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Programação Mental


Pensar causa. Pense bem.

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A versão completa deste conteúdo possui 98 páginas impressas em tamanho A4 e desdobra todos os itens apresentados no menu, formando um todo completo e coeso para o trabalho de programação mental.

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I - Força sem Limites. 5

Realidade, o que é isso?... 5

Natureza da Consciência. 6

II - Entendimento da força das crenças e seu impacto sobre a realidade e nossas vidas. 7

Diferença entre crenças, pensamentos e percepções momentâneas. 7

Distinção entre Conhecimento e Crenças. 8

Como se estrutura uma crença. 8

Referendo da razão. 8

Experiência própria. 8

Valor inquestionável atribuído a um depoimento. 9

Faça a opção pelas crenças benéficas. 10

Ancore-se em crenças benéficas, alimente-as. 11

Neutralidade. 13

Lei dos opostos. 13

O Caminho do Meio. 13

Foco de Pensamento e Mudança Efetiva da Realidade. 14

Velocidade, normalmente lenta, para a integração de novas crenças. 14

A Metáfora da Curva do Navio. 15

Imaginação. 16

Visão pessoal de mundo. 16

Força do Pensamento Dominante. 17

Teoria do Centésimo Macaco. 17

Influência dos Mitos e Sistemas de Crenças e Sistemas Religiosos Dominantes sobre a saúde e história coletiva. 18

O livre arbítrio manifesta-se a partir da mente. 18

Ponto “X” do Livre Arbítrio. 19

Conexão com o presente. 19

Ficar de Boa. 19

Para você, é desafiante ficar de boa? É fácil? Não sabe dizer?... 20

E ainda sempre tem uma “coisinha”... 20

Desafio consciencial 20

Por si só, ficar de boa, resolve as coisas?. 21

Âncora da Verdade. 21

Cuidado com o que tomar como sendo crença verdadeira. 23

III - Estrutura Geral do Pensamento e da Mente. 24

Mente – o que é isso?... 24

Funcionamento da Mente. 24

Pensamentos, Consciente, Inconsciente, Subconsciente, Cérebro. 24

Hemisférios Cerebrais Esquerdo e Direito. 27

Cérebro Triúno. 28

Mente Inferior e Mente Superior 29

Sintonização: pensamentos como frequências mentais. 32

Mente como parte do sistema quaternário dos corpos inferiores. 33

Inteligência Analítica / Inteligência Emocional / Sabedoria. 35

Inteligência Multifocal 36

Estruturação Sobreposta do Campo Mental 37

Caráter linear, quântico, espiralado, geométrico e multimanifestacional da mente. 38

Fluxo da energia dentro do processo criativo. 38

Disponibilidade Energética e Esgotamento Mental 39

Velocidade, distância e separação entre pensamento e realidade manifestada. 40

A imprescindibilidade da meditação no processo. 41

Desidentificação (frisando...) 42

Impecabilidade. 43

A realidade criada como reflexo de nossas crenças. 44

Nosografia. 44

Leitura Corporal 45

Organização da Mente. 46

Atos Falhos. 46

Como é sua caixa postal?... 46

Como é sua casa, seus armários, seus arquivos?. 47

Como é seu carro?. 47

Pra finalizar: você é certinho demais?... 48

IV - Conhecer, identificar e escolher frequências mentais. 48

Desenvolvimento da testemunha, do observador 49

Analogia dos pensamentos cotidianos com os sonhos. 49

Quebra de frequência. 50

Detecção precoce das frequências mentais. 50


V - Programação Mental na Prática. 51

Relação com outras questões. 51

Emoções. 51

Equilíbrio Geral 52

Mantras. 52

Poder da Oração. 53

Dê especial atenção a suas palavras. 54

Dando vazão a conteúdos mentais. 54

Boas programações a serem implementadas. 56

As cinco afirmações para as Estruturas de Defesa de Personalidade. 57

O(a) coitadinho(a) e o(a) sofredor(a) que existiam dentro de mim, morreram. 58

Sempre posso fazer algo benéfico por mim... 59

Meus recursos de desenvolvimento são cumulativos e se potencializam  entre si 60

Posso aprender observando as coisas. 62

O que posso fazer pelo outro?. 62

Não fazendo o que quero, poderei fazer o que preferir 63

Somos muito mais amplos do que as limitações decorrentes da nossa autopercepção da condição humana. 64

Somos muito mais do que apenas a consciência do Eu, do ego, da individualidade, do Self 64

Somos Um... 65

Carma é justiça divina em ação criada para o contexto da separatividade. 67

Pensamentos Harmônicos Prevalecem Sempre. 69

Escolher parar de sofrer leva à evolução. 70

Somos Sempre o Melhor do que Podemos Ser 71

Somos Co-criadores da Realidade. 71

O Mito de Gaia faz muito sentido e é real 72

Precisamos Mudar o Modo de Vida na Terra. 72

Tudo é de todos (na íntegra) . 73

Há muita gente fazendo muita coisa pelo resgate e evolução das pessoas, da humanidade e da Terra. 76

Nada resiste ao trabalho. 77

Este é o meu Trabalho / Esta é minha vida. 77

Aqui é o melhor lugar, Agora é o melhor momento. 77

Há uma força tremenda no silêncio. 79

Podemos coletivamente melhorar substancialmente a perspectiva de longevidade e imortalidade na Terra. 81

Posso ter relacionamentos bem sucedidos, harmoniosos e mutuamente benéficos. 81

A Generosidade e a Segurança podem curar o meu ciúme. 83

Posso lidar com o caos, a morte e todas as demais desventuras do mundo com paz interior, serenidade e aproveitamento benéfico tanto pra mim quanto para todos os seres. 86

As pessoas são a coisa mais importante que existe. 86

O Amor é a Única Coisa que Existe. 88

Cura Tudo. 91

Programações e estruturas especiais a serem evitadas e dissolvidas. 92

Sempre. Nunca. Impossível. Jamais... 92

Se. Mas... 92

Não! 92

O poder do “Ainda” 93

Não estacione em problemas. 93

Muito Cuidado com o que diz para as crianças. 93

Aventure-se pelos estados alterados de consciência. 94

Desconecte-se da corrente negativa do pensamento coletivo dominante. 94

Conclusão?... 96

A Verdade. 97


Programação Mental

A programação mental aqui referida trata da utilização e condução do próprio arcabouço mental no sentido de ser o melhor daquilo que podemos ser a partir do entendimento do que é a mente, o que são os pensamentos e crenças e como é nossa interação com esse universo.

A mente foi amplamente focada pelas civilizações dentro da história humana levando a progressos realmente incríveis. No limiar do que se entende hoje como Nova Era, difundiu-se um entendimento da mente sendo um obstáculo no caminho para a iluminação e uma grande vilã, configurando assim a outra polaridade da questão. A mente não é uma vilã, é muito mais adequado compará-la a um adolescente rebelde cheio de energia, vitalidade e vontade para mudar todas as coisas de modo a se encaixarem às suas vontades e caprichos. Sobra energia, falta maturidade. A mente precisa apenas adquirir essa maturidade para não querer ser o senhor da morada sagrada que somos cada um de nós, mas muito antes um servo que, como todas as demais coisas, tem sua importância certa, única e valiosa dentro do que lhe cabe. Se o servo quer se tornar o senhor, grandes transtornos podem estar pela frente. É a nossa tão famosa mente incessante e dominadora se manifestando.

Cabe ao guarda da fronteira verificar e dar prosseguimentos aos encaminhamentos devidos para aqueles que podem e não podem entrar no país. Se o guarda começa a dizer quem pode e quem não pode entrar, sai da função de guarda e passa a querer ser o “presidente”...

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Tudo aquilo em que acreditamos, por si só, já é uma parte da realidade.

Realidade, o que é isso?...

Há uma certa controvérsia a esse respeito em decorrência da complexidade do tema de o que é a realidade. Algumas linhas de pensamento apontam para a realidade ser aquilo sobre o que duas ou mais pessoas concordam, formando, então, a realidade para elas. Essa linha é uma das boas a respeito do tema, começando a fluir para uma direção coerente sobre isso, entretanto, ainda é falha quando perguntamos: o que é, então, algo que uma pessoa pensa por si só, sem a confluência de nenhuma outra? O que uma pessoa pensa por si só é irreal? Claro que não.

Para seguir no conteúdo deste texto, adota-se o seguinte conceito:

REALIDADE é a SOMA DE TODAS AS EXPERIÊNCIAS.

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Natureza da Consciência

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Precisamos entender, então, é em que momento as “mentes individuais” entram no processo de criação da realidade. Qual parte do pensamento individual dessa personalidade que cada um de nós percebe como sendo si mesmo, exerce nesse processo da criação coletiva da realidade compartilhada por todos os seres.

Antes de abordarmos diretamente o impacto das crenças sobre a nossa realidade, é necessário:

  • Fazermos uma diferenciação entre crenças, pensamentos e percepções momentâneas, bem como uma distinção entre conhecimento e crença;
  • Saber como as crenças se estruturam;
  • Abordar outros aspectos laterais das crenças que influem no impacto de nossas realidades.

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Diferença entre crenças, pensamentos e percepções momentâneas

Adotam-se aqui as seguintes definições e parâmetros:

·         Percepções estão ligadas ao conjunto sensitivo e psíquico de como captamos e interpretamos a realidade (a soma de todas as coisas), especialmente daquilo tangível e acessível para nossos sentidos momentaneamente. As percepções são, então, constituídas de emoções, sentimentos e conjuntos de estruturas psíquicas, quer sejam pensamentos conscientes, inconscientes ou mesmo apenas as matrizes que servem de bases para esses pensamentos, as frequências mentais. Mesmo contendo pensamentos, não se constituem em cadeias de pensamentos concatenados entre si;

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Distinção entre Conhecimento e Crenças

Cabe ainda uma distinção entre nosso conhecimento e nossas crenças. Podemos ter conhecimento de algo, mas não crer naquilo. Por exemplo: muitas pessoas dentro da senda da jornada espiritual já têm o conhecimento de que são Deus, de que são perfeitas exatamente como são neste exato momento, entretanto, algo internamente ainda as impede de crer nisso, de tomar isso como verdade...

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Como se estrutura uma crença

Uma crença pode ser estruturada a partir de três formas distintas:

  • No referendo da razão;
  • Na experiência própria;
  • No valor inquestionável atribuído a um depoimento.
Itens diponíveis em sua íntegra na versão completa enviada para impressão.

Valor inquestionável atribuído a um depoimento

No valor inquestionável atribuído ao depoimento de alguém que nos transmita ou nos seja totalmente digno de credibilidade, como nos casos dos pais em relação aos filhos pequenos, dos mestres em relação aos discípulos ou ainda em qualquer contato onde simplesmente estejamos ouvindo e reconhecendo pela intuição a expressão da verdade, também poderemos estruturar a formação de uma crença.

[...]

Neste contexto da programação mental, será particularmente importante estar ciente disto nos tópicos mais adiante que tratam da programação mental na prática, quando passamos a adotar determinadas crenças como sendo benéficas. Mesmo não acreditando ainda que muitas delas sejam a expressão da verdade, podemos assumi-las como tal em decorrência das fontes que as recomendam a nós, de tantos mestres que sempre disseram essas mesmas coisas de formas distintas. Esteja atento(a).

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Faça a opção pelas crenças benéficas

Para todo e qualquer pensamento não benéfico, existe um pensamento superior, uma explicação sublime, mais elevada, capaz de envolvê-lo, mesmo que não o estejamos acessando até o momento.

A mente tem um sistema de servidão para achar respostas e justificativas para qualquer coisa. Podemos achar algo, seja lá o que for, a mente será capaz de criar uma justificativa dentro de nossa razão para dar base àquilo. A qualquer momento, podemos mudar a opinião para exatamente o oposto de nossa crença anterior. A mente está lá, pronta para montar uma nova base.

Sabendo disso, toda vez que se vir numa situação ruim, para a qual não vê justificativa ou justiça universal que a explique, lembre-se disto e procure não ficar alimentando as frequências não benéficas, pois será apenas uma questão de tempo, nos casos mais graves de um bom tempo, para que os pensamentos e explicações para o que está lhe ocorrendo lhe sejam acessíveis. Creia nisso e acesse os benefícios dessa crença por si mesmo(a)...

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Ancore-se em crenças benéficas, alimente-as

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Neutralidade

“A interioridade dispensa sensações fortes”

Tao-te-ching

Quando falamos de crenças benéficas, devemos ter uma especial atenção para ancorar um up grade de ir além do apenas ter pensamentos positivos, que é uma linha bastante evidenciada na atualidade, existe livros e livros nas prateleiras de auto-ajuda sobre isso, inclusive muitos filmes estão fazendo sucesso com essa temática.

Entretanto, simplesmente focar a positividade fará com que, inevitavelmente, atraiamos a negatividade mais cedo ou mais tarde. Isso pode parecer estranho a uma primeira vista, mas é um fato.

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Lei dos opostos

Vivemos em um mundo de terceira dimensão, onde a dualidade é uma das bases da formação deste mundo. Tudo tem dois lados. Já ouvimos falar sobre isso diversas vezes. Os opostos estão dinamicamente equiparados e, com o tempo, tudo irá se transformar em seu oposto.

Essa é a velha “montanha russa” que conhecemos tanto. Estamos bem em alguns dias, mal em outros, em várias áreas da vida, sob diversos aspectos.

Querer estar sempre alegre, feliz, com dinheiro, cheio de energia etc, fatalmente, pela lei dos opostos, irá atrair os estados inversos a esses.

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O Caminho do Meio

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Várias tradições nos falam do Caminho do Meio, de estarmos equilibrados. O Tao (símbolo do Ying / Yang) é uma representação disso, assim como a estrela de seis pontas, esta usada em diversas tradições.

 

[...]

Procure ter contato com o material produzido por Leslie Temple Thurston a respeito de neutralidade, ela consegue expressar de forma clara e brilhante a importância e aplicabilidade desse e de outros tantos conceitos fundamentais para quem está na senda do encontro e evolução pessoal.

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Foco de Pensamento e Mudança Efetiva da Realidade

Claro que as crenças de uma pessoa estão entrelaçadas com suas experiências e vivências (esse foi inclusive o segundo ponto levantado de como as crenças se estruturam...). Não basta começar a achar que tudo é lindo e está tudo uma maravilha e tudo ficará assim.

Os pontos mais delicados ligados a focar positividade e sentimentos bons estão relacionados exatamente às experiências sobre as quais a pessoa já vez várias tentativas em torno de mudá-las, mas sempre fracassa nos mesmos padrões, passando sucessivamente pelas mesmas vivências desagradáveis, infrutíferas ou fracassadas. Para esse tipo de situação é muito importante ter bastante atenção para não ficar “tapando o sol com a peneira”. Valem dois direcionamentos bastante importantes quando se quer mudar coisas dentro de um quadro assim, além de apenas trabalhar sobre o foco mental “positivo”:

1.    focar experiências e vivências com menor intensidade energética que possam ser trabalhadas e atingidas, servindo de base para uma retomada futura com perspectiva real e sólida de se alterar o que vinha dando sempre errado;

2.    procurar ajuda especializada, disponível e capacitada em relação às necessidades em questão, se for o caso, inclusive ajuda profissional.

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Velocidade, normalmente lenta, para a integração de novas crenças


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A Metáfora da Curva do Navio


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Imaginação

Temos uma grande bênção: a imaginação. Podemos pensar e fazer inferências, projeções e conjecturas, colocando isso tudo no âmbito apenas interno da nossa mente, sem gerar realidades externas, e isso é muito bom e proveitoso.

A imaginação é uma forma muito especial de pensamento e se constitui em uma das exclusividades da condição humana. Só o ser humano é capaz de imaginar.

Quando atribuímos valor de imaginação aos pensamentos, podemos testar seus efeitos, como eles nos influenciam, quais emoções evocam. A imaginação serve como um vasto e rico campo de testes para analisarmos os efeitos do que estamos pensando sobre a realidade, além de trazer também a possibilidade de nutrir nosso humor quando necessário. Por exemplo: podemos imaginar algo bom acontecendo, até mesmo fantasiar sobre determinada realidade desejada, para trazermos um pouco de força e otimismo num dia ruim. Isso deve ser feito, claro, com uma boa dose de consciência e com esse propósito específico de acalentar a si próprio, pois, caso contrário, pode servir apenas como uma fonte de ilusão que futuramente irá gerar mais sofrimento e frustração. Neste tipo de caso, a imaginação ganha o aspecto de projeção, a qual está ligada à distorção da percepção da realidade ou criação de expectativa de gerar uma realidade dissonante com as demais coisas.

A imaginação é uma bênção. A projeção é um descaminho bom de ser evitado...

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Visão pessoal de mundo


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Força do Pensamento Dominante

Há uma relação entre a crença pessoal e as crenças coletivas. Podemos pensar em qualquer coisa, crer em qualquer coisa, independentemente do que existe como crença dominante dentro do meio social no qual estivermos inseridos. Entretanto, as crenças pessoais e coletivas influenciam-se mutuamente.

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Teoria do Centésimo Macaco

A teoria do centésimo macaco é o nome de um novo mito que, como tal, não deixa claro onde terminam os fatos e começam as metáforas.

De qualquer forma, surgiu a partir do estudo do comportamento de macacos ao longo da costa do Japão, onde se percebeu que um novo comportamento surgido a partir de um único macaco foi repassado aos seus companheiros mais próximos e assim sucessivamente. A partir de determinado ponto, macacos de outras ilhas, sem qualquer contato com o grupo inicial considerado passaram a adotar o mesmo comportamento adquirido.

Essa teoria prega que a partir de determinado ponto, um campo mórfico de frequência ligado a um novo comportamento, crença ou hábito, alcança o número certo de indivíduos para haver uma inversão no equilíbrio de forças e um padrão que antes era inexistente ou de exceção passa a ser um padrão dominante para toda a espécie considerada: nasce um novo arquétipo no inconsciente coletivo daquela espécie.

Veja o texto específico a respeito da teoria do centésimo macaco para saber mais a esse respeito.

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Influência dos Mitos e Sistemas de Crenças e Sistemas Religiosos Dominantes sobre a saúde e história coletiva

Podemos definir os mitos como narrativas com caráter explicativo ou simbólico que procuram explicar os principais fatos da vida, da metafísica e das relações sociais, normalmente envolvendo personagens com caráter divino ou acontecimentos mirabolantes e estando intimamente ligadas a uma determinada cultura.

Todos os povos tiveram seus mitos. A partir da crença geral do povo de determinada cultura em determinado grupo de mitos, muitos costumes são direcionados. Como todos sabemos, os mitos e sistemas de crenças, especialmente os religiosos, exercem uma influência direta, inclusive com caráter um tanto coercitivo, sobre cada um de nós.

Há um termo denominado “zeitgeist” para designar o conjunto geral de crenças de uma determinada época. Esse arcabouço coletivo pode ser mais ou menos elaborado de acordo com o grau de sofisticação psíquica do povo ou civilização considerada, entretanto, sempre haverá um conjunto de paradigmas norteando o conjunto da população.

Pela avaliação do nosso mundo atual, claramente desequilibrado e caótico, fica claro que nossos mitos e crenças religiosas precisam passar por uma revisão profunda, uma vez que refletem um conjunto de crenças subjacentes não benéficas por trás deles.

Yung cunhou o termo “inconsciente coletivo”, o qual tem uma relação direta com essa questão das crenças e mitos coletivos. Quais seriam, então, os mitos da sociedade moderna ocidental? Parece que o mito de Gaia atende os requisitos para se encaixar como o mito da Aldeia Global. Veja adiante em “Programação Mental na Prática” mais sobre isso.

Veja o filme com o título “Zeitgeist” para saber um pouco sobre alguns dos mitos da atualidade utilizados como sistemas de manipulação das massas...

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O livre arbítrio manifesta-se a partir da mente


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Ponto “X” do Livre Arbítrio

Um ponto “X” do livre arbítrio é que mesmo uma pessoa acessando a verdade das causas de uma dor ou sofrimento pelos quais ela é a única responsável, ainda assim ela tem o livre arbítrio de continuar optando (mesmo inconscientemente) pelo o que ela quiser, inclusive continuar sofrendo. Esse é um grande desafio para as abordagens terapêuticas.

Sob certa ótica, o mundo é o que é hoje em decorrência de termos coletivamente optado por ele ser exatamente desta forma. Apenas trabalhando uma mudança coletiva de consciência que atinja um número dominante de pessoas conseguiremos reverter e reorganizar o atual quadro mundial. Veja o texto Aspectos Sociais da Cura para saber mais a respeito de como podemos reconstruir a sociedade humana sobre a Terra.

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Conexão com o presente

A sua realidade atual reflete seu conjunto geral de crenças, quer você goste ou não do que vive. Normalmente, não conseguimos admitir que determinados fatores desagradáveis referentes à nossa vida e ao mundo ao nosso redor refletem nosso arcabouço completo de crenças. Entretanto, isso é assim. Acontece é que geralmente não temos consciência das estruturas subconscientes e inconscientes que compõem nosso universo geral de crenças.

Olhe para o seu presente e terá uma fiel fotografia do conjunto das suas crenças. Aceite isso. Não é necessário fazer análises e regressões para descobrir as causas das coisas que não estão bem, embora esses também possam ser caminhos eficientes para isso. Muitas vezes, só nos abriremos para novas possibilidades após cumprir essa busca pelas causas. Todavia, apenas aceitando o presente, analisando-o friamente, já poderemos descobrir o que precisamos trabalhar, sem uma necessidade direta de irmos às causas das coisas.

Muito se tem escrito neste tempo de chegada da Nova Era sobre a importância e o valor da conexão com o presente. Uma mente poderosa desconectada do presente pode ver-se em maus lençóis muito facilmente.

Seu presente é benéfico? Suas crenças são benéficas e ressonantes. O presente está problemático? Ainda há, então, valores e crenças, muitas das vezes inconscientes, a serem reestruturados para acomodar novos paradigmas de percepção e entendimento do mundo...

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Ficar de Boa

Ficar de boa é uma expressão idiomática com o sentido de dizer que a pessoa está 100% bem e é uma indicação do nível de ressonância do caminho espiritual que se está percorrendo. Entretanto ficar de boa, simplesmente sentir-se bem, é algo muitas vezes bastante complicado e difícil.

Para você, é desafiante ficar de boa? É fácil? Não sabe dizer?...


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E ainda sempre tem uma “coisinha”...


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Desafio consciencial

Ainda tem mais uma coisa: há um desafio consciencial muito grande em se conseguir ficar de boa num mundo como o nosso, onde nos deparamos com a miséria e o profundo sofrimento em larga escala, em todos os níveis sociais, em diversas manifestações, modelos e abrangência.

Seguir o primeiro passo, ficar bem consigo mesmo, já é bastante difícil. Esse ficar bem consigo gera expansão de consciência. A expansão da consciência leva à percepção do sofrimento do mundo. Caso se deixe estacionar nesse estágio, será difícil ao aspirante à evolução conseguir continuar ficar de boa...

Como superar esse desafio? Na realidade, isso é algo sobre o qual não há muito o que se preocupar. A própria evolução leva a pessoa a entender que faz parte do seu processo pessoal trabalhar por si e pelo mundo de forma a levar a todos os cantos o bálsamo da consciência e da evolução. Superar a dor e o sofrimento existencial dominantes na Terra fazem parte do nosso processo de transição planetária, que encontra-se em andamento neste nosso Século XXI, com a dissolução do sentimento da separatividade, assunto, desdobrado no item adiante “Somos Um”.

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Por si só, ficar de boa, resolve as coisas?


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Âncora da Verdade


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Cuidado com o que tomar como sendo crença verdadeira


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Para entendermos e, especialmente, aplicarmos melhor o poder dos pensamentos sobre a nossa realidade é bastante proveitoso refletirmos um pouco a respeito da própria natureza do pensamento e de seus processos de formação. Aqui estão apresentadas algumas teorias sobre essas questões para fomentar o raciocínio e reflexão sobre isso. Comece por aqui, mas não pare apenas nestas idéias, vá além, ok?... ;-)

Mente – o que é isso?...

Para o entendimento deste conteúdo, define-se mente como o conjunto de pensamentos que temos em cada um de nós. Quando houver referência a conceitos mais abrangentes de mente, como “Mente Superior” ou “Mente Universal”, eles serão discriminados especificamente. No geral, apenas o termo “mente” será entendido como algo individualizado.

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Funcionamento da Mente

Primeiramente, temos uma percepção e uma intuição muito clara de que pensamento e mente estão intimamente ligados. Todavia, não existe uma teoria ou visão científica unificada de como a mente funciona e opera. Vamos abordar aqui algumas visões selecionadas por seus valores qualitativos em relação ao conteúdo geral deste texto:

  • Pensamentos, Consciente, Inconsciente, Subconsciente, Cérebro
  • Hemisférios Cerebrais Esquerdo e Direito
  • Cérebro Triúno
  • Mente Inferior e Mente Superior
  • Sintonização: Pensamentos como Frequências Mentais
  • Mente como parte do sistema quaternário dos corpos inferiores
  • Inteligência Analítica / Inteligência Emocional / Sabedoria
  • Inteligência Multifocal
  • Estruturação Sobreposta do Campo Mental
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Pensamentos, Consciente, Inconsciente, Subconsciente, Cérebro


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Hemisférios Cerebrais Esquerdo e Direito


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Cérebro Triúno

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[...]

Numa prática, por exemplo, como a hiperventilação conseguimos anestesiar um pouco (ou muito) nosso neocórtex, liberando assim reações reprimidas de nossos instintos e nossas emoções. Esse tipo de experiência nos faz lançar mão de uma nova vivência e traz à tona recursos de percepção e respostas que passam a fazer parte do nosso universo de conhecimento, possibilidades e escolhas.

[...]

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Mente Inferior e Mente Superior


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Sintonização: pensamentos como frequências mentais

Há línguas dentro das quais não se usa uma estrutura do tipo “tive um pensamento”, pois essa forma leva ao entendimento da pessoa ter gerado o pensamento a partir de si mesma, ter criado determinado pensamento. Nessas línguas diz-se “ocorreu-me um pensamento”, dando uma idéia do pensamento já existir por si mesmo, tendo sido apenas frequenciado pela pessoa.

Quando meditamos, fica claro existir uma onda mental que não faz parte direta da personalidade com a qual nos identificamos e que é quem parece achar que somos. Os pensamentos “estão no ar”, desfilam em ondas por campos diversos e nós os sintonizamos.

Na realidade, as duas formas podem ocorrer: podemos “gerar” pensamentos ou apenas frequênciá-los. Entretanto, a maioria das pessoas dentro do padrão médio de consciência, grande parte das vezes, estão apenas frequenciando continuamente padrões mentais que já estão “flutuando” por aí e os tomando como seus próprios, num processo dentro do qual reforçam ainda mais essas formas-pensamento como uma estrutura poderosa capaz de atingir mais e mais pessoas.

Geramos pensamentos novos apenas em processos criativos. No mais das vezes, os resgatamos ou tão somente frequenciamos ondas de formas-pensamento previamente existentes. Mesmos os processos criativos devem ser analisados com carinho, pois de certa forma, tudo o que existe já faz parte da Mente Universal, podemos considerar que apenas relembramos o já existente. Nesse sentido, mesmo o processo criativo não traz nada de “novo”...

A questão de pensamentos como frequências mentais será mais desdobrada adiante nos itens sobre conhecer, identificar e escolher frequências mentais e também na apresentação do Tizolkin.

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Mente como parte do sistema quaternário dos corpos inferiores


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Inteligência Analítica / Inteligência Emocional / Sabedoria


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Inteligência Multifocal

Uma das teorias mais completas sobre o funcionamento da mente é a da Inteligência Multifocal, do Dr. Augusto Cury, a qual aborda um conteúdo tão profundo e complexo que fica difícil até mesmo de apresentar uma definição resumida do que ela seja realmente.

Arriscando uma definição, podemos dizer que a formação dos pensamentos é um processo multifocal em operação pela inter-relação de diversos fatores, inclusive “à revelia” ou fora do gerenciamento do eu, dentre eles: âncora da memória; fenômeno do autofluxo; autochecagem da memória; psicoadaptação; história intrapsíquica (representações psicossemânticas); leitura multifocal da memória; matrizes de pensamentos essenciais; Bastidores da Mente (inconsciente). Essa percepção desdobra-se em conceitos como: pensamentos dialéticos e antidialéticos; resgate da liderança do eu nos focos de tensão; síndrome da exteriorização existencial.

Veja o arquivo com o glossário do livro apresentando a indicação de leitura dessa teoria para ter uma percepção do que Cury propõe com alguns comentários adicionais de acordo com os conteúdos que são apresentados na página do Projeto Vivência em Cura.

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Estruturação Sobreposta do Campo Mental

O campo mental estrutura-se em camadas sobrepostas apoiadas, interligadas e autosustentadas entre si. Uma imagem para ilustrar esse conceito é a das camadas de uma cebola.

Esse entendimento é bastante importante quando estamos falando em crenças e suas mudanças. Pontos muito importantes sobre os quais muitas vezes estamos trabalhando sem sucesso para conseguir alterá-los, normalmente apresentam sistemas de crenças entrelaçadas e contraditórias entre si, de forma a criar inconsistências sabotadoras das nossas tentativas.

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Caráter linear, quântico, espiralado, geométrico e multimanifestacional da mente


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Fluxo da energia dentro do processo criativo


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Disponibilidade Energética e Esgotamento Mental

É imprescindível o sistema de tudo o que somos ter energia “limpa” em abundância para que todo o arcabouço mental criado e focado por nós possa fluir e concretizar as coisas no plano da manifestação.

Uma mente muito pensante não implica em disponibilidade desse tipo de energia “limpa” para a pessoa. Muitas mentes pensantes perpetuam, por exemplo, sistemas de estruturas de defesa de personalidade carentes a sugar continuamente mais e mais energia gerando esgotamento mental e físico e não energia “limpa” disponível, energia criativa.

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Velocidade, distância e separação entre pensamento e realidade manifestada

A distância entre aquilo que pensamos e a construção direta da realidade é uma bênção. Caso simplesmente penássemos em algo e aquilo se materializasse imediatamente, podemos facilmente imaginar o caos constante que teríamos ao nosso redor, uma vez que nossos pensamentos são tão soltos, indistintos, desencadeados uns dos outros e por tantas vezes até mesmo bizarros.

Um dos maiores desafios aqui na terceira dimensão da Terra é justamente aprendermos a harmonizar nosso fluxo e o conteúdo mental, aprender a reconhecer precocemente a formação e o encaminhamento das forças e padrões mentais, de modo a podermos fazer opções e direcionamentos harmônicos (e não esse fluxo caótico tão conhecido por nós). O desenvolvimento dessa capacidade de lidar com os pensamentos é um pressuposto básico para a ativação e liberação de nossos poderes paranormais e ainda outros além deles, de modo a podermos experienciar direta e fluidamente nossas capacidades divinas de seres criadores da realidade.

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A imprescindibilidade da meditação no processo

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Está cheio de pessoas fortes no mundo com mentes poderosas e brilhantes em estado deplorável, muitas outras já mortas de formas trágicas ou deprimentes. Não basta ter uma “super mente” focando a positividade para estar “tudo certo”.

Não ser “o dono da verdade” é fundamental. Ter a humildade (sob a ótica de humilde como vazio) de reconhecer as limitações da mente dentro do plano humano e o direito das demais mentes individuais de terem suas próprias crenças e manifestar seu próprio mundo garante uma base sólida para trazer uma programação mental consciente para sua vida sem incorrer em riscos elevados de andar por caminhos tortuosos.

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Alguns cientistas cartesianos chegam a afirmar que o estado de mente zero não existe, sendo a própria definição do vazio já uma concepção do mental. Entretanto, esses cientistas, como a maioria da população humana na Terra, não tiveram por si mesmos uma vivência mística ligada a um estado de mente além da razão. Não conhecem um estado meditativo ligado ao silêncio mental absoluto. Concebem estados meditativos apenas como algo muito mais ligado a concentração mental, foco mental específico, por mais suave ou prazeroso que seja, mas ainda assim foco ou concentração mental e não a não-mente, o vazio ou silêncio completos. Considere essas expressões (vazio, silêncio, não-mente, mente zero) apenas como pálidas aproximações e tentativas de exprimir esses estados, que são, por si só, inexprimíveis.

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Desidentificação (frisando...)


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Impecabilidade

Cuidar do nosso fluxo e potência energéticos, bem como da nossa ressonância com todas as coisas, nos possibilita ter um bom campo mental.

IMPECABILIDADE significa a habilidade para usar, direcionar, administrar e armazenar energia de forma perfeita. Isso nada tem a ver com uma maneira ética ou moral de se conduzir a vida, é algo além disso.

Para absorver com a merecida profundidade este tema, é interessante que você possa ter acesso ao conteúdo da palestra de Leslie Temple Thurston sobre essa questão. O resumo aqui apresentado é apenas esquemático e para ancorar o entendimento e aplicação do rico espectro envolvendo tudo o que a Impecabilidade implica. Acessar o conteúdo Integral da palestra de Leslie Temple, além de instrutivo, é bastante inspirador e poético.

Procedimentos e direcionamentos que tomados em conjunto são capazes de lhe trazerem a vivência de uma atitude e uma vida impecável são:

  • Revisão periódica e programada da sua própria vida; Neste caso, é interessante inclusive estabelecer planos e metas de longo e curto prazo a serem atingidos;
  • Análise de rotinas – nesta análise deve-se estar atento para dissolver progressivamente todas aquelas rotinas que lhe tiram energia ou realizadas pura e simplesmente por conta de hábitos inconscientes;
  • Prestação de serviço social voluntário;
  • Manutenção de diários – sugestão: um de registro da jornada espiritual; outro para processamento de polaridades e de eventos, situações, traumas e condições de vida e manifestação limitantes;
  • Fazer e utilizar uma lista de coisas que sugam sua energia e outra daquelas que lhe dão energia;
  • Passar algum tempo sozinho;
  • Manter contato frequente e de qualidade com a natureza;
  • Praticar meditação;
  • Praticar a contemplação;
  • Manter sua casa sempre limpa, arrumada e bonita;
  • Ter mudanças como hábito em sua vida;
  • Rever os relacionamentos habitualmente, mantendo apenas aqueles que fazem parte do seu presente e ressonantes com as evoluções atingidas em sua jornada espiritual;
  • Tomar consciência de suas motivações;
  • Praticar exercícios dissociados de qualquer aspecto competitivo.

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A realidade criada como reflexo de nossas crenças

Bem, como vimos, a realidade não se forma diretamente a partir de cada pensamento que temos de modo a evitar a manifestação do caos contínuo.

Entretanto, a realidade manifestada tem claramente a influência direta do nosso conjunto de crenças sobre ela. A nosografia e a leitura corporal são exemplos de como podemos comprovar essa influência das nossas crenças sobre a manifestação da nossa realidade física.

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Nosografia

Nosografia é a descrição sistemática das doenças considerando seus aspectos causais, com ênfase nos comportamentos e emoções associados ao surgimento e manifestação das doenças em nós.

Para chegar a esse tipo de conhecimento são considerados aspectos funcionais, orgânicos, psicológicos e ainda outros multidisplinares da manifestação humana de modo a podermos chegar a hipóteses comprovadas a partir do estudo e observação sistemáticos de diversos casos analisados.

Por exemplo: o sistema respiratório tem uma ligação direta com questões ligadas a convivência e relacionamento. Chegou-se a esse conhecimento a partir de dados diversos. Dentre muitos outros, são citados alguns aqui apenas para ilustrar este ponto:

  • Respiração está intimamente ligada a trocas, no caso, troca de gases do ambiente externo com o ambiente interno;
  • Os pulmões formam a maior área de contato que temos. Todos os alvéolos abertos somam cerca de 70M² em média, contra apenas 3M² da extensão de toda a pele;
  • Os pulmões, junto com os rins e os testículos ou ovários, são os únicos órgãos funcionando em pares, refletindo naturezas intrínsecas de correlação, relacionamento. Os pulmões estão ligados a contatos informais, os rins a contatos familiares e os ovários ou testículos a contatos íntimos e sexuais;
  • Pessoas com problemas respiratórios invariavelmente apresentam problemas de convivência com pessoas próximas. Caso eu não goste de uma pessoa, posso até evitar que ela toque em mim (pele), mas não consigo bloqueá-la de respirar o mesmo ar que eu (especialmente se estivermos num mesmo ambiente), inevitavelmente, partículas gasosas serão trocadas entre nós, o ar que em determinado momento está dentro dela estará dentro de mim, e vice-versa, sendo catalizado para meu metabolismo a partir dos pulmões...;
  • Pessoas gripadas estão em conflito de convivência. De certa forma querem estar perto dos outros, por outro lado não, tanto que os outros não devem nem se aproximar delas para não serem infectados. Aqui ainda se acrescenta o seguinte: toda inflamação denota conflito (sistema imunológico em guerra...).

A nosografia é apenas um recurso para constatar como nosso conjunto de crenças cria nossa realidade. Quanto mais estudamos sobre isso, mais percebemos o quão claro isso é. Caso tenha interesse em se desenvolver um pouco mais sobre isso, comece pelo conteúdo de indicação do livro a “A doença como caminho”, de Thorwald Dethlefsen e Rudiger Dahlke. 

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Leitura Corporal

Assim como a nosografia, o desenvolvimento das teorias de leitura corporal nos mostram claramente como nosso conjunto de crenças influencia a criação da realidade: nossos corpos refletem claramente nossas formas de pensar e posturas sobre a vida. Há muito material sobre isso e está além da proposta deste conteúdo aprofundar o tema aqui.

Uma leitura corporal bem feita deve contar com contextualização e amorosidade por parte de quem a faz, de forma a evitar generalizações e desdobramentos preconceituosos e até mesmo grotescos. De qualquer forma, consta aqui apenas um exemplo: repare nas pessoas andando em um parque. Preste atenção àquelas com a cabeça à frente de todo o corpo. É fácil e claro perceber como elas estão polarizando a mente sobre todas as demais coisas...

Para constatar mais por si próprio(a) sobre esse conhecimento há várias fontes, aqui estão sugeridas apenas duas:

  • O conteúdo sobre as estruturas de defesas de personalidade, o qual desdobra padrões de distribuição energética pelo corpo, refletindo-se em manifestações físicas específicas, como um corpo esguio, diferenças entre metades corporais, ângulos acentuados de articulações e dedos, joelhos rígidos etc;
  • O livro “O corpo fala” de Pierre Weill.

Tanto a nosografia como a leitura corporal servem como exemplos e constatações claras da influência de nossas crenças e padrões mentais sobre a construção da realidade. Eles interferem diretamente na construção e manifestação de nossos corpos. A organização e manifestação de nossas sociedades e civilizações também seguem o mesmo processo de refletir o conjunto de nossas crenças enquanto seres que compomos essas mesmas sociedades e civilizações. Analise e constate por si mesmo(a).

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Organização da Mente

Assim como podemos tropeçar em um móvel na sala da nossa casa, também podemos tropeçar em um pensamento. Também é possível derrapar, empacar e tantas outras coisas...

Não há diferença entre o mundo físico e o mundo não físico. Ambos são apenas manifestações de uma mesma energia universal pela qual são criados e mantidos.

Atos Falhos


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Como é sua caixa postal?...


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Como é sua casa, seus armários, seus arquivos?


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Como é seu carro?


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Pra finalizar: você é certinho demais?...


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Um pensamento por si só além de uma associação racional lógica e estruturada também traz em si uma frequência determinada redundando em certas qualidades específicas. Pensamentos com cenários diferentes podem trazer estruturas bastante semelhantes.

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Desenvolvimento da testemunha, do observador

A testemunha ou observador interno é algo muito falado dentro da senda do encontro pessoal, especialmente quando o assunto é meditação. Inclusive, muitas linhas de exposição sobre esse assunto chegam a afirmar ser a nossa natureza interna a de observador. Nossa natureza interna é algo realmente complexo, vai muito além apenas de uma perspectiva de observador. Há, por exemplo, uma forma de nos dividindo o Eu em observador, experienciador e questionador. É uma classificação bastante interessante e inclusive divertida de ver a nós próprios.

Em geral, essa tendência de nos círculos místicos focar a questão da nossa natureza observadora se deve em grande parte a termos nos identificado em larga escala com nossos experienciadores, nos percebendo apenas como tais. Entra, então, o ensinamento de desenvolvermos nosso observador de modo a percebermos sermos muito mais do que apenas aquele(a) que experiencia e vive o e no mundo.

Desenvolvendo nosso observador interno, nossa capacidade de perceber as frequencias mentais predominantes em nós cresce rapidamente. Começamos inicialmente a perceber as frequencias mais evidentes e agudas. Posteriormente também começamos a detectar padrões mais sutis e complexos.

Veja no texto sobre os Instrumentos e Práticas de Cura e Expansão de Consciência o item específico de como fazer para desenvolver sua testemunha interna.

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Analogia dos pensamentos cotidianos com os sonhos

Assim como nos beneficiamos intensamente nos conectando com nossos sonhos e realizando a interpretação de o que o inconsciente está nos mostrando (veja o texto específico sobre a Integração dos Sonhos), ao começarmos a identificar as frequencias metais constantes e predominantes em nós, damos um grande passo dentro da jornada de encontro pessoal e expansão de consciência.

Analisando nossas frequencias mentais continuamente passamos a perceber que o padrão mental por trás dos conteúdos lógicos e racionais à sua frente funcionam exatamente como nossos sonhos, no sentido de representarem questões internas sobre as quais precisamos nos desenvolver de forma a seguir na trilha do encontro pessoal e da jornada da alma.

Indo além de apenas percebermos as frequencias mentais, passamos a ver nosso próprio dia-a-dia como questões a serem decifradas e que nos revelam muito sobre nós próprios, passamos a dar valor simbólico e referencial a todos os fatos. Por exemplo: um problema na bateria de nosso carro pode ser entendido não como algo fortuito, mas sim como uma questão de falha ou descarregamento energético (bateria) em nossos recursos de locomoção e mobilidade (carro). Uma infiltração em nossa casa pode gerar uma interpretação de conteúdos emocionais (água) em excesso por serem trabalhados e desenvolvidos em nosso âmbito de recolhimento (casa). Bem, esses são apenas dois exemplos para despertar o raciocínio e a percepção sobre esse tipo de possibilidade de visão e interpretação dos fatos que nos envolvem e dos símbolos que eles podem estar trazendo em si próprios.

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Quebra de frequência

Quebra de frequência é uma das chaves de cura mais poderosas existentes e ocorre quando conseguimos mudar uma percepção de um transe ou acordar de um surto, profundo ou não (veja mais sobre surtos e transes no texto sobre o Processo de Cura). O exercício de quebra de frequência é extremamente poderoso e simples de ser realizado em trabalhos de cura, potencializando nossa capacidade de quebrar padrões mentais que nos levam a idéias fixas e abrindo canais para conseguirmos mudar as coisas em nossas vidas com as quais estamos tendo dificuldades em lidar.

Aprendendo a perceber nossos padrões de pensamentos como frequencias mentais cada vez mais precocemente conseguimos detectar o começo de uma linha de raciocínio, de um pensamento, e podemos optar por continuar ou não com aquilo, decidir se é do nosso interesse ou não o que está acontecendo, se o pensamento está sendo movido pela indução do próprio gerenciamento do Eu ou se é apenas algo frequenciado à revelia da consciência, se a mente está apenas em um processo “à deriva”...

Deixar a mente “à deriva” apenas consume nossa energia sem qualquer proveito benéfico.

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Detecção precoce das frequências mentais

Quanto mais desenvolvemos nosso observador e damos atenção às frequências dos nossos pensamentos, mais precocemente conseguimos detectar o que está sendo frequenciado por nossa mente.

Através da detecção precoce das frequências mentais podemos captar os pensamentos logo em seu começo, possibilitando ao gerenciamento do eu optar (exercer o livre arbítrio) em relação a querer ou não dar prosseguimento ao desenvolvimento dos pensamentos em questão, considerando-se especialmente aí muito mais o tipo de frequência começando a se manifestar que seus conteúdos objetivos em si...

Assim, quando um pensamento de uma frequência que não nos interessa começa a se formar, podemos abandoná-lo cada vez mais precocemente, até o ponto da frequência indesejada simplesmente não encontrar mais terreno para se quer apresentar para nós, liberando nossa energia para coisas que nos interessam mais.

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“As vibrações do meu pensamento
são forças de Deus em mim,
que em mim ficam armazenadas
e que de mim se irradiam para todos os seres, constituindo meu Eu um centro de emissão
e recepção de tudo o que é bom,
alegre e próspero.”

Trecho da Consagração Pessoal

Partindo dos pressupostos que:

  1. pensar causa; e
  2. temos uma ferramenta poderosa à disposição fazendo opções sucessivas, constantes e dinâmicas em relação a certas frequências mentais e a certas construções de pensamentos.

Quais serão, então, os pensamentos e crenças pelos quais podemos optar ter para transformar beneficamente a nós mesmos e ao mundo no Planeta Terra, o qual, com certeza, necessita de mudanças drásticas, profundas e definitivas para tornar-se um lugar confortável à existência humana? Como podemos aplicar praticamente e com eficiência a programação mental para atingirmos esses objetivos?

Antes de passarmos a alguns exemplos práticos do que podemos optar frequenciar enquanto pensamentos e crenças, vamos ver alguns aspectos importantes para isso dar certo.

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Relação com outras questões

Programação Mental bem sucedida deve estar associada a um conjunto de outras questões que a balizam, referenciam e nos dão a segurança de podermos seguir em frente com sucesso. Caso contrário, corremos alguns riscos graves, como estarmos fortalecendo o ego e a vaidade de forma destrutiva, estarmos ficando “cabeças-duras”, autoindulgentes e por aí vai...

Emoções

Uma das primeiras coisas a ser considerada é a esfera emocional de quem está procurando trabalhar conscientemente com uma boa Programação Metal. As emoções e a capacidade de lidar com emoções poderosas e desafiadoras devem estar equilibradas, tranquilas e serenas.

Muitas pessoas têm uma força mental bastante potente, mas facilmente explodem por motivos diversos ou sobrepujam sua vontade a vontade alheia. Isso é um sinal apenas de força mental mal utilizada...

Para saber como lidar com emoções e sentimentos desafiadores, veja o texto específico sobre lidar com sentimentos.



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Equilíbrio Geral

O equilíbrio geral envolve uma série de fatores, muitos deles citados e descritos ao longo desta monografia. Segue uma lista com alguns comentários:

  • meditação – a meditação garante à pessoa que está se trabalhando sob a ótica da programação mental conheça em profundidade o que são seus pensamentos, sua natureza e seus processos. Torna-a ainda capaz de desenvolver senso crítico em relação a eles não se tornar refém dos mesmos, além de ajudar sobremaneira a quebrar frequências mentais indesejadas;
  • atividade física saudável e não competitiva – denota o equilíbrio geral da pessoa e sua capacidade de manifestar no mundo físico o que está criando em sua mente. As pessoas com necessidades físicas especiais, restrição de movimentos e questões de formação física específica ou limitadora devem entender que têm neste ponto um desafio particularmente especial, procurando formas de compensação e/ou superação;
  • impecabilidade – garante à pessoa a correta utilização energética para elevação e utilização benéfica da força que adquire com a Programação Mental;
  • neutralidade – traz a pessoa para o centro de si mesma, tornando-a um ser capaz de propagar luz, força e equilíbrio por onde passe ou com quem quer que esteja. Sem neutralidade, a força mental pode pender para lados específicos, gerando desequilíbrios vários.

Os exemplos acima são apenas algumas das coisas para as quais devem ser dadas uma atenção especial, pois, na realidade, uma Programação Mental bem sucedida em uma pessoa a levará a equilíbrio e harmonia em todas as áreas de sua vida. Toda e qualquer área a ser considerada deverá estar em ordem se houver uma estrutura geral de Programação Mental e crenças bem escolhidas, seguidas e manifestadas. Nesse tipo de caso, a pessoa agregará várias qualidades benéficas, como simplicidade, humildade, força, harmonia, graça, felicidade, beleza, paz interior, não julgamento, propagação da verdade, amor, carinho etc. Qualquer coisa que aponte para sintonias diferentes disso é sinal de pontos a serem descobertos e reorientados.

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Mantras

Este assunto pode ter desdobramentos bastante específicos e complexos, entretanto, de uma forma geral e simplificada, podemos dizer que mantras são formações sonoras ou mentais usadas repetidamente, em intervalos regulares, com fins próprios para focar, despertar ou programar a mente em frequências mentais desejadas.

No sentido usado ao longo deste conteúdo, entende-se até mesmo pequenas formações com significação mental específica dentro de uma determinada linha nos valendo como mantras. Por exemplo: a expressão “sou bom o bastante” pode ser usada como um mantra. Numa outra língua, essa mesma expressão teria outra formação e sonoridade. Dependendo do mantra e das línguas em questão até mesmo pequenas variações de significado podem estar presentes.

Para determinadas linhas de pensamento, a linha sonora específica do mantra é de importância fundamental, não podendo variar de forma alguma, independentemente da língua de quem o pronunciar, pois é considerada a frequência vibratória gerada por quem pronuncia o mantra.

Independentemente de uma questão conceitual em definir se os mantras estão ligados a aspectos de seu conteúdo analítico, de sua vibração sonora, aos dois aspectos simultaneamente ou ainda a qualquer outro tipo de característica ou funcionalidade, importa dentro do contexto geral deste conteúdo de Programação Mental saber que eles constituem-se de poderoso artifício para trabalhar a mente. Mesmo as repetições contínuas e seguidas de frases não configurando mantras também possuem efeitos específicos sobre a ótica da Programação Mental.

Para conhecer um pouco mais sobre os mantras, vale muito à pena uma dedicação e prática de médio e longo prazo. Você pode começar sua pesquisa pelo texto do Kalu Rimpoche sobre esse assunto.

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Poder da Oração

Muito já foi dito e vivenciado por milhares de pessoas sobre o poder da oração.

A Programação Mental pode ser beneficiada pela utilização das orações em decorrência de alguns fatores distintos e interligados entre si:

  • elevação energética e vibratória – o estado de oração por si só denota um direcionamento de se posicionar no mais alto grau de elevação e frequência com nossas partes mais nobres e espiritualizadas. Em toda prece feita com concentração e propriedade (e não apenas automática ou levianamente) os estados de elevação serão propiciados. Apenas a sintonização desses estados já se constitui em elementos potencializadores para se atingir ou se beneficiar de qualquer coisa dentro deles frequenciado, pedido ou direcionado;
  • conteúdo interno profundo – uma das formas de oração constitui-se de conteúdos internos e específicos gerado pelo próprio orador. Estando em estado de elevação vibratória e alta sintonização espiritual, o orador pode gerar um diálogo interno profundo, que reflete, estrutura e revela partes importantes de si próprio. A concentração sobre essas áreas em estado de oração gera efeitos bastante benéficos;
  • egrégora energética potencializada de estruturas específicas – rezas específicas repetidas muitas e muitas vezes por milhões de pessoas, mesmo em línguas diferentes, ao longo de milhares de anos, como por exemplo o “Pai Nosso” e a “Ave Maria”, têm uma egrégora energética bastante forte e intensa no campo mórfico da consciência humana e universal. Ao começar uma reza assim, a pessoa automaticamente acessa esses campos e se beneficia potencialmente deles, especialmente se não proferir essas orações apenas de forma automática, o que pode ocorrer de forma a dissipar energia ou até mesmo gerar efeitos maléficos... É bastante interessante pessoa refletir sobre o conteúdo do que quer dizer as rezas de formas pré-definidas que usa. Muitas têm palavras de uso incomum e pouco conhecido, podendo ter inclusive estruturas desinteressantes, como, por exemplo o “rogai por nós PECADORES”... Em muitos círculos abertos para as tendências da Nova Era, passagens antigas de rezas consagradas vem sendo melhoradas e atualizadas (por exemplo: “rogai por nós humanos de boa vontade, agora e sempre e sempre” ou “agora e na hora da nossa ascensão” e por aí vai).

É importante ressaltar que orar não significa apenas pedir coisas para as esferas superiores, mas pode, E DEVE TAMBÉM, se fazer e envolver por um ato de gratidão às esferas mais elevadas e sagradas que consigamos frequenciar. Aliás, pedir coisas, só reforça nosso lado de coitadinho e necessitado (a frequência de carente). Já passou da hora de assumirmos nossa divindade e trocarmos o pedir pelo oferecer, isso em todas as áreas de nossas vidas. Não peça ou espere nada pra você, ofereça tudo o que puder aos outros. Procure as pessoas porque tem o que oferecer a elas e não porque está carente e precisando de algo... Faça isso e experimente por si próprio(a) o poder e realização que isso traz.

Há um novo tipo de oração que vem sendo mais difundida na Terra nas últimas décadas trazendo afirmações de poder em si próprias, com estruturas mais determinantes, nos desenvolvendo na mestria da utilização do poder da palavra, como a consagração pessoal, a oração de cura e a oração da co-criação.

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Dê especial atenção a suas palavras


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Dando vazão a conteúdos mentais

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Estar com a mente em silêncio tem uma relação direta com o número de coisas, tarefas e agendas autocobradas para serem feitas, providenciadas, encaminhadas etc. Quanto maior o número de atividades em back log para serem realizadas, menor o potencial para se conseguir ficar quieto e em paz interior. Não que você não possa ficar em paz interior se tiver algo por fazer, mas ficar sem fazer nada, em puro silêncio quando há algo por se fazer é mais difícil, pois a própria condição de um espírito em paz, o direciona para fazer, a cada instante, a cada momento, o que deve ser feito, estar no lugar certo, na hora certa, com as pessoas certas em harmonia com o todo.

 

[...]

 

Todos temos distorções temporais (apoiadas no movimento mental...) ligadas a cada uma das 5 estruturas de defesas de personalidade, dificultando nosso estado de silêncio e presença. É importante conhecer as distorções ligadas a essas defesas e dissolvê-las em nós. Veja o quadro a seguir para saber quais são essas distorções, lembrando que para dissolvê-las por completo, é necessário trabalhar essas defesas como um todo...:

 

Esquizóide

Oral

Psicótica

Masoquista

Rígida

Experimenta o tempo universal; é incapaz de sentir o tempo linear ou de viver no presente, no mundo físico

Nunca tem tempo suficiente

Lança-se para o futuro

Sente que o desdobramento temporal se deteve

Sente o austero e mecânico movimento do tempo para frente

 (fonte: Luz Emergente – Barbara Brennan – p. 346)

Para calar a mente, uma das chaves está em dar vazão ao maior número possível de conteúdos mentais represados. 

 [dicas de como fazer isso na versão completa enviada para impressão]

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Boas programações a serem implementadas

As programações sugeridas adiante são apenas sugestões, não encerram, claro, todas as possibilidades possíveis de crenças, pensamentos e frequências que podemos optar por ter para atingir transformações benéficas.

É importante ressaltar que essas crenças apresentadas denotam diretamente conteúdos racionais, estruturados, expressos em si. Embora esses conteúdos facilitem que a manifestação dos pensamentos ancorados torne-se realidade, essas idéias também possuem outras partes em suas estruturas (como já dito) que devem ser observadas, como as frequências, as questões ligadas à inteligência multifocal, harmonia e equilíbrio geral do pensador etc. Portanto, esses outros aspectos também devem ser observados quando a pessoa estiver pensando essas coisas, mantrando-as em seu consciente e inconsciente.

As sugestões de estruturação de crenças sugeridas aqui se compõem de afirmações e direcionamentos passados por diversos mestres espirituais e também pensadores da atualidade com notória capacidade de autodesenvolvimento. Como dito no tópico sobre as três formas de estruturação das crenças, podemos adotar algumas verdades simplesmente em decorrência do crédito que damos às suas fontes, independentemente de ainda termos a experiência direta delas ou a compreensão racional de suas verdades.

Este conteúdo faz parte de uma proposta de construção coletiva da realidade. Participe enviando suas sugestões a respeito de quais crenças são adequadas para a ancoragem de transformações benéficas no Planeta Terra.

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As cinco afirmações para as Estruturas de Defesa de Personalidade

Comecemos pelas programações e mantras associados às 5 Estruturas de Defesa de Personalidade.

Essas programações refletem crenças profundas e distorcidas ligadas à energia da essência que cada um de nós pode ter em maior ou menor grau. Entender sobre essas estruturas e o que podemos fazer por nós e pelos outros em relação a elas, tem o poder de transformar beneficamente o mundo. Aprofunde-se o máximo possível nesse conhecimento e em sua aplicação prática.

Aqui estão descritas apenas as programações mentais benéficas ligadas a essas estruturas, mas muito mais há a se saber e fazer no contexto ligado a isso, abrangendo, com certeza, uma das coisas mais profundas que podemos atingir.

Defesa Considerada

Mantra a Ser Focado

Desconectada

Estou seguro, estou aqui

Carente

Eu sou bom o bastante

Controladora

Estou seguro, sou a bondade

Invadida

Sou livre, eu controlo a minha vida

Rígida

Sou real, sou luz

 

Neste conjunto de crenças sugeridas expressas diretamente nos mantras a serem focados pelas pessoas que apresentam os padrões de cada defesa, é particularmente importante a lembrança daquela possibilidade de formação de crenças em decorrência do crédito que damos às fontes das quais vieram, pois esses mantras a serem focados refletem exatamente a distorção de crença que cada pessoa com essas defesas apresenta a partir da energia de sua própria essência.

É muito comum a própria pessoa não achar conscientemente que pensa assim (por exemplo, que ela não é boa o bastante), mas pensa. Ela só poderá constatar isso fazendo uma autoanálise das defesas que possui, a partir de métodos específicos de avaliação e aceitar, humildemente, possuir essas distorções fortemente alicerçadas em seus conjuntos de crenças. Após um tempo tendo tomado consciência de suas defesas e estar trabalhando as questões a elas ligadas, esse entendimento consciente vai ficando mais claro e evidente.

Por que acreditar em algo que não possa lhe parecer óbvio? Como dito, veja as fontes, tome contato com elas, sinta por si mesmo(a) se capta uma superioridade real (e não uma superioridade fria...) no conjunto total da obra, do conhecimento e das personalidades que estão canalizando as informações. No caso destas crenças ligadas às estruturas de defesa de personalidade, veja sobre isso diretamente no conteúdo a esse respeito.

Outras programações e afirmações que funcionam e agem diretamente sobre cada uma das defesas:

Defesa Considerada

Mantra a Ser Focado

Desconectada

Sou filho do universo

Faço parte de todas as coisas

Pertenço a tudo o que existe

Carente

Eu me sustento

Tenho todo tempo do mundo

Controladora

Nenhuma disputa

Invadida

Não domino, não sou dominado

Rígida

Sou capaz de qualquer coisa

Existem formas de realidades diferentes além da que percebo

 

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O(a) coitadinho(a) e o(a) sofredor(a) que existiam dentro de mim, morreram.

Quando o Discípulo está pronto,
o Mestre aparece.

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Sempre posso fazer algo benéfico por mim


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Meus recursos de desenvolvimento são cumulativos e se potencializam
entre si

Muito mais do que apenas podermos sempre fazer algo benéfico por nós próprios, os recursos de desenvolvimento, autoconhecimento e evolução pessoal são cumulativos entre si.

Por exemplo: uma pessoa que preparou durante a infância e adolescência seu corpo para a atividade física, irá se beneficiar rapidamente da retomada de exercícios mesmo após um longo período parada.

Muitas vezes, podemos achar que tudo está muito difícil e contra nós. Especialmente em estados depressivos, podemos nos ver em situações dentro das quais acreditamos não haver saída pra nada ou tudo é desfavorável. Entretanto, para aquele que já optou conscientemente pela Jornada do Encontro Pessoal, os recursos acessados são como o gosto do sal ou da pimenta em uma refeição: são cumulativos. Quanto mais andamos nessa Jornada, mais os recursos se somam e fortalecem.

Podemos, por exemplo, estar muito mal em um determinado dia, tentando várias coisas “sem efeito” para apaziguar nossa alma. Tentamos meditar, relaxar, quebrar a frequência e “nada funciona”, mesmo ânimo para dar uma volta na rua pode estar nos faltando. Entretanto, em determinado momento, podemos ir tomar um banho e isso ser suficiente para nos relembrar ser esta uma das práticas, um dos recursos que temos para ajudar a nós mesmos. Um banho por si só é tomado por bilhões de pessoas todos os dias de maneira inconsciente, sem se darem conta de que isso pode ser uma prática poderosa de retomada, de purificação, de elevação.

Para aquele com a consciência já desperta para o presente e as coisas simples, esse mesmo banho pode ser o suficiente para mudar toda uma frequência que vinha se arrastando por todo um dia e despertar o ânimo perdido, startando a partir daí toda uma onda de equilíbrio e retomada. A pessoa lembra de estar fazendo por si própria algo benéfico (o banho), então pode somar, por exemplo, a ele a técnica de uma imersão quente com uma ducha fria rápida ao final para equilibrar e proteger os centros energéticos(*). O ânimo e a inspiração aumentam, novas atitudes benéficas podem ir se somando a partir daí, pois o corpo (e a alma) já tem as bases prontas para captar e usufruir desses “recursos”, já foi “treinado” para isso.

(*) além da técnica de tomar um banho quente com uma ducha rápida ao final, veja mais exemplos de práticas que podem ser agregadas a nossa vida nesse sentido no conteúdo sobre os Instrumentos e Práticas de Cura e Expansão de Consciência.

Num dia ruim, podemos não estar funcionando com vários dos recursos que já utilizamos para o nosso desenvolvimento, mas algum dos muitos outros, podem nos valer bastante e potencializar todos os outros.

No conteúdo sobre o processo de cura, em seu final, está postulado que não existe cura sem: meditação; atividade física regular, prazerosa, não competitiva e sem a geração de lesões; contato de qualidade e frequente com a natureza; expressividade; individuação; vida múltipla e rica em aspectos e abordagens; realização pessoal em todas as áreas da vida; amizades e relacionamentos prazerosos; manifestação consciente de todos os sentimentos; espontaneidade; suporte e conforto físico/material; clareza de percepção, visão e propósito; aceitação; equilíbrio; espiritualidade; capacidade de transitar harmonicamente entre os estados de interiorização e inteiração com o meio externo; manifestação artística; estilo de vida prazeroso; entrega; realidade.

Qualquer uma dessas coisas, para quem já as implementou como processos de sua Jornada de Encontro Pessoal, num momento difícil, podem servir como alavanca para sair de um momento adverso e nos relembrar de tantas conquistas já alcançadas.

Isso quando estamos considerando os momentos ruins, mas ainda há muito mais do que apenas isso: todas as práticas e recursos de autoconhecimento e evolução se somam entre si e dissipam inclusive mesmo a possibilidade de ocorrência dos momentos ruins. Por uma questão de dentro da realidade dual ainda termos a mudança natural das coisas de um estado para o outro e em decorrência também do resgate de nossos carmas, momentos ruins ainda estão muito presentes de uma forma em geral na vida na Terra, mas esteja ciente e tenha certeza de que é muito melhor passar por eles se valendo do efeito cumulativo benéfico e somatizado de nossas práticas de desenvolvimento e sustentação do que sem ele.

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Posso aprender observando as coisas

Há apenas uma coisa pior que aprender com os próprios erros: é não aprender com eles...

Isso é algo bastante capcioso. Parece realmente uma armadilha.

-       Mestre, como faço para me tornar um sábio?

-       Faça boas escolhas.

-       Como fazer boas escolhas?

-       Adquira experiência.

-       Como fazer para adquirir experiência?

-       Faça escolhas ruins...

Não precisamos aprender somente com nossos erros. Essa é apenas uma parte da estória, a parte mais dolorosa, digamos assim. Assim como o Universo criou o mecanismo do sofrimento para fazer com que possamos aprender com nossos erros, ele também nos brindou com algo maravilhoso: podemos aprender também com o erro do outro, observando sua situação com nossa capacidade de empatia e assimilação.

Muitas vezes precisamos conhecer nossos próprios limites para saber o que somos, como funcionamos. Nessa necessidade, acabamos por exceder esses limites. Esse é o momento no qual nos damos mal...

Entretanto, dia chega no qual aprendemos podermos ir apenas até um determinado ponto das situações e dali podemos apenas observar e aguardar o conhecimento advindo dessa observação nos chegar. Podemos olhar para a situação e aprender com ela, especialmente se houver outra pessoa nela envolvida até “a tampa”...

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O que posso fazer pelo outro?

Essa linha de pensamento não é bem uma afirmação, mas sim uma postura de vida ancorada na fé de que o poder em servir ao próximo envolve um dos pensamentos mais energizantes que alguém pode ter.

“O que posso fazer pelos outros?” gera todo um campo universal em nosso favor, pois não mais apenas as forças que nos regem e guiam, mas também as forças que regem e guiam aqueles que se beneficiarão diretamente das nossas ações passam a agir e conspirar em nosso favor.

Você pode fazer isso com um interesse apenas em ser retribuído pelo Universo ou se beneficiar de alguma forma, mas mesmo assim a prática de ajuda ao próximo por si só já gera condições de nos vermos em ação ajudando ao outro, nos possibilitando ir acertando imperfeições em nossas ações no servir ao longo do caminho (como essa, por exemplo, de servir com interesse em se autobeneficiar...). Melhor fazer algo por alguém, mesmo de forma não ideal, do que não fazer nada.

A forma ideal de fazer algo por alguém é realmente fazer fora de qualquer pretensão de retorno ou autobeneficiamento. Trabalho voluntário e descompromissado com reconhecimento, gratidão ou autobeneficiamento, trocar “o que ganho com isso” por “como posso servir? O que posso oferecer? Como posso ajudar?”.

Experimente e veja por si mesmo(a).

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Não fazendo o que quero, poderei fazer o que preferir

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Este é um conhecimento muito profundo apresentado por Yogananda em sua autobiografia, num trecho de um encontro com um sábio/mestre.

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Somos muito mais amplos do que as limitações decorrentes da nossa autopercepção da condição humana

Um dos nossos sensos de percepção é nos entendermos como criaturas humanas. Entretanto, essa é apenas uma pequena parte do que somos.

Há uma frase em voga dentro do contexto da Nova Era que diz “Não somos humanos procurando uma experiência espiritual, somos espíritos passando por uma experiência humana”. Isso é muito revelador, abre muitos caminhos e dá uma nova dimensão à nossa consciência.

Viver a partir de uma diretriz do espírito é muito gratificante. É um marco na Jornada quando deixamos de seguir as diretrizes mentais, predominantes até mais ou menos o final da juventude e que reinarão até resgatarmos a intuição da nossa percepção espiritual. Podemos estacionar na percepção de seres unicamente pertencentes à condição humana, e nada mais. O que é limitador e de resultados muito tristes.

É provável que se você tenha chegado a ler este texto até aqui já tenha agregado essa percepção. De qualquer forma, é bom e didático pontuar essa questão, de modo que outras possam ser melhor apresentadas.

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Somos muito mais do que apenas a consciência do Eu, do ego, da individualidade, do Self


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Somos Um

Essa crença é particularmente interessante e amorosa.

Atualmente, já sabemos, em decorrência dos postulados da física quântica, que realmente tudo o que existe é apenas um campo energético indistinto, embora possa ser diferenciado em áreas diversas por frequências distintas nos dando a percepção da separatividade, das coisas como sendo separadas umas das outras.

Todavia, na prática, ainda é muito complicado para a maioria de nós olhar para o “mundo externo” e percebê-lo como nós mesmos.

“Somos Um” é uma crença especialmente benéfica no sentido de lembrarmos que todos os outros seres humanos com os quais lidamos são partes de nós próprios, são apenas nós mesmos de outra forma, sob outro aspecto e ótica.

Nada, nada, crer que somos um (mesmo que não se veja lógica formal nisso) nos leva a um mundo mais fraterno e mais humano. E “humano” aí é usado exatamente no sentido restrito do que quer dizer: termos um mundo mais HUMANO, pois o que estamos tendo hoje é desumano, inadequado para a condição de vida humana. Não é à toa que a autorealização é um processo de exceção na Terra e não o contrário...

Enquanto parte da fonte que somos, escolhemos voluntariamente criar uma realidade na Terra onde pudéssemos vivenciar a separatividade. É da natureza da Fonte deleitar-se de si mesma e amar-se a si própria. Com a experiência de que suas partes individualizadas (dentre elas, todos nós...) pudéssemos deixar de perceber nossa ligação com a Fonte, pudemos ter a vivência do nosso comportamento e reação na experiência dessa sensação de desconexão.

O propósito era o da Fonte criar a experiência de continuar amando a si mesma a partir de suas partes individualizadas mesmo que essas não estivessem sentido sua conexão e integração com Tudo o que É. Uma experiência e uma aventura abençoada de uma nova forma de amor, que envolvia riscos e “prêmios” com o seguinte contexto geral:

  • A experiência da separatividade é um projeto não padrão da Criação manifestado no que entendemos como sendo nosso “universo local”. Embora não possamos precisar se é uma experiência única e local do planeta Terra, temos a percepção intuitiva de que, de qualquer forma, não é o padrão de operação da Criação, o qual tem como característica, dentre outras, a ligação consciente e extasiática que todas as coisas possuem entre si;
  • Essa experiência manifestou-se em nosso planeta nos últimos cerca de 100 mil anos. Antes desse período, era diferente, a Terra operava exatamente como o restante do Universo. Tínhamos aqui o que miticamente ficou registrado nas nossas escrituras sagradas como Jardim do Éden;
  • O que nas escrituras ficou referenciado como “o pecado original” ou “a queda” foi justamente essa sensação de desconexão da fonte. Esse é o princípio de muita coisa que ficamos sem entender por todo esse tempo e agora estamos tendo a oportunidade de resgatar;
  • Embora tenhamos a sensação de desconexão com a Fonte, o sentimento de não pertencer a Tudo o que É, essas são apenas sensações, pois nada está desconectado da Fonte, isso é impossível e não pode ser de outra forma. O que é possível e foi manifestado é a sensação de desconexão. Esse processo foi tão bem feito que criou uma realidade virtual tão convincente que paradoxalmente a experiência da separatividade tem aspectos reais, porém ilusórios. É o que se chama na tradição oriental de Maia, a ilusão deste mundo;
  • Para sustentar a experiência da separatividade, alguns mecanismos foram necessários de serem implementados, dentre eles o do sofrimento, o carma e o esquecimento profundo vinculado à encarnação;
  • Os riscos e prêmios dessa experiência consistiam na oportunidade da Fonte continuar amando e deleitando-se de si mesma mesmo dentro do estado de separatividade, ou então sucumbir ao desafio e polarizar o sofrimento, a inveja e a guerra.

Esta segunda probabilidade prevaleceu. Entretanto há uma notícia maravilhosa:

O JOGO ACABOU!

Já vivemos o que tínhamos de viver com isso tudo. Chega! É hora de voltar pra casa, resgatar a conexão, curar todas as feridas, dissolver todo o sofrimento, quitar, integrar e apagar todo o carma restante e extrair o aprendizado e a evolução conseguidos.

Foi uma experiência fantástica e cheia de méritos, pois a coragem, determinação e força de vontade que tivemos para chegar até aqui é realmente miraculosa, digna da grandiosidade da Criação. Estamos todos de parabéns.

Todavia, as partes mais profundas de nós próprios também já foram sensibilizadas e estão emergindo para manifestar o resgate definitivo e restabelecer a conexão. Chega de sofrimento.

Ninguém nunca esteve só. Somos todos um.

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Carma é justiça divina em ação criada para o contexto da separatividade


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Pensamentos Harmônicos Prevalecem Sempre

Não há pensamento ruim para o qual não exista uma resposta divina coerente, gratificante e confortadora.
Para qualquer mazela, existe uma manifestação extasiática e divina capaz de envolvê-la.

Por que sofremos? Talvez essa seja a pergunta mais evidente e forte para a qual, quando não achamos respostas que nos satisfaçam beneficamente, os portais para o desânimo, a descrença, a depressão e toda sorte de desgraças e desatinos possam manifestar-se a partir e também em nossa direção.

Há respostas satisfatórias para quaisquer perguntas. Muitas vezes ocorre de o ouvinte não estar ainda apto ou disposto a ouvir a verdade, mas apenas o que ele próprio continua optando por ouvir. Palavras são limitadas. Raciocínios apresentados através de códigos linguísticos são limitados. A mente cria e aceita todo o tipo de explicações e estruturas lógicas que satisfaçam os anseios do que o ego (a percepção de individualidade) está querendo para si próprio.

Existem justificativas boas e coerentes (dentro de suas próprias lógicas) para todos os tipos de coisas opostas: comer ou não comer carne; ser ou não ser homossexual; fazer o tantra, fazer abstinência ou desregração sexual; ter ou não ter filhos; comprar ou não comprar bens supérfluos; ser bom ou ser mau... A lista é infinda. Tanto faz qual seja a questão: a mente irá acessar e encontrar as justificativas para preencherem as necessidades do ego e da alma de passarem por determinadas experiências e condições.

Se há justificativa para qualquer tipo de coisa, bons raciocínios para qualquer tipo de coisa, esteja certo(a) de que para todo pensamento ruim, para toda mazela, existe uma bênção capaz de envolvê-la, mesmo que você ainda não a esteja frequenciando. Aguarde e, cedo ou tarde, receberá uma explicação que lhe trará conforto e alívio para qualquer mazela.

Como já vimos, caso o eu opte por achar algo bom ou válido, a mente irá trazer uma construção racional para embasar ou justificar aquilo. Caso a pessoa aceite, pode-se dizer, por exemplo, que o sofrimento é um mecanismo do universo dentro da nossa realidade da separatividade para garantir a existência da evolução, o que é uma grande bênção. Sem o sofrimento nessa realidade da separatividade, poderíamos continuar infindamente incorrendo nos mesmos erros e desvios sem perceber o que estaria estagnado ou regredindo em nosso estado de ser e também em tudo ao nosso redor. O Anjo da Dor é o único que jamais se cansa de nós. Ele é capaz de se manter ao nosso lado infindamente até podermos acordar de nossas ilusões mais profundas.

Por que, então, existir as ilusões e os erros, por que eles simplesmente não deixam de existir e passamos a fazer tudo “certo”? Porque somente havendo essa possibilidade, podemos ter a bênção do livre-arbítrio, possibilitando a manifestação da individualidade separada e a percepção do êxtase em existir e permitir a existência também do outro, de contemplar a maravilha da criação ao mesmo tempo em que dela se faz parte. O sofrimento, nesta ótica, não é um mau, mas sim uma garantia para podermos, a partir de nosso próprio mérito, conhecer e desfrutar da ressonância infinita e abençoada da criação contínua de todas as coisas.

E ainda tem mais: justamente a existência do sofrimento, neste momento atual da transição planetária, disparou o chamado para deixarmos de lado a experiência da separatividade, ele funcionou como uma garantia de que poderíamos ter um mecanismo de retorno caso a experiência viesse pela possibilidade que acabou prevalecendo. Sem o sofrimento, poderíamos nos perder indefinidamente dentro da separatividade, algo em desacordo com a benevolência infinita da criação. Foi um remédio amargo, mas necessário.

Há boas justificativas para a existência do sofrimento, mas também há algo muito melhor: escolher parar de sofrer leva à evolução.

O estado no qual os pensamentos harmônicos não prevalecem sempre é transitório, por mais longo que possa parecer, e pode ser uma das definições para o termo “depressão”.

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Escolher parar de sofrer leva à evolução

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O sofrimento é um mecanismo de evolução estabelecido juntamente com o carma e o esquecimento dentro da realidade da separatividade. Sem o sofrimento, não haveria um outro tipo de ferramenta tão eficiente capaz de garantir a evolução. A estagnação ou até mesmo a involução poderiam instalar-se no seio universal.

O anjo da dor é o único que jamais se cansa de qualquer um de nós, ele pode nos acompanhar infindamente enquanto isso for necessário. A dor e o sofrimento são mecanismos de sinalização e ancoragem para revermos o que pode ser melhorado, onde há falhas e são os mestres mais honestos que existem, não hesitam em nos mostrar a verdade.

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Viva a vida. Cura tudo!

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Somos Sempre o Melhor do que Podemos Ser

Dentro do budismo há um pressuposto de que todo ser humano procura ser feliz e evitar o sofrimento. Isso é bastante razoável. Podemos aceitar esse postulado sem muita resistência.

Se temos todos, então, este direcionamento, por que somos tão infelizes e sofremos tanto?...

Parece óbvio que quando alguém erra, falha ou atrai qualquer desventura, dissabor, desgraça ou qualquer outra coisa nesse sentido, é em decorrência de não conhecer ou conseguir manifestar uma forma melhor de ser ou de agir...

Trazer para a consciência que sempre somos o melhor do que podemos ser, nos direciona para aceitarmos a nós mesmos, abrindo assim o caminho para podermos nos amar, além de dar alicerces para desenvolver compaixão e perdão pelo próximo e por nós mesmos.

É interessante essa programação ser adotada não apenas sob a ótica do “Eu”, mas também do “Nós”. O benefício, assim, é dobrado, pois atingirá o efeito direto não apenas sobre a própria pessoa, mas também nutrirá nela a bênção da compaixão pelo entendimento de o outro estar sendo o melhor do que pode ser até aquele momento, mesmo quando nos fere...

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Somos Co-criadores da Realidade

Assumir esta crença nos relembra do nosso caráter divino e resgata nossa responsabilidade por nós próprios e por todas as coisas.

A parte difícil é aceitarmos que toda a miséria com a qual tomamos consciência neste mundo faz parte, de alguma forma, do que criamos e manifestamos a partir da mente universal e de nossas mentes superiores. Mas há boas notícias também: criamos isso tudo, mas também podemos trabalhar no sentido de resolver todo esse desmantelo.

Leia o texto “Oponopono” para ver uma história encantadora de um terapeuta que curou um pavilhão inteiro de pacientes criminais insanos, sem sequer ver nenhum deles pessoalmente, para ter contato com uma abordagem muito rica sobre essa questão do nosso poder de curar a realidade externa a partir do trabalho interno e da aceitação de nossa responsabilidade sobre a realidade.

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O Mito de Gaia faz muito sentido e é real

O Mito de Gaia é o entendimento da Terra como sendo um organismo vivo, do qual todos fazemos parte e também do qual todos dependemos para viver.

Todas as civilizações têm seus mitos. Na civilização moderna, especialmente na ocidental, essa percepção do mito ficou um pouco esmaecida e até mesmo inexistente em muitos nichos sociais. O materialismo científico dominou complemente em muitos locais.

Muitos esquemas religiosos estão instalados trazendo configurações, doutrinamento e sistemática com poderes de mitos incrustados dentro de si. Mas esses sistemas têm funcionado muito mais como uma forma de aparelhagem ideológica de estado para manter o interesse das classes dominantes do que como qualquer tipo de propagação de conhecimentos de ordem superiores de entendimento mais elevado.

Os mitos são recursos alegóricos dos quais muitas vezes as esferas superiores lançam mão para nos trazerem a frequência de entendimentos a respeito dos quais nosso sistema de comunicação ainda não possui recursos para alcançar.

Os mitos também podem ser entendidos como estórias não verdadeiras, não reais, mas tomadas por verdadeiras por um determinado povo ou civilização. Não que a Terra não seja mesmo um organismo vivo, fazendo parte de uma inteligência superior. Mas nos vimos tão envolvidos com o materialismo científico que passamos a vê-la como um grande corpo do reino mineral. O Mito de Gaia traz uma base bastante poética, ancorada na arte e também na lógica para lançarmos um novo olhar sobre nossa condição de estarmos vivendo aqui e agora, na Terra, neste momento.

Há algo muito necessário e importante a ser pensando e falado por cada um de nós para essa energia vibrar cada vez mais forte: “Eu amo o planeta Terra”. Deite no chão, abraçando a Terra e repita isso: “Eu te amo”. Mentalize o Planeta enquanto faz isso...

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Precisamos Mudar o Modo de Vida na Terra

Uma vez acordados para o fato de a Terra ser esse organismo do qual fazemos parte e do qual dependemos para viver, fica óbvio que devemos mudar nosso modo de vida para evitar a rota de colisão, a destruição do Planeta e de nós mesmos em mais ou menos tempo caso continuemos, enquanto espécie humana, a nos comportar e reproduzir da forma como estamos vindo fazendo nos pelo menos últimos 10.000 anos e aceleradamente nas últimas décadas em decorrência do avanço tecnológico “burro” que criamos.

Há muito a ser dito sobre isso. Esta crença nos leva a uma consciência social, de importância enquanto civilização contemporânea muito além do escopo aberto para ser discutido nesta monografia em específico da Programação Mental. Reconstruirmos o arcabouço das nossas crenças é um grande passo, mas há muitas providências, desdobramentos, ações, cenários e tantas outras coisas específicas para serem vistos separadamente e com muito cuidado e atenção. O conteúdo sobre os Aspectos Sociais da Cura é o fórum adequado onde isso está em desenvolvimento e é apresentado.

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Tudo é de todos

Também está além da abrangência deste texto de Programação Mental desdobrar todas as facetas dessa afirmação, a qual está num processo ainda em desenvolviemnto mais detalhado dentro do conteúdo sobre os Aspectos Sociais da Cura. Entretanto, cabe aqui esboçar as linhas gerais dessa crença muito benéfica para toda a humanidade na proporção em que comece a ser cada vez mais frequenciada por um número cada vez maior de pessoas.

A absorção desta crença nos levará a um salto de desenvolvimento social ainda sem precedentes dentro da história humana conhecida. Como desdobramento deste conhecimento cairão os registros de patentes e a proteção de toda a propriedade intelectual, pois tudo é de todos. Ninguém chegou a conhecimento científico tecnológico nenhum sozinho. Todos os gênios aprenderam idiomas dentro da cultura de seu povo, se valeram de todo o conhecimento humano adquirido até então.

Claro que a pesquisa, assim como a criação artística e todas as outras atividades humanas descentes precisam ser reconhecidas e gerar riquezas para seus praticantes não apenas sobreviver e se dedicarem a elas, gerando benefícios para todas as pessoas, mas além de sobreviver, viver muito bem, com abundância e conforto material. Porém a forma de remuneração, controle e distribuição do capital intelectual, artístico e criativo humano na Terra está ocorrendo de forma muito equivocada.

Por exemplo: Bill Gates tem uma fundação de assistência social. Uma única doação para essa fundação foi além de 30 bilhões de dólares. Isso tudo pode até parecer bastante interessante e adequado. Entretanto, é uma tremenda dispersão energética, um grande erro, encobrindo até mesmo um grande mal para a humanidade. Claro que Bill Gates, como todos nós, quer ser alguém bom para si e para todos os outros (ao menos bom para nós mesmos todos queremos ser...). Mas a vocação natural da maior contribuição dele para a humanidade, intimamente ligada à criação da Microsoft, o que ele sabe fazer de melhor, não é cuidar das pessoas carentes e necessitadas. O que ele sabe fazer de melhor é software. Se ele, se a Microsoft, realmente querem melhorar (E MUUUUUUUITO) o mundo, basta liberar a propriedade intelectual do Windows e do Office para uso-fruto de toda a humanidade. Colocar de graça na rede esses aplicativos para serem baixados e usufruídos por todos. O mundo vai se beneficiar disso muito drasticamente, inclusive todas as pessoas necessitadas, quer sejam crianças, idosos, famintos, discriminados, qualquer um.

Grande parte da estrutura da Microsoft, numa estimativa condescendente de 80%, é gasta tão somente em manter técnicos e equipe de vendas voltados para criar mecanismos para vender mais e mais. Gerando atualizações totalmente desnecessárias, mas criadas como artifícios para gerar obsolescência programada e perceptiva. Digamos que desses 30 bilhões recebidos, a fundação do Bill Gates destinasse cerca de apenas 200 milhões (0,66% daquela única doação...) para a liberação de softwares, ela poderia manter uma equipe enxuta em um centro próprio de hospedagem todo o patrimônio intelectual contido em seus programas para serem baixados de graça por toda a humanidade por cerca de pelos menos 100 anos!

Todos os pesquisadores de cura para o câncer iriam se beneficiar disso. Todos os professores das escolas mais remotas e distantes. Todos os governos dos países mais miseráveis. Todos os programas de assistência social do mundo inteiro. Todas as pessoas de boa vontade...

Chega de um sistema onde só os norte-americanos ganham dinheiro. Basta olhar para qualquer lista de milionários, qualquer tipo de estatística de distribuição de riquezas entre os países para se constatar isso. A questão aqui não é a de diminuir a riqueza dos americanos, eles não precisam ser menos ricos para os outros povos também o ser. Ao contrário: eles podem até se tornar infinitamente mais ricos caso TODOS possam ser ricos ao menos tempo, e não apenas mais SOMENTE eles.

Os ingleses, na época das navegações, “inventaram” algo chamado de corsários, os quais nada mais eram do que piratas ingleses apoiados pela própria coroa britânica. Eles saqueavam todos os barcos que conseguiam e dividiam o lucro de seus assaltos e matança com seu país. Hoje, os Estados Unidos, ex-colônia inglesa e nação irmã da Inglaterra, como eles próprios se autodenominam, combatem a pirataria e protegem a propriedade intelectual com unhas e dentes.

Os norte-americanos e os ingleses não são ruins, não são o mal encarnado. Mesmo porque hoje em dia cerca de nove entre cada dez das maiores celebridades intelectuais são norte-americanas, são os maiores físicos quânticos e, por consequência, também pessoas de grande conhecimento humanitário e espiritual. O que precisa mudar, dar um up grade, é a forma de distribuição da riqueza. A era do “meus bens pra cá seus males pra lá” já acabou. Tudo é de todos. Filme em DVD, software, só se for “pirata”! Esses filmes e esses softwares foram construídos com o capital intelectual, o suor, o esforço, o dinheiro e o sangue de toda a humanidade até aqui. Claro que os produtores, os artistas e os desenvolvedores precisam também ser ricos, mas não só mais eles. Há riqueza suficiente para todos nós e todos os mais que nascerem no planeta Terra. Fazer uma transição da distribuição e das formas de circulação da riqueza é muito mais simples, menos dispendioso e custará muito menos vidas do que continuarmos a bater cabeça dentro do modelo estúpido que temos atualmente.

Enquanto cinco ou dez pessoas deixam de ganhar lucros concentrados e superfaturados por deixarem de vender uma mídia de filme por até cerca de R$ 80,00, centenas de outros marginalizados ganham R$ 1,00 ou R$ 2,00 para vender uma mídia com um pouco menos de qualidade, mas cumpridora do mesmo objetivo final, por R$ 5,00. O consumidor ganha, os marginalizados também. Falta apenas rever como os cinco ou dez detentores dos direitos autorais, os investidores de produção, irão ser merecida e proporcionalmente retribuídos, o que não é difícil. Neste exemplo, estamos ainda considerando um modelo já em declínio de mídias físicas. O filme poder ser baixado por milhões de pessoas em poucos dias a partir de um mesmo servidor ligado à internet a um custo extremamente baixo. Considerando-se aí custos compartilhados de filmes e obras diversas, ao longo de uma linha de tempo de um ano, por exemplo, muitos conteúdos chegarão a centenas de pessoas ao custo de centavos. Qualquer governo, qualquer corporação pode bancar isso com muita facilidade. A questão não é mais de falta de condições operacionais. Toda a questão é de mudança de paradigma coletivo, força política e consciência social.

Nosso modelo chegou ao cúmulo de manter estruturas escusas e “subterrâneas” que funcionam simplesmente para criar males para alavancar os lucros das indústrias dos “contra-males”, como é o caso da indústria farmacêutica e das empresas de anti-vírus para computadores. É absurdo as indústrias farmacêuticas terem de se apoiar em um argumento tão ridículo quanto o custeio de pesquisas para venderem a preços exorbitantes seus “produtos maravilhosos” enquanto pessoas estão morrendo por falta deles ou, pior ainda, por terem sido vítimas desde muito cedo de um sistema de crenças dentro do qual dependiam de métodos de saúde e cura tão estranhos e anti-naturais quanto os dominantes hoje em dia.

O bem estar é mais importante do que o lucro de 1% da população mundial. A vida é mais importante do que qualquer outra coisa dentro do Planeta, pois ele existe justamente para dar condições e abrigo à existência da vida. Tudo é de todos.

Dentre tantos outros, são desdobramentos ligados à crença de que tudo é de todos:

  • a evolução do conceito de propriedade para o conceito de prioridade de uso;
  • o fim do sistema de alugueis;
  • o fim da especulação financeira;
  • a queda do sigilo bancário;
  • a dissolução dos estados nacionais (países) em benefício do surgimento da cidadania planetária;
  • a evolução do sistema de democracia representativa para o de democracia real, dentro do qual cada um de nós irá exercer a cidadania e a democracia diretamente com a ajuda dos recursos tecnológicos já disponíveis e em evolução contínua, inclusive dando destinação direta aos impostos de nós recolhidos. Os parlamentares vão ser re-orientados para a função natural para a qual foram criados de desenvolver leis e tão somente isso. O cenário mundialmente predominante do foco dos parlamentares embriagados com o êxtase do poder e da movimentação financeira em interesses próprios e dos grupos que os apóiam vai acabar em definitivo. Haverá a ascensão dos políticos honestos, que hoje ainda despendem tantos esforços simplesmente para continuarem honestos e íntegros em meio a tanta sujeira moral, ética e de toda ordem, pois o sistema dificulta a manutenção da integridade das pessoas da forma como está estruturado hoje. Comportamentos de longo prazo honestos, íntegros, bem intencionados e de resultado efetivo deixarão de ser apenas de uns poucos políticos e passarão a ser o da maioria deles.

Tudo isso em decorrência da propagação para as massas do conhecimento de que tudo é todos e dos desdobramentos daí advindos.


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Há muita gente fazendo muita coisa pelo resgate e evolução das pessoas, da humanidade e da Terra

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Muitas vezes, especialmente quando abatidas em estados depressivos ou de revolta, as pessoas entram em frequências do tipo “está tudo errado e ninguém faz nada”.

É muito evidente o quanto essas pessoas estão envolvidas numa aura pessimista decorrente de seu próprio estado interno e estão ampliando isso para o meio externo. É muito claro que o mundo na Terra não tem sido nada agradável, que aqui vem sendo um lugar de expiações intensas. Entretanto, há sim muita gente fazendo muita coisa boa pela sua própria melhoria e também da condição geral da humanidade e do Planeta em todos os níveis, em todas as áreas e em todas as classes sociais, culturas, grupos de pessoas e comunidades de uma forma em geral.

[...]

Todos nós deveríamos publicar abertamente a nossa descrição de “Mundo Ideal”, é um dever de cada um de nós concluirmos essa tarefa, é um presente para a Humanidade, um presente e tanto. Essa ação soma-se para a criação de uma forma-pensamento dominante de um mundo melhor, pois ao escrevermos sobre isso, além de gerarmos um campo de pensamento coletivo sobre um mundo mais justo e saudável, muitos de nós também estaremos sendo levados a frequenciar ideias de como se fazer para atingirmos esse mundo. Veja no texto Aspectos Sociais da Cura um exemplo de como isso pode ser feito. J

Muita gente está fazendo muito coisa boa. Abra os olhos e veja isso. Abra o coração e sinta isso.

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Nada resiste ao trabalho

Esta é uma crença de efeitos bastante benéficos para tocarmos o dia-a-dia, nos faz seguir em frente e colher frutos daquilo para o que nos direcionamos. Experimente e veja.

Há muita gente trabalhando pela melhoria da vida da Terra e tenha certeza: nada resiste ao trabalho.

(não confunda trabalho com emprego...)

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Este é o meu Trabalho / Esta é minha vida

“Este é o meu trabalho” é uma afirmação que podemos fazer de modo a ancorar uma crença em situações específicas dentro das quais nossas diretrizes profissionais possam estar passando por momentos de desafio e queremos continuar firmes dentro da mesma profissão, atividade, cargo ou função.

Deve ser empregada, dita oral ou mentalmente, ao final de cada conclusão diária do fechamento de um processo de nossa vida profissional, o atendimento de um cliente, a conclusão de um relatório, a apresentação de um produto.

É uma fórmula especialmente interessante para pessoas que trabalham como terapeutas ou trabalhos de cura (com sentido de “healing”) de uma forma em geral, pois dentro dessas profissões há um contato direto e contínuo com o esquecimento do que as pessoas são, podendo facilmente atrair um desafio de tirar a pessoa que escolheu essa carreira desse caminho.

“Este é meu trabalho” é uma afirmação/crença para ser utilizada com sabedoria e parcimônia, pois muitas vezes estamos sendo convidados pela criação a mudar nossos rumos, mas estamos resistentes a isso...

Se houver dúvida quanto a isso, podemos usar a variação “Esta é minha vida”, pois assim afirmamos o que acabamos de fazer como sendo uma parte de nós próprios, mas também deixamos abertos os portais para uma eventual mudança profissional. “Esta é minha vida” é uma afirmação muito mais ampla do que “Este é meu trabalho” e também pode ser usada dentro dos mais diversos tipos de circunstâncias dentro dos quais queremos nos manter e reafirmar.

Fez algo que o(a) gratifica, lhe dá prazer, vontade e coragem em viver? Quando concluir, afirme “Esta é minha vida”.

Algo que pode ser somado a esta afirmação é fazê-la juntando-a com uma postura de alinhamento de hara, para alinhar nosso propósito.

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Aqui é o melhor lugar, Agora é o melhor momento

O estudo do Tizolkin, a matriz matemática harmônica da cultura do povo maia, nos levou ao conhecimento do sistema tecnológico ligado a essa ferramenta. Esse sistema tecnológico é bastante diferente do atual sistema científico predominante na Terra baseado em comprovação de postulados com aplicabilidade essencialmente técnica, ou seja: quando determinadas condições de determinado postulado são aplicadas, os resultados obtidos serão os mesmos prolatados dentro do postulado. O maior corolário deste nosso sistema científico predominante aqui na Terra é o avanço tecnológico.

Todavia, o avanço tecnológico do nosso sistema demonstrou-se totalmente burro. É isso mesmo. É duro chegar a essa constatação, mas ela é clara e cristalina: nosso avanço tecnológico é unilateral, considera só um lado das coisas, no caso o lado do interesse imediato e míope de quem banca esse avanço. Nosso avanço tecnológico é autoinsustentável, pois traz em si próprio sua sentença de falecimento, uma vez que mata o organismo do qual depende para viver: a Terra.

Nossa ciência não é inválida, tanto é que temos esse tipo de avanço tecnológico, ela serve pra alguma coisa. É necessário apenas incorporar um conceito básico do Tzolkin: ser harmônica...

Para ser harmônica, uma coisa tem de estar de acordo, em ressonância com todas as demais coisas.

O Tzolkin é uma matriz matemática de 20 linhas por 13 colunas, formando um retângulo de 260 posições, dentro das quais, 52 formam um desenho particularmente belo, harmônico, com características específicas e simétricas, formando uma espiral de hélice dupla ao redor de um centro aberto. Essas 52 posições, denominadas de Tear dos Maias, podem ser equiparadas ao desenho de um DNA visto de cima para baixo, o começo de uma escala helicoidal.

Bem, o que essa coisa toda de Tzolkin tem a ver com a programação mental tratada aqui? Tudo. “Aqui é o melhor lugar, agora é o melhor momento” é o aprendizado prático número um extraído do conhecimento contido no Tzolkin. Uma das aplicações mais comuns dadas ao Tzolkin é o estabelecimento de um calendário. Os maias tinham seu calendário baseado nele, estabelecendo um ano de treze luas, cada uma correspondente a um mês de exatos 28 dias, cada mês começando no mesmo dia da semana e mais um dia “fora do tempo” (13 X 28 + 1 = 365). Conheça mais sobre esse calendário começando por www.calendariodapaz.com.br.

Todavia, calendário é apenas uma das aplicações do Tzolkin. Ele é algo muito avançado e bastante útil quando já temos nossos poderes paranormais mais despertados e desenvolvidos, para aplicarmos em estados profundos de meditação, projeção astral, bilocação, consciência cósmica e assim por diante. Funciona como uma espécie de matriz de MMC (mínimo múltiplo comum) e MDC (máximo divisor comum). Em outras palavras, uma relação de frequências capaz de abarcar e envolver todas as qualidades e manifestações do universo em 260 combinações diferentes, sendo todas as demais apenas repetições desses mesmos padrões em escalas de profundidade diferentes, assim como na escala musical.

“Aqui é o melhor lugar, agora é o melhor momento”, é uma âncora para nos ajudar a colocar em prática o ensinamento de vários mestres de que a única coisa que temos é o agora, o presente. Algo atualmente também explicado pelos físicos quânticos...

A meditação também nos ensina isso. Tudo só pode ocorrer no presente. Não vamos nos iluminar, nos curar, ficar felizes, no futuro. Isso, mesmo quando vier a ocorrer no futuro, acontecerá no presente... Mas como estamos frequenciados no padrão de não estar no presente, abrimos o campo de possibilidade para todas essas coisas maravilhosas serem adiadas indefinidamente, pois mesmo quando elas se esforçam muito para poderem se manifestar em nós, não estamos conectados ao presente para podermos ser a real manifestação delas no campo da manifestação, só conseguimos frequenciá-las a partir dos campos do não-manifesto e do inconsciente, o que por si só não é bom nem mal, mas que também não nos satisfaz plenamente, nos tira e afasta da possibilidade da totalidade, do nirvana, da auto-realização.

Aqui é o melhor lugar, agora é o melhor presente. Essa programação também é capaz de começar a abrir os portais para entendermos, aceitarmos e integrarmos que os acontecimentos do aqui e agora também são o que são, sem que os queiramos mudar, o que é uma perda de tempo, pois eles já são o que são... Não aceitá-los envolve uma dispersão energética que afeta primeiro e diretamente justamente a nós próprios.

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Há uma força tremenda no silêncio

Além do entendimento do silêncio ligado à experiência da meditação, há também um tipo especial de envolvimento a ele ligado: o silêncio diante de determinadas situações e/ou solicitações externas de uma resposta de nossa parte.

Muitas vezes nos envolvemos em disputas energéticas, até mesmo de forma bem intencionada, com objetivo de ajudar alguém, mas não saímos do lugar no que diz respeito a resultados pretendidos, mudanças benéficas procuradas.

Como estamos vendo ao longo deste texto, há muita coisa além da mente. Quando respondemos a alguém sobre determinada situação utilizando-nos das palavras para isso, necessariamente estamos nos valendo do campo mental para tal, uma vez que as palavras estruturadas dentro do código de uma determinada língua são por si só um conjunto lógico de signos que fazem sentido justamente graças ao poder da articulação mental.

O apelo para querermos mostrar algo a alguém em muitas situações nos valendo do recurso das palavras é muito intenso, há um campo mórfico de urgência muito grande no mundo e facilmente embarcamos nele. Para nos valer do silêncio, temos de ir além disso e nos valer da confiança (certeza de que estamos tomando a atitude certa) e da serenidade disponíveis apenas para quem sabe ter todo o tempo do mundo, pois as respostas dadas através do silêncio só terão efeito com a ação do tempo. Muitas vezes são necessários vários anos abarcando muitos fatos em si para uma pessoa poder entender, absorver e extrair os benefícios de uma resposta de silêncio dada a ela em determinada situação.

As relações energéticas envolvendo estruturas de defesa de personalidade carentes ou controladoras são especialmente ricas em oportunidades de as respostas de silêncio serem providenciais. Muitas vezes, ao respondermos um carente estamos lhe dando mais e mais energia(*), quando provavelmente o que ele mais precisa é de ter a oportunidade de perceber que não precisa da nossa energia, pois é capaz de se abastecer e sustentar pela sua própria, aprendendo a metabolizá-la.

(*) não importando o teor da resposta em si, pois de qualquer forma (agressiva, carinhosa, amistosamente ou ainda sob qualquer outra configuração) ele estará, bem ou mal, recebendo algum tipo de energia.

Da mesma forma, muitas vezes ao respondermos a uma provocação poderemos simplesmente estar alimentando uma disputa, mesmo que seja finalizando-a...

Um repórter foi entrevistar um senhor centenário como sendo considerado o homem mais idoso do planeta. O repórter perguntou: “No alto dos seus cento e tantos anos, qual mensagem o senhor tem para nos passar?”. O velho homem respondeu: “Aprendi que nunca devemos nos opor a nada.” “Mas isso é impossível”, retrucou o repórter. “É. É impossível”. Finalizou o ancião...

Embora nesse exemplo real e cheio de humor o repórter tenha tido a oportunidade de absorver a verdade da possibilidade da não disputa em decorrência do conteúdo mental intrínseco ao diálogo, energeticamente aconteceu da crença na disputa ter sido confirmada mais uma vez, pois ouve um rebatimento, mesmo que poderoso ou até inquestionável.

Olha só o que está acontecendo aqui: está sendo utilizado um código mental, uma sequência concatenada de idéias para argumentar em favor do silêncio. Isso parece uma contradição, não? Poderia apenas ser dito que o silêncio é poderoso e mais nada...

Bem, isto daqui, na realidade é uma sedução, um convite para você poder experimentar o poder do silêncio. Você vai precisar de várias experiências recorrendo a ele e vários anos de paciência aguardando confirmações de que suas ações no passado trilharam o caminho da melhor opção, lembrando que muitas vezes os feedbacks podem inclusive se perder no tempo e não cheguemos a ter a constatação de nossa opção pelo silêncio ter sido a melhor coisa, pois muitas vezes não teremos sequer mais contato com muitas pessoas com as quais possamos ter trocado experiências assim...

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Podemos coletivamente melhorar substancialmente a perspectiva de longevidade e imortalidade na Terra

No livro “Libertando-se do hábito de morrer”, Leonard Orr, conta, dentre outras coisas, seus encontros com mestres com mais de trezentos anos de idade em seus corpos físicos. Um deles tem como uma de suas técnicas de imortalidade não deixar qualquer pessoa chegar a menos de 50 jardas dele.

Já tendo visto neste texto a influência do pensamento das outras pessoas sobre nós, fica muito fácil de entender essa “estranha” técnica.

O desdobramento dos aspectos mais completos e abrangentes sobre a longevidade e a imortalidade, suas possibilidades aqui na terra etc, encontra-se no texto específico a esse respeito. Entretanto, cabe, dentro deste contexto da Programação Mental, ressaltar que conjuntamente com a mudança do modo de vida na Terra podemos coletivamente estar criando uma nova perspectiva de longevidade para todos nós. Nosso envelhecimento tem sido muito precoce.

Um dos fatores mais importantes relacionados com a mortalidade precoce que vivemos coletivamente é justamente a crença na morte como fator inevitável e determinante. Já sabemos que somos imortais. Nos falta transformar a Terra num local no qual valha a pena se ter longevidade e transformar nossos corpos e nossa realidade física em um reflexo mais fiel do que somos em nossa essência, gerando um contexto para suportar a vida por períodos mais indefinidos no que diz respeito a sua dissolução no plano físico.

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Posso ter relacionamentos bem sucedidos, harmoniosos e mutuamente benéficos

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Como um brinde, um presente especial que daí se desdobra, nossos relacionamentos mais próximos ficam ainda mais gratificantes e mutuamente recompensadores e engrandecedores.

Um dos segredos, uma das bases, para boas relações é estarmos atentos ao conhecimento e aplicação das estruturas de defesas de personalidade. Nos conhecer sob esse aspecto, bem como àqueles com quem convivemos, manifestando as respostas de cura mais adequadas.

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Entender o conceito de agendas ocultas também é fundamental para mantermos boas relações, sabendo evitar essas agendas entre nós e aquelas pessoas com quem nos relacionamos.

Agendas ocultas são aquelas coisas que pensamos a respeito do outro ou da relação, mas não expomos em decorrência de algum motivo. Quer seja para não ferir o outro, não ser repreendido ou rejeitado ou ainda qualquer coisa como ter um trunfo “contra” o outro, para que possamos “jogar em sua cara” num momento “oportuno” ou mesmo para justificar internamente porque não gostamos dele.

[...]

Devemos aprender a lidar com nossas emoções (veja o texto específico a esse respeito) e também com nossas verdades, por mais estranhas que elas pareçam, aprendendo a compartilhar isso, da forma certa e no tempo certo (que nunca será um tempo relativamente longo...) com o outro, sabermos ser verdadeiros.

[...]

Muitos casais quando se juntam acreditam tornarem-se uma nova unidade integrada e não mais pessoas distintas que compartilham coisas em comum. Gradativamente, vão deixando para trás amigos, hábitos, diversões e atividades que não compartilham conjuntamente. Assim passam a viver apenas um em função do outro, deixando de exercer plenamente os demais papéis de suas vidas, além do de cônjuge.

Uma boa metáfora para isso é a analogia das pizzas. 

[...]

Existe uma crença negativa muito difundida de que não escolhemos de quem gostamos.

[...]

Relacionamentos compõem uma parte muito importante do que somos. Podemos nos completar em nós mesmos e compartilhar isso com outros, multiplicando a sabedoria e alegria de nos relacionarmos porque temos o que trocar, o que doar e porque somos ricos para ouvir, dar e receber.

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A Generosidade e a Segurança podem curar o meu ciúme

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Este é um exemplo de programação de crença para acertar questões das nossas áreas afetivas, emocionais e doenças específicas. Veja o texto “lidando com sentimentos” para intuir outras formas-pensamento a serem implementadas em questões específicas dessa natureza.


O ciúme é uma doença constituída e apoiada a partir de dois eixos, o do apego e o da insegurança.

Ciúme

||

Doença em dois eixos

/  \

Apego

||

Insegurança

||

Até mesmo não querendo ou não estando mais com a outra pessoa, mesmo após a ter deixado por vontade própria, sente ciúmes ao vê-la com outra pessoa.

APEGO a querer deixar a energia da pessoa presa a si

Estando estável com a pessoa, sente insegurança de vir a "perdê-la" caso a sinta ligada a um(a) terceiro(a)

Opostos

Desapego

||

Generosidade

Segurança

[...]


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Posso lidar com o caos, a morte e todas as demais desventuras do mundo com paz interior, serenidade e aproveitamento benéfico tanto pra mim quanto para todos os seres


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As pessoas são a coisa mais importante que existe


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O Amor é a Única Coisa que Existe

Não é nova a intuição do ser humano de que todas as coisas são formadas por um único elemento essencial. Até muito pouco tempo, a ciência acreditava ser esse elemento composto das partículas subatômicas, mas atualmente os cientistas estão constatando que essas partículas têm muito pouco do que entendemos como sendo matéria física. A física quântica postula que a consciência é o elemento essencial, que tudo é composto de consciência.

O pensamento religioso nos diz que Deus está em todas as coisas. A partir daí algumas pessoas chegam a raciocinar que Deus seria esse elemento que constitui todas as coisas, ou de alguma forma alguma parte dele, algum fluido de sua energia compõe todas as coisas.

Deus, consciência, luz, força, amor são palavras que tem mais ou menos o mesmo sentindo, carregam a mesma egrégora energética de frequência vibracional.

Focar esse elemento essencial como sendo Deus, facilmente atrai a forte egrégora de ser algo fora, separado de nós; o foco em luz magnetiza uma forma-pensamento em partículas, comprimento de onda, algo físico, frequencial; polarizar em consciência pode ter uma forte carga mental. Cada forma terá um certo magnetismo de acordo com a forma-pensamento dominante a ela ligada.

A frequência de AMOR tem um magnetismo emocional, mental e frequencial bastante bom. A maioria de nós contribui para a construção de um inconsciente coletivo bastante privilegiado em relação ao conceito e à sensação de AMOR. É uma frequência bem interessante, limpa, fluida, potente e harmoniosa. Sustentarmos a crença de que o amor é a única coisa que existe, que tudo é amor, nos traz muito alívio, poesia, força, determinação, benevolência e ainda muito boas outras coisas para tocar a vida e andarmos com o nosso dia-a-dia.

Por que, então, ainda não conseguimos perceber tudo como sendo amor? Segue uma resposta de Leslie Temple para isso:

“Principalmente porque fomos condicionados em um estado de separação. Temos o que chamamos de ego, e o ego tem um lado negativo e um positivo. É carregado de todos os tipos de estados mentais que fazem de nossa existência separada um nível de personalidade. Aqui, estamos percorrendo a estrada da vida com um ego negativo e positivo. No lado negativo existem estados mentais tais como dor, medo, ódio, desespero, raiva, culpa, dúvida, rejeição e uma enorme sensação de menos valia e essas são as coisas que parecem interferir imensamente em nossa percepção de amar em sua forma mais pura. Elas as mascaram, mascaram a verdadeira natureza da existência para que não possamos perceber a essência, que é o amor, que está constantemente presente em nós e através de nós, em todos e em tudo, infinitamente.”

A autodescoberta leva à dissolução do estado de separação, nos abrindo para a percepção de um tipo de amor mais pleno.

Há um texto de Chico Xavier extremamente poético que nos fala de uma forma realmente tocante sobre como podemos pensar em todas as coisas como sendo amor:

O Amor, sublime impulso de Deus, é a energia que move os mundos:
Tudo cria, tudo transforma, tudo eleva.
Palpita em todas as criaturas.
Alimenta todas as ações.

O ódio é o Amor que se envenena.
A paixão é o Amor que se incendeia.
O egoísmo é o Amor que se concentra em si mesmo.
O ciúme é o Amor que se dilacera.
A revolta é o Amor que se transvia.
O orgulho é o Amor que enlouquece.
A discórdia é o Amor que divide.
A vaidade é o Amor que ilude.
A avareza é o Amor que se encarcera.
O vício é o Amor que se embrutece.
A crueldade é o Amor que tiraniza.
O fanatismo é o Amor que petrifica.
A fraternidade é o Amor que se expande.
A bondade é o Amor que se desenvolve.
O carinho é o Amor que se enflora.
A dedicação é o Amor que se estende.
O trabalho digno é o Amor que aprimora.
A experiência é o Amor que amadurece.
A renúncia é o Amor que se ilumina.
O sacrifício é o Amor que se santifica.
O Amor é o clima do Universo.


É a religião da vida, a base do estímulo e a força da Criação.
Ao seu influxo, as vidas se agrupam, sublimando-se para a imortalidade.
Nesse ou naquele recanto isolado, quando se lhe retire a influência, reina sempre o caos.
Com ele, tudo se aclara.
Longe dele, a sombra se coagula e prevalece.
Em suma, o bem é o Amor que se desdobra em busca da Perfeição no Infinito, segundo os Propósitos Divinos; e o mal é, simplesmente, o Amor fora da Lei.

Extraído do livro "Falando à Terra"
Francisco Cândido Xavier

Há uma outra versão desse texto, também atribuída a Xico Xavier, que circula pela Internet. Ambas são sublimes:

Vida é o amor existencial

Razão é o amor que pondera

Estudo é o amor que analisa

Ciência é o amor que investiga

Filosofia é o amor que pensa

Religião é o amor que busca Deus

Verdade é o amor que se eterniza

Ideal é o amor que se eleva

Fé é o amor que se transcende

Esperança é o amor que sonha

Caridade é o amor que auxilia

Fraternidade é o amor que se expande

Sacrifício é o amor que se esforça

Renúncia é o amor que se depura

Simpatia é o amor que sorri

Trabalho é o amor que constrói

Indiferença é o amor que se esconde

Desespero é o amor que se desgoverna

Paixão é o amor que se desequilibra

Ciúme é o amor que se desvaira

Orgulho é o amor que enlouquece

Saudade é o amor que fica

 

Finalmente, o Ódio, que julgas ser a antítese do Amor,
não é senão o próprio Amor que adoeceu gravemente.

 

A vida é amor. Tudo é amor.

O Amor é Tudo. É a Única Coisa que Existe.

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Cura Tudo

Cura Tudo é uma das programações mais fortes que podemos acessar. A mente analítica é extremamente limitada em relação ao universo geral das coisas. Muitas vezes quando estamos com algum problema, desafio, doença ou desarmonia ficamos analisando o que está “errado”, de forma a que possamos ser beneficiados com uma solução, um caminho, uma cura. Afinal de contas, “conheça a verdade e ela o libertará”!

Entretanto, nossas análises seguem os caminhos mentais, as conexões neurais, as frequências pelas quais sempre passamos, nos impedindo muitas vezes de atingirmos o que tanto estamos querendo.

Por exemplo, podemos estar sentido a vibração de uma antiga dor que nos aparece de vez em quando na área do fígado (ao menos no que achamos ser a área do fígado dentro de nós). Num momento de tentativa de resolução desse incômodo, dessa dor, começamos a mentalizar uma cura ali naquela região. Enquanto estamos mentalizando, pode ser que a dor não esteja passando ou mesmo que ela ceda um pouco, mas um pensamento, uma frequência por baixo, nos evoca algo do tipo “está passando, mas talvez não resolva pra sempre, isso já é tão antigo...”. Também podemos fazer algumas inferências como “hummm, ouvi dizer que fígado tem a ver com raiva reprimida, será que estou com raiva de alguém?... Devo, então, metalizar uma cura da raiva?...” Então, mais uma vez, nos perdemos novamente em nossos padrões mentais de sempre...

Cura Tudo é uma frequência abençoada pela qual podemos optar. Ao invés de mentalizar a cura dos rins, da raiva, dos merecimentos ou não de receber a cura, da possibilidade ou não de ela ocorrer, podemos (Graças a Deus!), frequenciar CURA TUDO! Nos damos esse presente: não importa a causa, onde realmente está doendo, se é no fígado ou não, se realmente dói ou se é o músculo, se eu mereço ou não aquilo. Chega de análise. Tanto faz a causa, a conjuntura, o cenário. Não preciso ter mérito em resolver meu próprio problema, em descobrir e dissolver sua sistemática. Apenas me abro e aceito a cura. CURA TUDO. Independe de onde veio, como está, para onde vai. CURA TUDO.

Mas e a explicação, a luz, o esclarecimento, a verdade: não são importantes?...

Sim. São muito importantes. Entretanto, nosso próprio vício na mente analítica nos impede de acessar essas riquezas maiores que a própria análise. Faz parte da cura integral, do cura tudo, o entendimento, a explicação, a luz. Mas não está condicionado a que venham antes. A cura acontece. Posteriormente, no momento certo, como sua complementação, essas coisas nos são dadas como mais uma bênção.

Nas estradas as placas educativas ensinam: na dúvida, não ultrapasse. Na jornada espiritual, na dúvida, cura tudo! A cura, por si só, por seu próprio conceito e manifestação envolve o acerto de todas as coisas.

Não se prenda a nada. Cura Tudo.

Amor, Paz, União.

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Programações e estruturas especiais a serem evitadas e dissolvidas

De uma forma em geral, as situações têm várias facetas, óticas diferentes de percepção, efeitos e resultados. Algumas vezes precisamos de formas fortes que realmente atraiam energia de negação, dúvida, ponderação ou qualquer outra coisa nesse sentido.

Entretanto, utilizar esses tipos de fórmulas inconscientemente como padrão em nossa comunicação pode trazer efeitos bastante improdutivos e até mesmo maléficos.

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Sempre. Nunca. Impossível. Jamais...

“Nunca vou conseguir fazer isso”. “Sempre fui assim”. “Isso é impossível”. “Jamais vou conseguir mudar isso”...

Esses fórmulas podem travar nossas capacidades e fechar nossos horizontes. Como estão colocadas aqui, parece bastante óbvio perceber isso. Entretanto, elas podem se apresentar de formas bastante sutis dentro do campo de nossas crenças. Podem ter sido inseridas lá desde a nossa mais tenra infância, até mesmo por nossos pais, que muitas vezes podem nos transmitir as limitações de seus próprios mundos ou mesmo algum tipo de raiva ou ressentimento pelos filhos podem ser passados nesses tipos de programações, coisas do tipo “você nunca vai ser ninguém na vida”, “você só me dá trabalho” etc.

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Se. Mas...

“Se” e “mas” são duas fórmulas mais brandas do que as anteriormente apresentadas, MAS (risos) com as quais também devemos ter bastante atenção.

Um “mas” numa locução verbal, como forma de estrutura de uma frase pode ser apenas uma necessidade de expressão. MAS um “mas” como uma forma de padrão de comportamento, uma pessoa que sempre apresenta um “mas” para questionar o que está sendo exposto por outra pessoa, pode revelar um padrão de uma defesa controladora, guerreira (ver o texto sobre as estruturas de defesa de personalidade) para sempre estar criando pontos de discussão, coisas do tipo “mas e se isso não for assim?...”, “mas assim você está querendo mudar tudo”, dentre tantas outras.

Da mesma forma, o “se” pode tão somente ser uma fórmula eficiente de abrir um portal para uma personalidade ancorada em dúvidas, receios e temores não justificados.

Pense nisso, SE quiser, claro. MAS também não é necessário... (risos) J

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Não!

A mente NÃO consegue montar formas negativas das coisas, apenas positivas.

Não pise na grama. Ao lermos isso, a imagem criada é a de pisar na grama... Primeiro criamos essa imagem, para depois atribuir-lhe um valor de negação.

A publicidade, tão eficiente dentro do mundo capitalista, utiliza-se de expressões no imperativo: “Compre”, “Ligue agora mesmo”, “Peça o seu” e por aí vai.

NÃO há uma fórmula mágica para utilizar ou NÃO um “não” corretamente. Apenas tenha em mente a consciência de como o “não” opera em nossas mentes, em nosso mundo.

Seja consciente. “NÃO” faça a coisa errada... (risos). Claro que “não”. FAÇA A COISA CERTA... ;-)

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O poder do “Ainda”

Ao contrário dessas forças que podem tomar facilmente caráter contra-produtivo, saber utilizar o “Ainda” pode tornar-se uma grande ferramenta.

Você diz “Poxa!, não sei fazer isso...”, aí se lembra da força mental que está reforçando, então acrescenta “Ainda!”. É muito bom isso e podemos lançar mão desse recurso em muitas situações. Esteja atento(a).

Ainda não acredita nisso?...

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Não estacione em problemas

Está com dificuldades? Dê um tempo. Quebre a frequência. Não estacione em problemas. Siga adiante e manifeste a sabedoria de que muitas coisas resolvem-se por si só.

Claro que iremos resolver os desafios, superá-los, mas não precisamos estacionar neles (e deixar todo o resto parado) até que se resolvam. Podemos dar continuidade nas demais coisas, desfocar a cabeça do que não está indo bem e retornar a isso posteriormente. Normalmente quando fazemos isso, as soluções apresentam-se muito mais facilmente do que ficarmos estacionados nos problemas o que, além de tudo, ainda reforça a frequência mental e a forma pensamento do problema e não da solução...

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Muito Cuidado com o que diz para as crianças


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Aventure-se pelos estados alterados de consciência

“Ninguém mais convicto de sua própria sabedoria
do que o homem que leu um livro só.”

A pessoa que conhece os estados alterados de consciência dá a si mesma o presente de ter parâmetros de conhecimento e avaliação mais ricos e seguros para compreender seu próprio mundo e estruturas mentais, além, é claro, dos mundos e estruturas mentais das outras pessoas também.

Nascemos num transe profundo, sem saber quem somos, para onde vamos, o que viemos fazer aqui na Terra. A partir de então, somos intensamente condicionados por nossos pais e pelo ambiente para termos uma percepção objetiva do mundo, de modo que possamos interagir com as demais pessoas e com o ambiente dentro de uma ótica de produtividade e convivência levando em conta padrões culturais e a estrutura social predominante.

Nos especializamos em perceber a separatividade muito mais do que a unidade. Formamos um juízo e um valor sobre quem somos e sobre o que é cada coisa, percebendo cada uma delas como algo com existência própria e separada.

Ao conhecermos estados alterados de consciência, especialmente os estados expandidos de consciência, nossa percepção do mundo ganha novas cores e enriquece numa proporção quântica. Nossos parâmetros sobre todas as coisas evoluem radicalmente.

Está além do escopo deste texto aprofundar sobre como se faz isso e quais são suas implicações. De qualquer forma, para conhecer mais sobre isso, tenha seus passos iniciais nos seguintes caminhos:

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Desconecte-se da corrente negativa do pensamento coletivo dominante

Sabendo que a força do pensamento coletivo exerce influência direta sobre cada um de nós, podemos dimensionar o quanto a forma-pensamento coletiva dominante de medo, insegurança, desalento, catástrofe e todas as demais frequências nessa mesma linha nos prejudicam.

Trabalhe pessoalmente ajudando a reverter o coeficiente do pensamento dominante da “família do medo” para o amor, a segurança e a construção de uma frequência de paz e reconstrução benéfica de nossa sociedade:

  • Pare de dar audiência para os noticiários de uma forma em geral. Eles estão empestados de negatividade, descrença, sensacionalismo e corrompidos (inclusive indireta e inconscientemente) pelo status quo, trabalhando a serviço desse para manter o medo como frequência geral padrão. A época que os jornais têm mais audiência e vendem mais é justamente nos momentos de guerra e grandes catástrofes. Cada um de nós tem um coeficiente a ser dissolvido de “lenha na fogueira” para a construção de uma realidade coletiva tão caótica e triste quanto a nossa. Por motivos diversos, esse tipo de abordagem prende muito o interesse das pessoas, gerando assim uma bola de neve de retro-alimentação da coisa ruim. Pare de comprar jornal e revistas semanais de notícias, política e economia. Desligue a TV ou troque de canal durante os noticiários, as novelas e os seriados que se baseiam em matança e desgraças. Se possível, fique sem TV em casa (você consegue?...). Dê audiência apenas aos programas que trouxerem frequências de crescimento e expansão de consciência.
  • Pare de dar audiência também aos programas de esporte. A vida daquelas pessoas que competem dizem respeito somente a elas. Não aceite mais a transferência de energia para viver suas emoções. Viva suas emoções a partir de sua própria vida, desafios e conquistas e não da vida dos outros. Com isso você ainda trabalha para ajudar a dissolver a competitividade (veja o texto específico a respeito da dissolução da competitividade).
  • Evite conversas onde a tônica seja falar mal de alguém ou simplesmente criticar as situações de uma forma em geral. Quando necessário abordar algum assunto onde entre o comportamento de alguém ou situações ocorridas com os outros, evoque a egrégora de estudo de caso e crescimento, para que as coisas sejam colocadas com o propósito de se tirar aprendizados com as situações colocadas, de modo que possamos evitar incorrer nos mesmos erros por nós próprios, focando para que as pessoas citadas possam ser abençoadas em sair das situações vistas por nós como prejudiciais. Em hipótese alguma deixe a linha de abordagem de julgamento, mexerico ou fofoca entrar na tônica dos seus discursos e conversas. Se necessário, exponha abertamente para seus interlocutores que não está disposto(a) a ficar conversando com esse tônica de abordagem. Se preciso for, retire-se ou evite as pessoas que insistirem nesses tipos de abordagem continuamente, mesmo após você já ter exposto seu direcionamento de não se envolver em trocas dessa natureza.
  • Replique pela rede (internet) apenas o que você achar que tem um teor benéfico, que seja verdadeiro, que possa estar beneficiando de alguma forma as pessoas para as quais você estiver replicando os conteúdos em questão. Quando receber algo que julgar de baixa frequência, simplesmente delete o mais rapidamente possível, nem se dê ao trabalho de mandar uma resposta para quem lhe enviou o conteúdo inicial, “cortando o mal pela raiz”, sem dar margens mesmo para qualquer tipo de disputa sobre motivações e/ou méritos dos motivos de quem quer que seja tenha lhe mandando algo que em nada acrescenta ou, pior ainda, apenas denigre alguém ou evoca uma frequência baixa.
  • Aconteceu algo ruim com você? Dentro do possível, tente passar isso para o menor número de pessoas e da forma já o mais processada possível. Evite ser apenas mais um a replicar as baixas frequências e a dissonância. Haverá muita gratidão universal endereçada a você por isso.

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Um assunto como este pode ter conclusão?...

“Bem, já entendi isso tudo, concordo com todas as coisas, aplico as idéias e conceitos expostos, mas não consigo mudar a minha realidade. O que está havendo?...”

Tratando de programação mental, um pensamento como esse aí em cima poderia facilmente estar configurado entre o maior dos desafios possíveis a serem encontrados.

Entretanto, essa tônica é algo facilmente passível de ocorrer após um contato inicial com este conteúdo, mas dificilmente após sua integração e aplicação efetiva a longo prazo. Leia este texto várias vezes. A cada momento, uma nova “ficha vai cair” e uma nova conquista será atingida. Lembre-se da formação das camadas da mente em estrutura de sobreposição, assim como as camadas de uma cebola. A cada leitura e período de processamento, uma ou duas camadas indesejadas serão dissolvidas e reprogramadas, porém não todas de uma única vez.

O conhecimento aqui exposto está além da percepção mental, vai muito além, embora possa parecer um paradoxo um conteúdo sobre Programação Mental ir além da mente...

Mas isso é real e verdadeiro. O conhecimento aqui compartilhado é vivencial. Transcendente. Se você se fechar na mente para atingir as metas aqui propostas, estará fadado(a) ao mesmo erro exposto na seção sobre o poder da meditação, do desligamento da mente para se atingir a mestria mental.

Vá em frente, acredite no conteúdo aqui exposto e os frutos virão. Apenas cheque se está cumprindo todas as fases do processo, se sua vida é integral, se tem meditação, controle emocional, impecabilidade, espiritualidade, amor, compreensão, aceitação, arte, carinho e paz. Isso não são coisas que se consegue pensando muito. Não é pensando muito que necessariamente iremos chegar a algum lugar. A própria natureza do pensamento ressonante com todas as coisas exige intervalos, entrega, deixar ir. A maior sabedoria da mente consiste em reconhecer as limitações de si mesma. Pense nisso. Ou não...