Sobre o idealizador da Vivência em Cura


Saber quem é determinada pessoa é algo realmente interessante, envolve várias perspectivas e nuances. O primeiro conteúdo dentre os aqui veiculados que surgiu ao autor deste site, foi justamente o de nome “Quem é você”. Seria razoável, então, esperar uma resposta coerente e satisfatória de quem apresenta tantos conteúdos profundos envolvendo autoconhecimento ao dizer quem ele próprio é. Seria… Mas isso envolve aspectos capciosos e são necessárias considerações prévias… (risos)

A primeira dessas considerações é a de que não existe nenhuma resposta definitiva restrita ao campo mental, a algo que possa ser escrito ou verbalizado, para a pergunta “Quem sou eu?”. Provavelmente, as mais próximas do mais completo possível sejam apenas “Eu sou o que sou” ou simplesmente “Eu sou”.

Como dito no conteúdo “Quem é você”, são três as perspectivas de respostas convencionais para esse tipo de pergunta:

Histórico

Conceitual

Comportamental / Sentimental

  • Nasci no dia tal
  • Tive uma bicicleta assim
  • Estudei no colégio tal
  • Me formei nisso
  • Joguei aquilo outro
  • Sou uma forma de energia assim assado
  • Tenho um princípio inteligente movendo uma parte material

 

  • Gosto disso
  • Me sinto mal com aquilo
  • Fico triste por causa de não sei o que
  • Fico com vergonha quando…
  • Tenho medo de…
  • Seus sonhos
  • Suas ambições …

Grande parte de tudo escrito neste site foi feito durante muito tempo de forma impessoal e isso teve motivos e propósitos bem claros:

  • No transcurso da Jornada Pessoal, passamos por uma fase na qual se torna muito importante dissolver o ego e aprender a re-conectar a percepção do todo, uma vez que nos tornamos ultra-especializados em perceber a separação mais do que a unidade e isso inclui diretamente perceber primeiramente a nós próprios como uma entidade separada de tudo o que há;
  • Nesse percurso da dissolução do ego, há uma armadilha muito sutil de também desvalorizarmos a função e a importância da personalidade. Uma analogia pode ser feita com os processos mentais: quando começamos a ter consciência dos processos mentais e a meditar, tendemos a entender a mente como uma vilã, tal a força e os descaminhos energéticos de tantos e tantos processos mentais que nos envolvem e desgastam constantemente. Entretanto, a mente não é uma vilã, ela é maravilhosa, tem funções fundamentais. Normalmente, ela só está desequalizada, só precisa entrar no compasso e na harmonia com tudo o mais que somos. Assim também é a personalidade: há aspectos de Deus, do Universo e do Amor Infinito (ou outra definição qualquer que queira dar, como preferir), que só são possíveis de serem manifestados através de nós. Nós enquanto personalidades singulares, exercendo funções e manifestações específicas. A polarização da personalidade, assim como a polarização da mente, é que são desequilíbrios para si próprias e também para tudo o mais ao redor e não a personalidade e a mente em si…;
  • Manifestar verdades afirmativas ressonantes para o maior número possível de pessoas. Entretanto, muitas vezes é bem difícil de falar algumas coisas de forma impessoal, é mais fácil dizer que se viu ou ouviu determinada coisa, tem-se essa ou aquela compreensão dos fatos e isso facilita a produção dos conteúdos. Então, há um misto das duas coisas. Então, as passagens mais pessoais têm o propósito de compartilhar opiniões e vivências próprias de forma mais prática e também de abrir um canal de ressonância e empatia com o leitor, facilitando assim a troca e a transmissão de aprendizados.  🙄

Para realmente sabermos quem é alguém, em toda a profundidade, primeiramente é imprescindível sabermos quem nós próprios somos. Caso contrário, toda e qualquer resposta terá uma distorção proporcional ao nosso desconhecimento de nós próprios.

Há um ditado que diz “para conhecermos alguém é preciso comer um pacote de sal com essa pessoa”. Essa sabedoria popular demonstra que para conhecermos alguém é necessário conviver com essa pessoa por um longo período, afinal de contas, um pacote de sal não se come de um dia para o outro… Para conhecer uma pessoa, é necessário, vê-la agir e reagir em situações favoráveis e também em situações desfavoráveis.

Entretanto, claro que, para propósitos e situações específicas, ou circunstanciadas, podemos saber de quem se trata determinada pessoa tendo-se em conta critérios e objetivos específicos, sem que seja necessário chegar à total profundidade – que pode ser até mesmo inatingível na maioria das situações… – de uma resposta mais “certeira”, na falta até de um termo melhor.

Para os propósitos de quem entra neste site e neste conteúdo especificamente, há quatro hipóteses que vejo, até o momento, para se interessar em saber quem é o seu autor, quem faz, produz e canaliza a coordenação dos conteúdos e serviços oferecidos:

  • Ter se identificado com os vários textos, ter ressonado com as verdades que professam e querer se aprofundar nos caminhos e técnicas sugeridos. Então, uma das possibilidades passa a ser analisar o caminho de quem os percorreu e codificou para ter mais um critério de validade e medição de pertinência em relação a si próprio(a): se há identificação e o que pode ou não ser feito pela própria pessoa do já feito ou não por quem ela está tomando como referência. Se a história de vida e as dificuldades podem dizer algo a mais além dos próprios textos. Se essa história e situação de vida ajudam a referendar mais ainda, ou não, o que é dito e se isso pode ajudar como exemplo ou motivação para nossas próprias dificuldades, desafios e superações. O cuidado aqui é o seguinte: às vezes, a pessoa está em dúvida em relação a algo visto por ela dentro dos conteúdos da Vivência em Cura. Então, pode ser, que queira saber quem eu sou para ver se vale à pena colocar fé ou não no que foi dito. Veja bem, nesse tipo de caso, pode estar ocorrendo uma inversão danada das coisas. A verdade deve ser sentida por você próprio, por você própria, independente da fonte de onde ela flui pra ti. Não é a fonte que referenda ou não a verdade. Ok, se você tem confiança na fonte, pode ser que se abra mais para atravessar barreiras que estavam te impedindo de ir além. Agora, se você tem o mau hábito de confiar em tudo vindo de seja lá que fonte for sem antes encontrar a ressonância dessa fonte dentro de si mesmo(a), sinal amarelo para vermelho, cuidado…;
  • Ter vontade de receber atendimentos, trabalhos e orientações do autor dos conteúdos, conhecendo sua história para avaliar melhor a pertinência ou não, o chamado interno ou não de realizar essa tentativa e essa aproximação para resolução de questões internas de alta relevância. Avaliar melhor a capacidade e a ressonância com essa pessoa;
  • Ter interesse em fazer doações ou parcerias e, para tanto, ter a necessidade de saber um pouco mais da história e trajetória do autor, de modo a ter uma avaliação melhor dos bons resultados que espera com essas ações;
  • Não ter gostado do que leu e daí veio “tirar satisfações”… Risos. Neste caso, melhor não perder seu tempo. Sempre, imediatamente, pare de colocar energia no que não é de seu interesse e empregue sua poderosa energia no que te interessa. Deixa pra lá o quanto antes. Esquece… 🙂

Bem, atendendo a esses parâmetros e essas questões todas pré-estabelecidas, passo a relatar um pouco sobre mim próprio:

Nasci em 1970 em Brasília (DF), onde resido e trabalho até hoje.

Ganhei o nome de Luiz Antonio Berto, o qual foi re-significado, em 2010, para a frequência de “ressurreição” em um trabalho conduzido por uma curadora guiada pelos mestres da Fraternidade Branca. Algo interessante para uma pessoa cuja mãe se chama “Lásara”… [risos]

Formei em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda em 1991 e trabalhei na área de Marketing em TI (Tecnologia da Informação) no mercado corporativo.

Tendo sofrido de muito terror noturno durante a infância, mantive-me muito afastado de tudo envolvendo percepções e assuntos paranormais ou místicos, em decorrência de muitas experiências e sonhos com os quais não conseguia lidar na infância.

A partir de 1995, superei uma fase inicial desse medo e comecei a ler sobre assuntos espíritas e esotéricos, chegando também à cura holística. Consegui inclusive ir à Comunhão Espírita, uma casa renomada em Brasília da linha kardecista. Detalhe: até o começo da juventude, se eu visse um livro psicografado numa estante, não queria passar nem perto. Não conseguia dormir sozinho num quarto ou ficar no escuro até por volta dos treze anos de idade.

Dos sete aos 14 anos, pensava muito em ser médico, mas me doía muito pensar em uma aula de anatomia. Nunca tive problema em ver sangue ou ossos, mas defunto ou “alma penada”, isso me custava muito… Desisti do direcionamento para o estudo da medicina por esses dois fatores básicos (mortos e almas) e também por decidir, aos 15 anos, que preferia cursar o 2° Grau sem estudar tanto para um vestibular como é necessário para passar para um curso de medicina. Eu tirava notas boas apenas prestando atenção nas aulas, gostava de estudar, mas não necessariamente as matérias obrigatórias…

Hoje percebo que a minha vocação e direcionamento para a medicina naquela época eram decorrentes tão somente de ser o único canal até então pelo qual conhecia o que entendemos por cura. Naquela época, inclusive, minha única concepção de cura era essa do tipo de abordagem da medicina ortodoxa, não tinha sequer noção da cura nesse sentido com qual é empregada a palavra “healing” em inglês (e não “cure”), essa cura do ser, de seus aspectos holísticos e de sua integração com Tudo o que Há, e não apenas dessa, pra facilitar a expressão, “cura da doença e não cura da pessoa”…

Comecei a trabalhar aos 15 anos de idade no Banco do Brasil, de onde pedi demissão, já concursado, aos 25, para atender as minhas aspirações empresariais e de negócios. Na carreira de executivo tive um crescimento acelerado, quintupliquei meu salário em apenas um ano. Como empreendedor, conheci o fracasso pela primeira vez aos 28 anos com uma empresa de espetáculos pirotécnicos.

Em julho de 2000 comecei a viver uma série muito profunda e marcante de Vivências Místicas. Ao tomar contato pela primeira vez com o tipo de cura com o qual trabalho hoje, tive imediatamente a certeza de ser a coisa mais preciosa com a qual já tivera tido contato. Entreguei-me profunda e completamente a isso. Soube, holograficamente, ser a maneira mais eficiente de melhorar este mundo, o maior número possível de pessoas ter acesso a isso.

Fiz cursos técnicos de massagem terapêutica, quiropraxia e bioenergética emocional. No começo de 2001 já havia largado as atividades da área de Marketing e me dediquei profissionalmente, desde então, exclusivamente à Terapia Holística. Entre 2000 e 2003 passei por mais de 600 Vivências Místicas, as quais continuam a acontecer em menor quantidade, mas nunca mais deixaram de estar presentes em minhas atividades.

Já no começo dessas vivências, passei por processos profundos e espontâneos de regressão. Presenciei muitos “milagres” comigo próprio e também com muitas pessoas. Como resultado disso tudo, passei a enxergar a minha própria vida como um processo de autodesenvolvimento do meu próprio espírito. Entendo as situações como bênçãos ou oportunidades.

De 2001 a 2005, os negócios foram crescendo lentamente, com uma certa dificuldade, a qual eu superava em decorrência da fé e da crença inabalável adquirida com as minhas próprias vivências e também das pessoas que me procuravam, das quais eu podia observar em muitos casos mudanças profundas e gratificantes.

Nesse mesmo período, comecei a elaborar os conteúdos hoje veiculados na página da Vivência em Cura, em ordem de aparição de acordo com as necessidades e conhecimentos que iam chegando, tanto de desenvolver a mim próprio quanto para orientar as pessoas que me procuravam, como também para divulgar ao maior número possível de interessados.

Um dos dois conhecimentos mais profundos com os quais já tomei contato até hoje foi o das “Estruturas de Defesa de Personalidade”(*). E dentro dessa ótica, consegui acordar para minha própria carência, sendo que, como fruto dessa própria característica, passei por um processo depressivo profundo entre 2006 e 2009, atraído por minhas próprias autolimitações. Foi bastante difícil manter-me na Terapia Holística. A carência energética e afetiva manifestou-se também muito profundamente como carência financeira. A fé antes inabalável fraquejou após tantos anos de dificuldades práticas no dia-a-dia. E isso foi difícil.

(*) o outro é o Tzolkin.

Por vários momentos pensei em desistir de trabalhar a dissolução de minha defesa carente. Só não o fiz por já ter tido sucesso significativo na dissolução das outras quatro defesas e também por uma questão premente: esse era um caminho sem retorno. Ao mesmo tempo que não conseguia muitos avanços, também não conseguia retomar nenhuma outra forma de vida ou profissão anterior. Até que tentei, mas nada “vingava”…

Com o primeiro fracasso ao qual me referi com a experiência empresarial, hoje sei ter aprendido a ser humilde e a não julgar as pessoas. A ouvir sempre os outros, independentemente do sucesso ou do fracasso das ações, quer seja da minha parte ou da parte do outro. Com a depressão aprendi muita coisa, inclusive o que é uma depressão, da qual consegui sair apenas com os métodos divulgados na página da Vivência em Cura. Acredito que muitas pessoas não têm ideia do que se trata um processo depressivo. Olhando de fora, muitas pessoas tendem a julgar esse tipo de situação como uma espécie de fraqueza do depressivo. Confesso, eu próprio pensava assim antes de acessar a cura como a conheço hoje e, principalmente, de sentir a depressão em mim mesmo…

Com perseverança, a partir de 2009, comecei a observar sinais do esmorecimento das minhas carências internas. Isso foi mais um marco na Jornada juntamente com outro bem importante entre 2009 e 2010: escolhi, naquele período, parar de sofrer. Passei por algo muito difícil naquele momento e, juntamente com a depressão e baixa energética prolongados, cheguei realmente a um sentimento dentro de mim de basta, já é o suficiente.

Participando de um satsang com um Mestre Iluminado brasileiro (Prem Baba) houve um momento no qual ele falou de forma bem humorada que as pessoas chegam pra ele dizendo não aguentarem mais sofrer, ao que ele respondia “Aguenta sim”… [risos]. Aquilo acontecia comigo. Uma parte achava não aguentar mais sofrer, mas ainda havia sabotares internos acreditando que determinadas culpas ou mal feitos ainda não haviam sido quitados. Alguns complexos ainda geravam sabotagens de pensamentos com tônicas do tipo ser cobrado quando estivesse bem em um pretenso futuro por pessoas que ainda não estivessem bem e não ter como responder à altura. Esse é um tipo de sabotagem muito comum. Pensamentos do tipo “como posso ter tanto dinheiro se há tanta gente na linha da miséria?”, “como posso ser feliz, me sentir bem e realizado se há tanta gente sofrendo tanto?”. Como se no fato de nos tornarmos ricos ou realizados estivéssemos tirando a riqueza ou a capacidade de realização dos outros, como se não houvesse riqueza ou potencial de realização suficiente para todos.

Ainda há aí nessas armadilhas ocultas sabotagens ligadas às comparações, como se houvesse uma competição oculta por quem sofre mais, já sofri mais do que você etc. Absurdos da mente e do ego.

Então, passei por esse ponto: cheguei ao que me pareceu um ponto absoluto de sofrimento, sem o precisar comparar com o de mais ninguém. Absoluto e suficiente para mim próprio não sendo mais necessário comparar com o de ninguém e me trazendo a clareza, ao mesmo tempo, de que qualquer um tem o potencial em si próprio de chegar aonde estou, estarei ou qualquer ser iluminado ou abençoado já esteve ou estará.

No primeiro e segundo níveis de consciência ainda desrespeitamos flagrantemente o outro e geramos resultados de sofrimento em decorrência disso por o desrespeitamos em busca de nossos prazeres e necessidades. No terceiro nível, passamos a nos ver como um ser bom que só faz o bem para o outro, mas ainda desrespeitamos sua vontade e tentamos mudar a todo o custo sua trajetória, pois ainda estamos no inferno da vida, uma vez dependermos do outro estar em paz para também o estarmos. A compreensão vivencial disso tudo me ajudou bastante e me liberou para escolher parar de sofrer.

Ainda sofro, porém apenas de forma por reflexo de minhas ações inconscientes, especialmente as do passado. Não me mantenho mais conscientemente em situações nas quais sofro (o que ocorria anteriormente e ocorre ainda com tantos de nós) e cada vez mais a tristeza, sofrimento e desequilíbrio não têm mais onde se sustentar ou perpetuar dentro de mim.

Clareando diretamente para os interessados em avaliar meu “status” dentro da Jornada de Encontro Pessoal, certamente ainda não sou uma pessoa iluminada. Mas considero já ter tido as “amostras grátis” suficientes para saber o que é esse estado ou, ao menos, seu rumo. Já lembrei de muita coisa. Já passei pelas “visões do paraíso”. O trabalho agora é centrar e desenvolver ao ponto de estar senhor de manifestar e manter esses estados, essa forma de ser e, principalmente, as respostas adequadas às situações e às pessoas de forma constante e permanente.

Essa condição de não iluminado, mas com algum conhecimento desse estado, pode ser muito útil para outros buscando referências. Pois muitas vezes podemos achar difícil seguir os Mestres e os Guias. Podemos pensar “Eles estão tão longe…”. Em nossos momentos de maior transtorno, chegamos a achar que eles nem se lembram mais de como é lidar com as dificuldades pelas quais estamos passando… Ver como alguém “como nós” lida com a adversidade pode gerar um campo de empatia com boas chances de nos sensibilizar e startar as mudanças. Certamente, nessa estrada, aprendi a lidar com os invernos emocionais e as limitações. É provável que consiga, em muitos casos, transmitir um pouco disso a quem precisa, evitando, assim, muitos descaminhos desnecessários…

Ao final de 2013 passei por um processo profundo de morte e renascimento da personalidade, dos padrões e do ego. É algo em andamento sobre o qual irei escrever e compartilhar mais para a frente. Realmente profundo e libertador.

Autodidata, nessa trajetória toda, desenvolvi estudos e passei por práticas de diversas linhas e orientações, codificando todo esse conhecimento no site do Projeto Vivência em Cura e nas publicações impressas. Em meu próprio trabalho de autocura, e também com as pessoas, passei a conhecer muitos assuntos com os quais hoje acredito ter relação de desenvoltura muito satisfatória para meu aproveitamento pessoal e profissional, dentre eles destaco os seguintes:


Ser o idealizador e mantenedor da Vivência em Cura é algo cumprindo meu dharma e me gratifica. Agradeço profundamente a oportunidade de ser quem eu sou e uma parte muito importante do que somos é justamente o que somos para os outros. Se você leu isto tudo até aqui, dentre outras coisas, passo a ser, neste exato momento, aquele que existe por você me referendar ao ler este relato.

Grato por isso.

Por fim, Agradecimentos específicos, uma vez que nada somos uns sem os outros:

  • À Fonte, de onde tudo emana;
  • Aos nossos Ancestrais e Descendentes;
  • A todos os que ajudaram e apoiaram para a chegada até aqui:
    • Lásara, minha mãe, Luíza, minha filha, Alberto, Jaísa (em memória, quem tanto contribuiu para todo o Projeto e a Vida e viu a versão nova do site inaugurada em março de 2012 apenas nas versões ainda em construção…), Nélia, Beu, meu pai, Patricia, minha irmã; 
    • Todos os participantes e especialmente incentivadores das atividades desenvolvidas na Vivência em Cura, como este Site, as Jornadas de Encontro e Desenvolvimento Pessoal, as Turmas de Hiperventilação, os Grupos de Estudo e Práticas de Cura e Meditação e os Master Mind de Prosperidade, especialmente a Tatti, Paola, Éricka, Nádia, Flávio, Inuká, Mehtab, Suraag, Vanessa, Roberta Dias, Andréa e Daniel; 
    • A todos os curadores pelos quais passei e que me abençoaram, dentre eles Tâmasa, Ashka, César, Marcelo Sartório, Andréa Santiago, Hiléia, André Lima e Leo Vilela; 
    • A meus instrutores Anamaria, Jônia, Virgílio, Régis e Tarso; 
    • Às práticas de cura e expansão de consciência, como a Meditação (inclusive as ativas), Respiração Consciente, EFT, Contato e Improvisação, Sonhos Lúcidos, Bioenergética, Vipassana, Constelações Familiares / Sistêmicas e tantas outras; 
    • Ao Xamanismo Hi-tech (uma delícia…)
    • Ao Bigu (alta energização e jejum involuntário…)
    • À Fraternidade Branca e aos Guias Espirituais e Anjos de Guarda; 
    • Às Amigas que me curaram pelo canal do Amor e da Magia, como a Magá, Ana, Danae, Mainá, Mari, Fex, Gabriela, Gra, Rajna, Ana Flávia e Adhara; 
    • Aos autores de todos os livros citados na bibliografia e referências, particularmente a Bárbara Brennan e o Gaiarsa; 
    • À Leslie Temple, que nos brindou com suas palestras maravilhosas; 
    • Aos organizadores e participantes de todos os Festivais Trance dos quais pude participar; 
    • Aos Amigos Enos, Titi, Leonardo Vasconcelos, Gualter e Pedro Baeta; 
    • Aos membros dos Núcleos e Unidades Autônomas de trabalho responsável com as Plantas de Poder; 
    • Ao Bom Uso dos Enteógenos
    • Aos Templos que nos servem e serviram; 
    • Ao Planeta Terra; 
    • À Personalidade e sua saga; 
    • À Vida, à Morte e à Ressurreição; 
    • Ao mestre, servo e amigo Corpo que nos abriga; 
    • À Eternidade, ao Ciclo, à Renovação; 
    • À Gratidão (um agradecimento à Gratidão… 🙄 ; 
    • Ao Amor, à Paz, à Força e à Luz; 
    • Ao Humor, ao Riso e ao Sorriso; 
    • Aos Cinco Elementos: Ar, Fogo, Água, Terra e Éter; 
    • À Prontidão, ao Preparo e à Oportunidade;
    • À Saúde, à Inteligência e à Perseverança; 
    • A todos aqueles que confiaram e se entregaram ao canal de cura por nós manifestado, nos dando a oportunidade única de sermos testemunhas de milagres maravilhosos.

Outros agradecimentos poderão vir em novas oportunidades por motivos diversos, pois eles são muitos.


O Amor é Tudo. É a única coisa que existe.
Vamos em frente.



Conteúdo atualizado em 22/01/2017    |     Versão 2.5.5 – 1ª Versão: Julho/2010