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Conhecer, Identificar e Escolher Frequências Mentais


Um pensamento por si só além de uma associação racional lógica e estruturada também traz em si uma frequência determinada redundando em certas qualidades específicas. Pensamentos com cenários diferentes podem trazer estruturas bastante semelhantes.

[Trecho disponível apenas na Versão Completa]


Desenvolvimento da testemunha, do observador

A testemunha ou observador interno é algo muito falado dentro da senda do encontro pessoal, especialmente quando o assunto é meditação. Inclusive, muitas linhas de exposição sobre esse assunto chegam a afirmar ser a nossa natureza interna a de observador. Nossa natureza interna é algo realmente complexo, vai muito além apenas de uma perspectiva de observador. Há, por exemplo, uma forma de nos dividindo o Eu em observador, experienciador e questionador. É uma classificação bastante interessante e inclusive divertida de ver a nós próprios.

Em geral, essa tendência de nos círculos místicos focar a questão da nossa natureza observadora se deve em grande parte a termos nos identificado em larga escala com nossos experienciadores, nos percebendo apenas como tais. Entra, então, o ensinamento de desenvolvermos nosso observador de modo a percebermos sermos muito mais do que apenas aquele(a) que experiencia e vive o e no mundo.

Desenvolvendo nosso observador interno, nossa capacidade de perceber as frequencias mentais predominantes em nós cresce rapidamente. Começamos inicialmente a perceber as frequencias mais evidentes e agudas. Posteriormente também começamos a detectar padrões mais sutis e complexos.

Veja no texto sobre os Instrumentos e Práticas de Cura e Expansão de Consciência o item específico de como fazer para desenvolver sua testemunha interna.


Analogia dos pensamentos cotidianos com os sonhos

Assim como nos beneficiamos intensamente nos conectando com nossos sonhos e realizando a interpretação de o que o inconsciente está nos mostrando (veja o texto específico sobre a Integração dos Sonhos), ao começarmos a identificar as frequencias metais constantes e predominantes em nós, damos um grande passo dentro da jornada de encontro pessoal e expansão de consciência.

Analisando nossas frequencias mentais continuamente passamos a perceber que o padrão mental por trás dos conteúdos lógicos e racionais à sua frente funcionam exatamente como nossos sonhos, no sentido de representarem questões internas sobre as quais precisamos nos desenvolver de forma a seguir na trilha do encontro pessoal e da jornada da alma.

Indo além de apenas percebermos as frequencias mentais, passamos a ver nosso próprio dia-a-dia como questões a serem decifradas e que nos revelam muito sobre nós próprios, passamos a dar valor simbólico e referencial a todos os fatos. Por exemplo: um problema na bateria de nosso carro pode ser entendido não como algo fortuito, mas sim como uma questão de falha ou descarregamento energético (bateria) em nossos recursos de locomoção e mobilidade (carro). Uma infiltração em nossa casa pode gerar uma interpretação de conteúdos emocionais (água) em excesso por serem trabalhados e desenvolvidos em nosso âmbito de recolhimento (casa). Bem, esses são apenas dois exemplos para despertar o raciocínio e a percepção sobre esse tipo de possibilidade de visão e interpretação dos fatos que nos envolvem e dos símbolos que eles podem estar trazendo em si próprios.


Quebra de frequência

Quebra de frequência é uma das chaves de cura mais poderosas existentes e ocorre quando conseguimos mudar uma percepção de um transe ou acordar de um surto, profundo ou não (veja mais sobre surtos e transes no texto sobre o Processo de Cura). O exercício de quebra de frequência é extremamente poderoso e simples de ser realizado em trabalhos de cura, potencializando nossa capacidade de quebrar padrões mentais que nos levam a idéias fixas e abrindo canais para conseguirmos mudar as coisas em nossas vidas com as quais estamos tendo dificuldades em lidar.

Aprendendo a perceber nossos padrões de pensamentos como frequencias mentais cada vez mais precocemente conseguimos detectar o começo de uma linha de raciocínio, de um pensamento, e podemos optar por continuar ou não com aquilo, decidir se é do nosso interesse ou não o que está acontecendo, se o pensamento está sendo movido pela indução do próprio gerenciamento do Eu ou se é apenas algo frequenciado à revelia da consciência, se a mente está apenas em um processo “à deriva”…

Deixar a mente “à deriva” apenas consume nossa energia sem qualquer proveito benéfico.


Detecção precoce das frequências mentais

Quanto mais desenvolvemos nosso observador e damos atenção às frequências dos nossos pensamentos, mais precocemente conseguimos detectar o que está sendo frequenciado por nossa mente.

Através da detecção precoce das frequências mentais podemos captar os pensamentos logo em seu começo, possibilitando ao gerenciamento do eu optar (exercer o livre arbítrio) em relação a querer ou não dar prosseguimento ao desenvolvimento dos pensamentos em questão, considerando-se especialmente aí muito mais o tipo de frequência começando a se manifestar que seus conteúdos objetivos em si…

Assim, quando um pensamento de uma frequência que não nos interessa começa a se formar, podemos abandoná-lo cada vez mais precocemente, até o ponto da frequência indesejada simplesmente não encontrar mais terreno para se quer apresentar para nós, liberando nossa energia para coisas que nos interessam mais.

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