Programação Mental

Pensar causa. Pense bem.
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Programação Mental A programação mental aqui referida trata da utilização e condução do próprio arcabouço mental no sentido de ser o melhor daquilo que podemos ser a partir do entendimento do que é a mente, o que são os pensamentos e crenças e como é nossa interação com esse universo. A mente foi amplamente focada pelas civilizações dentro da história humana levando a progressos realmente incríveis. No limiar do que se entende hoje como Nova Era, difundiu-se um entendimento da mente sendo um obstáculo no caminho para a iluminação e uma grande vilã, configurando assim a outra polaridade da questão. A mente não é uma vilã, é muito mais adequado compará-la a um adolescente rebelde cheio de energia, vitalidade e vontade para mudar todas as coisas de modo a se encaixarem às suas vontades e caprichos. Sobra energia, falta maturidade. A mente precisa apenas adquirir essa maturidade para não querer ser o senhor da morada sagrada que somos cada um de nós, mas muito antes um servo que, como todas as demais coisas, tem sua importância certa, única e valiosa dentro do que lhe cabe. Se o servo quer se tornar o senhor, grandes transtornos podem estar pela frente. É a nossa tão famosa mente incessante e dominadora se manifestando. Cabe ao guarda da fronteira verificar e dar prosseguimentos aos encaminhamentos devidos para aqueles que podem e não podem entrar no país. Se o guarda começa a dizer quem pode e quem não pode entrar, sai da função de guarda e passa a querer ser o “presidente”... Tudo aquilo em que acreditamos, por si só, já é uma parte da realidade. Realidade, o que é isso?...
Para seguir no conteúdo deste texto, adota-se o seguinte conceito: REALIDADE é a SOMA DE TODAS AS EXPERIÊNCIAS. Item diponível na versão completa enviada para impressão.
Natureza da Consciência
Item diponível em sua íntegra versão completa enviada para impressão. Precisamos entender, então, é em que momento as “mentes individuais” entram no processo de criação da realidade. Qual parte do pensamento individual dessa personalidade que cada um de nós percebe como sendo si mesmo, exerce nesse processo da criação coletiva da realidade compartilhada por todos os seres. Antes de abordarmos diretamente o impacto das crenças sobre a nossa realidade, é necessário:
Diferença entre crenças, pensamentos e percepções momentâneasAdotam-se aqui as seguintes definições e parâmetros: · Percepções estão ligadas ao conjunto sensitivo e psíquico de como captamos e interpretamos a realidade (a soma de todas as coisas), especialmente daquilo tangível e acessível para nossos sentidos momentaneamente. As percepções são, então, constituídas de emoções, sentimentos e conjuntos de estruturas psíquicas, quer sejam pensamentos conscientes, inconscientes ou mesmo apenas as matrizes que servem de bases para esses pensamentos, as frequências mentais. Mesmo contendo pensamentos, não se constituem em cadeias de pensamentos concatenados entre si;
Item diponível em sua íntegra na versão completa enviada para impressão. Distinção entre Conhecimento e CrençasCabe ainda uma distinção entre nosso conhecimento e nossas crenças. Podemos ter conhecimento de algo, mas não crer naquilo. Por exemplo: muitas pessoas dentro da senda da jornada espiritual já têm o conhecimento de que são Deus, de que são perfeitas exatamente como são neste exato momento, entretanto, algo internamente ainda as impede de crer nisso, de tomar isso como verdade... Como se estrutura uma crença
Valor inquestionável atribuído a um depoimento | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Esquizóide |
Oral |
Psicótica |
Masoquista |
Rígida |
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Experimenta o tempo universal; é incapaz de sentir o tempo linear ou de viver no presente, no mundo físico |
Nunca tem tempo suficiente |
Lança-se para o futuro |
Sente que o desdobramento temporal se deteve |
Sente o austero e mecânico movimento do tempo para frente |
(fonte: Luz Emergente – Barbara Brennan – p. 346)
Para calar a mente, uma das chaves está em dar vazão ao maior número possível de conteúdos mentais represados.
As programações sugeridas adiante são apenas sugestões, não encerram, claro, todas as possibilidades possíveis de crenças, pensamentos e frequências que podemos optar por ter para atingir transformações benéficas.
É importante ressaltar que essas crenças apresentadas denotam diretamente conteúdos racionais, estruturados, expressos em si. Embora esses conteúdos facilitem que a manifestação dos pensamentos ancorados torne-se realidade, essas idéias também possuem outras partes em suas estruturas (como já dito) que devem ser observadas, como as frequências, as questões ligadas à inteligência multifocal, harmonia e equilíbrio geral do pensador etc. Portanto, esses outros aspectos também devem ser observados quando a pessoa estiver pensando essas coisas, mantrando-as em seu consciente e inconsciente.
As sugestões de estruturação de crenças sugeridas aqui se compõem de afirmações e direcionamentos passados por diversos mestres espirituais e também pensadores da atualidade com notória capacidade de autodesenvolvimento. Como dito no tópico sobre as três formas de estruturação das crenças, podemos adotar algumas verdades simplesmente em decorrência do crédito que damos às suas fontes, independentemente de ainda termos a experiência direta delas ou a compreensão racional de suas verdades.
Este conteúdo faz parte de uma proposta de construção coletiva da realidade. Participe enviando suas sugestões a respeito de quais crenças são adequadas para a ancoragem de transformações benéficas no Planeta Terra.
Comecemos pelas programações e mantras associados às 5 Estruturas de Defesa de Personalidade.
Essas programações refletem crenças profundas e distorcidas ligadas à energia da essência que cada um de nós pode ter em maior ou menor grau. Entender sobre essas estruturas e o que podemos fazer por nós e pelos outros em relação a elas, tem o poder de transformar beneficamente o mundo. Aprofunde-se o máximo possível nesse conhecimento e em sua aplicação prática.
Aqui estão descritas apenas as programações mentais benéficas ligadas a essas estruturas, mas muito mais há a se saber e fazer no contexto ligado a isso, abrangendo, com certeza, uma das coisas mais profundas que podemos atingir.
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Defesa Considerada |
Mantra a Ser Focado |
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Desconectada |
Estou seguro, estou aqui |
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Carente |
Eu sou bom o bastante |
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Controladora |
Estou seguro, sou a bondade |
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Invadida |
Sou livre, eu controlo a minha vida |
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Rígida |
Sou real, sou luz |
Neste conjunto de crenças sugeridas expressas diretamente nos mantras a serem focados pelas pessoas que apresentam os padrões de cada defesa, é particularmente importante a lembrança daquela possibilidade de formação de crenças em decorrência do crédito que damos às fontes das quais vieram, pois esses mantras a serem focados refletem exatamente a distorção de crença que cada pessoa com essas defesas apresenta a partir da energia de sua própria essência.
É muito comum a própria pessoa não achar conscientemente que pensa assim (por exemplo, que ela não é boa o bastante), mas pensa. Ela só poderá constatar isso fazendo uma autoanálise das defesas que possui, a partir de métodos específicos de avaliação e aceitar, humildemente, possuir essas distorções fortemente alicerçadas em seus conjuntos de crenças. Após um tempo tendo tomado consciência de suas defesas e estar trabalhando as questões a elas ligadas, esse entendimento consciente vai ficando mais claro e evidente.
Por que acreditar em algo que não possa lhe parecer óbvio? Como dito, veja as fontes, tome contato com elas, sinta por si mesmo(a) se capta uma superioridade real (e não uma superioridade fria...) no conjunto total da obra, do conhecimento e das personalidades que estão canalizando as informações. No caso destas crenças ligadas às estruturas de defesa de personalidade, veja sobre isso diretamente no conteúdo a esse respeito.
Outras programações e afirmações que funcionam e agem diretamente sobre cada uma das defesas:
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Defesa Considerada |
Mantra a Ser Focado |
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Desconectada |
Sou filho do universo Faço parte de todas as coisas Pertenço a tudo o que existe |
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Carente |
Eu me sustento Tenho todo tempo do mundo |
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Controladora |
Nenhuma disputa |
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Invadida |
Não domino, não sou dominado |
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Rígida |
Sou capaz de qualquer coisa Existem formas de realidades diferentes além da que percebo |
Quando o Discípulo está pronto,
o Mestre aparece.
Muito mais
do que apenas podermos sempre fazer algo benéfico por nós próprios, os recursos
de desenvolvimento, autoconhecimento e evolução pessoal são cumulativos entre
si.
Por exemplo: uma pessoa que preparou durante a infância e adolescência seu corpo para a atividade física, irá se beneficiar rapidamente da retomada de exercícios mesmo após um longo período parada.
Muitas vezes, podemos achar que tudo está muito difícil e contra nós. Especialmente em estados depressivos, podemos nos ver em situações dentro das quais acreditamos não haver saída pra nada ou tudo é desfavorável. Entretanto, para aquele que já optou conscientemente pela Jornada do Encontro Pessoal, os recursos acessados são como o gosto do sal ou da pimenta em uma refeição: são cumulativos. Quanto mais andamos nessa Jornada, mais os recursos se somam e fortalecem.
Podemos, por exemplo, estar muito mal em um determinado dia, tentando várias coisas “sem efeito” para apaziguar nossa alma. Tentamos meditar, relaxar, quebrar a frequência e “nada funciona”, mesmo ânimo para dar uma volta na rua pode estar nos faltando. Entretanto, em determinado momento, podemos ir tomar um banho e isso ser suficiente para nos relembrar ser esta uma das práticas, um dos recursos que temos para ajudar a nós mesmos. Um banho por si só é tomado por bilhões de pessoas todos os dias de maneira inconsciente, sem se darem conta de que isso pode ser uma prática poderosa de retomada, de purificação, de elevação.
Para aquele com a consciência já desperta para o presente e as coisas simples, esse mesmo banho pode ser o suficiente para mudar toda uma frequência que vinha se arrastando por todo um dia e despertar o ânimo perdido, startando a partir daí toda uma onda de equilíbrio e retomada. A pessoa lembra de estar fazendo por si própria algo benéfico (o banho), então pode somar, por exemplo, a ele a técnica de uma imersão quente com uma ducha fria rápida ao final para equilibrar e proteger os centros energéticos(*). O ânimo e a inspiração aumentam, novas atitudes benéficas podem ir se somando a partir daí, pois o corpo (e a alma) já tem as bases prontas para captar e usufruir desses “recursos”, já foi “treinado” para isso.
(*) além da técnica de tomar um banho quente com uma ducha rápida ao final, veja mais exemplos de práticas que podem ser agregadas a nossa vida nesse sentido no conteúdo sobre os Instrumentos e Práticas de Cura e Expansão de Consciência.
Num dia ruim, podemos não estar funcionando com vários dos recursos que já utilizamos para o nosso desenvolvimento, mas algum dos muitos outros, podem nos valer bastante e potencializar todos os outros.
No conteúdo sobre o processo de cura, em seu final, está postulado que não existe cura sem: meditação; atividade física regular, prazerosa, não competitiva e sem a geração de lesões; contato de qualidade e frequente com a natureza; expressividade; individuação; vida múltipla e rica em aspectos e abordagens; realização pessoal em todas as áreas da vida; amizades e relacionamentos prazerosos; manifestação consciente de todos os sentimentos; espontaneidade; suporte e conforto físico/material; clareza de percepção, visão e propósito; aceitação; equilíbrio; espiritualidade; capacidade de transitar harmonicamente entre os estados de interiorização e inteiração com o meio externo; manifestação artística; estilo de vida prazeroso; entrega; realidade.
Qualquer uma dessas coisas, para quem já as implementou como processos de sua Jornada de Encontro Pessoal, num momento difícil, podem servir como alavanca para sair de um momento adverso e nos relembrar de tantas conquistas já alcançadas.
Isso quando estamos considerando os momentos ruins, mas ainda há muito mais do que apenas isso: todas as práticas e recursos de autoconhecimento e evolução se somam entre si e dissipam inclusive mesmo a possibilidade de ocorrência dos momentos ruins. Por uma questão de dentro da realidade dual ainda termos a mudança natural das coisas de um estado para o outro e em decorrência também do resgate de nossos carmas, momentos ruins ainda estão muito presentes de uma forma em geral na vida na Terra, mas esteja ciente e tenha certeza de que é muito melhor passar por eles se valendo do efeito cumulativo benéfico e somatizado de nossas práticas de desenvolvimento e sustentação do que sem ele.
Há apenas uma coisa pior que aprender com os próprios erros: é não aprender com eles...
Isso é algo bastante capcioso. Parece realmente uma armadilha.
- Mestre, como faço para me tornar um sábio?
- Faça boas escolhas.
- Como fazer boas escolhas?
- Adquira experiência.
- Como fazer para adquirir experiência?
- Faça escolhas ruins...
Não precisamos aprender somente com nossos erros. Essa é apenas uma parte da estória, a parte mais dolorosa, digamos assim. Assim como o Universo criou o mecanismo do sofrimento para fazer com que possamos aprender com nossos erros, ele também nos brindou com algo maravilhoso: podemos aprender também com o erro do outro, observando sua situação com nossa capacidade de empatia e assimilação.
Muitas vezes precisamos conhecer nossos próprios limites para saber o que somos, como funcionamos. Nessa necessidade, acabamos por exceder esses limites. Esse é o momento no qual nos damos mal...
Entretanto, dia chega no qual aprendemos podermos ir apenas até um determinado ponto das situações e dali podemos apenas observar e aguardar o conhecimento advindo dessa observação nos chegar. Podemos olhar para a situação e aprender com ela, especialmente se houver outra pessoa nela envolvida até “a tampa”...

Essa linha de pensamento não é bem uma afirmação, mas sim uma postura de vida ancorada na fé de que o poder em servir ao próximo envolve um dos pensamentos mais energizantes que alguém pode ter.
“O que posso fazer pelos outros?” gera todo um campo universal em nosso favor, pois não mais apenas as forças que nos regem e guiam, mas também as forças que regem e guiam aqueles que se beneficiarão diretamente das nossas ações passam a agir e conspirar em nosso favor.
Você pode fazer isso com um interesse apenas em ser retribuído pelo Universo ou se beneficiar de alguma forma, mas mesmo assim a prática de ajuda ao próximo por si só já gera condições de nos vermos em ação ajudando ao outro, nos possibilitando ir acertando imperfeições em nossas ações no servir ao longo do caminho (como essa, por exemplo, de servir com interesse em se autobeneficiar...). Melhor fazer algo por alguém, mesmo de forma não ideal, do que não fazer nada.
A forma ideal de fazer algo por alguém é realmente fazer fora de qualquer pretensão de retorno ou autobeneficiamento. Trabalho voluntário e descompromissado com reconhecimento, gratidão ou autobeneficiamento, trocar “o que ganho com isso” por “como posso servir? O que posso oferecer? Como posso ajudar?”.
Experimente e veja por si mesmo(a).

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Este é um conhecimento muito profundo apresentado por Yogananda em sua autobiografia, num trecho de um encontro com um sábio/mestre.
Um dos
nossos sensos de percepção é nos entendermos como criaturas humanas.
Entretanto, essa é apenas uma pequena parte do que somos.
Há uma frase em voga dentro do contexto da Nova Era que diz “Não somos humanos procurando uma experiência espiritual, somos espíritos passando por uma experiência humana”. Isso é muito revelador, abre muitos caminhos e dá uma nova dimensão à nossa consciência.
Viver a partir de uma diretriz do espírito é muito gratificante. É um marco na Jornada quando deixamos de seguir as diretrizes mentais, predominantes até mais ou menos o final da juventude e que reinarão até resgatarmos a intuição da nossa percepção espiritual. Podemos estacionar na percepção de seres unicamente pertencentes à condição humana, e nada mais. O que é limitador e de resultados muito tristes.
É provável que se você tenha chegado a ler este texto até aqui já tenha agregado essa percepção. De qualquer forma, é bom e didático pontuar essa questão, de modo que outras possam ser melhor apresentadas.
Essa crença
é particularmente interessante e amorosa.
Atualmente, já sabemos, em decorrência dos postulados da física quântica, que realmente tudo o que existe é apenas um campo energético indistinto, embora possa ser diferenciado em áreas diversas por frequências distintas nos dando a percepção da separatividade, das coisas como sendo separadas umas das outras.
Todavia, na prática, ainda é muito complicado para a maioria de nós olhar para o “mundo externo” e percebê-lo como nós mesmos.
“Somos Um” é uma crença especialmente benéfica no sentido de lembrarmos que todos os outros seres humanos com os quais lidamos são partes de nós próprios, são apenas nós mesmos de outra forma, sob outro aspecto e ótica.
Nada, nada, crer que somos um (mesmo que não se veja lógica formal nisso) nos leva a um mundo mais fraterno e mais humano. E “humano” aí é usado exatamente no sentido restrito do que quer dizer: termos um mundo mais HUMANO, pois o que estamos tendo hoje é desumano, inadequado para a condição de vida humana. Não é à toa que a autorealização é um processo de exceção na Terra e não o contrário...
Enquanto parte da fonte que somos, escolhemos voluntariamente criar uma realidade na Terra onde pudéssemos vivenciar a separatividade. É da natureza da Fonte deleitar-se de si mesma e amar-se a si própria. Com a experiência de que suas partes individualizadas (dentre elas, todos nós...) pudéssemos deixar de perceber nossa ligação com a Fonte, pudemos ter a vivência do nosso comportamento e reação na experiência dessa sensação de desconexão.
O propósito era o da Fonte criar a experiência de continuar amando a si mesma a partir de suas partes individualizadas mesmo que essas não estivessem sentido sua conexão e integração com Tudo o que É. Uma experiência e uma aventura abençoada de uma nova forma de amor, que envolvia riscos e “prêmios” com o seguinte contexto geral:
Esta segunda probabilidade prevaleceu. Entretanto há uma notícia maravilhosa:
O JOGO ACABOU!
Já vivemos o que tínhamos de viver com isso tudo. Chega! É hora de voltar pra casa, resgatar a conexão, curar todas as feridas, dissolver todo o sofrimento, quitar, integrar e apagar todo o carma restante e extrair o aprendizado e a evolução conseguidos.
Foi uma experiência fantástica e cheia de méritos, pois a coragem, determinação e força de vontade que tivemos para chegar até aqui é realmente miraculosa, digna da grandiosidade da Criação. Estamos todos de parabéns.
Todavia, as partes mais profundas de nós próprios também já foram sensibilizadas e estão emergindo para manifestar o resgate definitivo e restabelecer a conexão. Chega de sofrimento.
Ninguém nunca esteve só. Somos todos um.
Não há
pensamento ruim para o qual não exista uma resposta divina coerente,
gratificante e confortadora.
Para qualquer mazela, existe uma manifestação extasiática e divina capaz de
envolvê-la.
Por que
sofremos? Talvez essa seja a pergunta mais evidente e forte para a qual, quando
não achamos respostas que nos satisfaçam beneficamente, os portais para o
desânimo, a descrença, a depressão e toda sorte de desgraças e desatinos possam
manifestar-se a partir e também em nossa direção.
Há respostas satisfatórias para quaisquer perguntas. Muitas vezes ocorre de o ouvinte não estar ainda apto ou disposto a ouvir a verdade, mas apenas o que ele próprio continua optando por ouvir. Palavras são limitadas. Raciocínios apresentados através de códigos linguísticos são limitados. A mente cria e aceita todo o tipo de explicações e estruturas lógicas que satisfaçam os anseios do que o ego (a percepção de individualidade) está querendo para si próprio.
Existem justificativas boas e coerentes (dentro de suas próprias lógicas) para todos os tipos de coisas opostas: comer ou não comer carne; ser ou não ser homossexual; fazer o tantra, fazer abstinência ou desregração sexual; ter ou não ter filhos; comprar ou não comprar bens supérfluos; ser bom ou ser mau... A lista é infinda. Tanto faz qual seja a questão: a mente irá acessar e encontrar as justificativas para preencherem as necessidades do ego e da alma de passarem por determinadas experiências e condições.
Se há justificativa para qualquer tipo de coisa, bons raciocínios para qualquer tipo de coisa, esteja certo(a) de que para todo pensamento ruim, para toda mazela, existe uma bênção capaz de envolvê-la, mesmo que você ainda não a esteja frequenciando. Aguarde e, cedo ou tarde, receberá uma explicação que lhe trará conforto e alívio para qualquer mazela.
Como já vimos, caso o eu opte por achar algo bom ou válido, a mente irá trazer uma construção racional para embasar ou justificar aquilo. Caso a pessoa aceite, pode-se dizer, por exemplo, que o sofrimento é um mecanismo do universo dentro da nossa realidade da separatividade para garantir a existência da evolução, o que é uma grande bênção. Sem o sofrimento nessa realidade da separatividade, poderíamos continuar infindamente incorrendo nos mesmos erros e desvios sem perceber o que estaria estagnado ou regredindo em nosso estado de ser e também em tudo ao nosso redor. O Anjo da Dor é o único que jamais se cansa de nós. Ele é capaz de se manter ao nosso lado infindamente até podermos acordar de nossas ilusões mais profundas.
Por que, então, existir as ilusões e os erros, por que eles simplesmente não deixam de existir e passamos a fazer tudo “certo”? Porque somente havendo essa possibilidade, podemos ter a bênção do livre-arbítrio, possibilitando a manifestação da individualidade separada e a percepção do êxtase em existir e permitir a existência também do outro, de contemplar a maravilha da criação ao mesmo tempo em que dela se faz parte. O sofrimento, nesta ótica, não é um mau, mas sim uma garantia para podermos, a partir de nosso próprio mérito, conhecer e desfrutar da ressonância infinita e abençoada da criação contínua de todas as coisas.
E ainda tem mais: justamente a existência do sofrimento, neste momento atual da transição planetária, disparou o chamado para deixarmos de lado a experiência da separatividade, ele funcionou como uma garantia de que poderíamos ter um mecanismo de retorno caso a experiência viesse pela possibilidade que acabou prevalecendo. Sem o sofrimento, poderíamos nos perder indefinidamente dentro da separatividade, algo em desacordo com a benevolência infinita da criação. Foi um remédio amargo, mas necessário.
Há boas justificativas para a existência do sofrimento, mas também há algo muito melhor: escolher parar de sofrer leva à evolução.
O estado no qual os pensamentos harmônicos não prevalecem sempre é transitório, por mais longo que possa parecer, e pode ser uma das definições para o termo “depressão”.
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O sofrimento é um mecanismo de evolução estabelecido juntamente com o carma e o esquecimento dentro da realidade da separatividade. Sem o sofrimento, não haveria um outro tipo de ferramenta tão eficiente capaz de garantir a evolução. A estagnação ou até mesmo a involução poderiam instalar-se no seio universal.
O anjo da dor é o único que jamais se cansa de qualquer um de nós, ele pode nos acompanhar infindamente enquanto isso for necessário. A dor e o sofrimento são mecanismos de sinalização e ancoragem para revermos o que pode ser melhorado, onde há falhas e são os mestres mais honestos que existem, não hesitam em nos mostrar a verdade.
Viva a vida. Cura tudo!
Dentro do
budismo há um pressuposto de que todo ser humano procura ser feliz e evitar o
sofrimento. Isso é bastante razoável. Podemos aceitar esse postulado sem muita
resistência.
Se temos todos, então, este direcionamento, por que somos tão infelizes e sofremos tanto?...
Parece óbvio que quando alguém erra, falha ou atrai qualquer desventura, dissabor, desgraça ou qualquer outra coisa nesse sentido, é em decorrência de não conhecer ou conseguir manifestar uma forma melhor de ser ou de agir...
Trazer para a consciência que sempre somos o melhor do que podemos ser, nos direciona para aceitarmos a nós mesmos, abrindo assim o caminho para podermos nos amar, além de dar alicerces para desenvolver compaixão e perdão pelo próximo e por nós mesmos.
É interessante essa programação ser adotada não apenas sob a ótica do “Eu”, mas também do “Nós”. O benefício, assim, é dobrado, pois atingirá o efeito direto não apenas sobre a própria pessoa, mas também nutrirá nela a bênção da compaixão pelo entendimento de o outro estar sendo o melhor do que pode ser até aquele momento, mesmo quando nos fere...

Assumir esta crença nos relembra do nosso caráter divino e resgata nossa responsabilidade por nós próprios e por todas as coisas.
A parte difícil é aceitarmos que toda a miséria com a qual tomamos consciência neste mundo faz parte, de alguma forma, do que criamos e manifestamos a partir da mente universal e de nossas mentes superiores. Mas há boas notícias também: criamos isso tudo, mas também podemos trabalhar no sentido de resolver todo esse desmantelo.
Leia o texto “Oponopono” para ver uma história encantadora de um terapeuta que curou um pavilhão inteiro de pacientes criminais insanos, sem sequer ver nenhum deles pessoalmente, para ter contato com uma abordagem muito rica sobre essa questão do nosso poder de curar a realidade externa a partir do trabalho interno e da aceitação de nossa responsabilidade sobre a realidade.
O Mito de
Gaia é o entendimento da Terra como sendo um organismo vivo, do qual todos
fazemos parte e também do qual todos dependemos para viver.
Todas as civilizações têm seus mitos. Na civilização moderna, especialmente na ocidental, essa percepção do mito ficou um pouco esmaecida e até mesmo inexistente em muitos nichos sociais. O materialismo científico dominou complemente em muitos locais.
Muitos esquemas religiosos estão instalados trazendo configurações, doutrinamento e sistemática com poderes de mitos incrustados dentro de si. Mas esses sistemas têm funcionado muito mais como uma forma de aparelhagem ideológica de estado para manter o interesse das classes dominantes do que como qualquer tipo de propagação de conhecimentos de ordem superiores de entendimento mais elevado.
Os mitos são recursos alegóricos dos quais muitas vezes as esferas superiores lançam mão para nos trazerem a frequência de entendimentos a respeito dos quais nosso sistema de comunicação ainda não possui recursos para alcançar.
Os mitos também podem ser entendidos como estórias não verdadeiras, não reais, mas tomadas por verdadeiras por um determinado povo ou civilização. Não que a Terra não seja mesmo um organismo vivo, fazendo parte de uma inteligência superior. Mas nos vimos tão envolvidos com o materialismo científico que passamos a vê-la como um grande corpo do reino mineral. O Mito de Gaia traz uma base bastante poética, ancorada na arte e também na lógica para lançarmos um novo olhar sobre nossa condição de estarmos vivendo aqui e agora, na Terra, neste momento.
Há algo muito necessário e importante a ser pensando e falado por cada um de nós para essa energia vibrar cada vez mais forte: “Eu amo o planeta Terra”. Deite no chão, abraçando a Terra e repita isso: “Eu te amo”. Mentalize o Planeta enquanto faz isso...
Uma vez acordados para o fato de a Terra ser esse organismo do qual fazemos parte e do qual dependemos para viver, fica óbvio que devemos mudar nosso modo de vida para evitar a rota de colisão, a destruição do Planeta e de nós mesmos em mais ou menos tempo caso continuemos, enquanto espécie humana, a nos comportar e reproduzir da forma como estamos vindo fazendo nos pelo menos últimos 10.000 anos e aceleradamente nas últimas décadas em decorrência do avanço tecnológico “burro” que criamos.
Há muito a ser dito sobre isso. Esta crença nos leva a uma consciência social, de importância enquanto civilização contemporânea muito além do escopo aberto para ser discutido nesta monografia em específico da Programação Mental. Reconstruirmos o arcabouço das nossas crenças é um grande passo, mas há muitas providências, desdobramentos, ações, cenários e tantas outras coisas específicas para serem vistos separadamente e com muito cuidado e atenção. O conteúdo sobre os Aspectos Sociais da Cura é o fórum adequado onde isso está em desenvolvimento e é apresentado.
Também está além da abrangência deste texto de Programação Mental desdobrar todas as facetas dessa afirmação, a qual está num processo ainda em desenvolviemnto mais detalhado dentro do conteúdo sobre os Aspectos Sociais da Cura. Entretanto, cabe aqui esboçar as linhas gerais dessa crença muito benéfica para toda a humanidade na proporção em que comece a ser cada vez mais frequenciada por um número cada vez maior de pessoas.
A absorção desta crença nos levará a um salto de desenvolvimento social ainda sem precedentes dentro da história humana conhecida. Como desdobramento deste conhecimento cairão os registros de patentes e a proteção de toda a propriedade intelectual, pois tudo é de todos. Ninguém chegou a conhecimento científico tecnológico nenhum sozinho. Todos os gênios aprenderam idiomas dentro da cultura de seu povo, se valeram de todo o conhecimento humano adquirido até então.
Claro que a pesquisa, assim como a criação artística e todas as outras atividades humanas descentes precisam ser reconhecidas e gerar riquezas para seus praticantes não apenas sobreviver e se dedicarem a elas, gerando benefícios para todas as pessoas, mas além de sobreviver, viver muito bem, com abundância e conforto material. Porém a forma de remuneração, controle e distribuição do capital intelectual, artístico e criativo humano na Terra está ocorrendo de forma muito equivocada.
Por exemplo: Bill Gates tem uma fundação de assistência social. Uma única doação para essa fundação foi além de 30 bilhões de dólares. Isso tudo pode até parecer bastante interessante e adequado. Entretanto, é uma tremenda dispersão energética, um grande erro, encobrindo até mesmo um grande mal para a humanidade. Claro que Bill Gates, como todos nós, quer ser alguém bom para si e para todos os outros (ao menos bom para nós mesmos todos queremos ser...). Mas a vocação natural da maior contribuição dele para a humanidade, intimamente ligada à criação da Microsoft, o que ele sabe fazer de melhor, não é cuidar das pessoas carentes e necessitadas. O que ele sabe fazer de melhor é software. Se ele, se a Microsoft, realmente querem melhorar (E MUUUUUUUITO) o mundo, basta liberar a propriedade intelectual do Windows e do Office para uso-fruto de toda a humanidade. Colocar de graça na rede esses aplicativos para serem baixados e usufruídos por todos. O mundo vai se beneficiar disso muito drasticamente, inclusive todas as pessoas necessitadas, quer sejam crianças, idosos, famintos, discriminados, qualquer um.
Grande parte da estrutura da Microsoft, numa estimativa condescendente de 80%, é gasta tão somente em manter técnicos e equipe de vendas voltados para criar mecanismos para vender mais e mais. Gerando atualizações totalmente desnecessárias, mas criadas como artifícios para gerar obsolescência programada e perceptiva. Digamos que desses 30 bilhões recebidos, a fundação do Bill Gates destinasse cerca de apenas 200 milhões (0,66% daquela única doação...) para a liberação de softwares, ela poderia manter uma equipe enxuta em um centro próprio de hospedagem todo o patrimônio intelectual contido em seus programas para serem baixados de graça por toda a humanidade por cerca de pelos menos 100 anos!
Todos os pesquisadores de cura para o câncer iriam se beneficiar disso. Todos os professores das escolas mais remotas e distantes. Todos os governos dos países mais miseráveis. Todos os programas de assistência social do mundo inteiro. Todas as pessoas de boa vontade...
Chega de um sistema onde só os norte-americanos ganham dinheiro. Basta olhar para qualquer lista de milionários, qualquer tipo de estatística de distribuição de riquezas entre os países para se constatar isso. A questão aqui não é a de diminuir a riqueza dos americanos, eles não precisam ser menos ricos para os outros povos também o ser. Ao contrário: eles podem até se tornar infinitamente mais ricos caso TODOS possam ser ricos ao menos tempo, e não apenas mais SOMENTE eles.
Os ingleses, na época das navegações, “inventaram” algo chamado de corsários, os quais nada mais eram do que piratas ingleses apoiados pela própria coroa britânica. Eles saqueavam todos os barcos que conseguiam e dividiam o lucro de seus assaltos e matança com seu país. Hoje, os Estados Unidos, ex-colônia inglesa e nação irmã da Inglaterra, como eles próprios se autodenominam, combatem a pirataria e protegem a propriedade intelectual com unhas e dentes.
Os norte-americanos e os ingleses não são ruins, não são o mal encarnado. Mesmo porque hoje em dia cerca de nove entre cada dez das maiores celebridades intelectuais são norte-americanas, são os maiores físicos quânticos e, por consequência, também pessoas de grande conhecimento humanitário e espiritual. O que precisa mudar, dar um up grade, é a forma de distribuição da riqueza. A era do “meus bens pra cá seus males pra lá” já acabou. Tudo é de todos. Filme em DVD, software, só se for “pirata”! Esses filmes e esses softwares foram construídos com o capital intelectual, o suor, o esforço, o dinheiro e o sangue de toda a humanidade até aqui. Claro que os produtores, os artistas e os desenvolvedores precisam também ser ricos, mas não só mais eles. Há riqueza suficiente para todos nós e todos os mais que nascerem no planeta Terra. Fazer uma transição da distribuição e das formas de circulação da riqueza é muito mais simples, menos dispendioso e custará muito menos vidas do que continuarmos a bater cabeça dentro do modelo estúpido que temos atualmente.
Enquanto cinco ou dez pessoas deixam de ganhar lucros concentrados e superfaturados por deixarem de vender uma mídia de filme por até cerca de R$ 80,00, centenas de outros marginalizados ganham R$ 1,00 ou R$ 2,00 para vender uma mídia com um pouco menos de qualidade, mas cumpridora do mesmo objetivo final, por R$ 5,00. O consumidor ganha, os marginalizados também. Falta apenas rever como os cinco ou dez detentores dos direitos autorais, os investidores de produção, irão ser merecida e proporcionalmente retribuídos, o que não é difícil. Neste exemplo, estamos ainda considerando um modelo já em declínio de mídias físicas. O filme poder ser baixado por milhões de pessoas em poucos dias a partir de um mesmo servidor ligado à internet a um custo extremamente baixo. Considerando-se aí custos compartilhados de filmes e obras diversas, ao longo de uma linha de tempo de um ano, por exemplo, muitos conteúdos chegarão a centenas de pessoas ao custo de centavos. Qualquer governo, qualquer corporação pode bancar isso com muita facilidade. A questão não é mais de falta de condições operacionais. Toda a questão é de mudança de paradigma coletivo, força política e consciência social.
Nosso modelo chegou ao cúmulo de manter estruturas escusas e “subterrâneas” que funcionam simplesmente para criar males para alavancar os lucros das indústrias dos “contra-males”, como é o caso da indústria farmacêutica e das empresas de anti-vírus para computadores. É absurdo as indústrias farmacêuticas terem de se apoiar em um argumento tão ridículo quanto o custeio de pesquisas para venderem a preços exorbitantes seus “produtos maravilhosos” enquanto pessoas estão morrendo por falta deles ou, pior ainda, por terem sido vítimas desde muito cedo de um sistema de crenças dentro do qual dependiam de métodos de saúde e cura tão estranhos e anti-naturais quanto os dominantes hoje em dia.
O bem estar é mais importante do que o lucro de 1% da população mundial. A vida é mais importante do que qualquer outra coisa dentro do Planeta, pois ele existe justamente para dar condições e abrigo à existência da vida. Tudo é de todos.
Dentre tantos outros, são desdobramentos ligados à crença de que tudo é de todos:
Tudo isso em decorrência da propagação para as massas do conhecimento de que tudo é todos e dos desdobramentos daí advindos.
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Muitas vezes, especialmente quando abatidas em estados depressivos ou de revolta, as pessoas entram em frequências do tipo “está tudo errado e ninguém faz nada”.
É muito evidente o quanto essas pessoas estão envolvidas numa aura pessimista decorrente de seu próprio estado interno e estão ampliando isso para o meio externo. É muito claro que o mundo na Terra não tem sido nada agradável, que aqui vem sendo um lugar de expiações intensas. Entretanto, há sim muita gente fazendo muita coisa boa pela sua própria melhoria e também da condição geral da humanidade e do Planeta em todos os níveis, em todas as áreas e em todas as classes sociais, culturas, grupos de pessoas e comunidades de uma forma em geral.
Todos nós deveríamos publicar abertamente a nossa descrição de “Mundo Ideal”, é um dever de cada um de nós concluirmos essa tarefa, é um presente para a Humanidade, um presente e tanto. Essa ação soma-se para a criação de uma forma-pensamento dominante de um mundo melhor, pois ao escrevermos sobre isso, além de gerarmos um campo de pensamento coletivo sobre um mundo mais justo e saudável, muitos de nós também estaremos sendo levados a frequenciar ideias de como se fazer para atingirmos esse mundo. Veja no texto Aspectos Sociais da Cura um exemplo de como isso pode ser feito. J
Muita gente está fazendo muito coisa boa. Abra os olhos e veja isso. Abra o coração e sinta isso.
Esta é uma crença de efeitos bastante benéficos para tocarmos o dia-a-dia, nos faz seguir em frente e colher frutos daquilo para o que nos direcionamos. Experimente e veja.
Há muita gente trabalhando pela melhoria da vida da Terra e tenha certeza: nada resiste ao trabalho.
(não confunda trabalho com emprego...)
“Este é o
meu trabalho” é uma afirmação que podemos fazer de modo a ancorar uma crença em
situações específicas dentro das quais nossas diretrizes profissionais possam
estar passando por momentos de desafio e queremos continuar firmes dentro da
mesma profissão, atividade, cargo ou função.
Deve ser empregada, dita oral ou mentalmente, ao final de cada conclusão diária do fechamento de um processo de nossa vida profissional, o atendimento de um cliente, a conclusão de um relatório, a apresentação de um produto.
É uma fórmula especialmente interessante para pessoas que trabalham como terapeutas ou trabalhos de cura (com sentido de “healing”) de uma forma em geral, pois dentro dessas profissões há um contato direto e contínuo com o esquecimento do que as pessoas são, podendo facilmente atrair um desafio de tirar a pessoa que escolheu essa carreira desse caminho.
“Este é meu trabalho” é uma afirmação/crença para ser utilizada com sabedoria e parcimônia, pois muitas vezes estamos sendo convidados pela criação a mudar nossos rumos, mas estamos resistentes a isso...
Se houver dúvida quanto a isso, podemos usar a variação “Esta é minha vida”, pois assim afirmamos o que acabamos de fazer como sendo uma parte de nós próprios, mas também deixamos abertos os portais para uma eventual mudança profissional. “Esta é minha vida” é uma afirmação muito mais ampla do que “Este é meu trabalho” e também pode ser usada dentro dos mais diversos tipos de circunstâncias dentro dos quais queremos nos manter e reafirmar.
Fez algo que o(a) gratifica, lhe dá prazer, vontade e coragem em viver? Quando concluir, afirme “Esta é minha vida”.
Algo que pode ser somado a esta afirmação é fazê-la juntando-a com uma postura de alinhamento de hara, para alinhar nosso propósito.
O estudo do Tizolkin, a matriz matemática harmônica da cultura do povo maia, nos levou ao conhecimento do sistema tecnológico ligado a essa ferramenta. Esse sistema tecnológico é bastante diferente do atual sistema científico predominante na Terra baseado em comprovação de postulados com aplicabilidade essencialmente técnica, ou seja: quando determinadas condições de determinado postulado são aplicadas, os resultados obtidos serão os mesmos prolatados dentro do postulado. O maior corolário deste nosso sistema científico predominante aqui na Terra é o avanço tecnológico.
Todavia, o avanço tecnológico do nosso sistema demonstrou-se totalmente burro. É isso mesmo. É duro chegar a essa constatação, mas ela é clara e cristalina: nosso avanço tecnológico é unilateral, considera só um lado das coisas, no caso o lado do interesse imediato e míope de quem banca esse avanço. Nosso avanço tecnológico é autoinsustentável, pois traz em si próprio sua sentença de falecimento, uma vez que mata o organismo do qual depende para viver: a Terra.
Nossa ciência não é inválida, tanto é que temos esse tipo de avanço tecnológico, ela serve pra alguma coisa. É necessário apenas incorporar um conceito básico do Tzolkin: ser harmônica...
Para ser harmônica, uma coisa tem de estar de acordo, em ressonância com todas as demais coisas.
O Tzolkin é uma matriz matemática de 20 linhas por 13 colunas, formando um retângulo de 260 posições, dentro das quais, 52 formam um desenho particularmente belo, harmônico, com características específicas e simétricas, formando uma espiral de hélice dupla ao redor de um centro aberto. Essas 52 posições, denominadas de Tear dos Maias, podem ser equiparadas ao desenho de um DNA visto de cima para baixo, o começo de uma escala helicoidal.

Bem, o que essa coisa toda de Tzolkin tem a ver com a programação mental tratada aqui? Tudo. “Aqui é o melhor lugar, agora é o melhor momento” é o aprendizado prático número um extraído do conhecimento contido no Tzolkin. Uma das aplicações mais comuns dadas ao Tzolkin é o estabelecimento de um calendário. Os maias tinham seu calendário baseado nele, estabelecendo um ano de treze luas, cada uma correspondente a um mês de exatos 28 dias, cada mês começando no mesmo dia da semana e mais um dia “fora do tempo” (13 X 28 + 1 = 365). Conheça mais sobre esse calendário começando por www.calendariodapaz.com.br.
Todavia, calendário é apenas uma das aplicações do Tzolkin. Ele é algo muito avançado e bastante útil quando já temos nossos poderes paranormais mais despertados e desenvolvidos, para aplicarmos em estados profundos de meditação, projeção astral, bilocação, consciência cósmica e assim por diante. Funciona como uma espécie de matriz de MMC (mínimo múltiplo comum) e MDC (máximo divisor comum). Em outras palavras, uma relação de frequências capaz de abarcar e envolver todas as qualidades e manifestações do universo em 260 combinações diferentes, sendo todas as demais apenas repetições desses mesmos padrões em escalas de profundidade diferentes, assim como na escala musical.
“Aqui é o melhor lugar, agora é o melhor momento”, é uma âncora para nos ajudar a colocar em prática o ensinamento de vários mestres de que a única coisa que temos é o agora, o presente. Algo atualmente também explicado pelos físicos quânticos...
A meditação também nos ensina isso. Tudo só pode ocorrer no presente. Não vamos nos iluminar, nos curar, ficar felizes, no futuro. Isso, mesmo quando vier a ocorrer no futuro, acontecerá no presente... Mas como estamos frequenciados no padrão de não estar no presente, abrimos o campo de possibilidade para todas essas coisas maravilhosas serem adiadas indefinidamente, pois mesmo quando elas se esforçam muito para poderem se manifestar em nós, não estamos conectados ao presente para podermos ser a real manifestação delas no campo da manifestação, só conseguimos frequenciá-las a partir dos campos do não-manifesto e do inconsciente, o que por si só não é bom nem mal, mas que também não nos satisfaz plenamente, nos tira e afasta da possibilidade da totalidade, do nirvana, da auto-realização.
Aqui é o melhor lugar, agora é o melhor presente. Essa programação também é capaz de começar a abrir os portais para entendermos, aceitarmos e integrarmos que os acontecimentos do aqui e agora também são o que são, sem que os queiramos mudar, o que é uma perda de tempo, pois eles já são o que são... Não aceitá-los envolve uma dispersão energética que afeta primeiro e diretamente justamente a nós próprios.

Além do entendimento do silêncio ligado à experiência da meditação, há também um tipo especial de envolvimento a ele ligado: o silêncio diante de determinadas situações e/ou solicitações externas de uma resposta de nossa parte.
Muitas vezes nos envolvemos em disputas energéticas, até mesmo de forma bem intencionada, com objetivo de ajudar alguém, mas não saímos do lugar no que diz respeito a resultados pretendidos, mudanças benéficas procuradas.
Como estamos vendo ao longo deste texto, há muita coisa além da mente. Quando respondemos a alguém sobre determinada situação utilizando-nos das palavras para isso, necessariamente estamos nos valendo do campo mental para tal, uma vez que as palavras estruturadas dentro do código de uma determinada língua são por si só um conjunto lógico de signos que fazem sentido justamente graças ao poder da articulação mental.
O apelo para querermos mostrar algo a alguém em muitas situações nos valendo do recurso das palavras é muito intenso, há um campo mórfico de urgência muito grande no mundo e facilmente embarcamos nele. Para nos valer do silêncio, temos de ir além disso e nos valer da confiança (certeza de que estamos tomando a atitude certa) e da serenidade disponíveis apenas para quem sabe ter todo o tempo do mundo, pois as respostas dadas através do silêncio só terão efeito com a ação do tempo. Muitas vezes são necessários vários anos abarcando muitos fatos em si para uma pessoa poder entender, absorver e extrair os benefícios de uma resposta de silêncio dada a ela em determinada situação.
As relações energéticas envolvendo estruturas de defesa de personalidade carentes ou controladoras são especialmente ricas em oportunidades de as respostas de silêncio serem providenciais. Muitas vezes, ao respondermos um carente estamos lhe dando mais e mais energia(*), quando provavelmente o que ele mais precisa é de ter a oportunidade de perceber que não precisa da nossa energia, pois é capaz de se abastecer e sustentar pela sua própria, aprendendo a metabolizá-la.
(*) não importando o teor da resposta em si, pois de qualquer forma (agressiva, carinhosa, amistosamente ou ainda sob qualquer outra configuração) ele estará, bem ou mal, recebendo algum tipo de energia.
Da mesma forma, muitas vezes ao respondermos a uma provocação poderemos simplesmente estar alimentando uma disputa, mesmo que seja finalizando-a...
Um repórter foi entrevistar um senhor centenário como sendo considerado o homem mais idoso do planeta. O repórter perguntou: “No alto dos seus cento e tantos anos, qual mensagem o senhor tem para nos passar?”. O velho homem respondeu: “Aprendi que nunca devemos nos opor a nada.” “Mas isso é impossível”, retrucou o repórter. “É. É impossível”. Finalizou o ancião...
Embora nesse exemplo real e cheio de humor o repórter tenha tido a oportunidade de absorver a verdade da possibilidade da não disputa em decorrência do conteúdo mental intrínseco ao diálogo, energeticamente aconteceu da crença na disputa ter sido confirmada mais uma vez, pois ouve um rebatimento, mesmo que poderoso ou até inquestionável.
Olha só o que está acontecendo aqui: está sendo utilizado um código mental, uma sequência concatenada de idéias para argumentar em favor do silêncio. Isso parece uma contradição, não? Poderia apenas ser dito que o silêncio é poderoso e mais nada...
Bem, isto daqui, na realidade é uma sedução, um convite para você poder experimentar o poder do silêncio. Você vai precisar de várias experiências recorrendo a ele e vários anos de paciência aguardando confirmações de que suas ações no passado trilharam o caminho da melhor opção, lembrando que muitas vezes os feedbacks podem inclusive se perder no tempo e não cheguemos a ter a constatação de nossa opção pelo silêncio ter sido a melhor coisa, pois muitas vezes não teremos sequer mais contato com muitas pessoas com as quais possamos ter trocado experiências assim...
No livro “Libertando-se do hábito de morrer”, Leonard Orr, conta, dentre outras coisas, seus encontros com mestres com mais de trezentos anos de idade em seus corpos físicos. Um deles tem como uma de suas técnicas de imortalidade não deixar qualquer pessoa chegar a menos de 50 jardas dele.
Já tendo visto neste texto a influência do pensamento das outras pessoas sobre nós, fica muito fácil de entender essa “estranha” técnica.
O desdobramento dos aspectos mais completos e abrangentes sobre a longevidade e a imortalidade, suas possibilidades aqui na terra etc, encontra-se no texto específico a esse respeito. Entretanto, cabe, dentro deste contexto da Programação Mental, ressaltar que conjuntamente com a mudança do modo de vida na Terra podemos coletivamente estar criando uma nova perspectiva de longevidade para todos nós. Nosso envelhecimento tem sido muito precoce.
Um dos fatores mais importantes relacionados com a mortalidade precoce que vivemos coletivamente é justamente a crença na morte como fator inevitável e determinante. Já sabemos que somos imortais. Nos falta transformar a Terra num local no qual valha a pena se ter longevidade e transformar nossos corpos e nossa realidade física em um reflexo mais fiel do que somos em nossa essência, gerando um contexto para suportar a vida por períodos mais indefinidos no que diz respeito a sua dissolução no plano físico.
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Como um brinde, um presente especial que daí se desdobra, nossos relacionamentos mais próximos ficam ainda mais gratificantes e mutuamente recompensadores e engrandecedores.
Um dos segredos, uma das bases, para boas relações é estarmos atentos ao conhecimento e aplicação das estruturas de defesas de personalidade. Nos conhecer sob esse aspecto, bem como àqueles com quem convivemos, manifestando as respostas de cura mais adequadas.
Entender o conceito de agendas ocultas também é fundamental para mantermos boas relações, sabendo evitar essas agendas entre nós e aquelas pessoas com quem nos relacionamos.
Agendas ocultas são aquelas coisas que pensamos a respeito do outro ou da relação, mas não expomos em decorrência de algum motivo. Quer seja para não ferir o outro, não ser repreendido ou rejeitado ou ainda qualquer coisa como ter um trunfo “contra” o outro, para que possamos “jogar em sua cara” num momento “oportuno” ou mesmo para justificar internamente porque não gostamos dele.
Devemos aprender a lidar com nossas emoções (veja o texto específico a esse respeito) e também com nossas verdades, por mais estranhas que elas pareçam, aprendendo a compartilhar isso, da forma certa e no tempo certo (que nunca será um tempo relativamente longo...) com o outro, sabermos ser verdadeiros.
Muitos casais quando se juntam acreditam tornarem-se uma nova unidade integrada e não mais pessoas distintas que compartilham coisas em comum. Gradativamente, vão deixando para trás amigos, hábitos, diversões e atividades que não compartilham conjuntamente. Assim passam a viver apenas um em função do outro, deixando de exercer plenamente os demais papéis de suas vidas, além do de cônjuge.
Uma boa metáfora para isso é a analogia das pizzas.
[...]
Existe uma crença negativa muito difundida de que não escolhemos de quem gostamos.
[...]
Relacionamentos compõem uma parte muito importante do que somos. Podemos nos completar em nós mesmos e compartilhar isso com outros, multiplicando a sabedoria e alegria de nos relacionarmos porque temos o que trocar, o que doar e porque somos ricos para ouvir, dar e receber.
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Este é um exemplo de programação de crença para acertar questões das nossas áreas afetivas, emocionais e doenças específicas. Veja o texto “lidando com sentimentos” para intuir outras formas-pensamento a serem implementadas em questões específicas dessa natureza.
O ciúme é uma doença constituída e apoiada a partir de dois eixos, o do apego e o da insegurança.
Ciúme
||
Doença em dois eixos
/ \
|
Apego || |
Insegurança || |
|
Até mesmo não querendo ou não estando mais com a outra pessoa, mesmo após a ter deixado por vontade própria, sente ciúmes ao vê-la com outra pessoa. APEGO a querer deixar a energia da pessoa presa a si |
Estando estável com a pessoa, sente insegurança de vir a "perdê-la" caso a sinta ligada a um(a) terceiro(a) |
|
Opostos |
|
|
Desapego || Generosidade |
Segurança |
[...]
Não é nova a
intuição do ser humano de que todas as coisas são formadas por um único
elemento essencial. Até muito pouco tempo, a ciência acreditava ser esse
elemento composto das partículas subatômicas, mas atualmente os cientistas
estão constatando que essas partículas têm muito pouco do que entendemos como
sendo matéria física. A física quântica postula que a consciência é o elemento
essencial, que tudo é composto de consciência.
O pensamento religioso nos diz que Deus está em todas as coisas. A partir daí algumas pessoas chegam a raciocinar que Deus seria esse elemento que constitui todas as coisas, ou de alguma forma alguma parte dele, algum fluido de sua energia compõe todas as coisas.
Deus, consciência, luz, força, amor são palavras que tem mais ou menos o mesmo sentindo, carregam a mesma egrégora energética de frequência vibracional.
Focar esse elemento essencial como sendo Deus, facilmente atrai a forte egrégora de ser algo fora, separado de nós; o foco em luz magnetiza uma forma-pensamento em partículas, comprimento de onda, algo físico, frequencial; polarizar em consciência pode ter uma forte carga mental. Cada forma terá um certo magnetismo de acordo com a forma-pensamento dominante a ela ligada.
A frequência de AMOR tem um magnetismo emocional, mental e frequencial bastante bom. A maioria de nós contribui para a construção de um inconsciente coletivo bastante privilegiado em relação ao conceito e à sensação de AMOR. É uma frequência bem interessante, limpa, fluida, potente e harmoniosa. Sustentarmos a crença de que o amor é a única coisa que existe, que tudo é amor, nos traz muito alívio, poesia, força, determinação, benevolência e ainda muito boas outras coisas para tocar a vida e andarmos com o nosso dia-a-dia.
Por que, então, ainda não conseguimos perceber tudo como sendo amor? Segue uma resposta de Leslie Temple para isso:
“Principalmente porque fomos condicionados em um estado de separação. Temos o que chamamos de ego, e o ego tem um lado negativo e um positivo. É carregado de todos os tipos de estados mentais que fazem de nossa existência separada um nível de personalidade. Aqui, estamos percorrendo a estrada da vida com um ego negativo e positivo. No lado negativo existem estados mentais tais como dor, medo, ódio, desespero, raiva, culpa, dúvida, rejeição e uma enorme sensação de menos valia e essas são as coisas que parecem interferir imensamente em nossa percepção de amar em sua forma mais pura. Elas as mascaram, mascaram a verdadeira natureza da existência para que não possamos perceber a essência, que é o amor, que está constantemente presente em nós e através de nós, em todos e em tudo, infinitamente.”
A autodescoberta leva à dissolução do estado de separação, nos abrindo para a percepção de um tipo de amor mais pleno.
Há um texto de Chico Xavier extremamente poético que nos fala de uma forma realmente tocante sobre como podemos pensar em todas as coisas como sendo amor:
O Amor, sublime
impulso de Deus, é a energia que move os mundos:
Tudo cria, tudo transforma, tudo eleva.
Palpita em todas as criaturas.
Alimenta todas as ações.
O ódio é o Amor que se envenena.
A paixão é o Amor que se incendeia.
O egoísmo é o Amor que se concentra em si mesmo.
O ciúme é o Amor que se dilacera.
A revolta é o Amor que se transvia.
O orgulho é o Amor que enlouquece.
A discórdia é o Amor que divide.
A vaidade é o Amor que ilude.
A avareza é o Amor que se encarcera.
O vício é o Amor que se embrutece.
A crueldade é o Amor que tiraniza.
O fanatismo é o Amor que petrifica.
A fraternidade é o Amor que se expande.
A bondade é o Amor que se desenvolve.
O carinho é o Amor que se enflora.
A dedicação é o Amor que se estende.
O trabalho digno é o Amor que aprimora.
A experiência é o Amor que amadurece.
A renúncia é o Amor que se ilumina.
O sacrifício é o Amor que se santifica.
O Amor é o clima do Universo.
É a religião da vida, a base do estímulo e a força da Criação.
Ao seu influxo, as vidas se agrupam, sublimando-se para a imortalidade.
Nesse ou naquele recanto isolado, quando se lhe retire a influência, reina
sempre o caos.
Com ele, tudo se aclara.
Longe dele, a sombra se coagula e prevalece.
Em suma, o bem é o Amor que se desdobra em busca da Perfeição no Infinito,
segundo os Propósitos Divinos; e o mal é, simplesmente, o Amor fora da Lei.
Extraído do livro "Falando à Terra"
Francisco Cândido Xavier
Há uma outra versão desse texto, também atribuída a Xico Xavier, que circula pela Internet. Ambas são sublimes:
Vida é o amor existencial
Razão é o amor que pondera
Estudo é o amor que analisa
Ciência é o amor que investiga
Filosofia é o amor que pensa
Religião é o amor que busca Deus
Verdade é o amor que se eterniza
Ideal é o amor que se eleva
Fé é o amor que se transcende
Esperança é o amor que sonha
Caridade é o amor que auxilia
Fraternidade é o amor que se expande
Sacrifício é o amor que se esforça
Renúncia é o amor que se depura
Simpatia é o amor que sorri
Trabalho é o amor que constrói
Indiferença é o amor que se esconde
Desespero é o amor que se desgoverna
Paixão é o amor que se desequilibra
Ciúme é o amor que se desvaira
Orgulho é o amor que enlouquece
Saudade é o amor que fica
Finalmente, o Ódio, que julgas ser a
antítese do Amor,
não é senão o próprio Amor que adoeceu gravemente.
A vida é amor. Tudo é amor.
O Amor é Tudo. É a Única Coisa que Existe.
Cura Tudo é
uma das programações mais fortes que podemos acessar. A mente analítica é
extremamente limitada em relação ao universo geral das coisas. Muitas vezes
quando estamos com algum problema, desafio, doença ou desarmonia ficamos
analisando o que está “errado”, de forma a que possamos ser beneficiados com
uma solução, um caminho, uma cura. Afinal de contas, “conheça a verdade e ela o
libertará”!
Entretanto, nossas análises seguem os caminhos mentais, as conexões neurais, as frequências pelas quais sempre passamos, nos impedindo muitas vezes de atingirmos o que tanto estamos querendo.
Por exemplo, podemos estar sentido a vibração de uma antiga dor que nos aparece de vez em quando na área do fígado (ao menos no que achamos ser a área do fígado dentro de nós). Num momento de tentativa de resolução desse incômodo, dessa dor, começamos a mentalizar uma cura ali naquela região. Enquanto estamos mentalizando, pode ser que a dor não esteja passando ou mesmo que ela ceda um pouco, mas um pensamento, uma frequência por baixo, nos evoca algo do tipo “está passando, mas talvez não resolva pra sempre, isso já é tão antigo...”. Também podemos fazer algumas inferências como “hummm, ouvi dizer que fígado tem a ver com raiva reprimida, será que estou com raiva de alguém?... Devo, então, metalizar uma cura da raiva?...” Então, mais uma vez, nos perdemos novamente em nossos padrões mentais de sempre...
Cura Tudo é uma frequência abençoada pela qual podemos optar. Ao invés de mentalizar a cura dos rins, da raiva, dos merecimentos ou não de receber a cura, da possibilidade ou não de ela ocorrer, podemos (Graças a Deus!), frequenciar CURA TUDO! Nos damos esse presente: não importa a causa, onde realmente está doendo, se é no fígado ou não, se realmente dói ou se é o músculo, se eu mereço ou não aquilo. Chega de análise. Tanto faz a causa, a conjuntura, o cenário. Não preciso ter mérito em resolver meu próprio problema, em descobrir e dissolver sua sistemática. Apenas me abro e aceito a cura. CURA TUDO. Independe de onde veio, como está, para onde vai. CURA TUDO.
Mas e a explicação, a luz, o esclarecimento, a verdade: não são importantes?...
Sim. São muito importantes. Entretanto, nosso próprio vício na mente analítica nos impede de acessar essas riquezas maiores que a própria análise. Faz parte da cura integral, do cura tudo, o entendimento, a explicação, a luz. Mas não está condicionado a que venham antes. A cura acontece. Posteriormente, no momento certo, como sua complementação, essas coisas nos são dadas como mais uma bênção.
Nas estradas as placas educativas ensinam: na dúvida, não ultrapasse. Na jornada espiritual, na dúvida, cura tudo! A cura, por si só, por seu próprio conceito e manifestação envolve o acerto de todas as coisas.
Não se prenda a nada. Cura Tudo.
Amor, Paz, União.
De uma forma em geral, as situações têm várias facetas, óticas diferentes de percepção, efeitos e resultados. Algumas vezes precisamos de formas fortes que realmente atraiam energia de negação, dúvida, ponderação ou qualquer outra coisa nesse sentido.
Entretanto, utilizar esses tipos de fórmulas inconscientemente como padrão em nossa comunicação pode trazer efeitos bastante improdutivos e até mesmo maléficos.
“Nunca vou conseguir fazer isso”. “Sempre fui assim”. “Isso é impossível”. “Jamais vou conseguir mudar isso”...
Esses fórmulas podem travar nossas capacidades e fechar nossos horizontes. Como estão colocadas aqui, parece bastante óbvio perceber isso. Entretanto, elas podem se apresentar de formas bastante sutis dentro do campo de nossas crenças. Podem ter sido inseridas lá desde a nossa mais tenra infância, até mesmo por nossos pais, que muitas vezes podem nos transmitir as limitações de seus próprios mundos ou mesmo algum tipo de raiva ou ressentimento pelos filhos podem ser passados nesses tipos de programações, coisas do tipo “você nunca vai ser ninguém na vida”, “você só me dá trabalho” etc.
“Se” e “mas” são duas fórmulas mais brandas do que as anteriormente apresentadas, MAS (risos) com as quais também devemos ter bastante atenção.
Um “mas” numa locução verbal, como forma de estrutura de uma frase pode ser apenas uma necessidade de expressão. MAS um “mas” como uma forma de padrão de comportamento, uma pessoa que sempre apresenta um “mas” para questionar o que está sendo exposto por outra pessoa, pode revelar um padrão de uma defesa controladora, guerreira (ver o texto sobre as estruturas de defesa de personalidade) para sempre estar criando pontos de discussão, coisas do tipo “mas e se isso não for assim?...”, “mas assim você está querendo mudar tudo”, dentre tantas outras.
Da mesma forma, o “se” pode tão somente ser uma fórmula eficiente de abrir um portal para uma personalidade ancorada em dúvidas, receios e temores não justificados.
Pense nisso, SE quiser, claro. MAS também não é necessário... (risos) J
A mente NÃO consegue montar formas negativas das coisas, apenas positivas.
Não pise na grama. Ao lermos isso, a imagem criada é a de pisar na grama... Primeiro criamos essa imagem, para depois atribuir-lhe um valor de negação.
A publicidade, tão eficiente dentro do mundo capitalista, utiliza-se de expressões no imperativo: “Compre”, “Ligue agora mesmo”, “Peça o seu” e por aí vai.
NÃO há uma fórmula mágica para utilizar ou NÃO um “não” corretamente. Apenas tenha em mente a consciência de como o “não” opera em nossas mentes, em nosso mundo.
Seja consciente. “NÃO” faça a coisa errada... (risos). Claro que “não”. FAÇA A COISA CERTA... ;-)
Ao contrário dessas forças que podem tomar facilmente caráter contra-produtivo, saber utilizar o “Ainda” pode tornar-se uma grande ferramenta.
Você diz “Poxa!, não sei fazer isso...”, aí se lembra da força mental que está reforçando, então acrescenta “Ainda!”. É muito bom isso e podemos lançar mão desse recurso em muitas situações. Esteja atento(a).
Ainda não acredita nisso?...
Está com dificuldades? Dê um tempo. Quebre a frequência. Não estacione em problemas. Siga adiante e manifeste a sabedoria de que muitas coisas resolvem-se por si só.
Claro que iremos resolver os desafios, superá-los, mas não precisamos estacionar neles (e deixar todo o resto parado) até que se resolvam. Podemos dar continuidade nas demais coisas, desfocar a cabeça do que não está indo bem e retornar a isso posteriormente. Normalmente quando fazemos isso, as soluções apresentam-se muito mais facilmente do que ficarmos estacionados nos problemas o que, além de tudo, ainda reforça a frequência mental e a forma pensamento do problema e não da solução...
“Ninguém mais convicto de sua própria sabedoria
do que o homem que leu um livro só.”
A pessoa que conhece os estados alterados de consciência dá a si mesma o presente de ter parâmetros de conhecimento e avaliação mais ricos e seguros para compreender seu próprio mundo e estruturas mentais, além, é claro, dos mundos e estruturas mentais das outras pessoas também.
Nascemos num transe profundo, sem saber quem somos, para onde vamos, o que viemos fazer aqui na Terra. A partir de então, somos intensamente condicionados por nossos pais e pelo ambiente para termos uma percepção objetiva do mundo, de modo que possamos interagir com as demais pessoas e com o ambiente dentro de uma ótica de produtividade e convivência levando em conta padrões culturais e a estrutura social predominante.
Nos especializamos em perceber a separatividade muito mais do que a unidade. Formamos um juízo e um valor sobre quem somos e sobre o que é cada coisa, percebendo cada uma delas como algo com existência própria e separada.
Ao conhecermos estados alterados de consciência, especialmente os estados expandidos de consciência, nossa percepção do mundo ganha novas cores e enriquece numa proporção quântica. Nossos parâmetros sobre todas as coisas evoluem radicalmente.
Está além do escopo deste texto aprofundar sobre como se faz isso e quais são suas implicações. De qualquer forma, para conhecer mais sobre isso, tenha seus passos iniciais nos seguintes caminhos:
Sabendo que a força do pensamento coletivo exerce influência direta sobre cada um de nós, podemos dimensionar o quanto a forma-pensamento coletiva dominante de medo, insegurança, desalento, catástrofe e todas as demais frequências nessa mesma linha nos prejudicam.
Trabalhe pessoalmente ajudando a reverter o coeficiente do pensamento dominante da “família do medo” para o amor, a segurança e a construção de uma frequência de paz e reconstrução benéfica de nossa sociedade:
Um assunto como este pode ter conclusão?...
“Bem, já entendi isso tudo, concordo com todas as coisas, aplico as idéias e conceitos expostos, mas não consigo mudar a minha realidade. O que está havendo?...”
Tratando de programação mental, um pensamento como esse aí em cima poderia facilmente estar configurado entre o maior dos desafios possíveis a serem encontrados.
Entretanto, essa tônica é algo facilmente passível de ocorrer após um contato inicial com este conteúdo, mas dificilmente após sua integração e aplicação efetiva a longo prazo. Leia este texto várias vezes. A cada momento, uma nova “ficha vai cair” e uma nova conquista será atingida. Lembre-se da formação das camadas da mente em estrutura de sobreposição, assim como as camadas de uma cebola. A cada leitura e período de processamento, uma ou duas camadas indesejadas serão dissolvidas e reprogramadas, porém não todas de uma única vez.
O conhecimento aqui exposto está além da percepção mental, vai muito além, embora possa parecer um paradoxo um conteúdo sobre Programação Mental ir além da mente...
Mas isso é real e verdadeiro. O conhecimento aqui compartilhado é vivencial. Transcendente. Se você se fechar na mente para atingir as metas aqui propostas, estará fadado(a) ao mesmo erro exposto na seção sobre o poder da meditação, do desligamento da mente para se atingir a mestria mental.
Vá em frente, acredite no conteúdo aqui exposto e os frutos virão. Apenas cheque se está cumprindo todas as fases do processo, se sua vida é integral, se tem meditação, controle emocional, impecabilidade, espiritualidade, amor, compreensão, aceitação, arte, carinho e paz. Isso não são coisas que se consegue pensando muito. Não é pensando muito que necessariamente iremos chegar a algum lugar. A própria natureza do pensamento ressonante com todas as coisas exige intervalos, entrega, deixar ir. A maior sabedoria da mente consiste em reconhecer as limitações de si mesma. Pense nisso. Ou não...