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Considerações


Ressalta-se que:

  1. Não somente através do uso de princípios psicoativos podemos alcançar estados alterados ou expandidos de consciência (veja texto específico), que induzem a um forte impulso para alavancar experiências iniciais dessa natureza (agradáveis ou não, controladas ou não…).
  2. A vivência do fenômeno místico depende da abertura da pessoa para tal evento, dependendo da confluência de diversos fatores distintos.
  3. Para não ocorrer o citado anteriormente de experiências difíceis ou assustadoras é muito importante o autoconhecimento, expansão da consciência e fluência da pessoa com todo o tipo de conhecimento descrito por todo o material da Vivência em Cura. Um bom preparo e vivência dentro de tudo abordado no site do Projeto pode inclusive converter experiências até mesmo de ataques energéticos ou aparições de entidades assustadoras em momentos de quebra de frequência, análise, aceitação, transmutação, crescimento, aprendizado e integração de desafios, sombras, oportunidade de unicidade. Em outras palavras: perda do medo e domínio em adversidades dessa natureza.

Em momentos e ambientes terapêuticos é comum a manifestação desse fenômeno, especialmente para quem está na prática da vivência terapêutica já há algum tempo. Entretanto, não utilize essa situação para focar essa vivência, especialmente se a estiver buscando pela primeira vez, sob a pena de desfocar o foco terapêutico de seu propósito e desvirtuar ambas as experiências (terapêutica e mística), abrindo canal inclusive para a ocorrência de surtos negativos de percepção e comportamento.

Estados meditativos e de ressonância profunda são os caminhos mais suaves e seguros para este tipo de evento, embora sejam mais demorados e exijam sua prática, estudo e vivência por longos períodos…

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Referências

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