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O que Posso Fazer Pelo Outro?


Essa linha de pensamento não é bem uma afirmação, mas sim uma postura de vida ancorada na fé de que o poder em servir ao próximo envolve um dos pensamentos mais energizantes que alguém pode ter.

“O que posso fazer pelos outros?” gera todo um campo universal em nosso favor, pois não mais apenas as forças que nos regem e guiam, mas também as forças que regem e guiam aqueles que se beneficiarão diretamente das nossas ações passam a agir e conspirar em nosso favor.

Você pode fazer isso com um interesse apenas em ser retribuído pelo Universo ou se beneficiar de alguma forma, mas mesmo assim a prática de ajuda ao próximo por si só já gera condições de nos vermos em ação ajudando ao outro, nos possibilitando ir acertando imperfeições em nossas ações no servir ao longo do caminho (como essa, por exemplo, de servir com interesse em se autobeneficiar…). Melhor fazer algo por alguém, mesmo de forma não ideal, do que não fazer nada.

A forma ideal de fazer algo por alguém é realmente fazer fora de qualquer pretensão de retorno ou autobeneficiamento. Trabalho voluntário e descompromissado com reconhecimento, gratidão ou autobeneficiamento, trocar “o que ganho com isso” por “como posso servir? O que posso oferecer? Como posso ajudar?”.

Experimente e veja por si mesmo(a).


 

Não fazendo o que quero, poderei fazer o que preferir

[Item disponível na íntegra apenas na VERSÃO COMPLETA]

Este é um conhecimento muito profundo apresentado por Yogananda em sua autobiografia, num trecho de um encontro com um sábio/mestre.

[…]


Somos muito mais amplos do que as limitações decorrentes da nossa autopercepção da condição humana

Um dos nossos sensos de percepção é nos entendermos como criaturas humanas. Entretanto, essa é apenas uma pequena parte do que somos.

Há uma frase em voga dentro do contexto da Nova Era que diz “Não somos humanos procurando uma experiência espiritual, somos espíritos passando por uma experiência humana”. Isso é muito revelador, abre muitos caminhos e dá uma nova dimensão à nossa consciência.

Viver a partir de uma diretriz do espírito é muito gratificante. É um marco na Jornada quando deixamos de seguir as diretrizes mentais, predominantes até mais ou menos o final da juventude e que reinarão até resgatarmos a intuição da nossa percepção espiritual. Podemos estacionar na percepção de seres unicamente pertencentes à condição humana, e nada mais. O que é limitador e de resultados muito tristes.

É provável que se você tenha chegado a ler este texto até aqui já tenha agregado essa percepção. De qualquer forma, é bom e didático pontuar essa questão, de modo que outras possam ser melhor apresentadas.


Somos muito mais do que apenas a consciência do Eu, do ego, da individualidade, do Self

[Item disponível apenas na VERSÃO COMPLETA]

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