente em lugares distintos dentro do planeta. Foi assim com a fotografia, o cinema, a aviação, o DNA e tantas outras coisas.

    Qualquer grande invenção ou descoberta faz parte de um processo gigantesco da criação, não nada mais do que uma determinada parte em determinado momento. Qualquer grande inventor ou gênio (fora os do começo da humanidade, mas naqueles tempos também não havia registro de patentes...) passou por um sistema de ensino estruturado, aprendeu inicialmente um determinado idioma, beneficiou-se de conhecimentos e legados já adquiridos por toda a humanidade. A eletricidade, o telefone, a energia nuclear ou qualquer outro invento não saiu do nada, da cabeça brilhante de seus “donos”. São parte de um processo gigantesco.

    Claro que pesquisas e tempo humano demandam recursos e merecem ser remunerados e saudados em seus custos e riscos. Mas isso vale para todos nós, para todas as profissões e funções sociais. A quebra total de patentes para se tornar uma conquista social deve passar por um processo gradual e estar associada à distribuição da riqueza para que possa se efetivar.

    Nós enquanto humanidade e, conseqüentemente, individualmente estamos perdendo demais por estarmos sujeitos a uma configuração tão contra a inteligência, o amor e a abundância quanto o registro de patentes, a restrição de acesso e utilização do conhecimento. O conhecimento humano dobrava de “tamanho” a cada 10.000 anos; posteriormente isso passou a ser a cada 5.000 anos. Essa proporção foi gradativamente diminuindo. Descartes foi considerado a última pessoa a dominar todo o conhecimento humano sistematizado de sua época, dentro das sociedades “civilizadas”.

    De lá pra cá o conhecimento começou a dobrar em escala geométrica, tornando-se impossível uma só pessoa dominar todo ele. Estima-se que atualmente o conhecimento humano sistematizado dobra de cada 7 a 10 anos.

    A invenção do computador e posteriormente o aparecimento e crescimento da rede mundial fez essa perspectiva explodir e tornar-se imprevisível. O trabalho em rede, a colaboração, compartilhamento da informação e recursos é uma bênção para a humanidade.

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    Dissolução dos estados nacionais (países)

    ·       A tendência da dissolução dos estados nacionais (países) e evolução para a cidadania planetária, com o conseqüente direito internacional de usufruto de todas as coisas existentes no Planeta, incluindo o livre acesso e as responsabilidades e obrigações daí decorrentes;

    ·       Caminhos práticos para o atingimento desse ideal - papel dos organismos internacionais, como a ONU e a Unesco, nesse contexto durante e após a transição; fortalecimento dos tribunais internacionais e de uma força militar e policial mundial única e genuinamente representante do interesse do conjunto de todos os cidadãos do planeta, agindo única e exclusivamente sob a determinação de uma administração mundial centralizada, o que será a evolução do que hoje é a ONU...

    ·       Manifestação do idioma como novo conceito de pátria - dentro do contexto da inclusão digital, onde  cada um publica o  que deseja para o todo o mundo, à medida  em que o indíduo é lido e acessado  pelas demais pessoas, a língua  com a qual ele se expressa  denota  melhor  sua posição de  "cidadão daquela língua" do qualquer outro tipo de  cidadania  limitada apenas  por fronteiras geográficas de países.

    • Aumento do poder da sociedade auto-organizada, com a evolução do que se conhece hoje como as organizações não governamentais, tendo como base factível para isso a implementação da metodologia de definição por parte do próprio cidadão para quem irá o imposto dele recolhido. Essa destinação tira o poder dos estados nacionais (atualmente em torno de cerca de 200 países) e o distribui para potencialmente todas, veja isso: PARA POTENCIALMENTE TODAS as associações formadas por duas ou mais pessoas, um fortalecimento do direito da livre associação.
      Chegar a esse ponto traz em si um grande desafio, que é aprovação de leis simples que irão tirar o poder exatamente de quem as aprovar, que são as casas legislativas, as quais atualmente detém praticamente sozinhas, por intermédio de um número reduzidíssimo de membros, o poder de definir a destinação de TODO o orçamento nacional...
      ;

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    Administração pública e cura

    ·         sistemas de interação coletiva;

    ·         comunicação oficial (idiomas e leis) – o que tem a cura a ver com isso (as abordagens envolvendo os padrões de defesas de personalidade ligados à energia da essência partem do pressuposto da íntima necessidade de comunicação entre os seres humanos, da evitação do isolamento e da busca de confirmação e comunhão da vida e da consciência individual, cósmica e divina);

    ·         conhecimento codificado e cura coletiva – construção de obras coletivas como aquisição e codificação de conhecimento compartilhado dentro da espécie;

    ·         sistemas políticos e de gestão – como são beneficiados em decorrência de serem formados por pessoas sadias;

    ·         codificação da coisa comum, dos bens e patrimônios comuns – correta codificação da leis, seus envolvimentos com moralidade, ética, espiritualidade e conseqüentemente cura e desequilíbrios psíquicos e emocionais;

    ·         Novos modelos políticos - a meritocracia, por exemplo, como evolução natural da democracia, que na prática tem sido corroída em todo o mundo pelo conceito de “curral eleitoral”, especialmente nas regiões mais pobres, com auxílio de administrações que se utilizam de práticas populistas para se perpetuarem no poder, beneficiando-se indefinidamente de privilégios e explorando os menos favorecidos..

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     As questões de segurança pública e suas relações com a cura coletiva

    ·         Análise da defesa controladora com a manutenção da violência;

    ·         Distinção entre o crime organizado e enquanto profissão e os crimes causados por desvios de conduta nos considerados cidadãos comuns e que poderiam ser largamente atenuados por processos de cura em larga escala, especialmente por tratamentos de liberação emocional e de ajuste e adequação em objetivos e buscas pessoais e conseqüentemente sociais;

    ·         Perpetuação de crimes por simples inadequação do estabelecimento das leis – aspecto intimamente ligado aos medos coletivos, à falta de auto-conhecimento e aproveitamento das classes dominantes para insuflarem culpa e condenação nos comportamentos individuais, especialmente os ligados à sexualidade, desenvolvimento da espiritualidade e expansão de consciência. Exemplos das leis ligadas a entorpecentes, manifestação religiosa e sexualidade (só o fato de ficar publicamente nu, condição dentro da qual todos nascemos, ser uma transgressão penal é algo a se pensar muito...);

     

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    Novos princípios públicos para manifestação de uma sociedade (bem) melhor do que a atual:

    ·         publicidade de todos os atos públicos: abertura de visibilidade via rede de todo o que se faz nos escritórios e órgãos públicos (e-mail, telefones, câmeras web etc);

    ·         dissolução do poder dos governos, descentralização desse poder, distribuindo-o pelo povo, tornando a ocupação de cargos públicos menos interessante por parte daqueles que só tem interesse e vício pelo exercício do poder; Implementação prática desse conceito com idéias como cada indivíduo poder destinar diretamente para um número de CNPJ de pessoa jurídica de direito público previamente cadastrada diretamente;

    ·         fim do sigilo bancário e de todas as demais formas de esconder o que realmente cada um tem; Publicação via rede diretamente do patrimônio, riqueza, contas e movimentações financeiras de todas as pessoas físicas e jurídicas;

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    Negados à Beleza, Expostos à Força

    Suponha um mundo, um planeta, que assim como o nosso, seja dividido em países. Suponha ainda que um determinado país possua a hegemonia da força, do poder bélico, das armas. Se esse mesmo país sucumbir à tentação de também ser o juiz da aplicação dessa força, o caos e a rota de colisão estarão traçados e em andamento.

    O poder de raciocínio, de deliberação, para haver o equilíbrio yn/yang deverá estar em outras mãos: na mão da intuição.

    Assim como precisamos da beleza e poder da atração feminina encantado o mundo, precisamos também da força masculina.

    Entretanto, se os homens fortes se julgam também no direito de aplicar a sua força a partir da decisão de suas próprias mentes, haverá o desequilíbrio e o caos: a definição da propriedade, inclusive sobre o outro ser humano (e não apenas a escravidão, mas também a subserviência afetiva, emocional e sexual); o estabelecimento de reserva acumulada e estagnada de riqueza; a desigualdade de distribuição; e ainda tantos outros males.

    Precisamos que todos os homens sejam fortes e que todas as mulheres sejam bonitas, mas que a intuição feminina esteja à frente das decisões dos rumos sociais e políticos e a força masculina na execução dessas diretrizes traçadas. Assim haverá equilíbrio, pois as decisões terão que se adequar à capacidade de execução.

    Que todos os homens sejam fortes, mas de uma força integral e não apenas de uma força que tem sido predominante hoje, estabelecida sobre o medo e a fraqueza interna e profunda. Precisamos de homens integralmente fortes, na base e nas alturas. Que tenham proporção em seus corpos e não apenas montanhas sobre pernas finas. Que sejam fortes também quando sozinhos, que não precisem se apoiar em fachadas sociais ou máscaras de personalidade.

    Que todas as mulheres sejam lindas, não apenas em curvas de quadris irresistíveis, mas também em seus propósitos e em sua dignidade em utilizar seu poder interno de sedução. Que sejam todas equilibradas a ponto de não precisarem lançar mão da sedução para cobrir complexos de rejeição, inferioridade ou qualquer outro medo. Que possamos construir um mundo onde todas elas possam se mostrar totalmente nuas, sem armaduras e ainda assim estejam seguras para se apresentarem ingênuas, pois não haverá nenhuma necessidade de que seja de outra forma.

     

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    Duas Terras

    Crise global, sobrevivência, soluções

    Energia Ponto Zero

    Vídeos Indicados:

    A História das Coisas - http://www.unichem.com.br/videos.php

    Meditação, Projeção Astral, Sentido da Vida, Ligação com a Fonte, Iluminação (43 minutos)

    Vídeo do Osho (27 minutos)

    A nova era já existe - Depoimento de Marcos Arruda (5,28 minutos)

    Zeitgeist- O termo Zeitegeist está ligado ao espírito do momento, servido para designar um sentimento comum a uma época, algo como o consciente coletivo de determinado momento.  A primeira parte é muito interessante, na qual há um comparativo da história de Jesus Cristo com outros avatares e também uma interpretação de ser uma simbologia astrológica ligada à adoração do sol; A segunda parte levanta a hipótese de o atentado terrorista de 11 de setembro às Torres Gêmeas ter sido provocado pelo próprio governo americano com o propósito oculto de ter um motivo e um mito suficientemente fortes para posteriormente tomar decisões como a invasão do Iraque; A terceira trata do sistema financeiro apoiado na estruturação dos bancos centrais, tendo o estado como único emissor de dinheiro autorizado.

    Embora o vídeo tenha uma linguagem do tipo "guerreiro", utilizando-se de uma comunicação provocativa e irônica, as informações que é um padrão que sempre procuro dissolver, é interessante. Caso se sinta tocado com os tons irônicos ou agressivos contra Cristo, como quando diz que sua estória é apenas um plágio, releve isso e capte os conhecimentos lógicos transmitidos, é só uma questão de linguagem guerreira escolhida pelos produtores, algo com um tom tipo "a estória de Cristo é mais uma vez a confirmação dessas verdades percebidas pela observação astrológica" também poderia ter sido adotado...

     

    Sites Indicados

    http://www.wwicorp.com
    http://www.deeksha.com.br/onenessdeeksha

    http://www.onenessuniversity.org

    http://www.portaldatransparencia.gov.br/

    Livros
    Indicados
    Luz Emergente - a jornada da cura pessoal - Barbara Brennan

    O alimento dos deuses - Tenrece Maccenna

    Libertando-se do Hábito de Morrer - A Ciência da Vida Eterna 
    -
    Leonard Orr

    Em Sintonia - a arte da ressonância - Jasmuheen

    O Fator Maia - José Argueles

    O Mito do Eterno Retorno - Mircea Eliade

    Brasília Secreta – Ernani Figueiras Pimentel

    Conversando Com Deus - Vol II e III - Neale Donal Walsch

    Os Embaixadores da Luz - Movimento por uma Sociedade Positiva e Consciente pela Paz Mundial - Jasmuheen

     
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