Sensações e Reações


Na Versão Completa ou no livro Caminhos da Cura estão expostos alguns dos efeitos possíveis durante o processo de hiperventilação, que é o mais radical dentro das práticas respiratórias. Se estiver preparado(a) para esses efeitos, conseguirá atravessar todos os demais desafios da respiração consciente sem maiores problemas, recebendo seus inestimáveis benefícios.


Os sinais […] indicam trechos disponibilizados na VERSÃO COMPLETA ou no livro Caminhos da Cura.


As reações e sensações possíveis quando uma pessoa começa a respi­rar conscientemente são realmente profundas. A mudança na vida, no poder e na expansão de consciência são relevantes.

Para os mais “desconfiados”, recomenda-se começar bem lentamente, com exercícios leves e progressivos, pois as mudanças na vida são grandes e, o mais delicado, experiências pontuais dramáticas podem ocorrer.

Em seguida, estão expostos alguns dos efeitos possíveis durante o processo de hiperventilação, que é o mais radical dentro das práticas respiratórias e do nível mais profundo mesmo quando comparado com experiências com substâncias psicoativas. Se estiver preparado(a) para esses efeitos, conseguirá atravessar todos os demais desafios da respiração consciente sem maiores problemas, recebendo seus inestimáveis benefícios.

  • Garganta e boca seca;
  • Formigamento localizado ou generalizado na pele;

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É bom todo o seu trabalho, numa situação assim [com efeito de dor de cabeça durante a hiperventilação], envolver perceber o quanto, ao inspirar, você aumenta mais ainda seu padrão acelerado e como isso está sendo refletido em seu tônus muscular geral e bem mais especificamente nas áreas onde você vier a perceber que consegue chegar a um estado como colocando pressão de dentro para fora nessas áreas tensas.

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Caso queira fazer a hiperventilação por conta e risco próprio e não solicitou a versão completa ou não leu nenhum livro à respeito do assunto (indicado aqui: Respiração, Angústia e Renascimento – José A. Gaiarsa), apenas esteja atento(a) e saiba que a técnica é simples, o delicado está em lidar com a profundidade vertiginosa de reações, daí a importância da informação e/ou acompanhamento profissional, saber como lidar com o provocado em si e não como provocar o efeito.

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Muitas vezes, ocorrem sinais e movimentos que lembram os de um recém-nascido, criando uma espécie de psicodrama. Muitas vezes o re-experimentar do próprio parto impõe-se com força. A re-experiência do parto é de todo real em muitos casos.

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Praticada muitas e muitas vezes, a hiperventilação traz mudanças amplas, profundas e estáveis de personalidade. Ficamos mais fortes, mais alegres, mais compreensivos, mais serenos, com pouco ou nenhum desespero, depressão, rancor, confusão. Traz ainda clareza emocional, facilidade de decidir, firmeza em realizar o decidido – pela redução considerável dos mil pensamentos inúteis que ocupavam nossas cabeças a maior parte do tempo. Não deixa a vida “um mar de rosas”, mas tem a capacidade de torná-la mais expressiva e significativa.

Gestantes entre o 1º e 3º meses e entre o 6º e 9º devem se abster de realizar o processo, pois podem ocorrer induções ao aborto ou desconfortos gerados pelo princípio desse processo.

Um reforço de alerta:

No caso de resolver fazer apenas com as informações gratuitamente divulgadas aqui no site da Vivência em Cura, não pare a hiperventilação em hipótese nenhuma durante um eventual estágio ruim ou muito ruim do processo, pare apenas após atravessar as fases ruins, quando já estiver se sentido bem.


Harmonização com a EFT

Em decorrência desses aspectos todos dramáticos e profundos, muitas vezes, uma pessoa sem condução externa e experiente pode ficar desnorteada ou temerosa com os processos de hiperventilação e renascimento. Entretanto, muitas tantas outras pessoas conseguem sim se autoconduzirem no processo desde a primeira vez. Sou grato por me auto ter conduzido desde a primeira experiência. Hiperventilei por oito anos seguidos todos os dias. Parei uns tempos. Fiz umas variações. Retomei e continuo respirando sempre e muito.

Uma coisa bastante boa e interessante para se experimentar junto com a hiperventilação é a prática da EFT (Emotional Freedom Techniques ou Técnica de Libertação Emocional), aplicar as batidas com as pontas dos dedos nos pontos de aplicação da EFT, realizar as rodadas básicas, sucessivamente enquanto hiperventila.

Essa associação de técnicas é bastante poderosa, evitando muito dos processos dramáticos deflagrados pela hiperventilação sozinha, sem, entretanto, despotencializar o poder de processamento e resolução de questões internas relevantes e profundas.

Se tiver algum tipo de receio em praticar a hiperventilação, aprenda primeiro a EFT e, então, se dê de presente realizar sessões longas (acima de 30 minutos consecutivos) unindo as duas técnicas. Você verá que os resultados são realmente muito bons, resolutivos, interessantes. Entretanto, como já dito, em algum momento, quando se sentir mais seguro(a), realize rodadas profundas apenas de hiperventilação para ir bem fundo nesse processo. De qualquer forma, já conhecendo a EFT, se, em algum momento de um processo muito intenso com a respiração, achar que não vai dar conta sozinho(a), poderá lançar mão de começar os processamentos com EFT para processar e equilibrar tudo, até que as reações difíceis de serem vividas e sentidas se diluam e você fique apenas com os benefícios colhidos…  🙄


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