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Propagação do Processo


Em decorrência dessa alta influência dos relacionamentos (comentada no tópico específico a esse respeito constante da versão completa enviada por e-mail), mesmo que percebida inconscientemente, sobre nosso estado de saúde e bem estar, é bastante comum ao passarmos por processos marcantes de cura, especialmente quando envolvendo vivências místicas ou estados alterados e/ou expandidos de consciência, querermos propagar esse tipo de vivência, com certa urgência, para as pessoas de quem gostamos e também com as quais convivemos.

Lembrando aquela velha e boa frase popular, “muita calma nesse momento…”.

É natural que queiramos repassar os impulsos criativos que recebemos, assim como novos conhecimentos e prazeres, o que se dirá de vivências terapêuticas gratificantes. Entretanto, a terapia só toca em profundidade quem a procura espontaneamente, na hora certa, com o canal adequado para o seu momento.

A melhor ação que podemos oferecer no sentido de abrir esse tipo de canal para quem gostamos, além de um “toque” discreto de onde procurar esse caminho, é a nossa própria transformação real e positiva. O resto constitui-se apenas de utilizarmos o poder da nossa presença junto da pessoa de quem gostamos, sem em momento algum pressionar ou induzir a nada, quer em atitudes, palavras ou mesmo em pensamentos. A percepção em nós da mudança é o que pode despertar o outro a procurar saber de onde vem a fonte, o estímulo, o canal para conseguir para si o que alguém já vê consolidado em seu próximo. Esse momento, quando a pessoa busca a informação do caminho terapêutico, é um sinal de que ela está se abrindo para encontrar o que, pela sua própria vontade e intuição, ela resolveu buscar.

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Referências

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