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Meus Recursos de Desenvolvimento são Cumulativos e se Potencializam Entre Si


Muito mais do que apenas podermos sempre fazer algo benéfico por nós próprios, os recursos de desenvolvimento, autoconhecimento e evolução pessoal são cumulativos entre si.

Por exemplo: uma pessoa que preparou durante a infância e adolescência seu corpo para a atividade física, irá se beneficiar rapidamente da retomada de exercícios mesmo após um longo período parada.

Muitas vezes, podemos achar que tudo está muito difícil e contra nós. Especialmente em estados depressivos, podemos nos ver em situações dentro das quais acreditamos não haver saída pra nada ou tudo é desfavorável. Entretanto, para aquele que já optou conscientemente pela Jornada do Encontro Pessoal, os recursos acessados são como o gosto do sal ou da pimenta em uma refeição: são cumulativos. Quanto mais andamos nessa Jornada, mais os recursos se somam e fortalecem.

Podemos, por exemplo, estar muito mal em um determinado dia, tentando várias coisas “sem efeito” para apaziguar nossa alma. Tentamos meditar, relaxar, quebrar a frequência e “nada funciona”, mesmo ânimo para dar uma volta na rua pode estar nos faltando. Entretanto, em determinado momento, podemos ir tomar um banho e isso ser suficiente para nos relembrar ser esta uma das práticas, um dos recursos que temos para ajudar a nós mesmos. Um banho por si só é tomado por bilhões de pessoas todos os dias de maneira inconsciente, sem se darem conta de que isso pode ser uma prática poderosa de retomada, de purificação, de elevação.

Para aquele com a consciência já desperta para o presente e as coisas simples, esse mesmo banho pode ser o suficiente para mudar toda uma frequência que vinha se arrastando por todo um dia e despertar o ânimo perdido, startando a partir daí toda uma onda de equilíbrio e retomada. A pessoa lembra de estar fazendo por si própria algo benéfico (o banho), então pode somar, por exemplo, a ele a técnica de uma imersão quente com uma ducha fria rápida ao final para equilibrar e proteger os centros energéticos(*). O ânimo e a inspiração aumentam, novas atitudes benéficas podem ir se somando a partir daí, pois o corpo (e a alma) já tem as bases prontas para captar e usufruir desses “recursos”, já foi “treinado” para isso.

(*) além da técnica de tomar um banho quente com uma ducha rápida ao final, veja mais exemplos de práticas que podem ser agregadas a nossa vida nesse sentido no conteúdo sobre os Instrumentos e Práticas de Cura e Expansão de Consciência.

Num dia ruim, podemos não estar funcionando com vários dos recursos que já utilizamos para o nosso desenvolvimento, mas algum dos muitos outros, podem nos valer bastante e potencializar todos os outros.

No conteúdo sobre o processo de cura, em seu final, está postulado que não existe cura sem:

  • contato de qualidade e freqüente com a natureza;
  • expressividade – represar os instintos e a expressividade é armar uma bomba dentro de si. O que nos cabe é aprender a lidar de novas formas com sentimentos difíceis de serem liberados sem ferir a nós mesmos e aos outros, aprendendo a integrar contradições e procurar ambientes e situações adequadas para darmos vazão a expressões mais contundentes e/ou menos harmoniosas que ainda temos dentro de nós;
  • individuação;
  • vida múltipla e rica em aspectos e abordagens;
  • realização pessoal em todas as áreas da vida (quando a realização é impossível em determinada área, que se torne uma questão de reorientação de propósito/objetivo e/ou adaptabilidade…);
  • amizades e relacionamentos prazerosos;
  • uma atitude integrativa ante os invernos emocionais;
  • manifestação consciente e harmônica de todos os sentimentos (alegria, tristeza, medo, confiança, raiva, amor etc etc etc);
  • espontaneidade;
  • suporte e conforto físico/material;
  • clareza de percepção, visão e propósito;
  • aceitação (sem aspectos de conformismo… Uma inquietação natural em relação a tudo o que pode, e deve, ser melhorado e perseguido funciona como uma ótima mola motivadora. Cabe aquela máxima: resignação para aceitar o que não pode ser mudado; disposição e clareza para mudar o que deve ser mudado; e sabedoria para distinguir entre as duas coisas);
  • equilíbrio;
  • espiritualidade (sem que seja confundida com submissão / limitação religiosa a doutrinas, seitas, igrejas etc);
  • capacidade de transitar harmonicamente entre os estados de interiorização e interação com o meio externo;
  • manifestação artística, lembrando que, em um sentido mais amplo, estar presente em harmonia com o ambiente é uma forma sublime de arte. Caso não consiga se expressar por intermédio de nenhum tipo de arte, a pessoa deve direcionar-se para começar por apreciar as artes que mais lhe interessarem…;
  • estilo de vida prazeroso;
  • ter hobbys – manter hobbys e o devido cuidado com nosso lazer e realização dos prazeres internos é a garantia para recarregarmos nossas forças e manter a vida em equilíbrio entre realizações, focalização, repouso e distração;
  • entrega (sendo que a cura total, demanda uma entrega total…);
  • realidade;
  • verdade.

Qualquer uma dessas coisas, para quem já as implementou como processos de sua Jornada de Encontro Pessoal, num momento difícil, podem servir como alavanca para sair de um momento adverso e nos relembrar de tantas conquistas já alcançadas.

Isso quando estamos considerando os momentos ruins, mas ainda há muito mais do que apenas isso: todas as práticas e recursos de autoconhecimento e evolução se somam entre si e dissipam inclusive mesmo a possibilidade de ocorrência dos momentos ruins. Por uma questão de dentro da realidade dual ainda termos a mudança natural das coisas de um estado para o outro e em decorrência também do resgate de nossos carmas, momentos ruins ainda estão muito presentes de uma forma em geral na vida na Terra, mas esteja ciente e tenha certeza de que é muito melhor passar por eles se valendo do efeito cumulativo benéfico e somatizado de nossas práticas de desenvolvimento e sustentação do que sem ele.


Posso aprender observando as coisas

Há apenas uma coisa pior que aprender com os próprios erros: é não aprender com eles…

Isso é algo bastante capcioso. Parece realmente uma armadilha.

“− Mestre, como faço para me tornar um sábio?

 Faça boas escolhas.

 Como fazer boas escolhas?

 Adquira experiência.

 Como fazer para adquirir experiência?

 Faça escolhas ruins…”

Não precisamos aprender somente com nossos erros. Essa é apenas uma parte da estória, a parte mais dolorosa, digamos assim. Assim como o Universo criou o mecanismo do sofrimento para fazer com que possamos aprender com nossos erros, ele também nos brindou com algo maravilhoso: podemos aprender também com o erro do outro, observando sua situação com nossa capacidade de empatia e assimilação.

Muitas vezes precisamos conhecer nossos próprios limites para saber o que somos, como funcionamos. Nessa necessidade, acabamos por exceder esses limites. Esse é o momento no qual nos damos mal…

Entretanto, dia chega no qual aprendemos podermos ir apenas até um determinado ponto das situações e dali podemos apenas observar e aguardar o conhecimento advindo dessa observação nos chegar. Podemos olhar para a situação e aprender com ela, especialmente se houver outra pessoa nela envolvida até “a tampa”…

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