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Somos Sempre o Melhor do que Podemos Ser


Dentro do budismo há um pressuposto de que todo ser humano procura ser feliz e evitar o sofrimento. Isso é bastante razoável. Podemos aceitar esse postulado sem muita resistência.

Se temos todos, então, este direcionamento, por que somos tão infelizes e sofremos tanto?…

Parece óbvio que quando alguém erra, falha ou atrai qualquer desventura, dissabor, desgraça ou qualquer outra coisa nesse sentido, é em decorrência de não conhecer ou conseguir manifestar uma forma melhor de ser ou de agir…

Trazer para a consciência que sempre somos o melhor do que podemos ser, nos direciona para aceitarmos a nós mesmos, abrindo assim o caminho para podermos nos amar, além de dar alicerces para desenvolver compaixão e perdão pelo próximo e por nós mesmos.

É interessante essa programação ser adotada não apenas sob a ótica do “Eu”, mas também do “Nós”. O benefício, assim, é dobrado, pois atingirá o efeito direto não apenas sobre a própria pessoa, mas também nutrirá nela a bênção da compaixão pelo entendimento de o outro estar sendo o melhor do que pode ser até aquele momento, mesmo quando nos fere…


Somos Co-criadores da Realidade

Assumir esta crença nos relembra do nosso caráter divino e resgata nossa responsabilidade por nós próprios e por todas as coisas.

A parte difícil é aceitarmos que toda a miséria com a qual tomamos consciência neste mundo faz parte, de alguma forma, do que criamos e manifestamos a partir da mente universal e de nossas mentes superiores. Mas há boas notícias também: criamos isso tudo, mas também podemos trabalhar no sentido de resolver todo esse desmantelo.

Leia o texto “Hoponopono” para ver uma história encantadora de um terapeuta que curou um pavilhão inteiro de pacientes criminais insanos, sem sequer ver nenhum deles pessoalmente, para ter contato com uma abordagem muito rica sobre essa questão do nosso poder de curar a realidade externa a partir do trabalho interno e da aceitação de nossa responsabilidade sobre a realidade.


O Mito de Gaia faz muito sentido e é real

O Mito de Gaia é o entendimento da Terra como sendo um organismo vivo, do qual todos fazemos parte e também do qual todos dependemos para viver.

Todas as civilizações têm seus mitos. Na civilização moderna, especialmente na ocidental, essa percepção do mito ficou um pouco esmaecida e até mesmo inexistente em muitos nichos sociais. O materialismo científico dominou complemente em muitos locais.

Muitos esquemas religiosos estão instalados trazendo configurações, doutrinamento e sistemática com poderes de mitos incrustados dentro de si. Mas esses sistemas têm funcionado muito mais como uma forma de aparelhagem ideológica de estado para manter o interesse das classes dominantes do que como qualquer tipo de propagação de conhecimentos de ordem superiores de entendimento mais elevado.

Os mitos são recursos alegóricos dos quais muitas vezes as esferas superiores lançam mão para nos trazerem a frequência de entendimentos a respeito dos quais nosso sistema de comunicação ainda não possui recursos para alcançar.

Os mitos também podem ser entendidos como estórias não verdadeiras, não reais, mas tomadas por verdadeiras por um determinado povo ou civilização. Não que a Terra não seja mesmo um organismo vivo, fazendo parte de uma inteligência superior. Mas nos vimos tão envolvidos com o materialismo científico que passamos a vê-la como um grande corpo do reino mineral. O Mito de Gaia traz uma base bastante poética, ancorada na arte e também na lógica para lançarmos um novo olhar sobre nossa condição de estarmos vivendo aqui e agora, na Terra, neste momento.

Há algo muito necessário e importante a ser pensado e falado por cada um de nós para essa energia vibrar cada vez mais forte: “Eu amo o planeta Terra”. Deite no chão, abraçando a Terra e repita isso: “Eu te amo”. Mentalize o Planeta enquanto faz isso…


Precisamos Mudar o Modo de Vida na Terra

Uma vez acordados para o fato de a Terra ser esse organismo do qual fazemos parte e do qual dependemos para viver, fica óbvio que devemos mudar nosso modo de vida para evitar a rota de colisão, a destruição do Planeta e de nós mesmos, em mais ou menos tempo, caso continuemos, enquanto espécie humana, a nos comportar e reproduzir da forma como estamos vindo fazendo nos pelo menos últimos 10.000 anos e aceleradamente nas últimas décadas em decorrência do avanço tecnológico “burro” que criamos.

Há muito a ser dito sobre isso. Esta crença nos leva a uma consciência social, de importância enquanto civilização contemporânea muito além do escopo aberto para ser discutido nesta monografia em específico da Programação Mental. Reconstruirmos o arcabouço das nossas crenças é um grande passo, mas há muitas providências, desdobramentos, ações, cenários e tantas outras coisas específicas para serem vistos separadamente e com muito cuidado e atenção. O conteúdo sobre os Aspectos Sociais da Cura é o fórum adequado onde isso está em desenvolvimento e é apresentado.

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