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Somos Um


Essa crença é particularmente interessante e amorosa.

Atualmente, já sabemos, em decorrência dos postulados da física quântica, que realmente tudo o que existe é apenas um campo energético indistinto, embora possa ser diferenciado em áreas diversas por frequências distintas nos dando a percepção da separatividade, das coisas como sendo separadas umas das outras.

Todavia, na prática, ainda é muito complicado para a maioria de nós olhar para o “mundo externo” e percebê-lo como nós mesmos.

“Somos Um” é uma crença especialmente benéfica no sentido de lembrarmos que todos os outros seres humanos com os quais lidamos são partes de nós próprios, são apenas nós mesmos de outra forma, sob outro aspecto e ótica.

Nada, nada, crer que somos um (mesmo que não se veja lógica formal nisso) nos leva a um mundo mais fraterno e mais humano. E “humano” aí é usado exatamente no sentido restrito do que quer dizer: termos um mundo mais HUMANO, pois o que estamos tendo hoje é desumano, inadequado para a condição de vida humana. Não é à toa que a autorealização é um processo de exceção na Terra e não o contrário…

Enquanto parte da fonte que somos, escolhemos voluntariamente criar uma realidade na Terra onde pudéssemos vivenciar a separatividade. É da natureza da Fonte deleitar-se de si mesma e amar-se a si própria. Com a experiência de que suas partes individualizadas (dentre elas, todos nós…) pudéssemos deixar de perceber nossa ligação com a Fonte, pudemos ter a vivência do nosso comportamento e reação na experiência dessa sensação de desconexão.

O propósito era o da Fonte criar a experiência de continuar amando a si mesma a partir de suas partes individualizadas mesmo que essas não estivessem sentido sua conexão e integração com Tudo o que É. Uma experiência e uma aventura abençoada de uma nova forma de amor, que envolvia riscos e “prêmios” com o seguinte contexto geral:

  • A experiência da separatividade é um projeto não padrão da Criação manifestado no que entendemos como sendo nosso “universo local”. Embora não possamos precisar se é uma experiência única e local do planeta Terra, temos a percepção intuitiva de que, de qualquer forma, não é o padrão de operação da Criação, o qual tem como característica, dentre outras, a ligação consciente e extasiática que todas as coisas possuem entre si;
  • Essa experiência manifestou-se em nosso planeta nos últimos cerca de 100 mil anos. Antes desse período, era diferente, a Terra operava exatamente como o restante do Universo. Tínhamos aqui o que miticamente ficou registrado nas nossas escrituras sagradas como Jardim do Éden;
  • O que nas escrituras ficou referenciado como “o pecado original” ou “a queda” foi justamente essa sensação de desconexão da fonte. Esse é o princípio de muita coisa que ficamos sem entender por todo esse tempo e agora estamos tendo a oportunidade de resgatar;
  • Embora tenhamos a sensação de desconexão com a Fonte, o sentimento de não pertencer a Tudo o que É, essas são apenas sensações, pois nada está desconectado da Fonte, isso é impossível e não pode ser de outra forma. O que é possível e foi manifestado é a sensação de desconexão. Esse processo foi tão bem feito que criou uma realidade virtual tão convincente que paradoxalmente a experiência da separatividade tem aspectos reais, porém ilusórios. É o que se chama na tradição oriental de Maia, a ilusão deste mundo;
  • Para sustentar a experiência da separatividade, alguns mecanismos foram necessários de serem implementados, dentre eles o do sofrimento, o carma e o esquecimento profundo vinculado à encarnação;
  • Os riscos e prêmios dessa experiência consistiam na oportunidade da Fonte continuar amando e deleitando-se de si mesma mesmo dentro do estado de separatividade, ou então sucumbir ao desafio e polarizar o sofrimento, a inveja e a guerra.

Esta segunda probabilidade prevaleceu. Entretanto há uma notícia maravilhosa:

O JOGO ACABOU!

Já vivemos o que tínhamos de viver com isso tudo. Chega! É hora de voltar pra casa, resgatar a conexão, curar todas as feridas, dissolver todo o sofrimento, quitar, integrar e apagar todo o carma restante e extrair o aprendizado e a evolução conseguidos.

Foi uma experiência fantástica e cheia de méritos, pois a coragem, determinação e força de vontade que tivemos para chegar até aqui é realmente miraculosa, digna da grandiosidade da Criação. Estamos todos de parabéns.

Todavia, as partes mais profundas de nós próprios também já foram sensibilizadas e estão emergindo para manifestar o resgate definitivo e restabelecer a conexão. Chega de sofrimento.

Ninguém nunca esteve só. Somos todos um.


 

Carma é justiça divina em ação criada para o contexto da separatividade

[Item disponível apenas na VERSÃO COMPLETA]

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