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Lidando com sentimentos

Entrega controladaTurbilhãoFé nos momentos de valePerseverançaGlória em si mesmo
Fotos Vanessa Oliveira

Não há pensamento ruim para o qual não exista uma resposta divina coerente, gratificante e confortadora.
Para qualquer mazela, existe uma manifestação extasiática e divina capaz de envolvê-la.

Devido sua longa extensão,
o ideal é ler este texto em sua versão impressa.

Versão Impressa Disponível

Como e Porque Contribuir para este Projeto

Versão Preliminar (contribua  e ajude este conteúdo a ser desenvolvido mais rápidamente, mesmo porque ele já está em fase de produção e será o próximo a vir em versão integral. Está ficando excelente!)
Trará, dentre outros, o desdobramento dos seguintes conteúdos:

No Geral Depressão Culpa 
Vício Emocional
Ideias Fixas e Pensamentos Dominantes  Raiva 
Ansiedade Tristeza Baixa Estima / Sentimento de Inferioridade
Medo Fraqueza / Impotência   Desalento
Palavras não ditas / Dificuldade de Expressão Emocional Rejeição / Inadequação  Angúsita

IMPORTANTE: este texto encontra-se em fase final de desenvolvimento de su a versão integral.
Entretanto, você já pode acessar a página sobre EFT - Emotional Freedom Technics
e acessar desde já os benefícios que esta poderosa técnica traz para o trato das mais diversas situações emocionais.

NO GERAL

  • Memória emocional - transmissão pela memória celular;
  • Capacidade emocional geral e específica – liberando o acúmulo emocional;
  • Trocando e reciclando a memória emocional;
  • Tentativas sem sucesso ante determinada situação => frustração => decepção => desânimo
  • Aproveitar os sonhos lúcidos para sentir, testar e ancorar novos padrões emocionais;
  • Ter consciência do sabotador interno e dissolvê-lo;
  • Os sentimentos trabalham aos pares, ao tentar evitar ou bloquear a vivência ou sensação de determinado sentimento, proporcionalmente, vamos deixando de ter capacidade de sentir a outra polaridade do mesmo sentimento. Por exemplo: ao se bloquear a experiência de tristeza, automática e proporcionalmente bloqueamos a capacidade de sentir alegria. Assim o será para medo/confiança, amor/raiva, culpa/responsabilidade etc;
  • A consciência como chave para a liberdade de poder sentir e vivenciar todas as coisas. A consciência potencializa o que é bom e dissolve o que é ruim:
    • Ao tomarmos consciência (na proporção dessa mesma consciência, sem perder sentimento para exageros e desequilíbrios de percepção) de determinado sentimento de origem “positiva”, abrimos a capacidade de nos tornarmos a própria sensação daquele sentimento, nos transbordamos dele;
    • Ao tomarmos consciência de um sentimento “negativo”, abrimos a capacidade de dissolvê-lo.
  • Sentir, e não apenas pensar que está sentindo...;
  • As bases da Programação Neurolinguística - PNL - Capacidade de escolher e sintonizar sentimentos, escolha emocional; vastidão e riqueza emocional, saindo apenas do pálido "estar bem ou estar mal"; Atributos da escolha emocional: colocação, expressão, emprego, prevenção;
  • Entendimento da dissociação entre si próprio e os sentimentos, fator fundamental para o fim da “luta emocional” interna por estados tidos como “bons”, rejeitando os “ruins”. Diferenciação entre paz interior e felicidade, a qual depende de estados externos favoráveis...;
  • Aprender, dentre outras técnicas, a usar a Inclusão Digital a seu favor nesse sentido de saber se manifestar, se colocar diante do mundo;
  • Respiração consciente e alongamentos como tentativas de reestruturação emocional;
  • Utilização de programação mental e reestruturação de crenças como apoio ao trabalho emocional;
  • Manifestar TODAS as emoções, aprendendo a reconhecer as situações e as formas adequadas para isso, não apenas "descarregando" tudo em qualquer um e também não "engolindo" e somatizando as emoções. Enfoque especial para as catarses conduzidas de manifestação emocional, os trabalhos com bioenergética e de reprogramação emocional;
  • Importância do atingimento da profundidade e da qualidade de contato nos trabalhos de reprogramação e liberação emocional;


EMOÇÕES

O título deste conteúdo encontra-se propositadamente no gerúndio por um motivo muito claro: lidar com os sentimentos é um trabalho contínuo, assim como a integração dos sonhos, a respiração, o cuidado consigo e o próximo, a opção pela vida e tantas outras facetas de ser o que somos.

Boas conceituações para emoção estão logo abaixo, ambas envolvem esses aspectos de continuidade, trocas dinâmicas, eternidade imutável nesses sentidos...:

  • Energia em movimento ("e" - "motion"...);
  • Toda experiência completa e subjetiva em determinado momento.

O maior influxo energético que o ser humano pode receber está ligado às manifestações emocionais. As drogas, o sexo, a competição, os desafios, as brigas e tantos outros recursos servem apenas para despertar os estados emocionais.

Esses influxos energéticos são tão gigantescos que todo o sistema humano cria pontos de alerta e mecanismos de defesa para bloquear a manifestação de determinadas emoções ou limita-las até determinado nível.

A maioria das pessoas acredita que as emoções são fenômenos independentes dentro de si, que acontecem sem qualquer relação com a vontade ou o estado psíquico, cabendo à pessoa apenas usufruir ou sofrer com a emoção que “despertou por si mesma...”. A PNL (programação neurolingüística) traz lições práticas e valiosas a respeito de como não se tornar um refém das próprias emoções, apresentando ferramentas para aprender a escolher o que queremos sentir dentro de um prisma muito mais amplo do que o que estamos acostumados.

Emoções estão intimamente ligadas ao comportamento e às respostas ao meio externo.

Lado positivo das emoções => servem para serem usufruídos.

Lado negativo => para serem vividos o mais rapidamente possível, apenas pelo tempo necessário para se extrair deles as informações a respeito de si mesmo neles contidas, os aprendizados e as lições.

Somos capazes de influenciar e agir sobre nossas emoções de acordo com nossas necessidades. Como tudo, a habilidade e sucesso na autocondução emocional exige atenção, dedicação, tempo e prática, numa escala progressiva de colheita de bons resultados, de acordo com o que cada um é e com os cenários considerados.

Entretanto, emoções não são comportamentos, embora se afetem mutuamente, e possam até ser bem diferentes em determinado momento.

Sensações corporais são diferentes de emoções.

Sentimentos => expressões de si mesmo, daquilo que se é e também do que se deseja vir a ser.


Gama emocional

Existe uma enorme gama de sentimentos para serem experimentados e vividos e não apenas estar “bem” ou “mal”.

Cada emoção tem uma comunicação específica conosco e uma química metabólica única.


Atributos Emocionais

Atributo emocional – sinal de que a emoção está tentando dizer, comunicar.

Muitas pessoas acham que sentir raiva é negativo. Mas isso depende do contexto. Nenhuma pessoa que é invadida ou agredida em sua intimidade e que não manifeste raiva conscientemente estará sendo natural.

A raiva é positiva, por exemplo, quando determinada pessoa, mais uma vez, tira proveito de nós. Numa situação assim, sentir raiva é muito melhor adequado do que sentir aceitação e compreensão pela pessoa em questão.

Arrependimento – o que poderia ter sido feito de forma diferente

Culpa – padrão pessoal violado

Ansiedade – mostra algo no futuro para o qual precisamos nos preparar melhor

Opressão – reavaliar prioridades para tarefas que queremos dar conta em determinado prazo

Ciúme – necessidade de fazer algo à respeito da felicidade emocional, que se encontra ameaçada

Raiva – necessidade de fazer algo para que nossa felicidade não seja prejudicada

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Vício Emocional

Toda emoção possui uma manifestação hormonal correspondente em nosso corpo, assim como a associação a determinados estados e pré-disposições psíquicas, redundando em arranjos neurais específicos.

Ao receber determinados hormônios no sistema, o corpo humano os direciona para canais específicos de recepção, neuroreceptores específicos para hormônios específicos.

Quando sentimos muito uma determinada emoção, desenvolvemos muitos receptores internos pra ela. Assim que diminui a quantidade daquela emoção, o corpo “chia”, dependendo do caso e da intensidade dessa diminuição pode ocorrer uma verdadeira crise de abstinência.

Toda emoção tem seus perigos e seus encantos, inclusive as tidas como ruins ou difíceis (veja o texto “Para Maria da Graça” sobre esse propósito).

Uma pessoa que sofre, por exemplo, de hipertensão ou estresse tem um vício emocional inconsciente de ansiedade. Muitas vezes ela tem até uma percepção consciente de uma parte da ansiedade que tem, mas é inconsciente o tamanho, profundidade e abrangência dessa ansiedade, como também o é inconsciente, na maioria dos casos, o vício emocional ligado a esse fato.

É muito corriqueiro que uma pessoa até se esqueça de como é estar calma. Ela está dominantemente tensa há tantos anos que se quer consegue freqüenciar (viver, manifestar) um estado de calma profundo. Quando essa pessoa tenta relaxar, ela consegue atingir estados iniciais de calma e relaxamento. Entretanto, como estados profundos de calma e relaxamento demandam um tempo significativo dentro da própria pessoa, antes que ela atinja esses estados profundos de calma, começa a sofrer de uma crise de abstinência da emoção “ansiedade”.

Para este tipo de crise, de emoções, como dito anteriormente, há inclusive um correspondente metabólico, hormonal, químico. Portanto, real e físico. Do qual o corpo da pessoa sente falta e que é um dos principais iniciadores de uma verdadeira crise de abstinência em relação à emoção que se está tentando evitar.

O Filme “What the bleep do we now?”, em português “Quem somos nós?”, embora recente, já se tornou um clássico abordando esse assunto.

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ANSIEDADE

"Ter se preparado para algo que não aconteceu".

Liberar ansiedades antigas acumuladas por diversas frentes:

·         realizar práticas de liberação emocional

·         treinar o poder da permanência - permanecer em lugares/situações focando manter o equilíbrio dos 4 elementos em si

·         dar vazão a conteúdos mentais

·         priorizar e descarregar emergências espirituais

Para manter o estado de calmo equilíbrio:

·         respirar melhor de uma maneira em geral - aprender as técnicas de:

o        segurar a respiração após a segunda longa inspirada, quebrando a freqüência cardíaca;

o        respiração caótica;

o        hiperventilação

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  MEDO

·        harmonização dos 4 elementos no corpo físico;

·        trabalhar por todas as frentes e com todos os recursos disponíveis;

·        ver arquivo específico sobre a dissolução de medos.

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PALAVRAS NÃO DITAS / DIFICULDADE DE EXPRESSÃO EMOCIONAL

A IDÉIA
Augusto dos Anjos

De onde ela vem?! De que matéria bruta
Vem essa luz que sobre as nebulosas
Cai de incógnitas criptas misteriosas
Como as estalactites duma gruta?

Vem da psicogenética e alta luta
Do feixe de moléculas nervosas,
Que, em desintegrações maravilhosas,
Delibera, e depois, quer e executa!

Vem do encéfalo absconso que a constringe,
Chega em seguida às cordas da laringe,
Tísica, tênue, mínima, raquítica...

Quebra a força centrípeta que a amarra,
Mas, de repente, e quase morta, esbarra
No molambo da língua paralítica!

 

As palavras nascem na mente; depois, descem ao plexo solar (no corpo físico, abaixo do diafragma, junto aos órgãos internos) para buscar força para se formarem; então, voltam e são formadas na área da garganta pelo chacra laríngeo e saem pela boca envolvendo a coordenação da força do ar, das cordas vocais e de toda a estrutura acústica formada pelas cavidades internas da boca e começo do tubo digestivo, que é extremamente influenciada pelas tensões musculares e nervosas ligadas a essas áreas, revelando um reflexo fiel de todos os aspectos de nossa personalidade pelo timbre e entonação da voz.

Quando formamos as palavras em nossa mente e não deixamos que cumpram esse caminho acima descrito, elas ficam retidas como palavras não ditas em nosso sistema psico-emocional, apresentando um reflexo muscular de contração no masseter, o músculo mais forte do corpo humano e que, juntamente com outros músculos, sustenta e dá mobilidade ao maxilar. Essa tensão vai se acumulando por somatização com outra atrás do maxilar e abaixo da orelha, num reflexo emocional de raiva: pelo lado direito, raiva masculina; pelo lado esquerdo, raiva feminina. Neste tipo de contexto é extremamente comum a ocorrência do bruxismo, que é o ranger de dentes, principalmente, durante o sono.

É muito importante deixar que as palavras cumpram esse caminho entre a mente e a boca, para que não fiquem presas dentro de nós. Geralmente, a pessoa que apresenta um acúmulo desse tipo de retenção pensa assim: “Não vou falar isso pra fulano(a) pois ele(a) vai se ofender e isso não vai levar a nada. Eu sou forte, vou metabolizar, resolver isso dentro de mim mesmo. Melhor assim...”. Dessa forma, ela fica com as palavras não ditas, a raiva e mágoa acumuladas dentro de si, sem ainda acrescentar nada de bom que possa resolver ou encaminhar a situação a seu favor e também do outro.

Um único cuidado que devemos ter para deixar que as palavras cumpram harmonicamente seu fluxo de formação e manifestação é fazer com que elas circulem ao menos uma vez por nosso chacra cardíaco antes de serem expressas. Dessa forma, tudo o que sair por nossa boca terá, antes, o filtro do amor.

O caminho, então, passa a ser esse:

  • Formação na mente;
  • Descida ao plexo para buscar ar para serem formadas;
  • Ao menos uma circulação no chacra cardíaco para que sejam purificadas pelo filtro do amor;
  • Passagem pela garganta (cordas vocais, chacra laríngeo), com saída pela boca para serem expressas e manifestadas.

A amorosidade é uma qualidade intrínseca que pode estar presente em nossas manifestações de diversas formas, é um propósito e uma conquista pessoal, não havendo uma técnica ou um modelo próprio que por si só leve a ela. Entretanto, há uma dica muito prática para começar a sintonizar a amorosidade na expressão emocional, fazendo com que as palavras sejam purificadas pelo chacra cardíaco, pela expressão amorosa. A dica é falar de si e não do outro.

EXEMPLOS DE FALAR DE SI

Ao invés de coisas do tipo Dê preferência a seguinte linha de expressão
“você é muito controlador, você me invade muito” “eu me sinto controlado(a) quando você age desse e desse jeito. Eu me sinto invadido(a) quando você faz isso e aquilo ou quando estou perto de você.”
“Você é um safado, um cachorro” “eu não me sinto bem quando você age de tal e tal forma. Na realidade, eu me sinto um lixo...”
“Você está louco! Nem fude!@$%¨ eu vou fazer essa M#!&* que você está me pedindo” “eu não vou fazer o que você está me pedindo porque se eu o fizer, EU vou me sentir muito mal comigo mesmo(a). Não vai dar, pois não posso passar por cima de mim mesmo(a) e sei que se fizer isso, depois ficarei com um sentimento muito ruim dentro de mim. É algo meu, não tem nada a ver com você. Eu não ficarei bem comigo. Me sentirei muito desconfortável. Por isso não poderei fazer o que você está me pedindo.”

Começando a agir assim, a pessoa irá ganhando desenvoltura com essa forma de expressão e ficando cada vez mais tempestiva, até que chegará o dia e a situação na qual consiga dizer, sem se alterar, com senso de adequação e impostação, e inclusive com bastante amorosidade, coisas do tipo:

  • Pára. Eu não quero que isso continue.
  • Por quê?...
  • Não sei. Só sei que não estou me sentindo bem com esta situação.
  •  Algo errado que eu fiz? Dá pra ser de outro jeito?
  • Não. Não dá pra ser de outro jeito. Não tem nada a ver com certo ou errado. Só sei que não estou me sentindo bem e não quero que isso continue. Não sei dizer ainda nem o que está me incomodando. Se um dia, ou em algum momento, eu souber o que está ruim pra mim, e houver uma oportunidade, eu posso até lhe dizer o que é. No momento, só sei que eu não quero que isto continue. Chega.

ou ainda:

  • Eu me senti roubado(a) quando você fez isso isso e aquilo...
  • Você está me chamando de ladrão?!!...
  • Eu não estou lhe chamando de nada. O que você é, ou como você se sente, é uma questão pessoal e íntima de você para com você, cabe unicamente a você descobrir e definir isso. Investir o seu tempo e sua energia nisso. Isso não me cabe. Cabe a você. O que acontece, o que eu disse, é que EU me senti roubado(a) quando isso aconteceu. Estou lhe expondo isso com sinceridade e, neste momento, com tranqüilidade, pois estou me direcionando e fazendo o necessário para que isso não volte a ocorrer em hipótese nenhuma. Neste momento, me expressando desta forma pra você, também espero que o nosso contato a médio e longo prazo possa ser preservado e mantido dentro do respeito e da consideração mútuos, pois de outra forma, vejo possibilidades de que isso também possa ser perdido. Acredite: pode ser difícil para você estar ouvindo isso, mas lhe asseguro, e tenho convicção de que você pode sentir isso através do que estou manifestando agora, que também não é fácil para mim falar essas coisas e está aqui diante de você podendo olhá-lo com sinceridade e autonomia. Pelo contrário: este momento também está sendo muito difícil pra mim...

 

Uma estória para apreciação sobre expressão amorosa:

"Um dia Meher perguntou aos seus discípulos o seguinte:

Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?

Os homens pensaram por alguns momentos: Porque perdemos a calma, disse um deles, por isso gritamos.

Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao teu lado? perguntou Meher - Não é possível falar-lhe em voz baixa? Por que gritas a uma pessoa quando estás aborrecido?

Os homens deram algumas respostas, mas nenhuma delas satisfazia ao Meher.

Finalmente ele explicou: Quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.

Para cobrir esta distância precisam gritar para poder escutar-se.

Quanto mais aborrecidas estejam, mais forte terão que gritar para escutar-se um ao outro através desta grande distância.

Em seguida Meher perguntou: O que sucede quando duas pessoas se enamoram? Elas não se gritam, mas sim se falam suavemente, por quê? Seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena.

Meher continuou: - Quando se enamoram acontece mais alguma coisa? Não falam, somente sussurram e ficam mais perto ainda de seu amor. Finalmente não necessitam sequer sussurrar, somente se olham e se compreendem. E isto é tudo.

Assim é quando duas pessoas que se amam estão próximas.

Então Meher disse: "Quando discutirem, não deixem que seus corações se afastem. Não digam palavras proferidas com mágoas, com ressentimentos, com culpas ou julgamentos nocivos, que os distanciem cada vez mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta, tamanha, que não mais encontrarão o caminho de volta, e ai se distanciarão definitivamente."

 

Outra coisa a se observar: muitas vezes, para que:

  1. As palavras certas sejam formadas (entendimento, clareza de percepção, conhecimento);
  2. Desçam ao plexo para buscar o ar (envolverem-se de força para serem formadas);
  3. Sejam purificadas pelo filtro do amor;
  4. E se manifestem (ocorrência do momento adequado para que sejam expressas),

pode ocorrer um lapso de tempo bastante grande, pois esse caminho é um caminho energético e também real e não acontece apenas como um único fluxo respiratório contínuo. Pode ser que para que o entendimento (as palavras corretas), a busca de força, a purificação e a oportunidade de expressão ocorram, decorram até mesmo vários anos, dependendo da situação em questão, especialmente quando isso envolve cenários que abrangem pessoas muito próximas e mágoas ou padrões já perpetuados ao longo de muitos anos.

O ideal é que a pessoa comece a treinar com pessoas e situações novas, de preferência inéditas, e com envolvimentos mais leves. Pessoas que nunca viu e que está encontrando uma primeira vez num contato fortuito. Um atendente de estabelecimento comercial, uma pessoa na rua ou qualquer situação assim, com baixo envolvimento. Posteriormente, à medida em que for ganhando confiança e sucesso nesse tipo de situação, a pessoa pode ir evoluindo e começando a se expressar melhor com os outros de uma forma em geral, trazendo esse padrão para relacionamentos mais próximos, até chegar ao ponto de estar com as pessoas mais íntimas e resgatar questões que lhe incomodam há muitos anos silenciosamente, com boas possibilidades de dissolução.

Está disseminando-se um conceito atualmente dentro das áreas de estudo do comportamento humano denominado “comunicação acertiva”, que se traduz pelo princípio de saber se colocar sem deixar que o outro o transgrida, respeitando a si mesmo e seus direitos próprios e naturais, mas também sem a necessidade de que para que isso ocorra seja necessário ser agressivo ou subjugar o outro, mesmo que subliminarmente, impondo falsa autoridade, impingindo medo etc.

A pessoa com dificuldades de expressão emocional também deve dar uma especial atenção à questão da dissolução da defesa invadida e das culpas que também muito provavelmente carrega dentro de si, pois estas três questões estão intimamente ligadas entre si. Fazer isso abrirá canais para que a pessoa também comece a equilibrar o valor entre si e os outros, que antes era sempre pesado a favor dos outros em detrimento de si própria, “sacrificando-se pelos outros sem o devido reconhecimento, valor e contrapartida...”  

Em seu livro “Curar o stress, a ansiedade e a depressão sem medicamento nem psicanálise”, o Dr. David Servan-schreiber cita oito métodos para dissolver esses males, um deles é o favorecimento da comunicação emocional, ao qual ele dedica um capítulo em separado do qual estão destacados aqui os seguintes tópicos:

Os quatro cavaleiros do apocalipse para uma comunicação ruim:

  1. Crítica;
  2. Desprezo;
  3. Contra-ataque
  4. Apedrejamento

Princípios da comunicação não violenta:

-          substituir o julgamento, a crítica, por uma afirmação objetiva dos fatos;

-          evitar qualquer julgamento do outro; se falo sobre o que sinto, ninguém pode discutir comigo. Por exemplo: você diz “eu me senti mal quando ocorreu tal coisa”, numa situação assim, não cabe a outra pessoa dizer “não, você não se sentiu mal não...”, os sentimentos são coisas internas e não podem ser inferidos pelos outros. Se você não estiver mentindo, mesmo para si mesmo(a)..., como a outra pessoa poderá dizer que você sentiu ou não determinada coisa?...;

-          a franqueza fará a outra pessoa querer cooperar – desde que, claro, ela esteja envolvida no relacionamento

Uma situação especial e muito comum que envolve dificuldade em saber cortar alguém ou se colocar, é quando nos vemos com uma pessoa que começa a reclamar, falar mal dos outros ou trazer algum tipo de frequência ruim relatando algo. Dependendo do poder pessoal forte (porém desequilibrado...) dessa pessoa e das relações anteriores que temos com ela, pode ficar ainda mais difícil de conseguir se desvencilhar da situação.

Está crescendo uma nova consciência dentro do planeta Terra e muitos de nós já sabemos que atraímos o que vibramos. Quando estamos falando mal de alguém ou reclamando de algo ruim que aconteceu, muito mais do que estarmos falando do passado, estamos manifestando e perpetuando o mal e o sofrimento justamente enquanto estamos falando. Cada vez mais as pessoas entendem isso e, naturalmente, procuram se afastar de quem persiste em se manter nesse erro tão primário de ecologia pessoal.

Entretanto, no que tange a dificuldade de expressão emocional, muitas vezes, quando nos vemos em situações com pessoas que ainda se mantêm assim podemos nos cair em duas armadilhas muito comuns:

  1. Ficar agüentando a conversa chata e até mesmo doentia, nos fazendo sentir mal e alimentando o corpo de dor da pessoa, perpetuando seu padrão de continuar dessa forma, achando que as pessoas tem mais mesmo é que ouvir sua lamúria, reclamação, exaltação ou seja lá o que for nesse sentido, concordando com elas, dando-lhes força ou sentido que são coitadas mesmo, dignas de pena. Agindo assim, as alimentamos com nossa energia e a incentivamos a continuarem assim...
  2. Entrar numa disputa e dizer que elas não devem ser daquele jeito ou ainda entrar no mérito das questões que elas estão expondo e assim gerar uma disputa de opiniões, o que gera uma situação de troca desqualificada de energia e consagra, entre ambas as partes, uma defesa controladora.

O que fazer, então?...

Sob a ótica da comunicação acertiva e expressão emocional aqui exposta, podemos lança mão de uma atitude do tipo “Olha, Fulano, eu não me sinto bem com conversas desse tipo, de falar de Cicrano ou Beltrano, prefiro mudar o rumo da história. Não é nada com você, é comigo, não me sinto bem. Gostaria de continuar interagindo com você, mas não com esse tema ou com essa ótica que estamos tendo aqui. Pode ser?” ou “Oh meu anjo, eu não estou afim de ficar falando de doenças ou problemas no momento. Eu sei que você está numa fase difícil, mas também é difícil pra mim, neste momento, ficarmos abordando isso. Quero ficar mais um pouco com você e se entrarmos por esse caminho vou me cansar rápido e não poderemos ficar mais tempo juntos. Quero ajudá-lo(a) e sei que se ficarmos nessa, além de não te ajudar também não vou ficar bem comigo mesmo(a).

Se, mesmo após seus alertas, o padrão não mudar, para o bem de todos, passe menos tempo com essas pessoas. Se forem próximas e você gostar nelas, respeite a decisão interna, mesmo que inconsciente, de seus espíritos de escolherem se identificar com seus corpos de dor, mas não alimente mais isso nelas ou deixe que também desperte seu próprio corpo de dor. Por amor...

Manifestar-se, de uma forma em geral, é um remédio para palavras não ditas, pois aquele conteúdo que se cria inicialmente na mente com estruturação mental direta, muitas vezes canalizadas diretamente para alguém, também podem ser liberados através de todos os tipos de expressão em doses "homeopáticas" e ou de diversas dissoluções sucessivas. A arte é um ótimo canal para isso, pois libera os conteúdos com grande auxílio do inconsciente. Aprender, dentre outras técnicas, a usar a Inclusão Digital a seu favor nesse sentido de saber se manifestar, se colocar diante do mundo, é de grande valia. Ter um site pessoal no qual possa publicar suas idéias, criações, intenções, direcionamentos de uma forma em geral é extremamente poderoso e eficiente.

Que você, e todos nós, possamos nos expressar bem e com qualidade emocional, amorosa e acertiva.  

Aqueles que encontram as palavras certas nunca ofendem ninguém.
E, no entanto, eles falam a verdade.
Suas palavras são claras, mas jamais ásperas.
Eles não recebem ofensas e não as dão.
O Buda

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DEPRESSÃO

IMPORTANTE: ressalta-se que “depressão” é uma doença classificada dentro do Código Internacional de Doenças (CID) e para a qual o mais adequado é que se tenha avaliação, diagnóstico, acompanhamento e tratamento supervisionado por profissional médico especializado. Essa palavra está sendo usada aqui no seu sentido popular, indicando tristeza, banzo, baixa energética, indisposição etc, e com a qual muitas pessoas definem por si própria seu estado geral de ânimo e manifestação.

Fechar-se sobre si com alta hiperatividade racional, normalmente com alto conteúdo de raiva voltada para dentro.

·         identificando: baixa energética / retenção energética;

·         necessidade de alta mobilização energética para dissolução do problema, pois havendo energia disponível não há depressão. Em um corpo energizado pode haver tristeza, mas não depressão;

·         melhoras, recaídas e dissolução definitiva a médio e longo prazo;

·        música para dançar;

·   a abordagem psiquiátrica tradicional - questão de considerar a ausência de determinadas substâncias no funcionamento do cérebro com a opção da respectiva reposição artificial: limitação dessa visão e inadequação para abordagens de longo prazo.

Este tópico da depressão encontra-se em versão preliminar. Esta questão é bastante complexa e merece ser abordada por todas as frentes e com todos os recursos disponíveis dos quais a pessoa puder lançar mão. No texto "A Doença como caminho" há uma análise interessante a respeito desta questão. A informação não resolve as questões, mas pode ser um passo no caminho da dissolução.

Alguns caminhos a serem percorridos como tentativas de solução:

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IDÉIAS FIXAS E PENSAMENTOS DOMINANTES

·         praticar quebra de freqüência;

·         trabalhar as questões ligadas a programação mental;

·         praticar meditações ativas;

·         dar vazão a conteúdos mentais;

·         liberar emergências espirituais.

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TRISTEZA

·        dançar em transe, individual ou coletivo - ver arquivo "O poder do festival trance";

·        trabalhar por todas as frentes possíveis;

·        rever conceitos e descobrir novas motivações;

·        promover a reciclagem e a troca da memória emocional.

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FRAQUEZA / IMPOTÊNCIA

·        relação com a defesa oral;

·        aumento do influxo energético através da respiração, alimentação, sono e meditação;

·        colecionar pequenas vitórias;

·        terminar ações começadas.

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REJEIÇÃO / INADEQUAÇÃO

·         observar as questões ligadas à defesa desconectada, especialmente a como dissolve-la.

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CULPA  

"Se um dia alguém fizer com que se quebre a visão bonita que você tem de si, com muita paciência e amor reconstrua-a.
 Assim como o artesão recupera a sua peça mais valiosa que caiu no chão,
sem duvidar de que aquela é a tarefa mais importante, você é a sua  criação mais valiosa. 
Não olhe para trás. 
Não olhe para os lados.  
Olhe somente para dentro, para bem dentro de você e faça dali o seu lugar de descanso, conforto e recomposição. 
Crie este universo agradável para si e seja feliz. 
O mundo agradecerá o seu trabalho."
(Brahma Kumaris)

·         Dissolver a defesa invadida;

·         Liberar a tensão dos ombros por massagens com liberação emocional e acupuntura;

·         Entender a relação entre culpa e responsabilidade e reciclar a memória emocional de uma pela outra;

·         Observar e dissolver a tendência a sofrer, entendendo-a como um vício emocional;

·         Começar entendendo e posteriormente aceitando dentro de si que não se muda o passado em si, mas seus efeitos sobre o presente são perfeitamente passíveis de serem transmutados;

·         Aprender a ser livre e aceitar a liberdade, tomando para si próprio a responsabilidade por si, definindo e vivendo seu próprio entendimento sobre o mundo, sobre si e sobre a espiritualidade, não se submetendo mais a autoridades externas, especialmente em instituições organizadas, como congregações de uma forma em geral, especialmente as de caráter religioso.

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RAIVA

·         Praticar liberação emocional por catarse;

·         Praticar respiração caótica;

·         Praticar conscientemente esportes de manifestação yang, se necessário, artes marciais com abundância de chutes e socos;

·         Gritar – dentro do carro, no meio do mato, ao mergulhar, debaixo de cachoeiras;

·         Em ambientes e situações adequados e protegidos, socar e esfaquear (em casos extremos) conscientemente – almofadas, travesseiros e outros objetos que não gerem danos a si nem a terceiros;

·         Dissolver a defesa controladora;

  • Deixar de levar uma rotina amarga ou auto-destrutiva. Esse tipo de rotina denota uma raiva contra si próprio, auto-punição. Para quem já andou um pouco que seja dentro da jornada do encontro pessoal, fica fácil a aceitação de que tudo o que há em nossas vidas, o que quer que seja, tem um componente causal em nós mesmos, por mais inconsciente que seja. Para aqueles que levam rotinas amargas e auto-destrutivas num nível de consciência "comum" sempre haverá explicações e racionalizações para justificar que são vítimas desses tipos de situações, que estão dentro delas em decorrências de cenários sobre os quais não têm opções de reação, mas para aqueles que realmente procuram e manifestam a verdade a partir de si, sempre há o que ser feito, sempre há possibilidades de agir (ou reagir) de formas benéficas para si próprio. Aceitar que nos auto-impomos rotinas amargas e/ou auto-destrutivas é o primeiro passo para começarmos a transmutar a raiva que projetamos sobre nós mesmos em auto-aceitação e amor próprio;
  • Praticar a liberação consciente e conduzida de raiva em grupos de terapia. Um ótimo exercício é ficar de frente com outra pessoa e desscarregar, ao mesmo tempo, a raiva um sobre o outro. Vale chingar tudo o que quiser, fazer cara feia, olhar de ódio. Só não vale tocar o outro, cuspir, além de qualquer outro tipo de "baixaria" com potencial físico agressivo e/ou invasivo.
AUM Meditation - Liberação Consciente de Raiva
Foto Suraag

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BAIXA ESTIMA / SENTIMENTO DE INFERIORIDADE

Baixa Estima – Trabalhar a dissolução da defesa carente e mudança de crenças nas camadas do sub-consciente que impedem o crescimento, evolução e abundância. Exemplos de reorganização de crenças limitadores nesses níveis:

  • Bom vendedor não é aquele que vende mais ou muito e sim aquele que vende o que é necessário, e apenas isso, para quem precisa;
  • Bom negociador não é aquele que faz bons negócios pra si, mas sim aquele que faz bons negócios para todos os envolvidos, direta e indiretamente, nos processos negociados;

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Angústia

Expressão de ansiedade somada a idéias fixas negativas, com expectativas de algo ruim pela frente: trabalhar ansiedade, idéias fixas, e defesa controladora. No caso de as idéias fixas em relação ao futuro envolverem a crença que não haverá tempo suficiente para realizar ou evitar determinada coisa, trabalhar também sobre a questão da defesa carente.

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Desalento

Trabalhar:defesa carente

  • Dissolução de Desmotivação e Apatia – rever crenças metafísicas e sobre os valores reais da vida e da sua manifestação neste planeta. Procurar a vivência dos estados alterados de consciência e das vivências místicas para abrir portais de vista do mundo e de si mesmo sob novas perspectivas.;
  • Entender, sob as óticas de crença, vivencial e de aceitação, que os ciclos de baixa fazem parte da vida na terceira dimensão. Num segundo momento, aprender sobre o conceito de neutralidade, procurando desapegar-se tanto das alegrias quanto das tristezas, das positividades quanto das negatividades, de modo a percorrer o caminho do meio. Para aprender mais sobre isto, é muito recomendada a leitura do livro “O Casamento do Espírito”, de Leslie Temple Thurston.
  • Dissolução da defesa carente.
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EFT - Liberação Emocional

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O processo de cura

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Programação Mental

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O poder do festival trance

Instrumentos e Práticas de Cura e Expansão de Consciência

Respiração Consciente

Alongamento

 

 

What the bleep do we now?
- Quem somos nós? -
Para saber mais, visite o site:

http://www.whatthebleep.com/

 

 

Livros
Indicados

O Refém Emocional - Leslie Cameron - Bandler e Michael Lebeau

O Poder Dentro de Você - Louise L. Hay

Inteligência Multifocal – análise da construção dos pensamentos e da formação de pensadores – Dr. Augusto Jorge Cury

O Livro Orange - técnicas de meditação - Osho

Luz Emergente - A Jornada da Cura Pessoal
- Barbara Brennan

Curar o stress, a ansiedade e a depressão sem medicamento nem psicanálise - Dr. David Servan-schreiber

A Semente da Vitória 
- Nuno Cobra

Em Sintonia - a arte da ressonância - Jasmuheen

As Sete Leis Espirituais do Sucesso - Deepak Choppra

"Mude o seu DNA, mude a sua vida! - a cura pelo poder pessoal" - Robert V Gerard

A Caricia Essencial - Roberto Shinyashiki

O Casamento do Espírito -  Leslie Temple - Thurston

Arquivo atualizado em 27/05/2011
Versão  1.3.3 - 1ª Versão: Abril/2006

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