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Imaginação


Temos uma grande bênção: a imaginação. Podemos pensar e fazer inferências, projeções e conjecturas, colocando isso tudo no âmbito apenas interno da nossa mente, sem gerar realidades externas, e isso é muito bom e proveitoso.
A imaginação é uma forma muito especial de pensamento e se constitui em uma das exclusividades da condição humana. Só o ser humano é capaz de imaginar.

Quando atribuímos valor de imaginação aos pensamentos, podemos testar seus efeitos, como eles nos influenciam, quais emoções evocam. A imaginação serve como um vasto e rico campo de testes para analisarmos os efeitos do que estamos pensando sobre a realidade, além de trazer também a possibilidade de nutrir nosso humor quando necessário. Por exemplo: podemos imaginar algo bom acontecendo, até mesmo fantasiar sobre determinada realidade desejada, para trazermos um pouco de força e otimismo num dia ruim. Isso deve ser feito, claro, com uma boa dose de consciência e com esse propósito específico de acalentar a si próprio, pois, caso contrário, pode servir apenas como uma fonte de ilusão que futuramente irá gerar mais sofrimento e frustração. Neste tipo de caso, a imaginação ganha o aspecto de projeção, a qual está ligada à distorção da percepção da realidade ou criação de expectativa de gerar uma realidade dissonante com as demais coisas.

A imaginação é uma bênção. A projeção é um descaminho bom de ser evitado…


Visão pessoal de mundo

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Força do Pensamento Dominante

Há uma relação entre a crença pessoal e as crenças coletivas. Podemos pensar em qualquer coisa, crer em qualquer coisa, independentemente do que existe como crença dominante dentro do meio social no qual estivermos inseridos. Entretanto, as crenças pessoais e coletivas influenciam-se mutuamente.

Teoria do Centésimo Macaco

A teoria do centésimo macaco é o nome de um novo mito que, como tal, não deixa claro onde terminam os fatos e começam as metáforas.

De qualquer forma, surgiu a partir do estudo do comportamento de macacos ao longo da costa do Japão, onde se percebeu que um novo comportamento surgido a partir de um único macaco foi repassado aos seus companheiros mais próximos e assim sucessivamente. A partir de determinado ponto, macacos de outras ilhas, sem qualquer contato com o grupo inicial considerado passaram a adotar o mesmo comportamento adquirido.

Essa teoria prega que a partir de determinado ponto, um campo mórfico de frequência ligado a um novo comportamento, crença ou hábito, alcança o número certo de indivíduos para haver uma inversão no equilíbrio de forças e um padrão que antes era inexistente ou de exceção passa a ser um padrão dominante para toda a espécie considerada: nasce um novo arquétipo no inconsciente coletivo daquela espécie.

Veja o texto específico a respeito da teoria do centésimo macaco para saber mais a esse respeito.

Influência dos Mitos e Sistemas de Crenças e Sistemas Religiosos Dominantes sobre a saúde e história coletiva

Podemos definir os mitos como narrativas com caráter explicativo ou simbólico que procuram explicar os principais fatos da vida, da metafísica e das relações sociais, normalmente envolvendo personagens com caráter divino ou acontecimentos mirabolantes e estando intimamente ligadas a uma determinada cultura.

Todos os povos tiveram seus mitos. A partir da crença geral do povo de determinada cultura em determinado grupo de mitos, muitos costumes são direcionados. Como todos sabemos, os mitos e sistemas de crenças, especialmente os religiosos, exercem uma influência direta, inclusive com caráter um tanto coercitivo, sobre cada um de nós.

Há um termo denominado “zeitgeist” para designar o conjunto geral de crenças de uma determinada época. Esse arcabouço coletivo pode ser mais ou menos elaborado de acordo com o grau de sofisticação psíquica do povo ou civilização considerada, entretanto, sempre haverá um conjunto de paradigmas norteando o conjunto da população.

Pela avaliação do nosso mundo atual, claramente desequilibrado e caótico, fica claro que nossos mitos e crenças religiosas precisam passar por uma revisão profunda, uma vez que refletem um conjunto de crenças subjacentes não benéficas por trás deles.

Yung cunhou o termo “inconsciente coletivo”, o qual tem uma relação direta com essa questão das crenças e mitos coletivos. Quais seriam, então, os mitos da sociedade moderna ocidental? Parece que o mito de Gaia atende os requisitos para se encaixar como o mito da Aldeia Global. Veja adiante em “Programação Mental na Prática” mais sobre isso.

Veja o filme com o título “Zeitgeist” para saber um pouco sobre alguns dos mitos da atualidade utilizados como sistemas de manipulação das massas…


O livre arbítrio manifesta-se a partir da mente

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Ponto “X” do Livre Arbítrio

Um ponto “X” do livre arbítrio é que mesmo uma pessoa acessando a verdade das causas de uma dor ou sofrimento pelos quais ela é a única responsável, ainda assim ela tem o livre arbítrio de continuar optando (mesmo inconscientemente) pelo o que ela quiser, inclusive continuar sofrendo. Esse é um grande desafio para as abordagens terapêuticas.

Sob certa ótica, o mundo é o que é hoje em decorrência de termos coletivamente optado por ele ser exatamente desta forma. Apenas trabalhando uma mudança coletiva de consciência que atinja um número dominante de pessoas conseguiremos reverter e reorganizar o atual quadro mundial. Veja o texto Aspectos Sociais da Cura para saber mais a respeito de como podemos reconstruir a sociedade humana sobre a Terra.

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