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Proteção Energética
Muitas
pessoas se queixam
que se sentem desenergizadas, sugadas, após terem contato
com determinadas
pessoas, entrarem em certos ambientes ou passarem por determinadas
situações. Segue
abaixo a indicação
de cinco caminhos para que a pessoa possa se sentir bem ao passar por
esse tipo
de situação, lembrando que a somatória
integrada dessas práticas, em
constante vivência e aprofundamento em nosso dia-a-dia, tem o
poder de nos
trazer um campo energético de força mais
estável e menos vulnerável às
intempéries tanto do ambiente externo quanto aquelas
oriundas de nossos próprios
pensamentos e emoções desequilibrantes.
São eles: 1
– Aprender a dar respostas de cura; 2
– Aumentar a força e o poder
energético, vitalizando o corpo e nutrindo o
sistema imunológico; 3
– Descarregar as tensões, os desagravos e as
mazelas; 4 – Quebra de Freqüência – especialmente pausas, ritos de recomeço e vivência de atividades de prazer e auto-realização entre uma atividade e outra; 5 – Ouvir com sabedoria; 6 – Integrar aos hábitos diários Instrumentos e Práticas de Cura e Expansão de Consciência. 1
– Aprender a dar respostas de cura As respostas de cura
compreendem uma dança energética bastante sutil
com o fim de tornar uma situação
o mais brevemente possível, e da forma menos dispendiosa, o
mais confortável
possível tanto para si quanto para aquele(s) com quem se
estiver interagindo. Normalmente, nossas ações
e respostas às situações acabam por
perpetuar falsas crenças nossas e das
outras pessoas, levando a atritos e desconfortos. Mesmo que muitas
vezes consigamos nos livrar temporariamente de
situações ruins, acabamos
apenas postergando-as novamente para mais tarde e ainda abrindo
possibilidade
para que outras pessoas venham a se ver brevemente no mesmo tipo de
embaraço
com as pessoas com quem acabamos de lidar e, por
conseqüência, estamos sempre
encontrando pessoas que estão trazendo falsas
crenças reforçadas de outros
relacionamentos. Exemplos muito simples
dessas falsas crenças são, por exemplo, os de
pessoas que, inclusive em níveis
muito inconscientes, sempre se fazem de coitadinhas para conseguirem o
que
querem, ou ainda conseguem sempre o que querem dando chiliques ou ainda
impingindo medo aos outros. Quanto mais conseguem as coisas dessa
forma, mais
seguem agindo sempre assim. Com todos... As respostas de cura
envolvem desde posturas físicas diante de outras pessoas(*),
passando por
concentrações em determinadas
programações mentais e se desdobram sob a
ótica
de nossos propósitos e ainda em movimentos
energéticos mais sutis. Aprender a dar respostas de
cura envolve mudar crenças ligadas a lidar consigo e
também com as outras
pessoas. A mudar pontos de vista. Acessar conhecimentos que
vão muito além
simplesmente do campo racional e ainda a desenvolver uma
percepção mais sutil
e sensível, abrangendo inclusive campos
energéticos. Na grande maioria dos
casos, as pessoas quando se sentem mal em determinadas
situações ou encontros,
costumam dizer que se sentem sugadas, que o lugar, a
situação ou a(s)
pessoa(s) sugou(ram) a sua energia. Não apenas uma
situação de sugação
energética
pode nos levar a nos sentir mal ou desequilibrados. Está se
tornando cada vez
mais comum o conceito de vampiro energético, mas
também podemos vir a ficar
energeticamente desarmônicos não apenas por ter
ocorrido algum tipo de sugação
energética, mas também por não ter
ocorrido comunicação de qualidade
(aceitação e entendimento mútuos),
ataques energéticos(**), invasão
energética
ou apresentação de resistência e
rigidez excessiva a nossas tentativas de
interação. Para aprender sobre
respostas de cura, o que são e como aplicá-las,
aprenda sobre o que são e
como lidar com as estruturas
de defesa de personalidade, especialmente a como interagir
positivamente com
as pessoas que apresentam cada uma das cinco defesas citadas no conteúdo
específico que trata desse assunto. 2
– Aumentar a força e o poder
energético, vitalizando o corpo e nutrindo o
sistema imunológico. Para entender como funciona
nosso equilíbrio energético como um todo, podemos
fazer uma analogia com o
sistema imunológico: embora a grande maioria dos
imunologistas da atualidade se
detenham excessivamente em evitar o contato das pessoas com os
possíveis
agentes causadores de patologias, especialmente os vírus,
todos sabemos pela
observação e pela prática que uma
pessoa fortalecida não desenvolve
determinadas doenças, mesmo tendo sido submetida
às mesmas situações que
outra pessoa. Grande parte desse fenômeno pode ser
atribuída às diferenças
dos sistemas imunológicos das pessoas envolvidas, pois um
sistema imunológico
forte, equilibrando e bem estabelecido é capaz de transmutar
facilmente todos
os tipos de contatos e agressões com agentes externos. Quando se afirma “todos
os tipos”, pressupõe-se aí uma
extrusão ao pensamento puramente científico
atualmente predominante, que vê e estuda apenas causas
físicas e tangíveis
dos fenômenos. Uma pessoa bem fortalecida emocional e
psiquicamente, por
exemplo, terá muito mais facilmente uma
reação positiva ao entrar em contato
com idéias e sentimentos ligados a tristeza,
desânimo, depressão e pessimismo
do que outra pessoa já frágil em suas
condições da razão e da
emoção. Indo a um nível ainda mais
além, já bem aceito atualmente por aqueles que
estão no caminho do
desenvolvimento pessoal e da expansão de
consciência, pode-se aceitar e
pressupor que até mesmo o contato com
situações de acidente ou agentes
infectados (como acontece numa transfusão de sangue)
poderão ser previamente
evitados por um sistema psíquico equilibrado e descarregado
no que diz respeito
às ações do inconsciente, por
intermédio da evitação intuitiva de
seguir
por determinados rumos, realizar determinadas tarefas, lidar com
determinadas
pessoas etc. Dessa mesma forma é o
sistema energético: sentir-se-á sugada, invadida
ou atacada energeticamente
muito mais facilmente uma pessoa com seu sistema energético
em baixa e/ou
desequilibrado do que uma outra pessoa que se encontrar com ele bem
carregado e
equilibrado. O primeiro passo, então,
é manter o sistema energético carregado,
sentir-se bem e disposto física, psíquica,
espiritual e emocionalmente para viver e lidar com o dia-a-dia e com
seus
desafios. Existem quatro fontes muito
importantes para obtenção de energia:
Para ter um sistema bem
carregado e se sentir disposta, a pessoa deve observar muito bem esses
itens, na
ordem em que estão apresentados acima. Todos já
estão apontando para links
com textos específicos desdobrando cada um deles, como fazer
e proceder para
usufruir seus benefícios e integrá-los aos seus
hábitos de vida. Caso a baixa
energética seja sentida constantemente pela pessoa, ela deve
também ver com
especial atenção as questões
referentes à defesa
carente, particularmente sobre como dissolvê-la. Para manter o sistema energético
equilibrado, uma vez ele já estando carregado, os outros
fatores que se devem
observar são: ·
utilizar
as energias pessoais com
sabedoria, evitando desperdícios e perdas
energéticas desnecessárias. Saber
utilizar as energias sexuais corretamente, evitar
intoxicações por alimentos
biocídicos e/ou por drogas (especialmente o
álcool) e evitar os excessos
de uma forma em geral fazem parte deste tipo de cuidados consigo mesmo; ·
as
respostas de cura já citadas;
e ·
manter
o corpo emocional
descarregado (descrito no próximo item). Como não há diferença entre o mundo físico e o mundo não físico, é muito importante que a pessoa tenha em conta que poder energético adequado envolve um corpo físico forte, pois um corpo fraco não sustenta um espírito forte. Neste particular, a saúde e vitalidade físicas devem ser evidentes e dois pontos chaves nesta questão são:
3
– Descarregar as tensões, os desagravos recebidos
(desaforos, ofensas etc),
bem como as mazelas geradas por adversidades, desafios e
frustrações com o máximo
de tempestividade possível. O acúmulo emocional deixa
nosso sistema energético enfraquecido, com
tendências a gerar reações
desproporcionais aos estímulos recebidos. Assim, por
exemplo, podemos estar
recebendo algum tipo de assédio energético, mas
algo muitas vezes sutil demais
para estar nos gerando tantas adversidades e dificuldades, o que pode
estar
ocorrendo em razão do nosso sistema já estar
sobrecarregado com emoções
antigas mal resolvidas e acumuladas em nossa memória celular
e em nossa cadeia
muscular. É muito importante para a
proteção energética:
4
– Quebra de Freqüência Praticar a quebra de
freqüência
e a abertura para o campo de infinitas possibilidades –
não ficar apegado aos
sentimentos e eventos ruins, remoendo-os, abrindo espaço
para atrair coisas em
outras freqüências, coisas boas, positivas,
enriquecedoras. A prática de quebra de
freqüência pode ser prazerosamente
incluída em nossas vidas através da
inserção
de pausas e ritos
de recomeço,
alinhamento e vivência de atividades de prazer e
auto-realização entre uma
atividade e outra, especialmente após as atividades e
contatos que tenham
gerado desgastes. Uma pessoa que pratica meditação terá mais facilidade para realizar quebras de freqüência, especialmente se ela já alcançou por indução consciente ao menos uma vez em sua vida um estado de parada total dos pensamentos, da sensação de tempo e do ego.
5 - Ouvir com sabedoria Duas
orelhas e uma única boca. Uma parte importante ligada
à proteção energética diz
respeito a saber ouvir com sabedoria. Muitas vezes as pessoas com
as quais interagimos e posteriormente nos sentimos desenergizados
são pessoas
das quais gostamos muito ou às quais estamos tentando
ajudar, até mesmo por
dever de ofício. É comum que uma pessoa ao
relatar um problema, uma mazela de sua vida, transmita a energia
dissonante na
qual está envolvida ou que gerou o fato. Ouvir com sabedoria é uma
das oito técnicas citadas pelo Dr. David Servan-schreiber em
seu livro “Curar
o stress, a ansiedade e a depressão sem medicamento nem
psicanálise”, com o
título “Escutando com o
coração”. Na realidade, todos nós
trazemos o anseio íntimo de resolver nossos
próprios desafios com nossas próprias
forças. Entretanto, é muito comum nos envolvermos
excessivamente, inclusive
com toda a boa vontade e intenção, nos problemas
de outras pessoas. Embora
esse envolvimento possa ter um propósito nobre, na grande
maioria dos casos
pode trazer efeitos adversos, tanto ligados a estarmos
involuntariamente
invadindo o espaço energético e espiritual da
outra pessoa (veja questões
ligadas a defesa invadida) quanto a também estarmos nos
envolvendo com os
problemas dos outros de modo a nos contaminarmos com eles e acabarmos
por ser,
mais tempo, menos tempo, mais um a precisar de ser ajudado. Ouvir com sabedoria demanda
cumprir um roteiro simples e muito eficiente de conduzir o
diálogo passando por
esses cinco direcionamentos:
I.
Histórico – o que aconteceu Esta parte diz respeito a
ouvir o que aconteceu com a pessoa, qual foi o caso, a
estória, os fatos em si.
II.
Efeito – como a pessoa se sente Após saber o que ocorreu,
pergunte como a pessoa se sente. Isso em muitos casos pode parecer
previamente
banal, pois pode-se deduzir que a partir de uma
situação ruim a pessoa esteja
se sentindo ruim. Mas muitas vezes isso pode ser surpreendente para
quem ouve,
pois quem ouve parte do pressuposto de seu próprio universo
de vivências e
padrões de respostas emocionais. O que se ouvirá
nesta parte pode surpreender.
Mesmo que não seja surpreendente pode trazer muito
esclarecimento tanto para
quem ouve quanto para quem fala, pois tantos sentimentos bons quanto
ruins tem
uma matiz, uma gama, muito grande de variações,
colorificações e tons
distintos. A própria pessoa que fala, que está
contando sua estória pode
estar tendo a primeira oportunidade de trazer à tona
racionalmente como está
se sentindo, pois muitas vezes, em meio ao turbilhão de
emoções se quer houve
espaço interno para se organizar perceptivamente. III.
Problema – o que mais incomoda a pessoa na
situação Se a pergunta anterior pode
gerar efeitos surpreendentes, esta quase inevitavelmente
trará luz sobre o
andamento da narrativa e especialmente sobre o entendimento de quem
está
ouvindo. É uma pergunta mágica: “o que
mais está te incomodando nisso
tudo?”. As respostas além de
trazerem as matizes emocionais da pessoa trarão aspectos de
sua vida que quem
ouve muitas vezes se quer poderia supor. Para quem conta sua estória,
se deparar um essa pergunta também ajuda a focar a mente
sobre a questão
principal e que é o eixo central de toda a busca envolvida
no fato ruim,
apontando o fundo do poço. Falar em fundo do poço
pode parecer algo ruim ou
pessimista, entretanto, quando estamos lidando com
situações difíceis devemos
ser reais e também ao mesmo tempo buscadores da luz. E para
se subir, se
retomar nada como estar no fim do poço, pois este
é o limite, é o lugar a
partir do qual só se pode subir. E muitas vezes a pessoa
fica adiando esse
entendimento, só retardando seu auto-resgate e o processo de
retorno. IV.
Recursos – quais os recursos aos quais a pessoa
pode lançar mão para
lidar com a questão Após essas três primeiras
fases, a situação estará bem clara e
definida. Pergunte, então, à pessoa
quais são os recursos que ela tem para lidar com essa
situação. Neste ponto, a maioria das
pessoas saberá dizer coisas que tem em seu favor para ir
trabalhando a situação
de forma a mudá-la ou de ir agindo até que ela
vá se dissolvendo, esperando
uma oportunidade melhor para transformá-la de vez, ou mesmo
reconhecer que tudo
o que se tem a fazer é aguardar o tempo passar procurando
estar da melhor forma
possível, lançando mão desses mesmos
recursos elencados pela pessoa, enquanto
essa espera decorre. Entretanto, algumas pessoas
estão tão atoladas emocional e psiquicamente que
se quer conseguem citar
alguns recursos em seu favor. Procure aguardar ao máximo
antes de fazer
qualquer inferência neste momento. Se realmente
não ocorrer nada à pessoa,
você poderá falar de acordo com o que conhece ou
percebeu dela sobre algumas
sugestões e exemplos de recursos. Caso não tenha
percebido nada, tente falar
de recursos genéricos que todos temos e que você
sinta que são pertinentes
para a situação. Caso você
também não tenha nada a acrescentar, passe para
o passo seguinte. Na hipótese de a pessoa
já
ter dito o que pode ajudá-la por si mesma no dia-a-dia,
ainda pode caber de
falar de outras coisas que você e/ou percebeu e que ela
não citou. Esta área dos recursos
para lidar com as situações é muito
vasta. As terapias e os elos entre as
pessoas são grandes fontes desses recursos. Um local
agradável perto de onde
se mora e se possa estar por alguns momentos por dia também.
Os exemplos são
infinitos e até inusitados. As práticas de cura e
expansão de consciência são
ótimos recursos de uma forma em geral. V.
Empatia – falar como se sentiu ouvindo esse
relato Após ter concluído as
etapas acima, diga à pessoa como se sentiu ao ouvir a
estória dela. Seja
sincero(a). Diga como ouvir aquilo te tocou enquanto você
ouvia. Após concluídas essas
cinco etapas haverá uma mudança ocorrida tanto em
você quanto na pessoa, sem
que isso deixe laços abertos entre vocês, mesmo
que ambos possam ter sido
impressionados pelos efeitos da conversa. Experimente ter esse tipo de
abordagem
como hábito para questões simples e é
provável que um dia você se
surpreenda com os efeitos que isso poderá ocasionar em
relação a uma situação
crítica ou extrema passada por uma pessoa que posteriormente
venha a ter
contato contigo, que seu envolvimento prévio com essa pessoa
já seja bastante
profundo ou inexistente.
6 – Integrar aos hábitos diários Instrumentos e Práticas de Cura e Expansão de Consciência A expansão da consciência, por si só, já é fator de grande valia na proteção energética, uma vez que faz com que a pessoa perceba cada vez mais precocemente as variações energéticas, podendo reagir cada vez mais tempestivamente a elas, com mais eficiência e menor esforço. Os Instrumentos e Práticas de Cura e Expansão de Consciência além de redundarem nesse potencial de reação progressivamente mais eficiente também servem como agregação de recursos auto-disponíveis para quebra de freqüência e aumento e conservação da força e do poder energético.
FINALIZANDO
- uma coisa muito importante: este conteúdo aborda a
questão da proteção
energética. Entretanto, não há
diferenças entre o mundo físico e o mundo
não
físico. Um cadeado numa porta de ferro, por exemplo,
é uma grande manifestação
de proteção, representando uma energia forte e
específica que alguém
previamente empregou em determinado local com os fins de
proteção. Para uma
boa manifestação de
proteção, a pessoa deve cuidar e focar essa
energia de
uma forma em geral: não fique rezando sem trancar as portas
(erro dos que
valorizam apenas o mundo astral), mas também não
se tranque dentro de uma casa
que é uma verdadeira prisão sem prestar
atenção à qualidade do contato e
abertura emocional que as pessoas mais próximas
têm com você (erro daqueles
que veêm apenas o mundo material, nada além
dele...).
Arquivo atualizado
em 23/01/07 Envie seu comentário e/ou sugestão de inclusão para o conteúdo desta página:Luiz Antonio
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