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Aqui é o Melhor Lugar, Agora é o Melhor Momento


O estudo do Tizolkin, a matriz matemática harmônica da cultura do povo maia, nos levou ao conhecimento do sistema tecnológico ligado a essa ferramenta. Esse sistema tecnológico é bastante diferente do atual sistema científico predominante na Terra baseado em comprovação de postulados com aplicabilidade essencialmente técnica, ou seja: quando determinadas condições de determinado postulado são aplicadas, os resultados obtidos serão os mesmos prolatados dentro do postulado. O maior corolário deste nosso sistema científico predominante aqui na Terra é o avanço tecnológico.

Todavia, o avanço tecnológico do nosso sistema demonstrou-se totalmente burro. É isso mesmo. É duro chegar a essa constatação, mas ela é clara e cristalina: nosso avanço tecnológico é unilateral, considera só um lado das coisas, no caso o lado do interesse imediato e míope de quem banca esse avanço. Nosso avanço tecnológico é autoinsustentável, pois traz em si próprio sua sentença de falecimento, uma vez que mata o organismo do qual depende para viver: a Terra.

Nossa ciência não é inválida, tanto é que temos esse tipo de avanço tecnológico, ela serve pra alguma coisa. É necessário apenas incorporar um conceito básico do Tzolkin: ser harmônica…

Para ser harmônica, uma coisa tem de estar de acordo, em ressonância com todas as demais coisas.

O Tzolkin é uma matriz matemática de 20 linhas por 13 colunas, formando um retângulo de 260 posições, dentro das quais, 52 formam um desenho particularmente belo, harmônico, com características específicas e simétricas, formando uma espiral de hélice dupla ao redor de um centro aberto. Essas 52 posições, denominadas de Tear dos Maias, podem ser equiparadas ao desenho de um DNA visto de cima para baixo, o começo de uma escala helicoidal.

Bem, o que essa coisa toda de Tzolkin tem a ver com a programação mental tratada aqui? Tudo. “Aqui é o melhor lugar, agora é o melhor momento” é o aprendizado prático número um extraído do conhecimento contido no Tzolkin. Uma das aplicações mais comuns dadas ao Tzolkin é o estabelecimento de um calendário. Os maias tinham seu calendário baseado nele, estabelecendo um ano de treze luas, cada uma correspondente a um mês de exatos 28 dias, cada mês começando no mesmo dia da semana e mais um dia “fora do tempo” (13 X 28 + 1 = 365). Conheça mais sobre esse calendário começando por http://sincronariodapaz.org.

Todavia, calendário é apenas uma das aplicações do Tzolkin. Ele é algo muito avançado e bastante útil quando já temos nossos poderes paranormais mais despertados e desenvolvidos, para aplicarmos em estados profundos de meditação, projeção astral, bilocação, consciência cósmica e assim por diante. Funciona como uma espécie de matriz de MMC (mínimo múltiplo comum) e MDC (máximo divisor comum). Em outras palavras, uma relação de frequências capaz de abarcar e envolver todas as qualidades e manifestações do universo em 260 combinações diferentes, sendo todas as demais apenas repetições desses mesmos padrões em escalas de profundidade diferentes, assim como na escala musical.

“Aqui é o melhor lugar, agora é o melhor momento”, é uma âncora para nos ajudar a colocar em prática o ensinamento de vários mestres de que a única coisa que temos é o agora, o presente. Algo atualmente também explicado pelos físicos quânticos…

A meditação também nos ensina isso. Tudo só pode ocorrer no presente. Não vamos nos iluminar, nos curar, ficar felizes, no futuro. Isso, mesmo quando vier a ocorrer no futuro, acontecerá no presente… Mas como estamos frequenciados no padrão de não estar no presente, abrimos o campo de possibilidade para todas essas coisas maravilhosas serem adiadas indefinidamente, pois mesmo quando elas se esforçam muito para poderem se manifestar em nós, não estamos conectados ao presente para podermos ser a real manifestação delas no campo da manifestação, só conseguimos frequenciá-las a partir dos campos do não-manifesto e do inconsciente, o que por si só não é bom nem mal, mas que também não nos satisfaz plenamente, nos tira e afasta da possibilidade da totalidade, do nirvana, da auto-realização.

Aqui é o melhor lugar, agora é o melhor presente. Essa programação também é capaz de começar a abrir os portais para entendermos, aceitarmos e integrarmos que os acontecimentos do aqui e agora também são o que são, sem que os queiramos mudar, o que é uma perda de tempo, pois eles já são o que são… Não aceitá-los envolve uma dispersão energética que afeta primeiro e diretamente justamente a nós próprios.

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