A Condição Humana


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Trará, dentre outros, o desdobramento dos seguintes conteúdos:

Condição e a Natureza Humana

– Viver em Sociedade – o que nos leva ao desenvolvimento emocional

– Viver do Próprio Trabalho – o que nos leva ao desenvolvimento intelectual

Seus Potenciais Ilimitados

Como possibilidade de iluminação ou até mesmo imortalidade, inclusive com os custos daí decorrentes, como a possibilidade de crise existencial, depressão por causas psíquicas etc…

Exclusividades Humanas

Esse estado de consciência e manifestação individualizado tão peculiar, como:

  • Humor
  • Ansiedade de Cair
  • Planejamento
  • Arte
  • Consciência da Criação Universal

O Corpo Humano

  • freqüência 13 X 20;
  • relação da funcionalidade dos órgãos e sistemas com o equilíbrio e desequilíbrios de manifestação (inclusive as doenças);
  • distinção entre o corpo humano (matéria física decorrente da encarnação) e a forma humana, possível a entidades não encarnadas.

Você percebe outras exclusividades da condição humana? Então contribua enviando suas idéias através do formulário ao final desta página.


FRAGMENTOS:

Considerações sobre o Humor

O ser humano é a única criatura que acha graça das coisas, no sentido “graça” associado ao riso, pois podemos perceber claramente que animais e mesmo plantas facilmente entram em estado de “graça” com o sentido de apreciação e integração com o momento.

A hiena é um animal que ri, mas não em decorrência de achar graça das coisas e sim em decorrência de um espasmo nervoso. Aliás, a hiena é um animal peculiar e há até uma piada sobre essa questão dela rir que diz “a hiena come fezes todos os dias, transa uma única vez por ano e vive rindo…”.

É bastante ousado começar um conteúdo sobre o humor trazendo à tona uma piada com tônica de humor negro, mas pode ser pertinente também para mergulharmos nessa vibração de modo a evocar a correta profundidade que este tema merece…

Continuando na inspiração da hiena, na idade média haviam duas escolas filosóficas que divergiam entre si sobre a questão de o ser humano ser essencialmente bom ou essencialmente ruim. Nesse contexto surgiu uma frase que ficou traduzida para o português como “o homem é o lobo do homem”. Originalmente, essa frase era “o homem é a hiena do homem”.

Era uma comparação no seguinte sentido: a hiena anda em bandos e come os outros animais (= a primeiro estágio do ser humano, agrupa-se para superar os desafios do meio); uma vez que faltar alimentos, as hienas começam a comer umas às outras (= ao segundo estágio humano, quando o conflito passa a ser entre os seres humanos); a última hiena a sobrar da matilha, na falta de alimentos, começa a comer as próprias patas (= ao terceiro estágio humano, dentro do qual a pessoa consome a si própria: seus próprios desafios existenciais a levarão a dar o salto e ir além da condição humana…).


Bases e desafios do humor

O inusitado

Uma das bases mais profundas dentro das quais o humor pode ser manifestado é através da conversão, recondução ou criação de energia “do nada”…

Muitas piadas têm um final inusitado. A frequência está sendo conduzida por um determinado caminho. O ouvinte acredita que a trama irá tomar sendo encaminhamento, quando, de repente, algo inusitado acontece, a frequência é reconduzida ou convertida, tem-se a sensação de estar sendo conduzido para determinado ponto e vem, então, um salto quântico e “aparecemos” num novo local, situação ou perspectiva.

Dizemos que uma pessoa é “espirituosa” quando ela lança mão de percepções e manifestações que são inovadoras, que aproveitam a frequência dos acontecimentos e apresentam encaminhamentos inusitados, inteligentes, inesperados, saudáveis em relação a oferecer / propor algo novo para as interações que estão em curso.


Ironia

A ironia pode ser considerada uma figura de linguagem dentro da qual algo é dito com um sentido oposto ao que se está literalmente dizendo, algo como “ai, que lindinho…”, quando se está referindo a alguma coisa muito feia…

Este conteúdo sobre humor começou falando de coisas muito sérias e até sem graça, mas o propósito maior se faz esclarecer justamente agora: lançar mão do humor de forma equivocada ou forçada pode levar a sérios desentendimentos.

É claro para todos, por exemplo, o quanto as piadas sectaristas fazem mal à humanidade, é um falso humor. Como dito anteriormente, o humor verdadeiro cria energia “do nada”. Isso representa o nível de consciência humana frente à criação. No falso humor tira-se energia, muitas das vezes de forma forçada e roubada, de um lugar e coloca em outro. Algo do tipo “tirar sarro” da cara de alguém para outros rirem. Qual a graça disso? Isso na realidade denota diretamente limitação de consciência: como podemos rir de alguma coisa quando a propulsão desse riso é justamente sobre quem está sofrendo?

Nessa linha temos todas as séries de piadas de loiras, obesos (ou gordos, como são normalmente apresentadas as piadas), negros, carecas e todos os demais grupos utilizados de forma rechaçada para roubar energia das pessoas.

A ironia tem uma conotação “negativa” na maioria das vezes, mas muitas vezes pode ser engraçada entre pessoas que estão se comunicado com amor, desde que se esteja atento a sua correta colocação e percepção.


Repetição

A repetição é outra base utilizada para fazer humor e isso é engraçado. Só de uma pessoa repetir um ato banal continuamente isso pode gerar graça. Vários humoristas já fizeram isso e continuam a fazer… Por exemplo: um cara passa por baixo de uma escada; para, olha pra cima. Passa novamente, para, olha pra cima. Mais uma vez, para, olha pra cima de novo. De alguma forma, isso começa a mexer com a percepção da platéia. A energia começa a circular e isso tem o potencial de gerar “algo” engraçado de alguma forma…


O Ego e a Personalidade Humana

A individualidade progride na escala de evolução no sentido de chegar ao grau de autopercepção enquanto uma personalidade. Um inseto, por exemplo, é individualizado, mas não chega a ter uma personalidade propriamente dita. Os membros de uma espécie dessa natureza são quase indistintos entre si. Seu comportamento e hábitos são basicamente os mesmos. Em certo momento, um o outro indivíduo de uma espécie assim podem até estar apresentado um comportamento um pouco mais diferenciado, mas isso se dará muito mais em decorrência de uma circunstância específica do que por conta de uma autodeterminação ou direcionamento interno.

Ao atingir o grau e desenvolvimento de personalidade, esta passa a ser para o ser individualizado um método por intermédio do qual se evolui.

As pessoas podem lançar mão de muitos métodos para evoluir, como yoga, substâncias, estudo, orações, dentre tantos outros. Entretanto, o maior dos métodos é a própria pessoa, a personalidade, seu transcurso de vida e as situações criadas dentro desse transcurso. Ter consciência disso traz um novo grau e graciosidade em percorrer o caminho, trilhar a jornada.

A partir de uma consciência nesse estágio, poderemos ter o up grade de sempre podermos nos perguntar em situações difíceis ou infortúnios o que temos a aprender com aquilo, o que o método, a criação está nos dando a oportunidade de aprender, qual o aspecto causal daquilo.

O ego pode ser entendido como sendo a própria autoconsciência da personalidade e, assim como a mente, não é um vilão, não deve ser aniquilado, mas nutrido até que se transforme e se entregue para a compreensão de que é muito mais do que si mesmo.

Dentro desse método, a formação, transformação e evolução da personalidade, há uma programação para resistir até as últimas conseqüências, mesmo que essas conseqüências levem à morte, à entrega para a dissolução do self separado, pois isso representa para a personalidade a própria morte. Quando conseguimos atingir o nível de dissolver a personalidade conscientemente, sem chegarmos a morrer para tanto, percebendo e vivenciado realmente a unidade de todas as coisas, vendo e sentindo o meio externo como sendo nós mesmos, estamos então muito próximos ou mesmo já dentro do estado que chamamos de iluminação.


Lembre-se: você é o método. Tudo é amor.


Arquivo atualizado em 03/06/2015     |     Versão Preliminar 1.3 – 1ª Versão: Julho/2007

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