Você está emO Processo de Cura” –

Ser Possível é Diferente de ser Fácil


Foto: Vanessa Oliveira

Muitas vezes, uma pessoa pode ficar desiludida com um diagnóstico ou, especialmente…, prognóstico em relação a sua condição de saúde e sobre seu processo de recuperação ou inviabilidade dele dentro da matéria, lidando com termos como doente terminal ou doença sem cura.

É de grande importância para a humanidade, profissionais da área de saúde perceberem o valor compassivo de, ao invés de “sua doença não tem cura”, adotarem a postura interna na linha do “eu não conheço uma técnica para o seu caso”, “a ciência na qual me formei e domino, ainda não nos mostra um caminho para poder seguir com seu processo clínico”, “eu não tenho nenhuma experiência bem sucedida com casos iguais ao seu”, independente das palavras exatas que venham a utilizar… [veja o artigo sobre “Profecias Médicas”].

Por outro lado, nas áreas de terapias complementares e assistências espirituais, é muito comum ver atitudes opostas, que oferecem as chamadas “curas milagrosas”. Erro tão grave quanto o anterior.

Muita coisa realmente impressionante acontece na área de cura, milhares são os casos de resgate da saúde em processos para os quais a ciência ainda não tem explicação.

Entretanto, algo é muito claro: pode até haver “milagre” nessa área, mas não há “mágica”. De alguma forma, a pessoa irá passar por um processo, via de regra, proporcionalmente tão desafiador quanto seu quadro representa, envolvendo algo, normalmente uma mudança, justamente pela qual a pessoa evitava passar…

Pode ser que o processo seja possível, o que é diferente de ser fácil. Há uma boa coisa em relação a isso: não ser fácil, não implica, diretamente, em ser difícil. Ser possível/impossível, fácil ou difícil, penoso, prazeroso ou indiferente, são apenas reflexos dos estados de crenças de quem irá passar pelo processo ou recuar diante dele, isso tanto para processos de cura quanto para quaisquer outras experiências de vida que nos estejam disponíveis.

<Anterior Próximo>

Referências

Deixe Seu Comentário

Comentário(s)