Você está em A Mente que Cura – Programação Mental

Há uma Força Tremenda no Silêncio


Além do entendimento do silêncio ligado à experiência da meditação, há também um tipo especial de envolvimento a ele ligado: o silêncio diante de determinadas situações e/ou solicitações externas de uma resposta de nossa parte.
Muitas vezes nos envolvemos em disputas energéticas, até mesmo de forma bem intencionada, com objetivo de ajudar alguém, mas não saímos do lugar no que diz respeito a resultados pretendidos, mudanças benéficas procuradas.

Como estamos vendo ao longo deste texto, há muita coisa além da mente. Quando respondemos a alguém sobre determinada situação utilizando-nos das palavras para isso, necessariamente estamos nos valendo do campo mental para tal, uma vez que as palavras estruturadas dentro do código de uma determinada língua são por si só um conjunto lógico de signos que fazem sentido justamente graças ao poder da articulação mental.

O apelo para querermos mostrar algo a alguém em muitas situações nos valendo do recurso das palavras é muito intenso, há um campo mórfico de urgência muito grande no mundo e facilmente embarcamos nele. Para nos valer do silêncio, temos de ir além disso e nos valer da confiança (certeza de que estamos tomando a atitude certa) e da serenidade disponíveis apenas para quem sabe ter todo o tempo do mundo, pois as respostas dadas através do silêncio só terão efeito com a ação do tempo. Muitas vezes são necessários vários anos abarcando muitos fatos em si para uma pessoa poder entender, absorver e extrair os benefícios de uma resposta de silêncio dada a ela em determinada situação.

As relações energéticas envolvendo estruturas de defesa de personalidade carentes ou controladoras são especialmente ricas em oportunidades de as respostas de silêncio serem providenciais. Muitas vezes, ao respondermos um carente estamos lhe dando mais e mais energia(*), quando provavelmente o que ele mais precisa é de ter a oportunidade de perceber que não precisa da nossa energia, pois é capaz de se abastecer e sustentar pela sua própria, aprendendo a metabolizá-la.


(*) não importando o teor da resposta em si, pois de qualquer forma (agressiva, carinhosa, amistosamente ou ainda sob qualquer outra configuração) ele estará, bem ou mal, recebendo algum tipo de energia.


Da mesma forma, muitas vezes ao respondermos a uma provocação poderemos simplesmente estar alimentando uma disputa, mesmo que seja finalizando-a…

“Um repórter foi entrevistar um senhor centenário como sendo considerado o homem mais idoso do planeta. O repórter perguntou: “No alto dos seus cento e tantos anos, qual mensagem o senhor tem para nos passar?”. O velho homem respondeu: “Aprendi que nunca devemos nos opor a nada.” “Mas isso é impossível”, retrucou o repórter. “É. É impossível”. Finalizou o ancião…”

Embora nesse exemplo real e cheio de humor o repórter tenha tido a oportunidade de absorver a verdade da possibilidade da não disputa em decorrência do conteúdo mental intrínseco ao diálogo, energeticamente aconteceu da crença na disputa ter sido confirmada mais uma vez, pois ouve um rebatimento, mesmo que poderoso ou até inquestionável.

Olha só o que está acontecendo aqui: está sendo utilizado um código mental, uma sequência concatenada de idéias para argumentar em favor do silêncio. Isso parece uma contradição, não? Poderia apenas ser dito que o silêncio é poderoso e mais nada…

Bem, isto daqui, na realidade é uma sedução, um convite para você poder experimentar o poder do silêncio. Você vai precisar de várias experiências recorrendo a ele e vários anos de paciência aguardando confirmações de que suas ações no passado trilharam o caminho da melhor opção, lembrando que muitas vezes os feedbacks podem inclusive se perder no tempo e não cheguemos a ter a constatação de nossa opção pelo silêncio ter sido a melhor coisa, pois muitas vezes não teremos sequer mais contato com muitas pessoas com as quais possamos ter trocado experiências assim…


Podemos coletivamente melhorar substancialmente a perspectiva de longevidade e imortalidade na Terra

No livro “Libertando-se do hábito de morrer”, Leonard Orr, conta, dentre outras coisas, seus encontros com mestres com mais de trezentos anos de idade em seus corpos físicos. Um deles tem como uma de suas técnicas de imortalidade não deixar qualquer pessoa chegar a menos de 50 jardas dele.

Já tendo visto neste texto a influência do pensamento das outras pessoas sobre nós, fica muito fácil de entender essa “estranha” técnica.

O desdobramento dos aspectos mais completos e abrangentes sobre a longevidade e a imortalidade, suas possibilidades aqui na terra etc, encontra-se no texto específico a esse respeito. Entretanto, cabe, dentro deste contexto da Programação Mental, ressaltar que conjuntamente com a mudança do modo de vida na Terra podemos coletivamente estar criando uma nova perspectiva de longevidade para todos nós. Nosso envelhecimento tem sido muito precoce.

Um dos fatores mais importantes relacionados com a mortalidade precoce que vivemos coletivamente é justamente a crença na morte como fator inevitável e determinante. Já sabemos que somos imortais. Nos falta transformar a Terra num local no qual valha a pena se ter longevidade e transformar nossos corpos e nossa realidade física em um reflexo mais fiel do que somos em nossa essência, gerando um contexto para suportar a vida por períodos mais indefinidos no que diz respeito a sua dissolução no plano físico.

<Anterior Próximo>

Deixe Seu Comentário

Comentário(s) para A Mente que Cura
Se seu post não aparecer imediatamente, atualize a página pois ele já deve estar ativo.