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Emoções


VERSÃO PRELIMINAR. Temas a serem desenvolvidos / complementados.

IMPORTANTE: Embora este conteúdo não esteja em sua versão final, você já pode acessar a página sobre EFT – Emotional Freedom Technics – e usufruir desde já dos benefícios que esta poderosa técnica traz para o trato das mais diversas situações emocionais.


O título da série deste conteúdo (lidando com sentimentos) encontra-se propositadamente no gerúndio por um motivo muito claro: lidar com os sentimentos é um trabalho contínuo, assim como a integração dos sonhos, a respiração, o cuidado consigo e o próximo, a opção pela vida e tantas outras facetas de ser o que somos.

Boas conceituações para emoção estão logo abaixo, ambas envolvem esses aspectos de continuidade, trocas dinâmicas, eternidade imutável nesses sentidos…:

  • Energia em movimento (“e” – “motion”…);
  • Toda experiência completa e subjetiva em determinado momento.

O maior influxo energético que o ser humano pode receber está ligado às manifestações emocionais. As drogas, o sexo, a competição, os desafios, as brigas e tantos outros recursos servem apenas para despertar os estados emocionais.

Esses influxos energéticos são tão gigantescos que todo o sistema humano cria pontos de alerta e mecanismos de defesa para bloquear a manifestação de determinadas emoções ou limita-las até determinado nível.

A maioria das pessoas acredita que as emoções são fenômenos independentes dentro de si, que acontecem sem qualquer relação com a vontade ou o estado psíquico, cabendo à pessoa apenas usufruir ou sofrer com a emoção que “despertou por si mesma…”. A PNL (programação neurolingüística) traz lições práticas e valiosas a respeito de como não se tornar um refém das próprias emoções, apresentando ferramentas para aprender a escolher o que queremos sentir dentro de um prisma muito mais amplo do que o que estamos acostumados.

Emoções estão intimamente ligadas ao comportamento e às respostas ao meio externo.

Lado positivo das emoções => servem para serem usufruídos.

Lado negativo => para serem vividos o mais rapidamente possível, apenas pelo tempo necessário para se extrair deles as informações a respeito de si mesmo neles contidas, os aprendizados e as lições.

Somos capazes de influenciar e agir sobre nossas emoções de acordo com nossas necessidades. Como tudo, a habilidade e sucesso na autocondução emocional exige atenção, dedicação, tempo e prática, numa escala progressiva de colheita de bons resultados, de acordo com o que cada um é e com os cenários considerados.

Entretanto, emoções não são comportamentos, embora se afetem mutuamente, e possam até ser bem diferentes em determinado momento.

Sensações corporais são diferentes de emoções.

Sentimentos => expressões de si mesmo, daquilo que se é e também do que se deseja vir a ser.


Gama emocional

Existe uma enorme gama de sentimentos para serem experimentados e vividos e não apenas estar “bem” ou “mal”.

Cada emoção tem uma comunicação específica conosco e uma química metabólica única.


Atributos Emocionais

Atributo emocional – sinal de que a emoção está tentando dizer, comunicar.

Muitas pessoas acham que sentir raiva é negativo. Mas isso depende do contexto. Nenhuma pessoa que é invadida ou agredida em sua intimidade e que não manifeste raiva conscientemente estará sendo natural.

A raiva é positiva, por exemplo, quando determinada pessoa, mais uma vez, tira proveito de nós. Numa situação assim, sentir raiva é muito melhor adequado do que sentir aceitação e compreensão pela pessoa em questão.

Arrependimento – o que poderia ter sido feito de forma diferente

Culpa – padrão pessoal violado

Ansiedade – mostra algo no futuro para o qual precisamos nos preparar melhor

Opressão – reavaliar prioridades para tarefas que queremos dar conta em determinado prazo

Ciúme – necessidade de fazer algo à respeito da felicidade emocional, que se encontra ameaçada

Raiva – necessidade de fazer algo para que nossa felicidade não seja prejudicada


Vício Emocional

Toda emoção possui uma manifestação hormonal correspondente em nosso corpo, assim como a associação a determinados estados e pré-disposições psíquicas, redundando em arranjos neurais específicos.

Ao receber determinados hormônios no sistema, o corpo humano os direciona para canais específicos de recepção, neuroreceptores específicos para hormônios específicos.

Quando sentimos muito uma determinada emoção, desenvolvemos muitos receptores internos pra ela. Assim que diminui a quantidade daquela emoção, o corpo “chia”, dependendo do caso e da intensidade dessa diminuição pode ocorrer uma verdadeira crise de abstinência.

Toda emoção tem seus perigos e seus encantos, inclusive as tidas como ruins ou difíceis (veja o texto “Para Maria da Graça” sobre esse propósito).

Uma pessoa que sofre, por exemplo, de hipertensão ou estresse tem um vício emocional inconsciente de ansiedade. Muitas vezes ela tem até uma percepção consciente de uma parte da ansiedade que tem, mas é inconsciente o tamanho, profundidade e abrangência dessa ansiedade, como também o é inconsciente, na maioria dos casos, o vício emocional ligado a esse fato.

É muito corriqueiro que uma pessoa até se esqueça de como é estar calma. Ela está dominantemente tensa há tantos anos que se quer consegue freqüenciar (viver, manifestar) um estado de calma profundo. Quando essa pessoa tenta relaxar, ela consegue atingir estados iniciais de calma e relaxamento. Entretanto, como estados profundos de calma e relaxamento demandam um tempo significativo dentro da própria pessoa, antes que ela atinja esses estados profundos de calma, começa a sofrer de uma crise de abstinência da emoção “ansiedade”.

Para este tipo de crise, de emoções, como dito anteriormente, há inclusive um correspondente metabólico, hormonal, químico. Portanto, real e físico. Do qual o corpo da pessoa sente falta e que é um dos principais iniciadores de uma verdadeira crise de abstinência em relação à emoção que se está tentando evitar.

O Filme “What the bleep do we now?”, em português “Quem somos nós?”, embora recente, já se tornou um clássico abordando esse assunto.

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